Poemas sobre as Ondas

Cerca de 2005 poemas sobre as Ondas

Após o Banho.

O pente ondeando
Teu cabelo ondulado.
Ondas e sonhos ao lado.

Inserida por FrancismarPLeal

Tristes ondas, quem vem e vao.
Sortidos graos de areia, que se movimentam ao sabor do vento.
Po do chao grudados no verao.
O vento abraça a areia para seguir seu movimento.

Inserida por alexandersantos

Os humanos são tais como ondas do mar. Incomparáveis.
Ao contemplarmos o mar podemos facilmente diferenciar cada uma delas.
Algumas enormes com muita força, outras pequeninas,tem as quebram antes da chegada e outras se mantém inteiras indiferentes ao vento. E do mesmo modo tem as ondas que quase nem mostram a sua movimentação na superfície,
mas estão lá, fazendo exatamente o que deve ser feito...
De qualquer maneira um espetáculo único, lindo e maravilhoso.
Perfeições do Criador.

Inserida por Danilua

Realidade inventada
Vejo o sol, vejo o mar;
Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar;
Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar;
Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar;
Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar;
Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há;
Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar;
Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo;
Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida;
Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração;
Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim;
Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar;
Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração;
Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças;
Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar;
Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar;
Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú;
Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar;
Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar;
Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou;
Desse sonho de desabafo e esperança acordei;

Inserida por Mariana-Mens

TRISTE 19/06/2018

Ondas de vento
me embalam o pensamento,
a cabeça fervendo em dor
de joelho clamo, clamo, por favor.

Triste, triste, bem triste
estou sofrendo fora do tempo,
lamentando, na estrada ora escolhida
indo bem longe da terra, do lar, e da vida.

hooo! tédio, dor, ódio, rancor
coração enorme neste peito atarracado,
de quem já foi e permanece parado
nesta lar de nunca, que ganhou em suor.

Triste, seguindo a mesma linha
rumo a arena do destino medonho,
levando cravada a tatuada pátria minha
a uma vida incerta que me venho em sonho.


Autor: Ezequiel Barros
Estilo; Indo, cindo e vivendo.

Inserida por EzequielBarros

Alta baixa,
dócil ou furiosa,
somos apenas ondas
enviadas para a mesma praia.

Inserida por abraatiko

O mar se afogou na imensidão
quando afoguei em suas ondas meu coração

É o canto de agouro da coruja
hei de me banhar com folhas de arruda
para afastar o mau olhado de sua profanação.

O meu amor é um mau assombro
tomou banho na quarta feira de trevas
É a botija cintilante de meus sonhos
o último aceno que não se tem mais esperas.

o bacurau velou nossas noites
tão inocentes e de prazer inexistencial
inocência de tenro açoite
esgoelando-se em você, ser angelical.

A asa branca festejou a seca e no inverno silenciou-se o carão.

E o mar se afogou na imensidão
quando afoguei em suas ondas meu coração

Inserida por gnpoesia

⁠velejei em mar aberto por uma densa expectativa em pescar amores, resisti a ondas revoltas, frios e tempestades,mas, em um certo limiar do tempo consegui abrir os meus olhos ressecados e tímidos, vislumbrei a luz do sol e na praia cortejavam-se todos os meus amores a contento e acompanhados, então sorri, e uma brisa serena descaminhava o navio para uma outra direção, agora em mar sereno enxerguei um horizonte, águas azuis e um céu anoitecendo e me cobrindo pouco a pouco de um denso véu de estrelas, e sob o amparo da lua consegui dormir sem esperar o nascer do sol pois ele já tinha amanhecido dentro de mim.

Assim defino amor, nesse momento da existência!

Inserida por gnpoesia

⁠Certas vezes somos como as ondas do mar, que agitadas pelo vento vão de encontro às rochas da praia.
Assim, Deus Conduz a nossa vida. Diante das provações, somos a onda e, ao mesmo tempo, a rocha que permanece firme e resistente.
A nossa confiança em Deus é a Força que sustenta toda a nossa vida!

