Poemas sobre as Ondas
Um dia, acordei bem cedo e fui à praia. O mar estava calmo e sem ondas. Caminhei pela beira da água. Enquanto caminhava, sentia a brisa da manhã e o som da água se movendo sob meus pés descalços. Olhei para o horizonte da manhã e vi o sol nascendo como se anunciasse que o dia seria lindo, com sol no céu. É verão. Algumas aves marinhas estão voando. A vida tem voz e forma, e sinto o cheiro da liberdade. A vida é o que absorvemos de tudo que encanta os olhos a ponto de transformá-lo em poema.
Verão de 1995.
As cores da liberdade sempre tem tons de azul! Tem a brisa do mar. Som das ondas e das gaivotas. Para muitos é tempo de férias.
Pessoas alegres falando e outras rindo num primeiro Domingo do mês natalino.
#bysissym
Tudo passa…
passam os dias
os meses, a vida
E recomeça…
como o vai vem
das ondas
Escolha sua direção!
bysissym
O Mar
Azul ou verde no reflexo do Sol ao amanhecer.
Espuma branca das ondas a se espalhar nas praias.
Os movimentos das ondas e a temperatura das águas dos oceanos que regula o clima na terra são quase inexplicáveis.
Suas marés reguladas pela lua são a prova da ligação com o universo.
Ditam as leis aos pescadores e avisa quando haverá os cardumes.
Suas areias massageiam os pés de quem vai ao encontro das ondas, para revigorar-se e limpar o corpo de todas as impurezas.
Quem observa o mar pela primeira vez:
Fica em estado de encanto e deslumbramento
Com as águas que vai além do horizonte se confundindo com o azul do céu.
O mar também é mágico e encantado!
Que vislumbra em encontros com os rios das fontes, uma magia de amor e contemplação...
O mar é um encanto!
Que canta uma melodia ao amanhecer, ao som das ondas.
Anunciando de forma harmoniosa e alegre:
O nascer do sol.
Nas águas um espelho, que reflete a sua luz.
Na praia as ondas fazem uma dança esplêndida.
Com o vento a espalhar a espuma branca.
Nas areias macias que forma um caminho…
Ah! Vento meu não sejas como as ondas
Revoltada pela ressaca da vida!
Sejas a brisa que acalenta
As saudades alheias;
A atenção
Em um mar de palavras não ditas,
Navegávamos em ondas conflitas,
Teus olhos, vagos, perdidos no horizonte,
Enquanto eu buscava em ti o que era fonte.
Um namoro marcado pelo vazio,
Onde a sua ausência era verdadeiro desafio,
Eu gritava em silêncio por tua atenção,
Enquanto tu, distante, seguias na tua confusão.
Cada demonstração era uma prece não ouvida,
Cada suspiro meu, uma agonia vivida,
Mas você seguia adiante, indiferente,
Deixando meu coração em chamas ardente.
Tentei colher teu amor como uma flor,
Mas não te tinha de perto…
Assim, nosso namoro se tornou dor,
Impassível, fechaste a porta de tudo que almejo,
Onde seu amor era um mero desejo
Esperava teu abraço, teu sorriso, tua atenção,e por dias… tudo que recebia eram mensagens frias,ainda que sem intenção,
E ao fim, restou apenas a triste constatação,
Que um amor sem atenção é mera ilusão.
Tu és a estrela, a única que brilha ao luar.
Encontro-te nas ondas do mar
Imagino-te no topo da montanha
Sinto o teu perfume numa singela flor
Dá-me um sinal da tua presença
Deixa o meu amor percorrer-te de mansinho
Queria ouvir a tua voz sussurrando "amo-te"
Entrelaçados para sempre meu amor.
Irei vender a morte ao desejo.
Vou vender beijos aos marinheiros, acorrentar as ondas aos pés da minha amada, semear anarquias no vento para que tudo se vá.
Abraçarei uma estrela à noite, ouvirei os segredos de um búzio, sobre a vida que ela leva em alto mar, onde quer que eu pernoite.
Trarei nas mãos castelos de areia, e dentro deles sonhos, cometas, sereias e roletas.
Andarei vagueando e despido no cais, puxarei conversa com os gatos vadios, enquanto vou polindo a vida de um ouriço.
Esperarei pela maré baixa, para que as ondas me tragam as correntes.
Ondas do Mar
O sol ainda aquecia minha pele, eu caminhava na areia rumando ao norte;
Apreciando o mar, sentindo seu cheiro e a ondas que não estavam forte;
Sentei naquela macia areia, vi as ondas indo e vindo chegando ao castelo;
Castelo que fizera pensando em você, minha princesa, ele era tão belo.
