Poemas Góticos de Amor
Tudo tão vazio e tão cheio
sem sentimentos que não o receio.
Tudo o que escrevo é nada.
Palavras? Uma multidão negada.
Tanto sentimento que tem vezes
que nem eu sinto… esqueço por meros meses.
Palavras ocas e o ar carrega o sentir
letras e frases soltas que escrevo sem mentir
as dúvidas são o que me move?
A dúvida para-me, ela não se comove
com as batalhas em que batalho todos os dias
ou com as guerras que guerreio por entre fantasias.
Escrevo tudo o que quero quando o tempo desaparece
Atrevo-me a dizer que o lápis faz tudo o que me apetece.
Escrevo sem cérebro ou coração
comigo levo apenas a alma e o coração na mão.
Escrevo sem realmente o fazer…
Pensamentos. Nunca paro de os tecer.
Sinto o tempo a correr, a vida a passar, sinto que o meu corpo se move, «sempre em frente» eu oiço-me dizer, e eu obedeço, uma parte de mim levanta-se e anda.
Parece que estou sendo deixada para tras por mim mesma. Estou me vendo lá longe a sorrir, mas estou aqui, vejo-me bem longe a correr, e eu choro. Vejo-me a fugir de mim mesma e de repente...
Onde estou?
Eu fugi? Fiquei aqui?
Será que morri?
" Sim estávamos mortos, as trevas e a culpa do pecado não nos incomodava,Sim! Pois estávamos mortos.
Cadáveres andantes,fedidos e cheios de vermes, quão desprezível erá minha presença, quem á suportaria um morto ao seu lado? Quem compartilharia o mesmo ambiente de um corpo cheio de imundice e podridão? Pois então, se vocês mesmos não suportam o mal cheiro e o incomodo de um morto, que dirá DEUS. Sim! Ele não admite um morto á sua presença ,pois como esta escrito, não é Deus de mortos, más sim de Vivos(Marcos 12;27 )
Esses mortos não tem vontade,pois estão mortos. A escuridão tomou conta dele, e agora só lhe resta a segunda morte.
Más algo estranho aconteceu ouvi uma voz que chamava pelo meu nome, já escutava e tinha noção de vida em mim
...Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância( João 10;10)
Senti meu coração pulsar, meus pulmões se enchiam de oxigênio, estava limpo, já não havia podridão em mim, pela lei conheci o pecado, e aquilo que era para minha vida, me foi para morte, más em CRISTO JESUS encontrei vida, agora sim, Deus terá prazer em me receber. Fui lavado pelo sangue de Cristo, ainda sou um devedor eterno e não tenho com que pagar, más agora vejo e vi que Cristo pagou o preço por mim, sim! estou livre, agora posso ver e ouvir. Sinto que cristo me chama e não posso resistir, seguirei o caminho que Cristo preparou para mim"
Oceano
O meu barco segue por suas variantes, onde diz que muito já naveguei adentra em rios e mares, onde bem perto de tantos oceanos por algum tempo fiquei. Vejo-me como grande desbravador, no entanto hoje olho para o interior de minhas janelas, enquanto meus pensamentos vagam, e buscam o que eu fora para ela.
Quando de alguma forma, permiti saber quem um dia eu fui?... Quem doravante eu serei? ... Onde nesta viagem poderei perceber os altos e baixos sobre toda imaginação. Imaginar um tempo que jamais por mim fora esquecido, e assim procurar perante todo ocorrido, o que encontrar ante meu coração ferido.
Parado em algum lugar, esperando a vez de aportar, deixando a tristeza invadir meu coração, e dele se apossar, enquanto desta eu fui banido. Por alguém que na vida eu tanto amei, e não soube deste cuidar, jogando as pragas sem aferir qual lugar.
E nisto diante dos meus olhos, percebi todo feito da minha agonia, aonde minha imaginação nada sobre o que passara esquece, e mais adiante ainda pretende ir, se volta e meia estou diante deste que faz meu coração sofrer. E nisto às vezes desabafo, sobretudo que já passei, e quando muito me exponho, lamento o que a minha frente eu encontrei.
