Poemas Góticos
Eu ando pelo vale da sombra da morte e eu não temo nenhum mal, pois sou cego para vê-los.
Minha mente e minha arma me confortam, porque eu sei que matarei meus inimigos quando eles vierem.
Certamente bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida e eu habitarei esta terra eternamente.
(Through The Valley)
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte
Ainda que eu reconhecesse o semblante na face da vida
Ainda que eu falasse a língua de todos os anjos
Sem minha poesia eu nada seria
Amar ao próximo é conto de fadas
Até Peter pan disse que elas não existem na real
Vocês estão preso num conto de fábulas
Mas sua história já não tem moral
Carrego fardos e lágrimas de mais pra suportar
Mas eu não posso deixar cair
Momentos, pessoas podem me fazer tão bem
Mas também podem me destruir
Estamos dentro de um domo
…
Somos humanos mas como somos? Só cromossomos
Nos render as nossas fraquezas é o mesmo que desistir de si
Nossas costas não são alvos pra suas facas nos ferir assim
Como se as circunstâncias do início fossem definir o fim
Ainda que a batalha não seja satisfatória
A vitória se consiste no caminho da glória
Deus não tem um lado aqui em baixo
É cada um por si por isso fujam
Nós somos a única raça no planeta que mata
Seus semelhantes pelo que eles usam
Não posso me dar ao luxo de morrer
Porque a missão não ta completa
Me diz, como você pode odiar algo
Que nem ao menos te afeta?
O mundo caótico é intenso
Até onde vai a força da intenção
E agora quem grita mais alto
A razão ou a intuição? They
Isso é só questão de percepção
De concepção, de recepção yeah
Isso é só questão de percepção
De concepção, de recepção yeah, yeah, yeah
Isso é só questão de percepção
De concepção, de recepção yeah, yeah
Isso é só questão de percepção
De concepção, de recepção ham
Isso é só questão de percepção
De concepção, de recepção AML
"Ainda que eu ANDE pelo vale da sombra da morte não temerei. Salmos 91:1(Isso é Andar pela fé protegido.) Mas chegará um momento da minha maturidade espiritual que Ele me levará a VOAR em lugares altos e ai estarei debaixo de Suas asas. (Isso é Voar protegido, aonde o que vier contra mim não me encontrará.). Lugares de intimidade...Só Ele e eu."
—By Coelhinha
A menina estava sozinha de novo. E foi quando a sombra da morte voltou e sussurrou:
"Ninguém jamais ficará ao seu lado, porque você é um monstro. Nunca se esqueça disso, entendeu?"
-Sim, mãe.
Mesmo no vale da sombra
Nunca temerei a morte
Pois Ele está comigo
E eu tenho fé, não sorte
Pois minha vida dispus
Quando entreguei a Jesus
Minh'alma de passaporte.
Não quero nunca deporte
Da minha vida feliz
Pois quando em oração
O Senhor sempre me diz
Que é apenas o começo
Que a glória não tem preço
E o verbo não se contradiz.
Escrevo poesia como alguém que pede a morte
Que espreita se esconde na sombra tornando meus dias de dor imortais
Sete vezes me definho esfolio minha alma a quem por ti destruo
Minha pele como escama cai no vazio sobre o som do relógio
Lanço minha carne e arranco meu membros aprisionado neste ser rejeitado
A dor escorre a seiva que melindra pelas fendas da minha alma
Entre as veias o magma em fel que ressurge com a eterna fênix
E no siclo vicioso morro todos os dias
Meus pensamentos labutam e sobre faces distintas cada um morde por dentro os sentidos na gastura desta luta sem fim
Saudade do seu amor é como uma baba viscosa dentro da cabeça que não se escapa
Um silencio ensurdecedor preso no vaco lanço me no vazio e sobre melodias sou apunhalado
Minhas chagas são abertas pelas lagrimas acido inesgotável.
A existência é marcada pela inevitabilidade da morte. Ela paira sobre todos nós, uma sombra constante. Mas a verdadeira questão não é quando iremos encará-la, mas como escolhemos viver até lá.
Você pode optar por uma vida passiva, onde o medo e a indecisão ditam seus passos, onde você é apenas um espectador na plateia, observando os outros assumirem riscos, cometerem erros e crescerem.
