Poemas de Morte Poetas Conhecidos

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Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes

Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.


imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?

Na morte das imagens...
Defloramos o proposito no lienar...
A fonte das almas cansadas...
Num suposto estado.
Prevemos nossas somas divididas...
As sombras implantada pelo mérito do amor.
E no eco desse limiar,
onde as frações de nós se perdem,
resta o avesso do espelho.
​Onde o amor, em sua busca por permanência,
deixou a penumbra como herança.
​Se as somas se dividem,
o que sobra é o peso exato do que fomos:
silêncios cultivados na ausência da imagem,
e a certeza de que até a escuridão
tem o formato daquilo que um dia ardeu.
Perdida no meio ao Paradoxo.
Damos livre-arbítrio ao ato de criar.
Pelos desejos Apenas olhares no espaço.

"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
​Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
​Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
​Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."

Pela morte da amiga Elfriede Galera

E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença

Que Deus a receba em seus braços!!!

O Céu Pode Esperar
──── ♡ ────
Quando a morte vier me buscar,
não acenderei nenhuma vela,
não rezarei por salvação,
nem implorarei por um lugar entre os santos.


Que os anjos chamem.
Que os portões do paraíso se abram.
Que o infinito me ofereça suas estrelas.


Eu ainda direi não.


Porque o que é o céu
quando seus olhos não estão lá?
Que valor existe na eternidade
se nela eu tiver que esquecer o som da sua voz?


Então, se a morte me levar,
eu atravessarei seus corredores escuros
com seu nome preso entre os dentes,
como uma última oração.


E se Deus me perguntar
por que abandonei o paraíso,
eu responderei:


“Porque ela ficou para trás.”


E voltarei.


Mesmo que seja tarde.
Mesmo que eu tenha que atravessar o inferno.
Mesmo que meus ossos se desfaçam
e minha alma seja condenada a vagar.


Eu voltarei.


Porque há amores
que não pertencem ao céu.


Há amores que nasceram no escuro,
cresceram entre feridas
e aprenderam a chamar a eternidade
de lar.


E se para ficar ao seu lado
eu tiver que morrer mil vezes,


então que a morte tenha paciência.


O céu pode esperar.

Pra muitos a morte é um símbolo de paz,
Onde acaba suas dores
Decepção e medos...⁠

PRESSÁGIO DA MORTE!

Não reflito
Nos conflitos
Não reajo
No pedágio
Da escrita
Tão bendita
Ou maldita!
O poeta em sua alma
Resvala seus traumas
Chora seus pecados
Entre amores e desamores...
Outras vezes castigado
Sem merecimento
Numa cultura mística
Enredo de política
Mistérios dos poderes
Ou de podres prazeres
No meio de lama escura...
Não reflito não reajo
Na cartilha dos hipócritas
Prefiro minha solidão
Calado , sem reflexão
Presságio da própria morte!

AUTOR -= JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

"Não tenho medo da morte, eu tenho medo da vida. Vocês escolheram a garota errada."


- Fora do Universo: Eles se encontraram

Para quem duvida do eterno mistério da vida
e do sumo encantamento da morte,
os sentidos naturais nos convidam
à uma reflexão filosófica:
A música de Bach, o prodígio divino de Beethoven
as óperas Wagnerianas, o virtuosismo de Chopin
para mim seria suficiente, mesmo que
me faltassem todos os outros sentidos.
Se eu não pudessem ler os poemas de Camões
nem as odes de Horácio e de Cícero
ou ainda as "odisseias" de Homero,
e os poemas de Pessoa. Mesmo assim
estaria convencido da existência
de um espirito eterno e sábio
que sopra aos humanos tanta
beleza e espanto... e divindade.
Olhe que não citei Verdi

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

Há muito tempo perdi o medo de encarar a vida, de desafiar a sorte, de olhar a morte com a cara suja após um pesadelo. Ao nascer, perdi-me no corredor da vida. Pouco me importam a cadeira elétrica, a injeção letal, a sentença do juiz, o golpe fatal do carrasco ou a lenta caminhada até o cadafalso.


Pouco me importa a espada de fogo à porta do paraíso. Eu quero a alegria desta vida. Quero o sorriso infante e a embriaguez dos delinquentes. Quero a alma aquecida na fogueira ardente que consome a esperança. Quero o risco e a vertigem de estar vivo. Quero encarar o medo com o espanto doce de uma criança.


Quando a morte vier, que me encontre de pé, ainda com a poeira do caminho no rosto e o coração em brasa. Para quem estreou neste palco de loucos, a única vergonha é não ter vivido.

Morte e sofrimento são de fato as duas únicas certeza dessa existência


I.A Lopez

Eu tenho medo...
Medo da morte? Também.
Ah, mas há outros medos que me dão mais medo...
Esses medos a que me reporto, a história poderá contar.

⁠Depois da morte?
xiii, não fale disso...
Quero estar em paz
Doí viver para morrer
Mas precisamos morrer para ter vivido
Dolorosa e cruel morte, de ti serei uma vitima
Vagueando pelo mundo, vouuuuu
Espero o tal dia.

A morte é a última coisa que devemos pensar, dicas do motivo?


Pois estamos atarefados demais já e temos que resolver coisas da vida antes de pensar nela e, como disse deixá-la por último.

É o capitalismo das penas
O tráfico de animais
😎😎😎














Morte ao tráfego

Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou.


Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade.


Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero.


Se Deus é por nós, quem é contra nós?


Deus.


O código escrito do justo é observado.
Nenhuma fantasia dura mais do que a medíocre vida de seu tirano.


Deus já sublima esse planeta a 4.5 bilhões de anos.