Eu fui por alguém ferido, e me pus como animal arisco, que desconfiado em seu habitat, procura não chorar. Enquanto a tristeza emana, e a solidão por si preenche todas as colunas.
Alexandre d’ Oliveira – Natal – RN; 18 / 11/ 2014.
www.diariodopoetao.blogspot.com.br
Daqui pra frente o que levarei na minha mala:
"Meu caderninho de afetos aquele que suporta todas as minhas angústias e acredita em todos os meus sonhos...
Meu secador e baton vermelho que disfarçam muito bem minha tristeza e noites mal dormidas...
Minha contenção dentária que impedem que meus dentes saiam do lugar e acompanhem minha mente inquieta e barulhenta...
Minhas sapatilhas velhas e confortáveis dispostas a caminhar léguas atrás dos meus objetivos...
Muitas vezes pensamos e desejamos de coração, alma e espirito tudo aquilo que não estas ao nosso alcance. Más Muitas conquistamos... Mas á vida és tão ríspida conosco. Pobres seres humanos, apenas rostinhos na multidão de passagem. Somos apenas passageiros contratados para dá vida ao que jamais seria possível existir.(Reprodução Múltipla, fazer multiplicar mais seres humanos, que conhecemos como mais uma vida que nasce) Que sentindo tem nascer, crescer, amadurecer, ter experiências, ter conquistas. E Perder para a morte alguém que tu amas,(Porque é a pior dor que nós seres humanos podemos sentir) Passar por desventuras, no fim, morrer e algum tempo depois ser esquecido. Conhecer um amor que vai te fazer feliz, vai te dá prazer, alegria e no fim de tudo, a (MORTE) Lamentável isso.
Não deveria existir perdas, desamores, desventuras, enfermidades, infidelidade [...] É muito triste tudo isso.
Completamente deprimente.
E lá no fundo todos nós sabemos disso. Mais somos incapazes de demostrar tudo aquilo que de fato és real nesse mundo que vivemos. Pois muitos já não estariam mais aqui.
Desde novo criando expectativa do um futuro melhor.
Tendo pais humildes considerados semi analfabetos
Abdicando de momentos felizes
Montando uma base financeira perfeita,diferente de suas raízes.
Sabendo que se não lutasse nada viria fácil
Sem curtição,bebedeira ou mesmo uma namorada
Somente o propósito de não se tornar um nada
Depois de muito tempo estando com a vida pronta mestrado,doutorado,brevê ou Phd
Em uma noite sem proveito como todas as outras
A vida é tirada por quem aproveita e não aproveita o dinheiro fácil que tem
Uma criança vivendo sua adolescência
Um adolescente sendo um adulto responsável
Um adulto sendo um idoso amargurado
Tudo e nada pronto
Morte antes da conclusão
Ao final um ponto
Aqui se planta, aqui se colhe.
Olho para dentro de mim, Dor,
Meu rosto esta molhado, Lagrimas,
Semblante abatido e fechado, Tristeza,
Eu só colhi o que plantei,
Inconsequente, agressivo, intolerante, Errei,
Desinteressado, omisso, ausente, Falhei,
Irritado, orgulhoso, arrogante, Calei,
Eu só colhi o que eu plantei,
Escolhi aqueles que diziam ser amigos ao invés de ti, Desvalorizei,
Segui meu planos individuais em nenhum momento em ti, Pensei,
Agi com frieza, irreconhecível meus sentimentos, Anulei,
Estou colhendo o que plantei,
Um dia eu tive você pra mim,
Não te dei valor e te perdi,
Hoje sei a falta que você me faz,
O amor que um dia desprezei,
Hoje eu tenho saudade,
Eu só colhi o que eu plantei.
Eu tenho um cachorro preto...
