Poemas de Carnaval que eternizam os versos da folia
Oceano
Tão livre quanto o oceano
Tão livre mas até quando?
Tão livre mas nem tanto.
Ondas vão
Ondas vem
Elas te mostram que tudo e vai vem.
O carrossel nunca para de girar
Tudo que você faz um dia irá voltar.
Dance
Nade
Mostre para o mundo que você não mereçe nada menos que a intensidade.
Areia ,mar e sal
Você parece aquela lenda de uma bela sereia que curtia o carnaval.
Carnaval chegou
Carnaval passou
E a minha sereia linda para o mar voltou
-andreise vitória.2020
O medo que senti, foi eu nunca mais te ver
então criei coragem, e fui falar com você
foi como magia, um show bis de sedução
amor hoje é seu meu coraçao
Romaria no Bixiga
A campeã das campeãs estas em festa
Salve o seu manto preto e branco abençoado
Comunidade bate palmas se agita
Roda bahiana com o rufar da bateria
Porta bandeira e mestre sala esplendor
Quanto glamour no sambar lindas passistas
A harmonia conduz tudo com amor
E a velha guarda da Vai Vai é tradição
A multidão canta seguindo o pavilhão
Vai caminhando a romaria no Bixiga
Ó padroeira nossa senhora Achiropita
Abençoai minha escola na avenida
Cleiton Asca
Ao som do axé
Pulam e dançam,
Fantasiam-se,
Será que ele é?
Se for sobre ser feliz,
Todo mundo é
E ainda pede bis.
Só há uma lei
Decretada pelo rei:
Dançar e amar
Até o mundo acabar.
Nessa festa,
Ninguém liga
Ponha brilhos na testa
E venha, me siga!
Vários dias
Cheios de folia
Eu sei que você queria
Mais uns dias de alegria.
Na rua, no clube, no bloco,
na passarela...
Se gostamos ou não gostamos,
é tempo de alegria, de folia.
É tempo de brincar,
de extrapolar...
É tempo sobretudo de
cuidar mais do outro, da outra, da vida.
Cuidar da gente!
Cuidar, cuidar...
É Carnaval!
Brasileiro adora fazer piada da própria desgraça. Para que se preocupar, não é mesmo? Vamos rir, porque no final tudo acaba em pizza, churrasco, carnaval...
Mas quando a desgraça acomete sua vida e de sua família, o brasileiro - que gosta de rir à toa e também se gaba em levar vantagem - vai no mercado e faz estoque (de um ano) de comida, sem querer saber se vai faltar pra outra família brasileira. Vai no posto e quer dar de esperto furando fila, passando a frente de outros brasileiros que chegaram antes. O comerciante brasileiro se aproveita da situação e sobe o preço, porque tem consumidor brasileiro trouxa que paga.
Aqui, nesse país do pão e circo, não há necessidade de desastres ambientais e fenômenos naturais para a destruição da população, porque no Brasil é o próprio brasileiro quem faz isso uns com os outros.
Nunca seremos levados a sério, enquanto estivermos rindo das desgraças do país, brigando por time de futebol, sendo patriotas somente nos jogos da copa e votando por votar.
Somos um povo egoísta, individualista, alienado, ignorante e estúpido!
Esgoto do mundo...
Os Confetes Que a Vida Me Joga!
As
alegrias
da vida
para mim...
Viraram
confetes.
Para que eu
possa brincar
o meu carnaval
com meu
melhor sorriso.
Guardo-os
em potinhos
de sonhos...
Deixo-os
para usá-los no
momento certo.
Até lá,
vou colhendo
sorrisos!
Lá vão os mascarados, podem vê-los,
de tantas formas, no seu modo subumano;
levam caraças e disfarces nos cabelos,
mais os embuços que escondem todo o ano...
Vão prá folia, vão alegres, satisfeitos,
como histriões dos nossos tempos mais modernos;
esquecem normas, estatutos e conceitos,
em prol dos cultos aos assuntos subalternos...
Lá vão os mascarados prá rambóia,
pulam e troçam nesses grupos a granel;
é Carnaval, deixai-os ir, que vão com a nóia,
como as estrelas contrafeitas de papel...
Tanta alegria, tanta farra no Entrudo,
tanta folgança que não é o que parece;
riem-se plantas, animais e quase tudo,
sem que a memória leve a mal, mas que não esquece.
Você trocaria R$ 365,00 por uma nota de R$ 5,00?
Acho que não né?
Então pense bem antes de trocar 365 dias ao lado do amor de sua vida, por 5 dias de carnaval.