Ou você pode escolher a ousadia, a coragem de agir, mesmo que isso signifique cometer erros. Não há crescimento sem falhas. Você tem o direito de ser imperfeito, de se expor às críticas, de aprender com suas quedas e recomeçar com mais força.
Errar não é o fim, mas sim o começo de uma jornada de aprendizado. Todos nós cometemos erros, e é através deles que encontramos o caminho para o crescimento e a evolução.
Então, não tema o erro, tema a inércia, o desperdício de uma vida que poderia ser vivida com paixão e ousadia. O pior que pode acontecer não é a morte, mas sim estar vivo e recusar-se a viver plenamente, por medo de cometer erros.
Abrace a vida com todos os seus altos e baixos. Seja corajoso, seja imperfeito, seja vivo.
AS MÃOS
"Entre os escombros onde o tempo se perde e a sombra da morte espreita sem pudor, à espera do momento certo para fazer a sua entrada triunfal, desponta em mim o que nunca fenece.
O sonho que na vida é a mais vibrante flor.
Em cada ruína um novo horizonte se desvenda, onde a ilusão é sepultada, mas a esperança ergue-se altiva.
Pois a alma que sonha, jamais se rende à desolação, pois sua luz é infinita.
Assim, mesmo na penumbra da noite mais densa, nos vales mais tenebrosos da existência, as mãos que se erguem, jamais ficarão vazias, pois carregam o fogo duma fé imensa...
E, cada derrota fortalece o ser que as ergue.
E assim, entre as ruínas das ilusões e as muralhas da dura realidade, persiste a chama eterna dos sonhos que me guia,
Pois enquanto houver fé, vida e vontade,
Jamais as minhas mãos ficarão vazias."
"Morte Eterna"
A morte é uma sombra que nos segue,
Um destino inevitável, um fim certo.
Ela é a porta que se fecha,
E a chave que se perde no tempo.
A morte é um silêncio que nos envolve,
Um vazio que nos deixa sem palavras.
Ela é a noite que nos cerca,
E a escuridão que nos leva ao fim.
Mas a morte também é uma libertação,
Um fim para a dor e o sofrimento.
Ela é a porta que se abre,
Para um mundo desconhecido, um destino incerto.
A morte é um mistério que nos fascina,
Um enigma que nos desafia a entender.
Ela é a sombra que nos segue,
E a luz que nos guia para o além.
DESAPEGO
na minha face, além do olhar perdido, a sombra da idiotice,
a morte é uma carta que a previdência teima em não enviar
por isso pratico a vilania como um esporte
e não entendo o que se pode esperar de mim
vejo a queda em chamas das almas dos viciados
p'ra que a credibilidade? é único o caminho das sombras
deixo nada nas malas velhas e mofadas
e o olhar de louco a síntese da condição que me dei
a desconfiança do desapego à matéria alarma
quem julga o próximo pelo terno
e pelo talão do cheque da alma vendida
porque apenas o nariz é o senhor do meu destino
O clarão que me cegou
No vale da sombra da morte, onde a felicidade inexiste, se encontra a minha alma, perdida em meio às portas que não se abrem. Meu rosto se encontra ensanguentado em meio aos escombros de meus pensamentos, que insistem em não irem embora.
Tudo por causa da luz que vi, e que não mais verei. Tudo por causa do arco íris preto e branco, tudo por causa das lágrimas da dor que contrastam com a essência da minha felicidade.
Nada mudará, estarei preso eternamente nas algemas desse labirinto barrento e cheio de malignidades. Oh prisão sem muros, oh deuses invisíveis, pra onde levaram a minha pequena esperança?
A síntese sagaz da vida nasce na cachoeira congelada, onde a neve cai por toda a noite e o frio toma conta do meu ser. Neste lugar, nem mesmo a formosura da aurora boreal é capaz de sensibilizar minha face.
É cruel ver o brilho com meus próprios olhos e não poder tocá-lo, nem apreciá-lo. Esse feixe somente aparece nesse vale de mil em mil anos, por isso, essa era a minha única oportunidade, não mais terei vida quando a sublimidade suprema da beleza voltar a figurar por aqui. Oh deuses, façam de mim um de vós, para que eu possa ser imortal e ver novamente tamanha harmonia.
