Poemas de quem Deu um Fora
Versos direto de esquerda
Meus poemas são sussurros
Que soam como urros
Em orelhas de burro
O verso direto de esquerda
É pique um murro
Na mente faz furo
Daqueles...
Que sabem muito bem
Qual o lado do muro que está...
Depois vem com aquele
Velho discurso, dizendo
Que pensou no futuro dos filhos e pá.
Mas eu!
Vejo de longe seus ataques gratuitos
Me protejo com palavras
Envolvendo-as como um escudo.
Ascendo ..
A vela da vitória
Pra ver o seu fim
Nem preciso empurrar
Vc mesmo tropeça na língua
E eu te vejo cair.
Enfim... é sobre isso e tá tudo bem?
Discursa:" Deus, pátria e família"
E enrola a nota de cem..
Pois bem...
Prefere me excluir
Com papinho de q sou m4conheir0.
Ganha fama dos cegos
aumentado a carreira dentro do banheiro.
Que feio!!!
Mas agradeço pelo dom de falar,
Escutar e enxergar
Os pensamentos fluindos
Na ponta da língua .
Só "DissCarregar"
As frases do mudo
Que faz surdo enxergar
Massa cefalica blindada
Pra não recuar.
Eu...
Transcendo minha alma
Evoluo minha mente
Abrindo novas portas
Sem pular a janela
Pra plantar minha semente
Então sente
O peso dessas palavras
das verdades que mente.
Siga por esse caminho
Talvez um dia me enfrente
Mas pense.
Muito bem antes do que vai me dizer
A resposta é rápida e ácida
Com um ou dois versos.. extermino você!!!
Passar bem...
Thibor
Quando a melancolia se aproxima do meu ser,
Eu a afasto, numa mistura de lágrimas, frases,
poemas e canções...
Na simplicidade das minhas frases, versos, poemas, poesias e canções existe a pureza da minha alma...
A sensibilidade do meu coração...
E neste meu olhar vago, as vezes perdido acalma...
Ausências, perdas, toda e qualquer emoção.
Existe algo de você em mim que me inspira o amor
E componho meus poemas
Em versos que descrevem o meu amor por ti
Que passa pelos meus pensamentos
Sentimentos que só me fazem amar-te
Mais como inspiração
algo seu em mim
Como o amor.
Talvez nunca me encontre como poeta
Mas talvez encontre meus poemas
Mesmo quando eu já não existir aqui
Me encontrarão nos versos apaixonados e melancólicos das minhas mais sentimentais poesias...
Perco os melhores poemas enquanto mastigo o pão
entro no devaneio das preciosas palavras
– Para quê?
Não me recordarei depois…
E, enquanto mastigo a massa cozida, coesa, comprida
invento canções e alaridos
das rimas sou anjo cupido
e não há caneta e papel
nem mesmo azeite com mel
para celebrar a poeta
– a poeta que sou lá!
no mundo onde ninguém me vê
na escuridão das intempéries
no exausto labor do encontro
de tudo o que poderia vir
e nunca veio
de tudo o que poderia ser
e nunca é
com tempos verbais débeis
ou verborragias
com lacunas e frestas
com enfeites ou peças
nada existindo outra vez
e o pão escorrega seco goela adentro
talvez ele encontre os versos em mim
que eu
… eu ainda não me dei.
Contei-lhe minha história e para ti fiz nascer poemas...
Coração solto em terra ímpia a florescer...
Da ilusão por mim criada só tive algemas...
Onde aprendi a sofrer...
Todas as portas já cerradas...
Todas as ruas vazias...
Vejo as estrelas a chorar...
E até, quem diria...
Não é mais bela a lua...
É só uma luz fria...
No jardim das almas...
Ninguém acompanha meu caminhar...
Saudade ou aspiração?
Deixei minhas virtudes cair ao chão...
Cansei de tanto oferecer...
Do que não há de voltar...
Do tempo que há de chegar...
Castigo inexpiável...
Tamanho é meu parecer...
Para ter meus sonhos realizados...
A quem devo obedecer?
Para quê a busca das coisas?
Quando por fim tudo acaba?
Valerá a luta da conquista...
Onde ainda se crê e se ama ainda?
Sim, é certo...
Quem eu amo...
Agora zomba e ri do meu amor…
Em tudo o que fiz pus o cuidado...
Será possível mesmo o fim de tudo?
