Poemas sobre Pássaros
Meu ninho sempre está pronto para te receber Blue BIRD.
E no outro dia com o sorriso no rosto,
Acaso alguém me perguntar,
Direi sem medo,
Vi um passarinho azul.
Cantou na minha janela,
Eu abri,
Janela que se chama coração.
E deixei guardado em versos,
Nunca dispersos,
No nosso lugar de encontro.
Entre monólogos e madrugadas,
Pensamento que não cala,
E quando a saudade apertar,
Aqui você pode me encontrar,
Nos versos que fiz pra ti,
Mesmo antes de saber quem eras,
Desde o nosso primeiro encontro,
De almas sem figuras ou falas,
Até o entrelaçar de corpos.
Janela aberta com meu peito que é seu ninho,
Voa e volta passarinho.
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!
Amar é dar liberdade
Não querer aprisionar
É oferecer o céu
Para a pessoa voar
Se é livre, o passarinho
Pode ir longe do seu ninho
Mas sempre irá voltar
Não há arco-íris sem cores, não há estrela sem brilho, não há flores sem cheiro, não há peixe sem água;
Há somente a dependência, o sistema, a outra metade.
Quero vida de Pássaro, paciência de tartaruga e paz de uma Borboleta.
QUEM ME CONTOU?
.
Tamborilando nas folhas
Hoje, ela veio de mansinho
Sem raio e sem trovão
Passo a passo miudinho,
Mas cumpriu bem o seu papel
Houve até lua de mel
Quem me contou? Um passarinho!
Sou gentil, mas não frágil.
Vigilante — sempre desperta.
Em ação, nunca recuo:
Flor com espinhos,
Armadura que brilha.
Sou passarinho quando quero leveza,
Águia quando é hora de atacar.
Lagoa serena,
Cachoeira brava.
Tenho doçura na fala,
Mas sei ser amarga quando preciso.
Carrego beleza, força e verdade.
Essa sou eu — inteira
Estava preso
Durante um tempo
Amaldiçoado
Em um encantamento
Seu perfume
Ficava no ar
Seu toque
Nas águas do mar
Sua falta
Na escuridão da rua
Seu olhar
Na luz da lua
Seu calor
No raio de sol
Minha sina
Peixe e anzol
Hoje livre
Fugi disso tudo
Vou andando
Andar vagabundo
Sem destino
Achado e perdido
Onde passo
Vou sendo acolhido
Não cobro amor
Nao peço esmola
Passarinho
Livre de gaiola
Com migalhas
Só marco o caminho
Estou livre
Mas nunca sozinho
Há palavras que caem
em caixas vazias
castelo de teias de aranha
lutam enclausuradas e nada comunicam.
Repousam...
viram árvores
onde pousam os passarinhos.
O poema que saiu andando.
Filho,
te inventei sem saber verbo.
Foste broto em meu osso.
Um punhado de manhãs dentro da minha carne.
Tu me viste antes de eu saber que existia.
Sabes dos meus escondidos,
dos meus becos sem luz,
dos passarinhos mortos dentro do meu silêncio.
Teu choro me abriu fendas.
Teu riso me pintou paredes.
Meu corpo virou pássaro sem asas pra te esperar.
Minha alma virou ninho sem entender voo.
Agora andas vestido de chão próprio.
Teu nome não me cabe mais nos dentes.
És árvore que me espiou por dentro,
raiz que virou rio.
Maior que eu. Melhor que eu.
A minha coisa mais bonita.
O poema que saiu andando,
descalço de mim.
Voe...
Voe porque a tempestade sempre fica,
quem passa por ela é você.
Voe...
Voe e se defenda
bata teus versos contra os que
te querem engaiolar.
Voe...
Voe e se proteja.
A armadura do passarinho é a asa.”
Minha cabeça virou nuvens
E deixou-se se levar,
Pela tal brisa do vento
Me perdi, não sei me achar
Fui querer vomitar frases
Que não queriam pular,
Como andar no sol em chamas
Derreti o meu olhar.
Um poeta sem palavras,
Um passo a passo sem chão,
Um passarinho sem asas,
Uma estrela sem clarão,
É igual juntar pedrinhas
Desenhar com elas no ar,
As ondas ondas do mar, pulsantes,
Que só queriam voar.
Rodeado de urubu
Esperando minha mente virar carniça
A sorte é que aprendi a disfarçar o cheiro
Esse mundo quer nos encher de malícia
Quando te encontrei
Meu mundo começou a brilhar
Encontrei a felicidade do vento
Encontrei a alegria do mar
Vi a lua Branca
No brilho do seu esplendor
Refletia o Brilho do Sol
Com todo seu amor
E das agruras fardado
Pôs se a lua a contemplar
Queria viajar no céu
Queria aprender a amar
Pássaro voou
Para o Reino do Beija-flor
Voou para a Floresta
Se encontrar com o Redentor
010 - Não sinto mais a alegria de ver vaga-lumes piscando nas noites escuras.
Não vejo mais borboletas voando nas flores do jardim.
Não escuto mais o ronco dos besouros voando ao redor das lâmpadas.
Não ouço mais os canarinhos e outros passarinhos cantando na janela do meu quarto quando o dia amanhece...
Não enxergo mais os beija-flores... as paisagens... o riacho que cantava... as árvores centenárias...
Meu Deus!!! Cadê o "MEU" Planeta Terra?
Idemi®
Aqui é o reduto
Apenas o ninho
Do meu esqueleto escasso.
Porém, minha alma é mais
Ela é um passarinho voando livre
Voando no espaço, saltando de rosa em rosa.
Os números da minha vida diminuem
de acordo com a cor dos meus cabelos.
Mas continuo criança, abro as asas,
viro passarinho e... VOO!
☆Haredita Angel
Incrível semelhança
Tão iguais, mais parecem clones
Mas mesmo assim são diferentes
Quero evitar quaisquer rumores
Sobre minhas visões descrentes
Vejo-lhe passar no ar, passarinho
Vejo-lhe perdido, longe do ninho
Tu até pareces uma fera selvagem
Sem o velho programa de viagem
Talvez tu até sejas um adolescente
Ofuscado pela sociedade decadente
Eu que não sei o que és de verdade
Quando o encontro aqui na cidade
Há muito em comum nos voos todos
Estão rumando ao longe, sem aviso
Acordo da ilusão dos outros sonhos
Quando mesmo o vento era preciso
Passe voando por mim, passarinho
Por favor: não tão alto, inacessível!
Passe e me mostre o seu caminho
Eu seguirei-o, isto é bem possível!
e viva sua vida assim como um passarinho livre pra voa melhor um pássaro na mão do q dois a voa voe,voe,voe vá longe pensamento va longe vá buscar o q eu estou aproucurar um lugar onde eu estou aprocurar um lugar onde as pessos discute o q a paz tem pra nós falar e q ñ houve parece todas surdas as pessoas mas são todas normas
Passarinhos, por exemplo, não sabem que vão morrer e, por causa disso, a existência dos pássaros é mais simples e menos complexa.
