Filósofo Jalison santos
“Tudo o que existe carrega um pedaço da vida, mas só quem sente entende o que ela realmente é.”
— Jalison Santos
Pergunta: O que você pensa sobre o arrebatamento e se a Igreja passará pela Grande Tribulação?
Resposta do teólogo e pensador Jalison Santos:
Penso e afirmo com toda clareza: Nós, o povo de Deus, NÃO passaremos pela Grande Tribulação, pois o Senhor nos livrará totalmente dessa ira. Tudo está bem definido nas Escrituras, especialmente quando analisamos o texto original, e essa é a minha conclusão como pensador.
A base principal está em Apocalipse 3:10:
"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo, para experimentar os que habitam sobre a terra."
Na língua grega, a preposição usada aqui é EK. E eu deixo muito bem explicado: EK significa TIRAR DE, SAIR DE DENTRO, LIVRAR DE FORA. Ela NUNCA significa "durante", "na hora" ou "no meio" do evento. Se a Bíblia quisesse dizer que iríamos passar por ela ou ser protegidos dentro dela, teria usado outras palavras, como EN ou DIA. A promessa é clara: Deus não nos protege dentro da tribulação — Ele nos tira de fora dela, antes que ela venha.
Essa verdade está confirmada em vários outros trechos que mostram exatamente o mesmo raciocínio:
✅ 1 Tessalonicenses 1:10
"e esperar dos céus o seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra DA ira futura."
Novamente: livrar DA ira, não livrar NA ira — sair fora, não ficar dentro.
✅ 1 Tessalonicenses 5:9
"Porque Deus não nos destinou PARA a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo."
A ira não é o nosso caminho, não é o nosso destino. Ela é reservada apenas para o mundo ímpio, que rejeitou a Deus.
✅ Lucas 21:36
"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais tidos por dignos de escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do Homem."
Escapar = sair fora, evitar, não passar por elas. É exatamente o livramento que falamos.
✅ 2 Tessalonicenses 2:6–8
"E agora vós sabeis o que o detém, para que ele seja revelado em seu próprio tempo. Porque o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém, até que seja tirado do meio. E então será revelado o iníquo..."
Quem detém o mal é o Espírito Santo agindo na Igreja. Quando nós formos tirados do meio, então virá o Anticristo e a tribulação. Nós saímos ANTES.
✅ Apocalipse 4:1
"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu... e ouvi uma voz... que dizia: Sobe aqui, e eu te mostrarei as coisas que devem acontecer depois destas."
João representa a Igreja: chamado a subir ao céu ANTES de começarem os juízos que virão nos capítulos seguintes.
✅ Isaías 26:20–21
"Vai, meu povo, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a indignação."
O povo está protegido fora, em lugar seguro, enquanto o juízo cai sobre a terra.
Conclusão final, como eu penso:
Deus já julgou os nossos pecados em Jesus Cristo na cruz. A ira de Deus não pode cair duas vezes sobre o mesmo pecado: uma vez caiu sobre o Filho, e por isso não cairá sobre nós. A Grande Tribulação é o tempo de juízo contra a impiedade do mundo. Pela palavra EK e por toda a coerência da Escritura, está provado: o arrebatamento é um ato de livramento pré-tribulacional — somos tirados DE FORA da tribulação, não ficamos dentro dela.
— O teólogo e pensador Jalison Santos
✅ SOBRE O HOMEM, O PECADO E A LUZ
O Teólogo Jalison Santos disse:
"O homem é filho do pecado até que chega o tempo em que ele encontra a luz. A luz vem do conhecimento da verdade, da letra original, do sentido real que estava escondido e agora é revelado."
"Nascemos na escuridão, sob o pecado, recebendo o que vem dos homens, o que foi corrompido. Mas quando buscamos, quando estudamos, quando voltamos para a origem — aí encontramos a luz que corrige, revela e mostra o que realmente é a Palavra de Deus."
SOBRE A LETRA E A VIDA
O teólogo Jalison Santos disse:
"A letra mata quem não a conhece — porque ela mostra a verdade exata, a estrutura, a escolha, a responsabilidade e o sentido real que muitos querem esconder ou distorcer. Quem não conhece a letra, fica na ilusão, na interpretação humana, no erro e na escuridão."
"A letra mostra o que é certo e o que é errado, revela a obrigação, a escolha e a responsabilidade de cada um. Quem vive na ignorância acha que a salvação é automática, sem participação do homem — mas a letra julga, mostra a verdade e separa o que é de Deus do que é do homem."
SOBRE ADÃO E CRISTO, A ESCOLHA E A REGENERAÇÃO
O teólogo Jalison Santos disse:
"Assim como estávamos em Adão e por ele ter pecado, todos os homens pecaram. Jesus foi o Segundo Adão, perfeito em tudo. Assim como Adão teve a livre escolha de comer o fruto proibido e pecar, nós temos a livre decisão de sermos regenerados em Cristo Jesus."
