Poemas sobre Árvores
Só conhecemos o que podemos ver, certo? O que podemos sentir fisicamente. E tudo pode mudar de repente. Uma coisa acontece e muda todo o resto.
Parecia que havíamos perdido tudo. Mas achamos a coisa mais importante que nunca saberíamos procurar. Umas às outras.
Somos árvores cheias de estações, mas como somos andantes e nossos frutos são imprevisíveis, não podemos viver para sempre.
Que eu possa envelhecer como as árvores plantadas em solo fértil, as quais dão sempre frutos bons e cujas folhas caídas ao chão sirvam como lembranças das muitas lutas, mas principalmente das grandes vitórias.
As árvores frutíferas são aquelas, cujo adubo foi colocado por Deus para abençoar as almas que viver da Sua agricultura.
Nós respiramos oxigênio e liberamos gás carbônico . As árvores respiram gás carbônico e liberam oxigênio, ou seja, um depende do outro. Recicle a mente! Amar a natureza, é amar a si próprio.
As árvores secas são belas e contribuem para a paisagem, mas por dentro estão mortas e só são capazes de dar vida aos fungos.
Ah o tempo, como ele é traiçoeiro e também surpreendente, se faz tão presente e ausente... que gostoso olhar para um castelo construído com o tempo, quando pensei que ele estava caindo na verdade era a porta de entrada que estava se formando.
O outono é lindo, leva as folhas secas e traz as novas folhas, e as árvores se preparam para dar seus frutos...
O planeta se encontra em tal nível crítico da economia e da sustentabilidade que nem mesmo as árvores andam "dando em árvores".
As vezes se faz necessário falarmos aos ventos e deixarmos que eles compartilhem com as árvores, pois elas saberão, melhor do que ninguém, como espalhar suas sementes.
Como é bom estar em paz consigo mesmo, com a vida, as pessoas e a natureza. Como é bom ouvir os cantos dos pássaros e as sombras das árvores. Como é bom sentir a felicidade da vida.
Quando eu morrer, que me enterrem à sombra de uma árvore frondosa; é o mínimo que se pode pedir quem passou a vida a defendê-las e foi tão pouco levado em consideração.
Nas linhas incertas da vida eu voo como pássaro durante o verão, procurando lugar seguro para saciar minha sede. Se encontrar abrigo, ali me alojarei. Construirei meu castelo com galhos e folhas retiradas do chão, onde das árvores caem, no outono. No inverno fugirei do frio e na primavera voarei livre outra vez.
