Poemas sobre Ruas

Cerca de 1743 poemas sobre Ruas


Seu caminho, ainda que não compreendido,
Nas ruas, seu sofrer permanece escondido.
Mágoa que corre em suas veias, a te destruir,
Na verdade, impede teu crescer e construir.

Inserida por davi_martins_2

⁠Nas ruas de São Luís, onde poetas repousam,
A Praça exalta versos, em honra aos seus laços.
Ferreira, Catulo, Nauro e Sousândrade,
Caminhamos pelos versos que a memória invade.

Bandeira, José, Gonçalves na trama,
Maria Firmina, Dagmar, e Lucy na chama.
Palavras que dançam como folhas ao vento,
Na Praça dos Poetas, o tempo é momento.

Mirante que abraça o horizonte vasto,
Vendo o Maranhão, onde o passado é contrasto.
Entre versos e olhares, a cidade se revela,
No poético trajeto, a alma se encantela.


"Corações Ancestrais", São Luís em poesia e pin-hole,
Nas páginas, o tempo se desenha como um farol.
Cada verso, um eco de corações que resistem,
Pin-hole, artista da luz, em cada imagem persiste.

A cidade, um poema entrelaçado nas vielas,
Corações ancestrais, guardiões de memórias singelas.
O pin-hole, como um portal para o passado,
Em cada clique, um diálogo com o tempo marcado.

Palavras e imagens dançam nessa sinfonia,
São Luís, em cada rima, uma poesia viva e vazia.
Corações ancestrais, pulsando nas linhas,
Pin-hole, capturando instantes como pequenas vinhas.

Inserida por wbrit

⁠Ruas de São Luís...

Nas ruas que sussurram histórias, São Luís,
Calçadas de memórias, onde o passado reluz.
Pedras que ecoam passos de outrora,
Caminhos que entrelaçam cada aurora.

Pelos becos estreitos, segredos a contar,
Casarões coloniais, a cidade a se revelar.
Cada esquina, um verso guardado,
No silêncio das pedras, o tempo é eternizado.

O vento, mensageiro dos contos do passado,
Em São Luís, o encanto é preservado.
Nos azulejos, o colorido da tradição,
Pintura viva que resiste à efemeridade da estação.

As praças, testemunhas dos encontros e despedidas,
Em cada canto, São Luís tece suas vidas.
Ruas que sussurram poesia a cada esquina,
Na cidade que guarda em si uma rica sina.

São Luís, nas entrelinhas do seu calçamento,
É poesia viva, pulsante sentimento.
As ruas sussurram, e nós, seus leitores,
Imersos nesse livro, exploramos seus arredores.

Inserida por wbrit

⁠Máquina do Tempo
Ruas estreitas, Pedras antigas, Casas coloridas, Memórias ancestrais.

Aqui, o tempo passa devagar, E o passado se mistura ao presente.
A máquina do tempo está aqui, À nossa espera.

Inserida por wbrit

⁠A máquina do tempo na ponta dos dedos,
Em São Luís, onde o passado se faz segredo.
Ruas que respiram o pulsar do tambor,
Blocos tradicionais, dança que encanta com fervor.

Cada tecla pressionada é um portal aberto,
Nas letras digitadas, o tempo é descoberto.
A cidade é palco, o bloco é poesia,
No ritmo do tambor, a história se inicia.

Inserida por wbrit

⁠Flores em Paris

Perambula
Carros
Prédios
Avenidas

Observa
Homens
Janelas
Ruas

Para
Mulheres
Portas
Ruelas

Senta
Crianças
Arcos
Praças

Respira
Bolas
Pontes
Parques

E as flores!

Inserida por zuleica_klauck

No dia que eu for andar pelas solitárias ruas⁠

Eu aguardo o olhar doce do luar
para assim, memorias doces e decisões amargas...

apenas sumam junto de minha alma

Inserida por 5O5

⁠TRIANON

Longe das ruas de terras
Do Capão conhecido
Dos becos e vielas
Lugar onde vivo.

Longe do Parque Fernanda
Longe do gueto querido
Longe do Parque Santo Dias
Eis me aqui... Na Paulista.

Longe da amada. Ó
No Parque Trianon.

Cercado de árvores
Brisa na face
Enquanto escrevo meus versos
Os pedestres passam.

Inserida por poetafuzzil

⁠Fumo a fumaça dos carros
e vago pelo teto dos prédios.
Ao meio-fio do prazer,
enquanto as ruas
caminhavam sobre mim,
transito, transando com a poesia.

Inserida por Lucarte

⁠Perambulando pelas ruas a te encontra com essa ilusão notória,
De um passado que me afoga afim de um dia tentar te esquecer,
Que a partir do dia que eu te ver sei que cairei em pedaços,
Mar de de risos e abraços que me faz lembrar de você,


Tão coerente e convincente foi tentar explicar pro coração,
que você não volta mais não,
E que a única solução foi sair do seu caminho .
Mas até hoje sofro sozinho e tudo me faz lembrar, tua boca , teu cheiro , tudo tenho no peito e isso me leva a chorar.