Sempre que ele aparece, me sinto vazia, e a vida torna-se mais lenta.
Ele me surpreende com suas visitas, sem razão ou ocasião. O cachorro preto me faz parecer, e me sentir mais velha do sou. Enquanto o resto do mundo parece aproveitar a vida, eu vejo tudo através do meu cachorro preto.
Atividades que antes me davam prazer, subitamente pararam de fazê-lo.
Ele gosta de arruinar meu apetite... Ele mastiga minha memória e minha capacidade de concentração... Com ele é necessária forças sobre humanas para fazer qualquer coisa.
Sorrir se tornou automático.
Em eventos sociais ele espanta para longe toda confiança que eu tinha.
Para não ser julgada, invisto enormes quantidades de energia ... Porém, manter uma mentira emocional é exaustivo!
Esse cachorro me faz pensar e dizer coisas negativas, é capaz de me deixar irritada e de difícil convívio. Tenho vontade de ficar na cama, de não sair nem para ir ao mercado... Não quero contato com ninguém, só queria me manter dentro de casa, sem precisar sair para nada.
Ele toma meu amor e enterra minha intimidade... Ele gosta de me acordar com pensamentos negativos e repetitivos.
O tempo está passando, e o cachorro preto parece cada vez maior e mais presente.
Eu tento espantá-lo, mas frequentemente ele vence. Cair se tornou mais fácil do que levantar.
Agora me tornei boa em me auto medicar, coisa que não tem ajudado muito.
Estou começando a me sentir isolada de tudo e de todos. O cachorro está finalmente conseguindo sequestra a minha vida.
a dor se transforma em barreira, e pedra dentro de você
a dor faz você sentir uma capacidade imensa de aquentar qualquer tranco da vida.
que venha qualquer coisa, eu aguento talvez isso seja sua blindagem...na terra.
Somente eu sou dono do meu nariz;
Somente eu nunca me dou palpites;
Somente eu é quem paga minhas contas;
Somente eu vou passar pela minha morte;
Somente eu cumpro com os meus deveres;
Somente eu é quem sente as minhas dores;
Somente eu respondo por todos os meus atos;
Portanto...
Somente eu estou estou autorizado a cuidar da minha vida.
Eu conheço a beleza do mundo, mas o mundo desconhece a minha. Criaturas deslumbrantes aqueles que dizem ser felizes... ou será que sem saber são escravos da falsa esperança. Tão falsa essa meta de ser alguém, o tal famoso destino só é uma passagem para infelicidade e desespero. Somos todos como criaturas do mar, os mais pequenos e indefesos... vazios.
Infelicidade... será ela a arma contra nossas cabeças ou um dom para ver nas entrelinhas? Somos videntes do futuro ou pessimistas aos olhos de quem finge ser feliz? Ou será que não é fingimento. Quem poderia explicar a felicidade. Pra mim, são só pessoas enganadas pela distração da beleza da natureza, que inclusive Ele fez (nós só desfazemos!)
Pensamentos e sonhos. São eles complementos ou como água e óleo. Os tais sonhos são vontades de ser alguém que nunca e nem vai existir. Já o pensamento... bem... não sei explicar. Espere... seria a minha realidade? Ou um peso no meu lado esquerdo. Confusões e fadiga do conhecimento do nosso ser desprezível! Não me refiro ao corpo, ele é inexplicável, tão belo. Culpado o espaço do cérebro que emite os sentimentos. Até mesmo o amor parece ser distração, só queremos ocupar o tempo pensando em outra pessoa por medo (insignificância) de pensar em você.
Pelo menos elas nos fazem querer se esforçar, e isso já é um milagre!
Marionetes. Só descanse seus olhos por segundos e alguém já estará mudando, parecem ser comandados por fios invisíveis que ligam até as mãos do controlador.
Vermelho! Gosto dessa cor...