Inserida por kutscher

O que é "amor líquido" para aqueles que sabem surfar sobre as ondas...

___Relacionamento Firme_
❤🌹
Sim.

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Inserida por marcelio912

Assim como as ondas do mar, existe tempo para tudo, para avançar e recuar, para falar e ficar mudo.

Para as horas ruins : paciência.
Para as horas de alegria: prudência.

Para cada ocasião uma veste.
Para um novo ensinamento, um novo teste.

Para uma grande palavra; uma atitude.
Para o coração; virtude.

Para as desilusões; a fé.
Para um grande homem; uma grande mulher.

Inserida por LITYERE

Realidade Indigesta

O quê que eu vou comer?

O brado retumbante cravado nas ondas sonoras do universo, meu estômago que fez gemer.
Como pode a clava forte a mão de um povo, linchar o meu direito de comer?

O quê que eu vou comer?
Se só me restaram essas lágrimas amargas pra beber.

Pegue o chão de cabeceira,
As estrelas de cobertor,
O frio por companheira,
A prece por um clamor.

Não reconheço esse bicho,
Atrás do dulçor da maçã revira lixo,
Pra não desmamar o menino e vê-lo crescer
Come, mesmo sem ter o que comer.

O quê que eu vou comer?
Uma reza

Me desperta na matina um banho de água fria,
Quem perdura na miséria não merece nem um bom dia.
O vazio e o soluço, queima mais do que azia,
Cadê aquele povo meu Deus?
Que tanto dizem ser dos seus e só falam de empatia?

O quê que eu vou comer?

Os rosto antes desnudo se veste na sujeira,
Os poucos dentes que restam só servem pra roer o osso,
Quem caiu no fundo do poço,
Não sorri pra qualquer bobeira.

O quê que eu vou comer?
Se até quem come, não consegue comer bem.

Quem muito tem, nada divide.
Quem pouco tem, partilha e transgride.
Quem nada tem, que a sorte duvide.

É difícil acreditar na invisibilidade que se constrói,
Parece que o ser em mim aos olhos deles se corrói,
Não sou visto, não sou quisto, nem parece que sou gente.
Mas se tem bom coração,
Joga um pão meu irmão,
Minha fome é urgente.

O quê que eu vou comer?
Um foguete no espaço

A adefagia em mim me iguala a um animal,
A miopia deles não os fazem especiais.
Quem sabe eu fique rico, ganhe um tostão a mais
Pra queimar em combustível das corridas espaciais.

O quê que eu vou comer?
Um pão ou uma poesia?

A Deus eu somente peço,
Que todo irmão tenha acesso ao pão,
Não enfrente um dia o quinhão
De não ser visto e virar verso.

Aleksandro Silva

Inserida por aleksandro_silva

⁠Dissonâncias do Destino

O vento sussurra promessas ao mar,
Mas as ondas apagam o que ele quer dar.
Os passos que guiam, sem direção,
Se perdem nas sombras da contradição.

O tempo desenha caminhos no chão,
E apaga as trilhas sem explicação.
Os olhos procuram sinais no infinito,
Mas encontram silêncios, destinos aflitos.

Dissonâncias do destino, ecos a quebrar,
Notas dispersas que insistem em ficar.
Entre o que foi e o que deveria ser,
O caos nos ensina a sobreviver.

A sorte se veste de erro e mudança,
No espelho, refletem promessas distantes.
A vida é um canto de tons dissonantes,
Que grita verdades por entre os instantes.

Cada porta que fecha, um novo segredo,
Cada sonho desfeito, um mundo em medo.
Mas na dor que ecoa em notas partidas,
Nasce a harmonia nas cordas da vida.

Dissonâncias do destino, ecos a quebrar,
Notas dispersas que insistem em ficar.
Entre o que foi e o que deveria ser,
O caos nos ensina a sobreviver.

E se as sombras guiam a luz para além?
E se os desencontros nos fazem alguém?
Talvez o destino, em sua imperfeição,
Só cante verdades que vêm do coração.


Dissonâncias do destino, sombras a dançar,
No fio do tempo, tentamos vibrar.
Se tudo é um canto que vem e se vai,
Que seja um hino que ecoa por mais.