Termino esse poema com aperto no coração,
Sofro de amor e paixão e a única solução e nunca mais querer amar.
Voltar a amar quem me fez bem é tudo que me faz falta , mais não sei se era amor ou uma simples percepção falsa,
E se um dia amar de novo peço que não caia no poço a minha outra pessoa amada.

Inserida por Wemersonreis

⁠- Periferia Favela
Nas vielas e ruas da favela,
a vida continua a todo vapor.
Entre os barracos e a poeira,
há uma força que vence a dor.
A cada dia, um novo desafio,
a cada esquina, uma nova história.
Os sorrisos são mais fortes que o frio,
e a esperança alimenta a memória.
Nas periferias, a vida é forte,
a vontade é maior que a realidade.
Os sonhos se tornam fonte,
de coragem e persistência na luta diária.
Aqui, a vida é uma obra prima,
desenhada com o lápis da resistência.
Cada casa é um monumento à sobrevivência,
cada rua é uma teia de solidariedade.
Nas favelas e nas periferias,
há mais que pobreza e desigualdade.
Há uma comunidade que enfrenta a realidade,
e tece a própria identidade.

Inserida por CesarKaabAbdul

⁠⁠"O Vazio Silencioso"

Na cidade onde os prédios parecem tocar o céu e as ruas ecoam de passos solitários, há uma história que se desenrola em meio ao desamor. Não é uma narrativa de lágrimas derramadas em noites solitárias, mas sim um relato silencioso de corações que se afastaram sem alarde. Em um café aconchegante, onde o aroma do café recém-coado mistura-se com a melodia suave de um piano ao fundo, duas almas perdidas encontraram-se, não por acaso, mas por um capricho do destino. Ele, com seu sorriso contido e olhos que guardavam segredos não ditos, e ela, com sua aura de mistério e uma tristeza velada nos cantos dos lábios. O encontro foi casual, como muitos outros na cidade movimentada, mas algo na maneira como trocaram olhares fugazes indicava que ali havia algo mais profundo. Conversas se iniciaram, histórias foram compartilhadas, mas entre as palavras havia um abismo, um vazio que nenhum deles ousava preencher. Eles dançaram ao redor do desamor, mantendo uma distância segura, como se temessem o que aconteceria se permitissem que seus corações se aproximassem demais. A cada encontro, o silêncio entre eles crescia, preenchendo o espaço com uma melancolia sutil. Até que um dia, sem aviso prévio, eles se despediram com um abraço frio e palavras vazias. Não houve lágrimas, não houve gritos, apenas um entendimento mútuo de que o desamor já havia se instalado entre eles, como uma sombra persistente. E assim, eles seguiram caminhos separados, perdidos em suas próprias névoas de desilusão. No café aconchegante, o piano continuou a tocar suas melodias, enquanto as cadeiras vazias testemunhavam o desfecho silencioso de uma história de desamor, onde o vazio era a única certeza.

Inserida por TiagoJSilva

⁠realidade turva, crua e nua essa sua
que dores são essas menina das ruas
deixe seus pensamentos a deriva
deixe essas dores na deriva
ou as esqueça na esquina
aprenda a viver os momentos
que todos esses teus sentimentos sejam de felicidade, não sofrimento

Inserida por mikakk

Chegando primeiro de abril ( eleição ).

Vamos ver e esperar ruas movimentadas, não esqueça que acaba somente em outubro,
Cuide para não ser enganado por 4 anos.

Então com sabedoria vamos analisar desde já quem está e quem poderá entrar.

Inserida por Cristiane_Pereirah

⁠Sereno

Céu nublado, lá em cima. Novos caminhos, nova vida, sob as ruas de NASCAR, um bar, míope, luz apagada, cabeça vazia, dor demais para lembrar de tomar os remédios. Em necessidade. Necessário, um bilionário acelerando o tempo na prisão, porque usava partes do corpo para se curar. Olha como é a realidade: um pedaço d sociedade. Quando você se faz o mal, recebe prêmios, orgulho e muitas almas perdidas atrás de você. Aqueles homens estão cansados? Dê-lhes um descanso, não é fácil viver. Respire. As abelhas vivem pouco, mas é um acordo justo; a beleza não dura mais do que um curto tempo. Isso é o que temos. Chovendo lá fora, aqueles homens trabalham sem parar, sem sede, pelo menos não desejam isso. Você vai ser grande, que mentira é essa quando você acha que está dizendo a verdade? Qual é a sua maldição? Julgue e esteja pronto, as cores são cinzas, perca o dia azul. O tempo passa.

