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Poemas sobre Ruas

Cerca de 1718 poemas sobre Ruas

⁠Veste o verso os terços.
Sai com a benção de ser ele poeta das belezas.
Anda vagando pelas ruas, com a beira do mar carregada na ponta dos olhos.
As curvas, o brilho da lua supri cada irradiar da íris daquela moça, diz o verso.

Sai a moça da janela de casa para ver o verso passar, grita ele, nu e bêbado na rua.
(Tudo isso porque ele queria sair da própria nuca. )

:- Sou verso sim, poesia. Porém sou parte de ti, da tua alegria, mas não sou eu quem a faz poesia, é a dobra da tua paz. Não me culpe por não completar a tua rima, tua correria. Eu vivi a te completar. Lhe pergunto minha linda, quem ira de me versar nas ruas para ser tão linda quanto tu era ao me ter?
O amor não tira a beleza do outro poesia, o amor unifica a clareza dos detalhes, sem falar de dor.

E agora sinto nas cambalhotas que o coração da no peito, o que era esse tal de amor. Eu entendi poesia!! Sim, eu entendi.
O amor tem voz de leitor, precisa ser interpretado, conhecido, saboreado, sentido, para chamar de amor.

Inserida por WesleyNabuco

⁠Ao longo das décadas como militante do Partido dos Trabalhadores, atuando nas ruas, ônibus e em meu trabalho e nos últimos anos mas no campo virtual, me sinto profundamente representado por nossa sigla. Este trabalho constante, seja no campo real ou virtual, obedece a um processo hierárquico onde busco sempre criar o melhor conteúdo dentro da minha área de atuação, principalmente tecnicamente. O mundo girou e a forma de fazer políticas públicas também. É essencial, na política, que todos apoiem aqueles que estão à frente na luta por nossas pautas. Em vez de competirmos, devemos apoiar e acompanhar aqueles que nos representam, pois quando eles alcançam seus objetivos, todos nós avançamos juntos. Nosso trabalho de base, embora muitas vezes discreto, é fundamental para construir uma força coletiva. A colaboração e o suporte mútuo são a base para uma política democrática e eficaz, onde a vitória de um é a vitória de todos.

#fernandokabral13

Inserida por fernando_kabral

⁠noite fria
com ventos nas ruas cantando sem rima
uma mulher gelada e nua em plena rua
acenando a mão para o céu.
e o gelo caindo sobre o véu da noite
gelando-me a carne sem piedade
eM todas as noites frias, ficava contemplando serena
o frio, plantado na alma do ser que habita
as faces das nuvens cinzentas
queria ser fogo e esquentar a terra
mas cada vez mais me encolho
com receio de virar pedra...
...........
e vem o dia...
sem a dança do sol nos arredores dos montes...
ciça b. lima
( in "balada do inverno triste " do livro "só poemas" )

Inserida por touchegrs

⁠Inspiração

O sol está nas ruas, nos parques, nas praias, montanhas, no Universo, em todos os lugares e ao se pôr é de uma beleza tamanha que nenhum poeta encontra palavras, métricas e rimas para cantar o seu fogo, seu jogo de cor, sua alteza, sua reza como ele realmente se apresenta.

O pôr do sol já foi tema para declarações, já acendeu luzes e ascendeu desejos, já abriu flores e fechou solidões, já enfraqueceu dores e intensificou amores, já causou lágrimas e já foi motivo de sorrisos... o se pôr...

Assim como a semente precisa de dor para brotar, o sol precisa morrer para surgir a lua. Oh magnânima, comovedora, altruísta, sedutora lua que em todas suas fases revela-se aos poetas, namorados, seresteiros.

Quisera eu sentir-te nos meus braços, sentir tua calma na minha palma para construir poemas sem dilemas, sentir tua paz que satisfaz, rimar-te no meu inspirar. És vida no resplandecer, descanso no cansaço, preenches espaços vazios dos insanos sombrios, misturas com o oceano, és serenidade na eternidade, sonho no adormecer.

*Diz a lenda que o Sol e a Lua sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca puderam encontrar-se e Deus, na sua infinita bondade, criou o eclipse para haver o encontro quatro vezes ao ano.