"Nós não fomos regenerados automaticamente na cruz. Pois temos a decisão livre de escolher a Deus, mediante a graça que nos é dada e a fé que nós mesmos exercitamos no coração."
"Deus nunca tira o livre arbítrio do ser humano. A cruz conquistou a salvação, abriu o caminho e enviou a graça — mas a regeneração, o nascimento de novo, depende da nossa vontade e da nossa escolha de aceitar e receber o que Ele preparou."
A FENOMENOLOGIA DO AMOR
Pensador e Filósofo Jalison Santos | Teólogo
Entendo que o amor verdadeiro ele não está em promessas, mais sim em como você ver a vida do "Amor".
Eu tive a certeza de que existem dois tipos de amores na vida e vou lhe mostrar qual é.
Eu estava em uma cidade bonita, passeando por lugares muito lindos e bonitos e vi várias pessoas casadas de todo o tipo de idade: idosos, meia-idade, jovens adultos, adolescentes e pessoas longevas. Todas essas pessoas casadas, cada uma com uma idade, um tempo de convivência, alguns com mais conhecimento, outros ainda aprendendo.
E eu observei todos os casais que estavam ali.
Na volta, peguei um ônibus e, ao percorrer o caminho, deparei-me com dois casais um ao lado do outro, cada um com suas respectivas companhias. Mas foi então que vi algo diferente, ao observar um dos casais: eles estavam brigados, passando por um momento difícil como casal. Enquanto isso, o outro casal estava feliz, alegre, riam muito e estavam bastante animados.
Com isso, eu fiz a pergunta para mim mesmo: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre? O casal que estava feliz e alegre, ou o casal que estava passando por momentos difíceis e brigas?
Durante a viagem, comecei a olhar para as paisagens, para os lugares belos que eu passava e, quando percebi, já estava chegando ao meu destino. Mas antes que eu chegasse, a pergunta voltou a surgir na minha mente novamente: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre?
Nesse momento, olhei mais uma vez para os dois casais: o casal que antes estava sorrindo e animado ainda estava ali, na mesma alegria. Mas para minha surpresa, o casal que antes estava brigado e passando por dificuldades, também estava sorrindo, estava alegre, contente e feliz.
Foi nesse exato momento que eu entendi tudo.
Compreendi que o casal que fica junto para sempre não é aquele que fica sorrindo toda hora, nem aquele que aparentemente parece que está tudo bem. Não! O amor verdadeiro é aquele que, mesmo com problemas, com situações difíceis, sabem se resolver, sabem superar e encontrar a paz novamente.
A Fenomenologia do Amor: O Olhar de Jalison Santos
I. A Tese Central
Para o pensador Jalison Santos, o amor verdadeiro não reside na estática das promessas ou na superfície das palavras, mas na cosmovisão — na maneira como o indivíduo enxerga e interpreta a própria vida amorosa. Ele propõe uma distinção entre o amor de aparência e o amor de resiliência.
II. O Cenário da Observação
A reflexão nasce da observação da diversidade humana. Ao caminhar por uma cidade bela, o filósofo contempla o amor em todas as suas fases cronológicas:
- A descoberta (adolescentes);
- A construção (jovens e adultos);
- A consolidação (meia-idade);
- A transcendência (idosos e longevos).
Essa diversidade mostra que o amor é um fenômeno universal, mas que o conhecimento sobre ele é acumulado de forma distinta em cada etapa da vida.
III. A Dialética do Ônibus (O Conflito)
O ponto de mutação do pensamento ocorre em um ambiente comum: um ônibus. Ali, Jalison depara-se com o contraste absoluto — a dualidade do amor presente em dois casais próximos:
1.O Casal da Euforia: Imersos em risos, alegria e animação aparente.
2.O Casal da Angústia: Atravessando o silêncio pesado da briga e do momento difícil.
Surge então a pergunta ontológica: Qual desses amores possui a substância da eternidade?
IV. A Iluminação e a Conclusão (O Amor-Resolução)
A resposta não veio de uma teoria abstrata, mas do tempo da trajetória. Ao observar o casal que antes brigava agora sorrindo e em paz, o filósofo Jalison Santos alcança a verdade:
A eternidade de um casal não é garantida pelo riso constante, mas pela capacidade de cura.
O amor verdadeiro não é a ausência de problemas (o que seria uma ilusão), mas a capacidade de resolução. O casal que permanece junto é aquele que, diante do abismo do conflito, escolhe construir uma ponte em vez de saltar.
"O amor que fica para sempre não é o que aparenta estar bem o tempo todo; é aquele que, mesmo em situações difíceis, sabe se resolver."
— Jalison Santos
