Poemas de Luto
"Em Belém, certos poemas andam, tropeçam em suas antigas calçadas desemborrachadas pela Indonésia, respiram ainda, maravilhando-me sob seus trapos com suas verdades e todas as realidades da solidão!"
Há quem me dera se a vida fosse só escrever poesias, fechar os olhos e não ver o tempo passar; deixando soltas no meu imaginário as palavras, assim igual crianças, brincando em meus sonhos de fazerem versos e rimas.
Já não quero mais rimas e nem poesias piegas, hoje o amor se está entregue a realidade de dois corações que vêem a vida de maneiras diferentes e que ainda sim precisam ficar juntos
Não apenas em um suportar de identidades mais por entender que o amor não se resume apenas ao físico ou ao romântico mais ele é a força do entendimento de tudo que o outro se tornou mesmo que isso lhe tire o alguém por quem você se apaixonou e lhe faça em meio a tantos desvios encontrar um novo sentimento na mesma pessoa todos os dias.
Mulher que passeia sobre o latente desejo traduzindo a poesia em amor, tão perfeita como os devaneios que se revelam no beijo.
Faz da essência o seu cântico é magia desta que é feita em poesia a perfeição harmônica de cada dia.
Poesia é a insinuação do querer em versos e avessos, que expande os sentidos apontado nas direções do alento, que sopra em vento passeando no corpo e beijando o todo causando o arrepiar da leitura, de todo olhar que exacerbam o amor em perfeita ação que é atemporal há intuição.
A poesia de uma mulher se encontra em lugares estreitos, uns se encontra na foda, e outros, num beijo
Minha poesia nasceu para o silêncio, para o sepulcro, para o cadáver que apodrece, para os vermes que beijam os lábios frios da amada sepultada, para o inferno e seus anjos caídos,para os cemitérios, para as covas com suas bocas abertas ao céu cinza e chuvoso, para tudo que fenece e para aquele que nunca, jamais esquece.
O coração do poeta é a morada da poesia!
Nele o amor transborda, alegria visita e a tristeza vai embora!...
Cada vez que passava em frente aquele café, sentia o cheiro das suas lembranças, dos seus poemas, dos seus rabiscos nas minhas páginas. No frio daquela tarde, tomei das suas xícaras e vi que não você não existia mais. Veio uma outra brisa, trazendo o cheiro de Deus e o aroma de um amor mais leve e fresco, me convidando para experimentar a sorte de um novo amanhecer. (Café - Victor Bhering Drummond)
Revelo ao mundo as imagens da sociedade local,usando a crônica,a poesia o conto...Tendo como câmera, as idéias.O imaginário,o cotidiano das pessoas, e os acontecimentos diário; são Subsídios necessários, e aporte estruturante para os meus mais variados registros literários (08.05.17).
Eu escuto a poesia e logo a vida se transforma no dedilhar das letras desenhadas numa folha datilografada do livro do tempo.
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