(Bia Pardini)

Inserida por bia_pardini

⁠Atenta aos sinais do tempo,
Me vi perdida pelas ruas dos sem fim que há em mim.
Sou flor que se fez pedra para habitar o mundo,
Mas que não desiste de acreditar na força do bem que nutro aqui...

Inserida por lavinialins

⁠Era meados de abril, quando sua vida estava mais arruinada que as ruas de Hiroshima e Nagasaki. Talvez aquele seria o momento que mais precisaria da companhia e cumplicidade da pessoa amada, mas, em um piscar de olhos, ela soltou sua mão com a mesma frieza do bombardeiro B-29, pilotado pelo coronel americano Paul Tibbets na Segunda Guerra Mundial e, simplesmente, colocou um fim naquilo que seria o ''até que a morte os separe''.

Naquele momento, algo que parecia infindável, simplesmente findou-se! Por conseguinte, percebeu que estava dentro de um processo de luto que parecia ser eterno. Era como se o pouco da estrutura que tentou constituir durante anos, estivesse desmoronando sobre sua cabeça.

Mas aos poucos recuperou sua racionalidade, e percebeu que nunca esteve sozinho. Pois sempre teve um Deus cuidando de seus passos e blindando cada momento. Foi então que passou a recuperar seu amor próprio. Amor este que, com a mesma intensidade de sua desfragmentação, foi sendo reconstruído.

Logo após, na calmaria de sua solidão, lembrou-se de tantas batalhas que enfrentou, resistiu e sobreviveu! Das feridas que pareciam incuráveis, mas com paciência e discernimento foram cicatrizadas. Veio então à sua lembrança a imagem de quem realmente era!

E, ao se reencontrar, percebeu que o fim de uma relação não significaria o fim do livro de sua vida, mas apenas um capítulo marcante e de grande relevância. Descobriu o verdadeiro sentido daquela pessoa ter cruzado seu caminho e concluiu que cada momento foi eterno enquanto durou.

Inserida por carlos_silverio

⁠#ESTRADAS

Pelas ruas vago, em desatino,
E a todos pergunto se não lhe viram...
E a dama da noite em céu estrelado...
Fica para mim sorrindo...

Oh, se Deus sobre a terra derramasse...
E de mim se compadecesse...
Um pouco mais de vigor daria...
Para que mais força eu tivesse...
Em encontrar seu amor...

Vem à triste morada do poeta...
Um sonho à inspirar...
Dourar os versos meus...
Fazer-me mais sonhar...

Transmuda o negro véu da escuridão...
Que a vista me detém...
Estende os sonhos meus pelo universo...
Traga até mim quem tanto quero...
Enquanto eu cá espero...
Ser só seu...

O tempo corre pouco e pouco...
Na vida que se esvai...
As esperanças me consomem...
Dando lugar aos meus ais...

Por terra vão caindo, em pó...
Meus desejos já desfeitos....
Desdobre-se cortina de mistério...
Uma vez mais lhe peço...

De noturnas essências perfumadas...
Continuarei, enquanto puder...
A procurar...
Até lhe encontrar...
Em minhas estradas...
Para lhe amar...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemaz

⁠Montevideo

As ruas são como plumas
Até da chuva eu gostava
Tantas histórias não acabadas

Teu povo, Montevideo
É poesia
É prosa
É verso
No teu mundo totalmente imerso

Por lá já houve celebridade
Celebração
Futebol
Carnaval
Animação

Já houve calma de um mate de domingo
Já houve 40 dias de carnaval
Já houve minha voz que ecoa até hoje nas ruas no natal

Montevideo, você não sai de mim
É as ruas
É as praças
É o churros
O churrasco
É futuro, presente e passado

Você ocupa meus sonhos
Meu imaginário
É o melhor lugar para se estar quando está solteiro ou casado

Ah! Montevideo!
Já pensou se o mundo soubesse de você?
8 bilhões de pessoas iriam querer te conhecer

Ainda bem que não sabem porque eu iria morrer de ciúmes
O que eu iria fazer com aquele seu resto de perfume?