Inserida por Andr3luis

⁠Terceira pessoa

A noite escura recai
As estrelas iluminam as praças
E a boemia perfuma as ruas
Todos largados e abandonados
Mas não destoante da história
Escondida no declínio da saudade
vejo uma luz
Entre as garrafas de vinho que comigo compadecem
Vejo pessoas indo e vindo
Entradas e saídas
De grandes amores que nunca conhecerei
Conjuro versos feridos por ausência de amor
Com razão, prazer e saber
Procrastino
Reflito
Deixo o tempo passar
Vasculho lembranças do passado
Por tênue
Por iluminada
Por filosofia que sou
Entre amores e ressacas
Reergui-me
Nada sei
Nada perdi
Onde vou
Ou como sou
A noite é relativa nesses confins
Lá fora
Choram corações
Sofrem e mendigam amor
Eu não estou mais lá
Longínqua eu os observo
Apenas os observo.

Inserida por anailmasilva

⁠⁠⁠Sardinhas na brasa


Em Portugal se tem a tradição de comer sardinhas assadas, nas ruas, durante as festas populares, dos Santos.Em todo o território isso é um espetáculo. São lindas essas festas e deliciosas, essas sardinhas.


Agora mudando de assunto.


"Puxando a sardinha para a minha brasa"...

Expressão em que muitos querem se beneficiar a custa dos outros...


_Atitude feia, né...


Não entendo essa vaidade e esse orgulho em querer se dar bem, prejudicando os outros?...

E querendo diminuir as outras pessoas, para querer que achem "que elas" ou "eles" São fantásticos, bonzinhos e que sabem fazer tudo corretamente...

Tenho pena dessas pessoas que agem assim. Ainda não encontraram e descobriram o poder que tem em suas Essências, para não depender das avaliações dos outros para se acharem importantes...
Se elas soubessem a força universal que trazem dentro de sí, não ficariam mendigando por um aplauso e uma palavra de consolo...
Mal sabem eles ou elas, que aqueles para quem querem chamar a atenção, muitas vezes reconhecem essa fraqueza nelas, e querendo mais lenha na fogueira, aplaudem esse tipo de comportamento só para terem os seus interesses, ocultos, atingidos...

Vida que segue...

Farinha pouca, meu pirão primeiro...

Esquecem que o mundo gira e um dia a Água vai faltar para fazer o próprio pirão...
Vamos aprender a compartilhar, dividir e ajudar os irmãos e amigos. Mesmo que eles estejam saindo da rota. Assim, com a consciência tranquila, vamos seguindo em paz na vida, na alma e no coração.

Tem se ter muita paz no coração!...

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Porque escrevo tanto...

Muitos me perguntam
As vezes respondo:
Que andando pelas ruas
Tropeço em uma pedra
Vontade de palavrão
Mas a pedra me olha feliz
Contemplativa
E me diz:
_ Gratidão por ter me tocado...
Estava sozinha, solitária,
Solidão
Ninguém me via, ouvia
Decepção
Vivo estagnada, paralisada
Mutilação
Não consigo andar
Só sinto o ar, poeiras echuvas
Por isso, sou grata
Por sentir a sua vida
Sua pele, seu cheiro
A beleza do teu ser!...
Agradeço e continuo a caminhar
Emoções tocam-me
Pó da terra a me envolver
Matéria, condensação...
Mostram_me o ciclo da vida
Evolução
A inspiração explode
Big bang no ar
Meu acelerador de partículas
Explode sem cessar
Imaginações etéricas
Universos paralelos
Entro em ebulição
Começo a escrever
Chuvas magnéticas
Contaminam meu ser
Por isso tantas partículas
Do meu infinito mundo
Começam a aparecer
Super novas
Cosmogênese
Contagiação
E tudo surge para você
E assim vou renovando
A minha e a nossa
Atmosfera do coraçã
Paz e evolução

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Não existe mais amor nas ruas da cidade.

O asfalto é cinza e sem vida
As ruas são frias e solitárias
É todos os prédios espelhados que nos julgam, demonstram nossa maior fraqueza.

A vida parece não existir na metrópole
Ela fugiu ou foi roubada?

A cidade é o espelho do egocentrismo, de pessoas que carregam apenas seus corpos, pelas entranhas sem fim.

Se estou perdido, vivo na morada eterna de minhas piores memórias.
A metrópole suja a minha vida e rouba o meu amor.

A minha dívida vai ser paga, pois devo meu tempo, minha morte e minha alma a alguns Deuses.

Inserida por viniciusagapitor

⁠Escritora da janela

Da minha janela,
o que eu vejo?
Outras janelas ...
Poemas, ruas e vilarejos.

Viajo a olhar na direção das colinas.
Enxergo trens, flores, cores e ruínas.

Pássaros voando em bando e,
no céu a beleza da lua.
Vejo crianças cantando,
numa ciranda no meio da rua.

O tempo que passa, apressado,
no tic tac das horas,
um verso no papel, rabiscado.

O que vês,
escritora da janela?
Indaga-se, Francine, curiosa.
Vejo o que ninguém vê ...
Subjetivamente, misteriosa.

Lise Oliveira

Inserida por Liseoliveira28