Poemas sobre a Morte
Tu és a serpente com peçonha
Na minha vida
Me envenena
Me deixa quase morrer
No quase fim
Me dá o antídoto
Riem os deuses do ouro e do poder,
Enquanto a esperança se deixa morrer.
Lacram os olhos dos pobres que ficam no escuro.
Mas na rima da vida, há um verso de revolta,
Que desafia os dogmas, e a todos os cultos.
Assim, com humor, eu brinco e satirizo,
As correntes da fé que o mundo precisa.
Que a liberdade venha, que a mente se abra,
E que o amor verdadeiro seja a nossa caminhada.
Falam-se tanto em Cristo,
mas esses mesmos estão no padrão,
de nascer, crescer, adoecer e morrer,
esquecendo que DEUS é Vida e
que sua glória está na Ressurreição
dos Mortos!
Confessa com fé, entrega o viver,
Deixa o velho homem morrer.
Porque ao que crê, com o coração,
É dado o céu e o perdão.
Não olhe pros erros, olhe pra cruz,
Ali está o amor que conduz.
Volta, filho amado, volta ao lar,
Jesus está pronto pra te abraçar.
Nesta vida nem tudo são [flores,
Quem não sabe, é porque nunca
viveu para morrer de [amores.
Edênica e suave [sensação,
Inteira e com toda a emoção
Para ser tua de todo o [coração.
Nesta vida nada é [impossível,
Mas tudo é possível...,
amar você sempre será [incrível.
Galgo o azul celeste das [hortênsias,
Peço a bençãos dos céus
Afastando o amor das [dolências.
Nesta vida há de sermos [prevenidos,
Cuidando para proteger o amor
de todos os mil [perigos...
Sob a égide da nossa [certeza,
Confiamos no amor em pureza
Sobre a nossa íntima [beleza...
.
O que aconteceu com o amor que um dia nos uniu?
Como pôde morrer?
Para você, eu fui um erro
Que o tempo apagou e que não foi bom de viver
Mas eu sei que no fundo desse coração cruel
Sua paixão continua sendo o meu amor (meu amor)
E que no final do caminho, você vai perceber
Que você não conseguiu me esquecer completamente
Você não conseguiu me esquecer
Você não conseguiu me superar
Você decidiu procurar outro amor
Mas já vai ver que não é fácil encontrar quem te ame melhor
Deixem-nos morrer jovens ou deixem-nos viver eternamente
Nós não temos o poder, mas nunca dizemos nunca
Sentando em um poço de areia, a vida é uma viagem curta
Ontem eu fiquei tão velho
Eu senti que poderia morrer
Ontem eu fiquei tão velho
Isso me deu vontade de chorar
Vá em frente, vá em frente, apenas vá embora
Vá em frente, vá em frente, sua escolha está feita
Vá em frente, vá em frente e desapareça
Vá em frente, vá embora daqui
Marianna Crioula
Marianna Crioula tem o seu
grito 'Morrer sim, entregar não'
misturado, ecoado e ainda ouvido
nos repiques poéticos
dos atabaques do Vale do Café,
Sim, eu tenho na vida mesma fé;
Junto com Manuel Congo
foi eleita Rainha do afamado
Quilombo de Santa Catarina,
e ele foi eleito Rei porque
reuniram e lideraram talvez
as maiores revoltas
daquela região quando
a escravidão tinha força de lei,
A liberdade segue sem
ter o seu ciclo completo,
e dela o meu coração continua
sem se permitir jamais ser disperso.
Nada pode morrer
em mim porque tudo
em mim é amazônico:
o meu país, a fé e o rio.
Fui buscar Jarina
para fazer colar,
pulseira, brinco
e anel para me enfeitar.
Agora, tudo é mais vivo
do que nunca porque
o amor e a poesia não
conhecem mais separação.
Tudo irá melhorar,
vamos nos encontrar
e que por mim você
a vida toda irá se encantar.
A ventania soprou as areias
das cacimbas dos rios,
Não vou morrer engasgada
pelas areias e nem mesmo
pelos meus próprios poemas,
Mesmo nesta escuridão
eu preciso falar,
Mesmo que seja tarde
demais eu preciso não calar.
A Amazônia vive uma
tempestade comparável
a de um imenso deserto,
Ficar fingindo que não
vejo nunca será o correto.
Fechei a janela para o vento
não trazer as areias,
Eu sem contar o tempo
não tenho parado de rezar
para que venha chover neste lugar.
Enquanto a tempestade não
passa vou fazer um colar
para me embelezar diante
do teu encantador olhar.
Eu sei quais as sementes que
vou eleger para me preparar,
como o teu coração enfeitiçar
e fazer o teu desejo me deificar.
Muitos não sabem a diferença
entre Pau-Brasil e a Tento-Carolina,
A diferença está nas suas flores,
nos caules e nas cores:
O quê eu quero é o Pau-Brasil reinando como o senhor dos senhores
no meu colar que haverei
com ele de te capturar absoluto
para em nome do amor se entregar.
Em mim não deixo
morrer o nosso país,
Canto para seguir
a vida sendo feliz,
Vendo você e os homens
cruzando em zigue-zague
o pátio da aldeia,
Esperei por isso
a semana inteira,
Esperando na taba
você para dançar
a Dança do Tamanduá,
Quando vi você ali
como queria poder
pedir para o tempo parar,
e contigo para sempre ficar.
Vou jogar mel
no seu coração
para fazer você
morrer de desejo
e ter água na boca:
Vou preparar uma
boa Baba-de-moça.
Quando se é Jovem
Ternas
Eternas
Definitivas
Efêmeras
Paixões
Coisas
De morrer
Que só
Nunca
Assumidamente
Declaradas
Segredos
Supostamente
Somente seus
Na incerteza
Ao risco
De tal
Não ser
Sempre
Uma quimera
Tudo
Tão permanente
Quando
Se é jovem
Versos Impressos
Se eu morrer novo sem poder publicar livros algum ou ver os meus versos em folhas impressas, ou quanto me retirar as rodas, não tinha que ter esperanças, tinha apenas que ter rodas, tinha que ter apenas uma velhice mas não ter rugas ou cabelos brancos, quando eu já não servia, me retiraram as rodas e me deixaram no fundo de uma passeata que se arrasta.
As nossas tragédias são sempre de uma profunda banalidade para os outros, pois o homem é feito de banalidade, e nomeia o hábito à sua ama. Na maior parte das vezes, uma ideia nova não passa de uma banalidade, velha como o mundo, de cuja realidade nos apercebemos subitamente.
O saber e a que ter acho curioso usar-se a noção de 'banal' para analisar alguém que deixou clara, em suas provocações, a hipocrisia desse termo, posto que é no viver "banal" que estão os profundos espelhos da nossa formação coletiva e particular, e já não cabe mais fazer diferenciação entre tal e o "não-banal", pois são uma coisa só, exceto para os que se arrogam mais limpos e mais treinados cognitivamente, estes, os mais perdidos nas suas supostas certezas e, ironicamente, os mais fiéis ao conceito de banalidade.
A banalidade é antiquada mas fugir da banalidade é moda que passou a ser banal, a poesia pode ser muito perigosa. Ela subverte a banalidade da vida.
Pensador de Areia
Sinto vontade de viver, sinto vontade de morrer, sinto vontade de fazer tantas coisas. Sinto vontade até de pensar sozinho, que luxo. Mas que tristeza pensar igual aos outros, principalmente quando eles pensam errado. Mas será que é errado ou eu apenas acredito que seja ? Como se forma um pensador? Ele se forma sozinho, pode acabar se tornando genial, mas dentro das suas próprias questões.
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