Falando em perfume, que cheiro é esse que tem?
Naquela noite perto do trem?
Te lembra Montevideo?
É tipo um cheiro de chuva quando cai na terra...
Não, não é isso
É tipo um cheiro de pele depois do banho...
Não, não
É cheiro de mar?
De amar?
Não...
É um cheiro de café passado?
De roupa limpa?
Não é o cheiro é a sensação
Sensação de liberdade de estar no mundão

Montevideo, porque você foi me deixar ir?
Minha única certeza era não querer partir

Eu sempre irei sentir saudades
Daqueles ladrilhos
Daquela cidade.

Inserida por AnaTubino

⁠Curitiba ....
Em Curitiba
Respira Cultura
Em cada esquina
Blocos e becos todas as ruas
Em Curitiba
Em meio as árvores
Flores e parques
As suas vistas coloridas
E o sol quase todo dia tímido
Suas manhas carregadas de fascínio
Noites estranhas porém ,cheias de vida
As ruas praças e em toda parte
Paradas são tão convidativas
Curitiba é luz
Curitiba reluz
Mas quando se apaga
É quando eu vejo mais
Curitiba é mais
Suas feiras sempre originais
Prédios imponentes tão descentes
Vigiando cada um nunca ausente
O clássico é vizinho do moderno
Se combinam em harmonia e universo
Centro centrado que inspira o futuro
Mostrando no presente o passado
Nela ando e não me canso
Calçadas desenhadas em um ar místico
Raízes culturais e afins
Veias artísticas essa é Curitiba
De tons e notas rítmicas
Ah nossa bela Curitiba

Inserida por artistamarquesgouvea

⁠Por aqui tudo é cultura.
As ruas, as luas, as disputas.
Digo sobre o folclore que há na vida deste povo,
Onde Tudo pode te trazer um sentido novo.
Porém, não se enrole, pois não se tolera deboche.
E sem dificuldade,
Por aqui, um sorriso abrir é sempre coisa fácil.
A labuta que sustenta toda essa proeminência,
Vem de uma galera que sobrevive a duras penas,
Que não esmorece e nem recua.
A cada dia agradece e volta pra luta.
Com sonhos que cultuam,
Nem sempre o desejo é querer conquistar a lua ou dominar o mundo.
Mas, ter paz e uma vida Ubuntu.

Inserida por marcio_batista_3

⁠Dentro do anoitecer
As ruas quase vazia...
Cadê música...
Cadê as festas.
Crianças brincando nas ruas...
Apenas motos nas ruas.
A chuva esbraveja...
Luzes das ruas acendem.
Nem o bar abriu
Nem bêbado que dorme na praça...
Apenas os carros passando...
Nem parece um dia de domingo.
A ponte que parece cair ainda está de pé.
O sol descansa mais um dia.
Inesperado dia vivemos em momentos histórico.
Os pequenos se lembraram no futuro como velhos uma história de infância.
Tudo bem falado descrito como o apogeu de uma era gloriosa.
Que mundo era de um jeito acordou de outro jeito.
Aonde começou a grande pandemia mundial...
Seus filhos e netos olharam com atenção...
Ficaram aterrorizados com ex presidente.
Os estragos e sua trajetória na tragédia que assolou o país.
Tristeza lembrar das vítimas da pandemia mundial.

Inserida por celsonadilo

⁠Passeio pelas ruas do espinheiro

quero
pelos olhos da cidade
apreciar papoulas
abertas de par em par
para deleite dos cãezinhos
e colares de pérola de maiorca

(a pressa atropela a solidão do homem
que vende pipoca na esquina

o vento do carro
levanta a saia da moça lilás
para felicidade dos operários
já libertos do andaime
e da rigidez das horas)

quero
pelos olhos da cidade
sentir cheiro de pão e de fuligem
de brisa e de cimento
e testemunhar o preciso instante
em que o beija-flor afaga
a papoula aberta de par em par