Por vezes sinto que nada sou
Por vezes sinto que muitos sou
Só sei que o sou
Porque se não o fosse
Nada seria;
Pouco sei
Não por querer
Mas por desistir
O saber não é algo meu;
E daqueles que sou
Um deles de algo sabe
Eu que eram todo
E agora sou muitos nada
Que dos muitos
Pouco sabem.
Fio de cabelo branco
Uma noite dessas, já quase passando das tantas... e meio borracho, arranhei a garganta tentando pigarrear uma palavra qualquer. Num relance, enquanto olhava no espelho do banheiro, vi meu semblante roto refletido feito vidro partido, meio distorcido, talvez pelo sono que me acometia àquela hora.
E mesmo que tentasse fixar o olhar na imagem não via surpresas, só conseguia enxergar minha insuportável silhueta de sempre, igual a sempre.
Lá fora, um frio insuportável! Aqui dentro, um friozinho gostoso... Se esquivando pelas frestas da janela, tentando incomodar.
Ainda de front ao espelho vi meu rosto, meio choco, parecendo querer desandar. As muitas linhas emprestadas pelo tempo emolduravam-no, formando uma expressão esteticamente impressionante, quase arte. Se fosse uma vanguarda, seria Expressionista.
Aquelas formas singulares, aqueles traços ousados, aquele fio de cabelo branco... Aquele fio de cabelo, branco? Em minha opinião, quase uma instalação contemporânea, tamanho meu espanto. Era tudo que tinha de diferente na minha face naquele dia, naquela noite, há anos.
Já se passava em muito da meia noite quando me deitei. Ainda pensava naquele fio de cabelo branco que trazia na face, talvez um disfarce do tempo para encobrir os meus tantos lamentos durante toda a vida. Talvez uma lágrima solitária derramada e petrificada ali, no canto esquerdo do rosto transformada em monumento, um totem erguido à minha maturidade.
Talvez fosse isso mesmo, talvez não!
Nunca soube o porque daquele fio de cabelo branco. Nunca tive um ciso se quer, nunca me casei, nunca tive filhos, nunca plantei uma árvore, moro com a minha mãe até hoje, deixo a cama desarrumada pra hora de deitar e provoco o cachorro só pra ver ele se zangar. Sem falar que até ontem soltava pipa e papagaio na rua feito moleque, um crianção. E agora com esse fio de cabelo branco, muda tudo! Será o fim? Será que será bom ou será que será ruim?
REDUÇÃO DA MAIORIDADE.
Na minha visão só muda quem quer ser mudado. De nada adiantará escola para quem não quer estudar.
A escola da vida é o ambiente em que cada um vive e isso não será mudado, porque não deixará de existir as favelas , os morros e a falta de empenho dos nossos governantes e isso consequentemente formará cada dia mais tais meliantes menores que não mais poderão conviver junto a sociedade. Triste fim...
Dor inédita
Estou a procura de uma dor inédita
Uma dor que não doa durante a noite
que não doa tão aguda no coração
e se doer, que seja breve
que se encerre antes mesmo de o sol nascer.
Estou em busca de uma dor que não doa tanta
e que também não provoque tanto lamento
procuro uma dor inédita, ainda não descoberta
que talvez tenha mesmo de ser inventada
tão incerta quanto a sua procura
uma dor que não provoque tontura
e se a vertigem for um de seus preceitos
que se possam pintar constelações inteiras
bem diante dos olhos rotos, tomados por sua maldade.
Procuro uma dor de verdade
não essas dorzinhas da cidade
aquelas bruscas do campo, que provocam feridas na alma
procuro uma dor inédita, dessas que só se vê em filme de horror
diante de tanto pavor sigo sem chão
chorando com a mãe que enterra seu filho adolescente
vítima das mazelas da periferia das grandes cidades.
Procuro uma dor de mãe, a beira da cova de seu filho
chorando rios de lágrimas, estraçalhada por dentro
de tanto lamento e dor comum que há por aqui
pela falta de zelo dos políticos e dos governos
por tantos enterros e perdas
por todo esse descaso com os jovens
que são condenados a morte antes mesmo de nascerem.
