Poemas de Morte Poetas Conhecidos

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PRESSÁGIO DA MORTE!

Não reflito
Nos conflitos
Não reajo
No pedágio
Da escrita
Tão bendita
Ou maldita!
O poeta em sua alma
Resvala seus traumas
Chora seus pecados
Entre amores e desamores...
Outras vezes castigado
Sem merecimento
Numa cultura mística
Enredo de política
Mistérios dos poderes
Ou de podres prazeres
No meio de lama escura...
Não reflito não reajo
Na cartilha dos hipócritas
Prefiro minha solidão
Calado , sem reflexão
Presságio da própria morte!

AUTOR -= JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

amo a morte tanto quanto amo a vida
pois por mais encantadora e linda que a vida possa ser
a morte é o alívio, a paz e o fim
e tudo que eu preciso é um ponto final
novos começos já não me deixam tão animada, uma outra perspectiva já não me deixa otimista
um novo sonho não me faz transbordar de emoção
um novo amor não me tras mais tanto encanto
queria que o amor pela vida voltasse a transbordar dentro de mim, mas hoje sou apenas o que restou de minhas experiências, emoções e decepções.

A vida
Procura a morte
Quem tiver sorte
Pode ser forte
Mas fica sem norte

FELIZ PÁSCOA
A Vida sobrepõe a Morte.
O Espírito, à matéria.
A Luz, às trevas da ignorância.
A virtude, aos vícios
Recomeçar é possível.
Fé, Esperança e Caridade (Amor)
FELIZ PÁSCOA a todos nós.

Sérgio Édson Domingues Soares

⁠E que, quando a morte vier me buscar,
que ela me encontre no banco da praça.
Por quê? Porque eu nunca vou à praça.

Já morri tantas vezes
e nunca tive medo da morte,
até conhecer você.
Mas também desenvolvi
o medo da vida:
de viver o suficiente
para te ver morrer.
Então me abrace.
Vamos ser eternos agora,
entre a vida e a morte.

E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:


— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.


— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.

(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)

Viver salvo

Para os países em que há pena de Morte! Eu estou orando pelos sentencionados! Que haja vida e não morte! Jesus manda-nos visitar os presos! Estou a me lembrar dos cristãos, que foram e são condenados à morte! Devemos visitar os que pudermos! Nos países onde estamos, devemos nos lembrar destes nossos irmãos na fé: Irão e outros países onde há a pena de morte. Se nós, ficarmos na atitude de deixa andar, podemos mesmo vir a perder a salvação. Como cristãos, a nossa atitude deve ser os outros.

Não podemos ficar impassíveis. Temos que agir ao menos na oração, em relação a todos os que sofrem. Deus nos chamou não para, recebermos bênçãos espirituais ou materiais, mas para darmos a nossa vida pelos outros.

Ser cristão e viver morrendo, pelos outros. Pois foi isto que Jesus fez. Em. Cada dia ia morrendo, nas suas atitudes a favor dos outros. Por fim deu toda a sua vida, por todos.

Ser cristão não é ter boas casas, conta bancária, carro e saúde. Ser cristão é ao contrário, não termos estas coisas. Mas é sofrer, por não termos estas coisas.

Um dia, muitos de nós, vamos ouvir um "Não" de Jesus Cristo ao vermos que o nosso nome, não está escrito no livro da vida. Isto é um facto. Muitos cristãos vão perder a salvação! Que ninguém tenha dúvidas.

Só os santos vão para o céu e não simplesmente os religiosos. Que a igreja pense nisto; que a igreja, não pense que é só dizermos, que somos salvos. O cristão não deve ter a certeza da salvação! O cristão deve viver a salvação de Jesus Cristo!

Não temo a morte, apenas como irei morrer.


Faz parte da vida ir embora, mas perder as coisas boas que ela te dá, isso sim causa medo.

As noites trazem a luz do luar
E o frio hálito da morte.
Anseio por ela a cada segundo,
Enquanto busco abrigo em teus seios, ó minha amada.
Nem os anjos dos céus,
Nem os demônios dos mares mais sombrios
Seriam capazes de separar nossas almas.

Tua beleza, invejada pelos anjos,
Atrai a própria morte,
Ó minha doce companheira.
E é neste sepulcro silencioso
Que nossos corpos se encontram,
Unidos para além da vida,
Sob o eterno véu da eternidade.

Ainda aqui
por Sariel Oliveira

Eu já vi a morte levar gente demais de mim.
Gente que eu amava, que eu queria perto,
gente que eu achava que ainda tinha tempo.

E não teve.

A morte não dá aviso,
não dá chance de preparar o coração.
Ela só vem… e tira.

E depois disso, alguma coisa muda dentro da gente.

