Poemas Sobre Céu
Nem que um dia por ventura do destino as estrelas do céu deixem de brilhar, nem que sequem-se as gotas do mar ou que se percam todos os grãos de areia das praias o meu amor se esgotará.
O espelho do céu são as águas com suas cores e tonalidades modificando e embelezando a vontade de nela se banhar e se saciar. Os olhos se ofuscam em seus brilhos e cores e sua beleza encanta a alma e nos aprisionam aos desejos. Nem tudo que deriva da verdade são verdadeiros, pois a melhor forma de prender um sábio na ignorância, é ganha-lo com pitadas de verdade para mantê-lo na mentira. O resultado é que nem as águas são azuis e muito menos os céus cores de anis e do muito "saber" se desfez o grande aprendiz.
Alguém disse: "o mundo é dos espertos, mas o céu dos escolhidos". Do que adianta tanta esperteza? Não é a sua esperteza que vai te levar para o céu e sim uma comunhão dia a dia com Deus, um relacionamento fecundo, de fidelicidade, de reciprocidade... A esperteza pode trazer beneficios hoje, momentaneamente pode te ajudar a conquistar luxo, riquezas, baladas, mas quando você morrer, nada do que você conquistou aqui na terra vai com você. Preocupe-se em conquistar riquezas no céu, construa sua casa sobre a rocha e não sobre a areia, porque caso contrário no primeiro vento, tudo desaba! Troque sua esperta por sinceridade, fidelidade, compaixão, humildade e busque a Deus e todas as coisas te serão acrecentadas. (Priscilla Rodighiero)
As andorinhas voltaram.
Amanheceu, olhei o céu, e elas vieram. O seu vôo formando uma dança na felicidade infinita do viver. A alegria de vê-las assim eufóricas, no cruzar incessante de asas e bicos, me fizeram lembrar de dar as boas vindas, como elas, ao novo dia e á vida que se inicia a cada acordar. Porque todos os dias é um renascer das esperanças e dos sonhos, como o esvoaçar das andorinhas a cada verão.
Prática de hoje: A melhor maneira de se re-inventar a forma de ver o céu, é re-inventando um reflexo com você nele...
Para curar chatice o melhor é uma rede cearense azul, da cor do céu, que descansa na sacada de um apartamento projetado por um maníaco construtor de caixas de pombos. Ele deve saber como construir casinhas em cima de árvores. Deito na rede de alma baiana por uns instantes com o prazer do descanso do corpo de um cronista modesto num país de poucos leitores. (Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).
Aqui sozinho admirando este céu infinito com bilhões de estrelas penso que se cada estrela representasse uma paixão então você seria a Lua, linda, imponente, charmosa, serena, majestosa, simplesmente divina. E assim se repete por todas as noites, meu coração sempre a procura da minha Lua.
Escrevi na areia que a vida é um poema moldado pelas mãos de Deus. Olhando para o céu, uma estrela confirmou...
Sempre soube que os anjos ficam no céu. Pode até ser, mas cá pra nós, acho que, vez em quando, Deus deixam alguns caírem aqui na terra.
O céu é um lugar onde todos sonhamos chegar, um limite, uma herança, uma parada, mas é no inferno que moramos atualmente, inferno que fere, rouba e mata, inferno esse que nunca se farta!
Eu levo minha dignidade comigo, mesmo estando aqui, onde o céu parece mais longe; e mesmo estando no fim das minhas forças, sem beleza pra desfilar ou inteligência copiada de livros e arrogância, ninguém brilha como eu.
Ando ligando pro céu todos os dias e o meu telefone? È o joelho, porque na boa tem que existir um remédio pra curar saudade e uma vida sofrida, além da morte.
A relevância do destino mostra que somos imperfeitos. Porém, no patamar do céu, a perfeição é completa.
Fé não é bastão nem tampouco pescaria, contudo, uma entrefase pelo céu e terra, reunidos na distância da dicotomia da realidade cotidiana, e inseridos nela também.
Gosto de viajar, até mesmo sem sair do lugar eu viajo, ficar sozinha admirando o céu, aquela beleza natural, faz eu me sentir livre, leve... Parece que esqueço do resto, qualquer lugar com uma visão boa para o céu, já é uma paisagem para mim, aquela imagem sim, é melhor que qualquer imagem em uma TV.
Quando fico olhando o céu, parece que tudo fica para trás, que não tem ninguém ali para atrapalhar aquele momento, me sinto bem assim.
Amo uma estrela entre o azul do céu,ja passaram-se quase mil dias e a estrela continua no mesmo lugar,mas agora ela parece sumir pouco a pouco no entardecer,tento segura-la sobre a mira de um binoculo,mas esta ficando escuro pode ser que ela soma,pena era tanto amor,não sei se essa bela estrela,vai denovo se renascer,ou se por toda a eternidade desaparecer.
A aurora se enche de plenitude, e no além céu, acordam as criaturas. Eu tenho as cores da aurora nos dedos, quando a escrevo e ela vira linguagem. Através das palavras posso ser tudo o que a imaginação descortina. Em um instante sou aurora, e no outro ser crepúsculo. O claro é o escuro marcam tempos da natureza. Um tempo etéreo que ultrapassa a velocidade da luz. Admiro a paciência da tartaruga e a memória do elefante. A natureza se encontra dentro de mim, quando observo que também sou diversidade. Observo uma pintura e a pintura também me observa. Nesse momento absorta pelas imagens já não distingo se sou um ser humano ou um quadro na parede. Afinal, nada é tão simples assim. Tudo que eu observo, também me observa e nesse momento somos um. Somo um ponto de interrogação. Eu sonho ser quem sou, e ao mesmo instante sou mesa, cadeira e parece. A paisagem também sonha. E quem sonha se torna aquilo que sonha. Quando olhei nos seus olhos e seus olhos me olharam, a partir desse momento, já não sabemos quem é quem. O corpo é palpável, mas a alma é fluida e se constrói naquilo que vemos. Tantas vezes perdi meus olhos no seu. E se mesmo descrente eu falo em amor, é porque parte desse amor ficou em mim. Mas já não posso contê-lo no momento em que questiono quem sou eu. Sou um conjunto de imagens, visões e percepções. E se escrevo é porque busco a mim mesma no espaço tempo de universo infinito. E isso transcende todos os acontecimentos e te devolvo seu olhar que um dia se perdeu no meu. É uma metáfora justa de quem liberta e segue inteiro frente à manifestação da realidade. Eu não te esquecerei porque tenho memória, mas será para sempre uma lembrança abstrata, frágil demais para se concretizar. E me distancio com suavidade, que o tempo recolha o que é do tempo.
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