Procuro a cura ou um remédio qualquer
que nos livre da fúria desses imbecis
que não se doem ou sentem dor qualquer
por tanta barbárie e falta de senso
que não se lamentam ou percebem um lamento sequer
de tanta dor comum existente por aqui.
Será que de tão cegos não percebem?
Chega de lamentar por tão pouco
chega de dores comuns
se só nos resta sentir dor
então chega de dores fajutas
ficaremos só com as dores inéditas.
Gentileza gera gente ilesa
Crentes do tufão, palavra
Lise, os homens propagam
Intactos da megera torpeza.
Fator faz da indigência, lesa
Fato fez que a urgência pesa
Manto angelical que prensa
Penso deturpado incrédulo.
Crença imunda ostenta
Apunhador verbo ofega
Caídos no terror da ofensa.
Valor esmo mas desvalido
Frêmito urgente submerso
Cor que escalda desmedida.
Força estranha...
Sozinha com meus pensamentos sombrios, meu coração foi escurecendo pouco a pouco, até enegrecer como numa tarde de tempestade.
Perdida em meio a minha dor, sufocada pela angústia, lentamente desci ao fundo do poço.
Quando pensei que já estava no fundo, dolorosamente descobri que podia cavar mais.
Cheguei ao inferno e caminhei com pés descalços sobre a dor e o desespero, pisei em cinzas e brasas.
Tateei em vão em meio as trevas, tentando encontrar uma saída na escuridão. Nada!
Me perdi num labirinto de lamentos, muita dor e cheiro de morte.
Meu peito queimava, ardia, meus olhos estavam cegos, um grito seco estava preso em minha garganta. Tive medo!
Pensei que não iria suportar, exausta quis desistir. Era o fim! Silenciosamente fui me entregando, sem lutar ou resistir. Sentia que tudo estava perdido. Mas, de repente, ao olhar um instante para dentro de mim, eu pude enxergar, ver a luz. E, então me veio á memória tudo o que me trazia esperança.
Me lembrei que ao chegar ao fundo do poço, existiam apenas duas opções possíveis: me entregar e esperar a morte certa ou enfrentar o grande desafio de começar a subida.
A primeira é opçāo tentadora, não nego, mas escolhi a segunda. Então, com o ânimo renovado, num esforço sobre-humano, reuni as poucas forças que me restavam e comecei lentamente a subir.
Apesar da dor, da solidão e do sofrimento, estou conseguindo me reconstruir pouco a pouco.
O processo é lento e doloroso, mas vou me refazer, não para ser como antes, mas para ser melhor. Na ânsia dessa procura por mim, sei que vou me reencontrar, me aceitar e, assim, finalmente estarei em paz e poderei tentar ser feliz!
Elis Pinheiro
Enquanto eu respiro...
Recentemente fui em um cemitério.. E observei várias flores, mensagens e etc nos túmulos.. E nas redes sociais não é diferente.. Muitas mensagens de carinho.. saudades e etc..!
Bom.. não sou contra esse tipo de atitude, respeito.
Mas..a questão é o seguinte: A pessoa que faleceu, tinha toda essa atenção quando estava vivo (a)?!
Se sim.. Parabéns.!
Se não.. Eu te pergunto.. Do que adianta tanta demonstração de afeto depois de morto?!
Eu, particularmente não quero flores, e nem mensagens falando: 'o quanto faço falta, o quanto sente saudades ou coisas do tipo', depois q eu morrer, das pessoas q nem sequer tiravam dois minutos para mandar uma simples mensagem no WhatsApp ou no face ou seja lá onde for!
Pq todos nós somos tão ocupados com os vivos.. e com os mortos, temos todo tempo do mundo para deixar uma mensagem!?
Enfim...
Se tiver q fazer tais coisas, Q SEJA HOJE/AGORA.. enquanto eu respiro.. Pq depois.. N adianta mais!!
