Poemas Existencial
Gandhi continua o que o Buddha começou. Em Buddha o espírito é o jogo do amor isto é, a tarefa de criar condições espirituais diferentes no mundo; Gandhi dedica-se a transformar condições existenciais.
A Oniomania traz consigo questões subjacentes de cunho psicológico que são deflagradores preditivos de comportamentos de adicção os quais se configuram como mecanismos de defesa para lidar com a carência afetivo-emocional, a baixa autoestima, a necessidade de autoaceitação, de inclusão social e do vazio existencial que norteiam nossa atual sociedade hedonista, descartável e imediatista.
Chega de preocupações limitadas, não aguento mais tanta exposição do interno sendo que em poucos caso algo vá se resolver.
O amor é o antídoto do medo, pois se faz acompanhar da fé e da esperança, portanto é a cura de todo e qualquer pavor existencial.
A sensação de desamparo do ser humano é, para mim, uma discussão muito ampla e fundamental em nosso tempo. Acredito que por trás de discursos e comportamentos violentos há um grande medo da vida, uma profunda insegurança existencial.
O mundo vive um processo tão delicado; que dar opiniões unanimes sobre assuntos de relevância existencial virou motivo de risos, mesmo sendo bom ou sendo ruim.
Cada um nasceu para enfrentar os próprios dragões, as próprias tempestades e as suas próprias erupções.
Amo o pensamento de Friedrich Nietzsche quanto sua opinião sobre a existência. O filósofo (dizem ser bipolar) não acreditava que éramos alguma coisa, mas que estávamos em constante transformação. O verbo ser então não cabia para designar a existência, não somos bonitos ou feios, tristes ou felizes, doentes ou saudáveis, apenas estamos de algum jeito em relação a um determinado momento.
“Em Nossa” Vida; Nos É “Entregue O Terreno”, 'Seguimos' “Estradas” Que ‘Já’ Se “Perderam”. No Qual A “Cada Tempo” ‘São Movidas’ Por Alguém!
“Sempre” ‘Vi’ “O Ser” Humano! 'Como Uma' ‘Planta’, “Buscando Frutos” “Em Resposta” A 'Um' “Árduo” Trabalho! ‘Tempo E Dedicação’ ‘Para Sua' Horta, “Mas” “Que Sofre Por Consequência” ‘Dois’ “Estágios”; No “Qual” O Primeiro “Seria A Falha” Por Não Ter “Crescido” Dentre “Matos E Pragas” Que “Lhe” consumiam; No ‘Último’ Mesmo Com A “Conclusão” É Só Mais ‘Um’ “Dentre Suas” Colheitas... [Hoje Em Dia “Vejo Parcelas” De “Pessoas” *Sendo O “Empecilho” ‘Da’ “Própria Arte”], “Os Artistas” ‘Estão Mexendo’ Tanto Em “Suas criações” (Para Alcance Desses), Que “Como Uma Terra” De ‘Plantio’ Muito “Infestada” ‘Perde’ Nutrientes ou “Potencial” De “Gerar O Que Antes Era” “Natural”...
A vida é um jogo de infinitas posições, onde a solitude é uma ilusão e a paralisia, um fora de jogo existencial. Mover-se é ser, é co-criar a realidade, é evitar a invisibilidade do estático.
Dilema de um autossabotador:
"A melhor forma que encontro para preencher um vazio é ocupando ele com outro buraco"
Aquele que não aprendeu e não amadureceu com as lições do ano 2020, jamais conhecerá a transformação existencial da alma.
Não quero orações, nem tão pouco sua opinião, sei o que se passa com minha mente, ela quer me destruir, falta ar, falta ânimo, mas não cederei enquanto tiver forças para lutar,crise existencial sai de mim...
Como os seres humanos desde muito antes das civilizações, os caçadores coletores, e depois deles, lidavam com a seguinte questão, a mais terrível de todas, no âmbito de suas condições como seres viventes? "A única certeza da vida é a morte". Só mesmo se inventando crenças em um mundo pós-vida, em deuses a confortar-lhes esta e outras questões existenciais.
O estado depressivo vem quando a alma e o corpo físico deixam de estabelecer uma comunicação saudável e a alma se frustra com os atos que o corpo físico está praticando e/ou deixando de praticar. A inércia em dar seguimento à linha evolutiva culmina no vazio existencial persistente.
Todos são intensos e complexos por dentro, mas apenas uma insignificante porcentagem da população tem interesse no profundo de um ser.
Não importa se você está sendo falso com as pessoas e consigo mesmo, quem se dá bem nesse mundo é quem atua melhor.
Não peço muito para viver, apenas peço ao Universo que compreenda a nobreza do meu modo sereno e conservador de encarar a vida sem crucificar a dor dos dias que se foram e que nunca mais voltarão.
O erro da humanidade não é a sua existência, é os seus atos, e os atos são apenas consequências da existência.