Quarta feira, em cinquenta tons de cinza...
O mar ficou cinza.
A linha do horizonte, nesta manhã de quarta feira tem um fundo cinza.
A areia, confete colorido, também ficou cinza.
Passou o carnaval, e o amor de carnaval também virou cinza.
Mas, cinza não é fim de nada.
Cinza é o início em cor, como gota de orvalho, nuvem de chuva,
É tempo de espera entre o preto e o branco na cabeleira dos avós.
Foto antiga que mata saudade também é cinza.
Até o amor no cinema moderno tem tons de cinza.
E nós hoje coloridos de preto, branco, amarelo, marrom...
Seremos um dia cinzas,
Em todos os tons de cinza.
Trio elétrico não teve
Nem baile nem Pierrô
As cinzas antecipadas
Mestre-sala não sambou
Não lançou a serpentina
A pobre da colombina
Fevereiro sem calor
O falsos deuses já vilipendiaram nossa forma, não é como se fosse novidade!
Os programas que assistimos não são os nossos, as ideologias que exclamamos vem de outro lugar, até as discussões que temos são estrangeiras, uma região sem vida, sem glória, sem boa história e de presente devastado...onde estão os nossos heróis?
Boa dúzia deles permanecem acorrentados em alegorias de carnaval, cravados em lantejoulas e escorados em cordas e paus, que duram tanto quanto cera esquecida no sol, assim somos nós brasileiros, um monumento rachado, esculpido por outros e quebrados pelo tempo!
E fantasiados com as cores do amor da folia chegamos ao fim,
De mais um suspiro profundo que antecede o sono de quem está com a quebreira do dia,
Difícil de encarar mas sempre fácil de sorrir,
Levamos com orgulho a bandeira da escola da vida,
Graciosamente dançamos com as surpresas das horas sem escorregar e deixar o chapéu cair,
Tocamos a bateria com vigor e entusiasmo,
Muita marcação no Surdo de primeira, Surdo de segunda e de terceira,
Na caixa de guerra, repique, chocalho, tamborim e cuíca,
CIDADE DO FREVO
Recife é a cidade
Da cultura popular
Onde se dança o frevo
Que consiste em pular
Segurando a sombrinha
Ouvindo o Vassourinhas
No carnaval a tocar
Isso
Saio e aquela vida
(Mesmo assim)
Vi tudo se acabar
(O que não tem fim)
E por isso a minha vida
(Recomeçou)
Te conheço bem ainda
(Meu amor)
E por isso eu sempre lembro, mas nunca te entendo: o que quer?!
(O que quer?, o que quer?)
E por isso eu sempre lembro, mas nunca te entendo: o que quer?!
Lá vão os mascarados, podem vê-los
de tantas formas, no seu mundo subumano;
levam caraças por debaixo dos cabelos,
mais os embuços que carregam todo o ano.
Vão prá folia, vão alegres, vão perfeitos,
como histriões dos artifícios mais bonitos;
folgam-se normas, repetidos preconceitos,
em prol dos cultos aos assuntos interditos.
São tão felizes, disfarçados e contentes,
pulam e troçam, nesses grupos a granel;
é Carnaval, deixai-os ir que vão contentes
como as estrelas que são feitas de papel.
Tanta alegria, tanta farra neste Entrudo,
tanta folgança, tanta cor, tanto brilhante;
riem-se as almas, as tenções e quase tudo,
das zombarias deste enlevo extravagante.
FCarnaval trás desgraça !
Os que desceram a sepultura,
já não são mais lembrando.
O que interessa para os governantes é que outros sejam sepultados.
Carnaval trás desgraça, mas também trás dinheiro.
Agora às portas se abrem, pra receber os estrangeiros.
Depois que a festa passar, vai haver lamentação, pois o vírus vai atacar,
sem dó e sem compaixão.
Eu lamento carnavalescos, pela grana que ganharam, mas o povo que hoje choram,
é porque foram otários.
"Me dê mais"
Eu já vi luas mais bonitas em dias mais normais
Amores mais infames em dias racionais
Vazios enormes em dias de festival
Prostitutas mais baratas no carnaval
Você sabe qual é a próxima rima
E na avenida, fui além
Meu ser, em sua espera,
Morreu num terremoto
Estrondos, escombros, estilhaços
Neste móvel, só há poeira
Poesia de beira
Esfarelou-se feito um fato
Fatídico, faminto, farto
Figuras de linguagem,
Assim como blindagem,
Fazem toda diferença
No carnaval
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