A água foi minando-o, até derrubá-lo. Junto com ele parte do meu sonho;
O sol brilhava na água e reconstruir este castelo eu me ponho.
Com torres altas, pontes belas e também passagens secretas;
Ele estava nos esperando, assim como meu coração, de portas abertas.
Deixei-o ali e fui me banhar, lembrei da única vez que juntos mergulhamos,
Tomamos banho de sol, apreciamos a natureza e depois nos amamos.
Mas desta vez você não estava lá. Mergulhei, mergulhei e não te avistei.
Fiquei a beira mar, com o corpo molhado e com o calor do sol me sequei.
De repente vi minha sombra na areia, as ondas vinham e nela tocavam,
Queriam destruí-la assim como o castelo, mas minhas forças não deixavam;
Ai então eu percebi que sou mais forte que as ondas do mar,
Que para vencer nesta vida, preciso primeiro me amar.
Mar do Meu Coração:
Em meu pensamento,
um mar de calma,
ondas suaves,
areia quente.
Sol poente,
cores vibrantes,
silêncio profundo.
Paz.
Às vezes as gotas dágua batem contra nós como se fossem grandes ondas...
Não é a força das águas
É do que sou formado
Pó, poeira e barro.
Preciso ter paciência
Esperar, esperar...
Na eternidade tudo se ajeitará.
Na areia da praia.
Nas águas do mar.
Quero pra sempre morar.
Ondas que batem no costão.
Rede que pescador joga pra buscar seu pão.
Marejar.
Água salgada meu corpo a salgar...
das dores e tristezas do mundo a me purificar.
Vivo no mesmo vai e vem das ondas... num pra lá e pra cá.
Pés na areia... mãos no mar.
A inspiração na poesia
É a alegria do coração que foi domado
É como ondas bravias
Num mar descontrolado
É como o suor de um dia ensolarado
É a intensidade de um alguém apaixonado
Ele desenhou um hamburguer como se fosse o sol
Pipocas como se fosse ondas de espumas
E refrigerantes como se fosse o mar,
Antes de tudo que sabia ,
Antes de tudo que pensava que sabia,
A lua seria uma imensa tapioca
E as mentiras de dietas era poeira de farinha...
Estava obeso feito o peso de sua solidão
Comia por carência, por compulsão...
O peso dos problemas pesava sobre o seu peso,
Ele desenhou um cuscuz como objeto de desejo,
Nada relativo a bundinha empinada da vizinha,
Não era mais uma fantasia ,
Era uma desilusão;
Trocara aquele desejo
Pelo prazer de pão de queijo,
Pelo frango assado, sem nenhuma metáfora,
Nada a ver com nenhuma posição...
Há tempos nenhuma ereção
Ele desenhou um beiju como se fosse a lua cheia,
O pão de açúcar, literalmente um pão doce,
Algo que adoçasse a sua vida, a sua desilusão;
Algo que não doesse ou não ameaçasse
Como aquela dor no coração...
PREFÁCIO
Trinta anos atrás eu amanhecia,
Encantado com as espumas
Que as ondas provocavam
Ao baterem impertinentes contra o quebra-mar
E politicamente radical
Com os cachos dos meus cabelos castanhos
Ou o black power do meu irmão; eu era um contestador
Há trinta anos atrás a gente sorria mais fácil
E era mais fácil ser politicamente radical
Há trinta anos atrás bastava um sonho,
Uma postura e a ilusão da democracia;
As utopias revigoravam nossa ideologia
Há trinta anos atrás,
Eu só tinha trinta anos
E trinta Anos era uma eternidade,
Agora eu tenho duas eternidades
E este desejo que arde
Como se eu tivesse treze anos
Cronologicamente o meu cérebro não se deu conta
Que passou tanto tempo
E meu coração não se deu conta de seus efeitos.
Ainda me encanto com o alvorecer,
Com os tons de cada estação,
Com os pássaros, com o que vejo ou só imagino...
Com essa coisa nova que tilinta, que sussurra, que sopra,
Que canta, que me desperta
Que me faz correr como se eu fosse um menino
E então qualquer momento é uma eternidade...
E eu sonho... é o meu destino...
Eu sonho...
HUMOR
Ter humor é possuir a capacidade de andar sobre as ondas do pensamento como um surfista sobre as ondas do mar!
OPINIÕES
As opiniões e os escritos têm a mesma função na sociedade que as ondas no oceano: não deixar as água nem a sociedade apodrecer!
Sinto seu chamado
As ondas suaves batem como um tambor
Ouço sua voz na costa, e isso parece um lar
- Queen of the Seas