Prefiro se extinguir, a não poder mais contemplar a única coisa sempar desse lago triste e melancólico. Que eu me embriague com o cálice da morte e que o ceifeiro venha me buscar, pois, não mais existo.
Atravessei o vale da sombra da morte no caminho da minha vida, sozinho;
Por isso, perdoe a minha atitude...
Por não demostrar precisar de ninguém pela minha trajetória;
Salmos 23:4
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
“Onde o Bom Pastor guia, não há escuridão que resista ao seu poder”
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria
mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me
consolam" (Salmos 23:4.
Na época das carroças de duas rodas, puxadas por cavalos, um
homem estava seguindo por uma estrada perigosa. Em um lugar
muito estreito, a esposa ficou assustada e segurou a rédea mais
próxima a ela. Seu marido, calmamente, passou a outra rédea para
que ela guiasse a carroça. Mais assustada que antes, ela disse: "Oh,
não faça isso, eu não sou capaz de guiar." Ele respondeu: "Duas
pessoas não podem conduzir o mesmo cavalo; ou eu dirijo, ou você
dirige." Ela, então, entregou as rédeas para ele que conduziu a
carroça em segurança pelo caminho difícil, ultrapassando todo o
perigo.
Quem está dirigindo a "carroça" de nossas vidas? Nós mesmos ou o
Senhor? Estamos entregando as rédeas nas mãos de Deus, confiando
que Ele é poderoso para nos guiar em segurança, mesmo nos
caminhos mais difíceis e pedregosos ou sempre procuramos dar uma
"ajuda" a Ele? Não podemos dizer que confiamos no Senhor apenas
um pouco -- ou cremos plenamente nEle ou não cremos!
Se tudo vai bem, devemos deixar o Senhor nos conduzir por águas
tranquilas. Se as coisas não vão bem, devemos confiar no Senhor
para nos guiar através dos vales de angústia e aflição. Em todos os
momentos e em qualquer situação, ninguém sabe dirigir melhor a
"carroça" de nossas vidas espirituais.
Quem crê não tem medo, descansa. Quem confia não perde jamais a
esperança, segue em frente. Quem se abriga sob as asas do Altíssimo
só experimenta regozijo e felicidade.
Entreguei as rédeas de minha vida ao Senhor Jesus. Ele é o Grande
Condutor!
nene policia
E eu passo, tão calado como a Morte,
Nesta velha cidade tão sombria
Chorando aflitamente a minha sorte
Tão rápido, quase não senti os anos passarem, não senti o frio na pele, desde então o coração virou pedra, não sangrou mais, dor incurável, mistério irremediável.
Meus olhos fecham querendo voltar, meu corpo pede um ultimo abraço, uma última palavra não dita. Viraria todos os corpos por não ter dito a gratidão. Valores jogados ao lixo, a vida tratada na miséria. O remorso corroendo a alma e a fazendo gritar eternamente.
Putrefação, sangue, ossos, vermes. Cadaverina. Olhando para a escuridão mais profunda do céu e tentando achar o foco. Lutas perdidas, porém certificadas do aprendizado. Infelicidade mutua, mas valorizando o pouco que tinha. A vida mudada, o exemplo citado, a inspiração contida e a personalidade moldada uma vida escura, uma vida de morte.Tentando escolher o correto. Se prontificando dos erros, regenerando a carne, amaldiçoando a estrada da morte e por fim entendendo o ultimo adeus não dado.
" Nesses dias melancólicos o que se ouve é um vasto silêncio.
Parece que estão dormindo.
Mas não, é apenas orgulho de falar o que sentem."
Aquilo que não dizes
me é melancólico discurso
Pois, navega tua vida
e eu seguirei meu curso
Nada de até logo ou adeus
embarcados apenas em sonhos
Eu nos de alguém, e tu nos meus.
Se ele tivesse olhado um pouco para os olhos dela...
Se ele tivesse lido aquele olhar,
teria compreendido o Silêncio e o que acontecia naquele coração.
Rubi
deixando cair palavras...
no silêncio do entardecer
todo o cair da tarde se transforma
o céu se veste em tons de melancolia
e faz a alma sonhar d'espavento
voando ao sabor da magia
e ao sabor do tempo.
ao fim da tarde
tudo vale a pena
se não virar amor
vira poema...
-- josecerejeirafontes