Inserida por pensador


invisibilidade —
quem mora nas ruas
tem superpoderes

morador de rua
não precisa de celular
ninguém vai ligar

não era bicho
era nossa gente
revirando lixo

mente aberta
militar não limita
liberta

Inserida por giovanimiguez

⁠Novos amanhãs
Nas ruas a população
move-se mascarada
- atônita-
Uma pontinha de vida
chora ...
Lagrimas mundiais
unem nações
Espalha-se a fome
e a dor tudo fecha,
Mas há o sol
acompanhando o mar
projetando novos amanhãs.
Raios de fé
ondas de esperança
dizendo que ainda
devemos sonhar.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Sabe, do lado de fora, ruas vazias, escolas e estabelecimentos comerciais fechados e a sensação de habitar uma cidade fantasma. Do lado de dentro, debruçados estamos no peitoral de uma janela, observando o tempo passar rapidamente, sem saber quem desembarcará deste trem, chamado vida.
A cada estação é preciso alguém desembarcar e quantas pessoas nos deixaram com lágrimas nos olhos, ficamos olhando e tentando entender o porquê, alguns descem e outros permanecem no vagão seguindo viagem, contrariando a lei da vida.
Todos choram na janela é impossível evitar, alguém de seu convívio desembarcou ao menos se despedir.
É... não deu tempo 😥, assim seguimos, perdemos as contas de quantas estações se passaram de quantas ainda faltam para chegar ao final desta viagem longa e comprida, lugar frio e apertado, a morte está ao nosso lado.
No comando do trem está Deus, te ajudando a não perder a esperança, de fazer a cada estação de lágrimas o ponto de partida para prosseguir neste trem chamado vida.

Inserida por grazi_miranda

⁠A densa noite cobriu-se de chuva
Que alagaram ruas e vielas
Vestido negro, assim como uma viúva
Saiu trancando portas e janelas.

Silenciosa a velar mistérios
Que na Cristalina luz do dia não existe
E vão seguindo com semblantes sérios
A chuva, a noite e o instante triste.

Inserida por 99561913453


Vital necessidade

Distancio-me ao calcorrear nas ruas
percorrendo trilhas vagas e inexatas...
Disperso-me no ativo de cada dia,
doando-me aos devaneios das noites
assim estarei seguro aos teus aportes.

Amparo-me no saber de meus pais
e recosto-me no sorrir dos filhos...
Quando, no aluviar das lágrimas,
rogo que me brilhem os olhos teus
assim o amor haverei nos meus!

Inserida por marcosvpsilveira1957

⁠O lixo se acumulando nas ruas e promessas são jogadas ao vento...
Salários dignos...
Um sentimento abafado no peito...
E apenas mais um jogo do sindicato...
A população sofre pois a falta de respeito é grande.
O lixo alimenta famílias...!
O lixo trás doenças
Imagina no meio da pandemia mundial...
Todos tem direitos. Mas somos humanos...

Inserida por celsonadilo

⁠Encontrei vestígios de mim
Por aí
Não era seguro andar pelas ruas
Não era bom senso andar distraída
Mas eu deixei-me ir
O corpo levado pela alma acesa
Incandescendo
Puro furor e êxtase
Vontade à mesa
De percorrer entre ideias soltas
E malandras
Que me fizessem crer
Novamente
No poder da andança
Da temperança
Da esperança
Da dança
Ah, dona valsante
Que me abriu os olhos
E as vísceras inteiras!
Ah, escaldante sol
Sobre minhas têmporas
Cheias
De vistas
Revistas
Analistas
Alquimistas
São tudo o que tenho em mim
E eu ainda procuro
- Como ouso?
Eu ainda procuro
Vestígios de mim
… pelo chão.

Inserida por noi_soul

⁠Caminhava eu sem rumo certo pelas ruas.
Pensamentos povoavam minha cabeça.
Quando de repente, o vento soprou e senti o seu perfume.
Fechei os olhos, e te trouxe pra perto de mim.
Pude ouvir nitidamente a sua voz.
Dizer num sussuro bem baixinho, que saudade!
Senti meu coração bater acelerado, e quase soltar um grito, ao reconhecer aquela voz tão amada.
Mas, não abri os olhos, pra não quebrar a magia do momento.
Foi quando senti um beijo doce, em minha boca, o qual nunca esqueci o sabor.
Não era sonho, ou imaginação, era você amor, o meu amor, e que agora disse bem alto, eu voltei, pois amar você é minha missão, nesta e em todas as vidas que existirem, e além delas.

Inserida por srtawrobel