Restando-me só ausência e dor?
Sandro Paschoal Nogueira
BESTEIRA
Espie só que moral
O tamanho desta besteira
Nas poemas que escrevo
Ouço a voz de Manuel Bandeira.
Ele chega de mansinho
Na lassidão de uma vida esquisita
No fervor deste caminho:
O pavor de receber, e o prazer de ser visita.
Em verso efêmero e triste
Apaixonadamente lhe revela
Não ter medo da morte
Ter medo do fogo da vela.
A solidão é seu amor
A morte o seu segredo
Na morte sentir dor
Na hora sentir medo.
Dos costumes que bem sei
A homogeneidade d'almas existe
Nos manifestos colossais
Cousas letais é comum
A única fila que presta
É aquela composta por um.
041009
Tributo a Manuel Bandeira
Poeta poetizando poemas vivo a sonhar.
Poeta na poetização de poesias a poetizar.
Palavrinhando com as rimas; rimando com as palavras; entrego me aos versos da poetisa, que com suas poéticas rimas, poeticamente poetizou o meu poético coração.
Anos e anos indo e vindo.. entre poemas, escritos e encenações artísticas.. as vezes aceitas, as vezes recusadas por falta de tempo..
Entreguei-me a arte, como um pacto.
Hoje sou da arte, e sinto pertencer à ela.
E a cada vez que me sinto perdida, me encontro (e reencontro) também dentro dela..
Meu bem querer! Eu estou pedindo o teu amor em forma de poemas.
Quero todo o teu querer com promessas de viver nas juras de amor.
Em uma noite linda eu só penso em nós dois, sabendo que a pitada de romance pode transbordar nosso coração.
Já não há mais razão para lagrimas, pois com sentimentos os poemas fixam promessas entre a dor, O sofrimento é dividido.
Quando não se sabe dizer que o amor transpassou o limite é preciso atitudes para desatar todas as ansiedades.
No fluxo perfeito as cores da paixão ficam exata ao nosso querer.
Acho que o perfeito não participa da conversa nem dos sentimentos;
Escrevo poemas com erros de português exagerados, me procuro, mas não sei onde me encontrar;
Sei que não há como apagar os erros do passado, mas quero-lhe compensar por tanto que eu deixei de fazer;
Te erguer ou exaltar toda a sua dignidade e celebrar todo amor que nasce entre nós;
Não recito poemas sem vida nem finjo festa em meus receios para beirar seu coração tentando o resto não oferecido a mim;
Para conter as ansiedades procurando os seus perdidos, desvio toda atenção e uso da sua certeza decifrando os seus olhos;
Mas no seu esconder, mesmo sem querer você me apaga e eu continuo a te assistir no meu escuro;
Ofereceria-te todos os meus poemas para te ver sorrindo e se encantando com cada frase que viesse te fazer bem;
Pois o teu sorriso sempre me cativou com certa serenidade, e o que você tem é o que o meu coração necessita em ter;
Preciso da sua alegria do jeito de amar para me acalmar e juntar os pedaços que ficaram por outro amor;
Preciso da “solitude” para receber inspiração e escrever minhas frases e poemas mas rejeito a “solidão” porque preciso de alguém, ao meu lado, para fazer feliz.
Ney P. Batista
10/28/2021
GRITOS DO POETA
Poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas
são gritos... São sentimentos reprimidos.
Pelo menos os meus poemas são.
Meus poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas são meus pensamentos;
Questionamentos armazenados na alma.
Dilemas, conflitos, mitos...
E até fuxicos, que evito externar,
Exponho nas linhas em versos.
Os meus poemas, versos, poesias...
Contos, crônicas e frases curtas
são pensamentos que me ensinam...
Não perturbo a mente ninguém,
nem fico com cara de bobo.
Conversar comigo mesmo,
conversar sozinho não me faz um tolo.
Sou esperto, sei a quem contos meus segredos...
Conto-os a quem vai ter que resolve-los.
Poemas rudes e ignorantes
Brigando na avenida
Por causa de palavras erradas
Que foram ditas.
Um fala de mar
E o outro oceano.
Um fala de vida
E o outro viver.
No fim,
Tudo acaba em poesia...
'Ler Poemas,
É como saborear lentamente uma comida maravilhosa...
E escrever Poemas,
É como devorar diversas comidas num banquete
Com uma fome incessante'
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