Poemas sobre a Morte
Passo mal de não ter feito o que queria fazer
Ou até morrer de arrependimentos
Mas de uma coisa que nunca
Ninguém poderá falar...
É que fui omisso ao amor;
E então cantarei
Os versos mortais
Para em si viver
Ou morrer de amor
Rasgando os seletos
Sentimentos leais
E desatando a dor
Ò vida, que me fizeste
Tão dependente do amor
E da bondade...
Onde está tu?
Por onde andas
De verdade
Entre sonhos
Ou da realidade
Quero só a ti
Então espero
Minhas oportunidades;
O nosso amor é tempestade, sem medo de morrer
É sentimento que sustenta o fogo do querer
É a dor que aparece até mesmo quando não se sente
Alegria no contentamento no falso descontente
É frustração que desatina no ganhar ou no perder
Lealdade e empatia quando não se tem nenhum querer
E quando o cuidado é solidário faz sentido
É servir quem for amado
E as palavras têm prestígio
Ninguém pede para nascer
Ninguém pede para morrer
mas eu só peço à Deus
para que eu tenha
permissão de conhecer você!
Não me ofereçam flores depois de eu morrer
É agora a altura para as receber!
Não me digam que me amam quando morrer
É agora que eu preciso de me sentir amada!
Não deixem de me dizer que errei,
Eu ainda estou aqui!
Não me peçam perdão depois,
Porque quando eu partir, já perdoei!
Não me digam depois que têm saudades,
Aproveitem enquanto eu não partir!
Lágrimas de remorso não me vão ressuscitar!
Tenho medo de morrer, assim como tenho medo de não viver direito.
Tenho medo das pessoas, como tenho medo de ficar sozinha.
Tenho medo de ser insuficiente, ou de ser suficiente e não ser valorizada.
Tenho medo de abraços,mas me pergunto de há algo de errado comigo quando não sou abraçada.
Tenho medo dos meus segredos, do meu passado, do meu futuro e por isso acabo não vivendo o presente como deveria.
Tenho um medo absurdo de ser traída, enganada, passada para trás.
Tenho medo de que riam de mim pelas costas, de que zombem do meu jeito e depois me cubram de falsos elogios.
Tenho medo de ir pro inferno, assim como tenho minhas reservas em relação ao céu: santidade extrema é algo robótico.
Vivo com medo, sem coragem de sequer tentar superá-los. Pois também tenho medo do fracasso, de tanto que já fracassei.
O que aconteceu com o amor que um dia nos uniu?
Como pôde morrer?
Para você, eu fui um erro
Que o tempo apagou e que não foi bom de viver
Mas eu sei que no fundo desse coração cruel
Sua paixão continua sendo o meu amor (meu amor)
E que no final do caminho, você vai perceber
Que você não conseguiu me esquecer completamente
Você não conseguiu me esquecer
Você não conseguiu me superar
Você decidiu procurar outro amor
Mas já vai ver que não é fácil encontrar quem te ame melhor
Deixem-nos morrer jovens ou deixem-nos viver eternamente
Nós não temos o poder, mas nunca dizemos nunca
Sentando em um poço de areia, a vida é uma viagem curta
Ontem eu fiquei tão velho
Eu senti que poderia morrer
Ontem eu fiquei tão velho
Isso me deu vontade de chorar
Vá em frente, vá em frente, apenas vá embora
Vá em frente, vá em frente, sua escolha está feita
Vá em frente, vá em frente e desapareça
Vá em frente, vá embora daqui
A vida é coisa bela por isso vou te dizer,
a gente nasce e vivi mais um dia aí de morrer,
não sabemos o dia nem a hora então aproveita
o meio da história por que apena tem que valer.
Pois nascer é o começo, morrer é o
destino, então aproveita no caminho
pra não morrer e fica apenas os respingos
de quem nasceu e não viveu apenas morreu
na tristeza do caminho...
Deve entender, todos vamos morrer, não deixe ninguém viver por você...
Deve entender, quem paga suas dívidas? então viva...
Viver — ah, viver! — é morrer em prestações diárias,
como um empréstimo mal feito ao universo.
Não há justiça no tempo.
Não há lógica nas intenções.
É uma punhalada embebida em perfume barato.
A inveja, a rejeição, e essa miríade de pequenas mortes sociais,
são os pregos do caixão onde nos deitamos acordados, sorrindo,
porque aprenderam-nos a chamar isso de vida.
É essa dor que não nos mata porque nos quer eternos.
Ah, se ao menos a consciência fosse um pouco mais burra,
ou o coração menos estúpido,
talvez o simples ato de respirar não doesse tanto.
TANTAS COISAS
Tantas coisas pra ver
Antes de morrer...
Mas o que mais se ver
É o que não ser quer ...
Gente da gente
Vivendo como bichos
Dormindo ao relento,
Sobrevivendo do lixo
Morrendo aos poucos.
Saudades do tempo
Que bicho era bicho
Gente era gente
Tantas coisas pra ver
Antes de partir...
Queria ver tudo
No lugar da devido.
Falo de duas certezas com os meus botões: a que existo e a que vou morrer.
Cabe a mim, entre as muitas dúvidas, escolhas e oscilações a arte de bem viver.
A vida é uma tela em branco
que um bom artista pode dá pinceladas de cores vibrantes
Ou se neutralizar em ressentimentos, amarguras e ilusões.
Viver é bom!
O momento
A hora
O local
A passagem
Viver, morrer
Nascer e existir
E deixar saudade
De hoje e sempre.
É preciso morrer
para escrever um poema
Renunciar ao paraíso
Jogar-se do vigésimo andar, beijar a naja
Ainda assim vale a pena...
Inda bem que existe a arte
Para nos dá liberdade
E também nos ajudar
A não morrer da verdade.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
Vivamente
Você nasceu sem pedir
E vai morrer sem querer
Então aproveite a vida
Com o seu melhor viver.
Esqueça ressentimentos
Curtindo os bons momentos
Antes da morte lhe ter.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
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