Hoje, eu prefiro que as pessoas se afastem.
Prefiro ver de longe, mesmo que doa.
Prefiro saber que estão vivendo, sorrindo, seguindo a vida…
mesmo que não seja comigo.

Porque a distância machuca,
mas não destrói do jeito que a morte destrói.

A morte não deixa escolha.
Não deixa caminho de volta.
Não deixa nem um “e se”.

Então, se for pra perder…
que seja pra vida.

Que seja vendo de longe,
que seja em silêncio,
mas sabendo que ainda estão aqui,
em algum lugar do mundo.

Porque no fundo…
o que mais dói não é a distância.

É a certeza de que nunca mais vai existir nem a chance de estar perto de novo.

⁠O primeiro dia após a morte
É vago, vácuo, vazio e ócio.
Pois a insatisfação, a tristeza, a dor e o esmorecimento promove a prostração.
0 primeiro dia após a morte
É também o primeiro passo à depressão.
A nostalgia e a angústia causam o dissabor
E incitam a consternação.
A amargura é fruto do
padecimento
Do luto, do infortúnio
E da mortificação.
O primeiro dia após a morte
É sim, um dia de aflição
Da pena , do pesar e da inquietação.
O primeiro dia após a morte !
É dia da infinidade sem fim;
É sempiterno.

04032018

Ameaçar alguém de morte é crime no Brasil.
A conduta é enquadrada no Artigo 147 do Código Penal, que tipifica o crime de ameaça e se aplica a intimidações feitas por palavras, escritos, gestos ou qualquer outro meio.
Fonte: Jusbrasil
PS: Faça um (BO) na Internet ou Pessoalmente na Delegacia.

É o capitalismo das penas
O tráfico de animais
😎😎😎














Morte ao tráfego

O problema não é a morte, mas a dor
A dor de quem fica
A dor de quem vai
A dúvida que nos consome
A saudade que acompanha quem ficou.


Quem se foi, daqui não mais será
Donde está, colhe seus frutos
Mas quem ficou,
A falta machuca
A saudade espanca
A negação maltrata


Por fim, o fim chegou
Levando um personagem
Deixando um quadro escrito a giz
O tempo dá conta do resto
Mas o que de fato ficou?

O Problema não é a Morte
O mal não é o fim da estrada,
O problema é a agonia;
A dor da alma apartada,
Que o corpo já não sustenta,
E a dúvida que nos guia,
Nesta dor que nos sedenta.
A dor de quem se despede,
A dor de quem viu partir;
A saudade que intercede,
No peito de quem ficou,
Na dúvida a nos consumir,
No rastro que se apagou.
Quem se foi, já não é mais,
Deste mundo se ausentou;
Colhe os frutos ancestrais,
No lugar onde habitar.
Mas o peso que restou,
Faz a falta machucar.
A saudade, enfim, espanca,
A negação nos maltrata;
Uma dor que não se estanca,
Pois o fim, enfim, chegou;
A morte, em sua mão exata,
Um personagem levou.
Deixou o quadro escrito a giz,
Que o tempo logo consome;
Desta história, o que se diz?
O que de fato ficou?
Resta apenas o sobrenome,
Ou o que o amor preservou?

TSAS A MORTE LENTA

Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.

O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.

O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.

O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.

A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.

Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.

Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.

Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.

A morte não é o fim! Nem o descanso eterno.


Não devemos esperar a morte, para dizer algo bom ou importante sobre alguém que amamos.


Não deixa a vida apagar as oportunidades de dizer a alguém o quanto ela é especial, ou pode fazer falta na sua vida.


Não se deixe levar pelas mágoas passadas ou rancor que pode acontecer nos caminhos.
uma raiva suprimida é o caminho mais escuro que se pode andar na vida cegando tudo de bom que se pode ver ao lado de uma pessoa importante.


Não perca suas noites de sono alimentando um fraco sentimento dentro de você chamado orgulho.
O orgulho precedi a queda dos duro de coração.


Saiba perdoar! por que só as puras intenções de fato irá curar seu coração.


Ainda não é chegado o fim!
Mesmo a morte não será obstáculo nem impecilio de dizer que nos veremos né uma outra estrada da vida.
Minha fé me leva a certeza que um dia nós veremos, e renasceremos para a vida eterna.


QUANDO SEU AMOR É VERDADEIRAMENTE MOSTRADO, ELE NÃO É DESPERDIÇADO.
(RONAN HELIO DE SOUZA)

"Sem angústia.
Sem culpa.
Sem dor.
Sem morte.
Sem aflição.
Comigo Senhor,
sempre andarás..."
Amém!

☆Haredita Angel

"A morte para o espírito é aquele pássaro livre a voar fora das grades da vida!"
Haredita Angel
22.08.24