Inserida por MichaelBruthor

-Onde estão as ondas do mar, desmagnetizaram-se? É que elas deixaram de trazer as mensagens da amada que fica para além do horizonte. Que saudades !
A culpa é do vento. O vento soprava e formavam-se ondas que transportavam mensagens afectivas que faziam-me mergulhar e cortar as ondas; mensagens decifráveis só por quem sincronizava-se com a emissora, e eu estava bem sintonizado.

Inserida por venanciochipala

A chuva é o oceano nos visitando em gotas.
Quão livre! As ondas se levantam mas não podem ultrapassar. Então o cosmos o libera a subir.
Lagos, rios, cachoeiras, cada qual às suas maneiras. Descem cuidadosamente, molham, refrescam e cantam. E os trovões lá do alto comemoram: É NÓS.

Inserida por LeoniceSantos

⁠CONCHA DE RETALHOS

Entre o fluxo e o refluxo das ondas
Muitos cascos a vagar na linda praia
Ali porém a beleza é diferente
E saltaram lascas em suas árduas rondas
Protegendo a vida sem fugir da raia
Marcas de Glória: evolução ingente!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠ALQUIMIA DE NAUFRÁGIO
Numa alquimia sem bruxo
Altas ondas suportou
Mesmo náufrago, sem susto
Desespero afastou
Entre o fluxo e o refluxo
Tanta coisa que passou
Foi bem forte o repuxo
Algo em si muito mudou
Hercúleo esforço sem ter luxo
Novo porto ancorou.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠MEU DIÁRIO DE BORDO

Bença, Mãinha!
O mar continua com ondas.
Mas foram elas que criaram o surfista.
Maior onda!
É... O choro só durou até esta noite,
Hoje estou alegre.
Sem o sorriso no rosto.
Mas com à alma feliz.
Eu não estou conseguindo respirar direito... senhor!
Não prestei atenção na aula de história,
Agora estou aqui com várias coisas na memória.
Eu aprendi a escutar ouvindo o livro.
Mas ninguém quer lê minha Poesia Marginal.
Mas às ideias do Presidente borçal, vários estão engulindo.
Senhor, sou trabalhador!
Deixa meu cavalo andar.
Pra minha preta, não tirarei ele nunca da chuva.
Eu descobri que amar é um ato de revolução!
Estou navegando, sem vela numa escuridão.
Eu creio que meu Salvador não soltará minha mão.
Minha âncora está no verso livre,
Na poesia concreta, no poema líquido,
Como dizia o filósofo... As vezes, me chamam de poeta.
Eu não dependo da Academia de Letras
Para ser lido.
Ela quem precisa de mim para não ficar esquecida.
Saí da caixinha, não sou mais uma tala de fósforo.
Aí, Platão, para Caverna não volto nunca mais!
Agora só ouço o Racionais!
"Ratatatá";
Vou pegar um trem, e para Santo Amaro vou voltar.
Não sou professor mas todos os dias estou ensinando os racistas.
Eu já disse também que não sou escritor, sou teimoso! Só faço poesia, tem pessoas que gostam.
Eu estou vivendo como um rico: comprando livro.
E a vida? Vou namorando-a!
Sei que ela é um sopro, no entanto,
estou assobiando ela...
Estou igual o Michelangelo:
Tentando tocar meu dedo no de Deus.
Amém!

Inserida por Machadodejesus

⁠"Quando não somos o barco,somos a ondas,as conchas ou as sereias .
Em qualquer dos casos temos o sal nas veias.
Quando não somos a arte somos o engenho.
Em qualquer dos casos criamos o mundo ao nosso tamanho.

Inserida por jorge_pincoruja

Ele quase desmaiou na beira do mar
Mas ela com seu abraço fez ele votar
O vento com as ondas estavam a brincar
Ele a olhava com tanto amar
Que nada no mundo podia importa
A não ser a beleza dos olhos dela ao luar
Nada no mundo iria superar
O armor dois em eterno amar

Inserida por Mlcb