Poemas de Filmes
Não preciso assistir filmes de drama baseados em fatos reais... De drama real, já basta a minha vida.
A colonização audiovisual em filmes que mostram as culturas indígenas é frequente pois diretores muitas vezes não percebem que estão impondo também sua perspectiva colonial em seu trabalho.
Existem histórias pequenas descritas em grandes livros e retratadas em grandes filmes e grandes histórias descritas em um pequeno folheto. Da mesma forma existem pessoas que tiveram todo o tempo para se tornarem especiais e não o fizeram, em contrapartida há pessoas que com o mínimo de tempo já tornam-se inesquecíveis.
Já vivi o suficiente para saber o final de muitos filmes da vida. Ok, reconheço que não sei de todos os finais, mas ainda tenho um tempo para viver e aprender "The End" do restante, mas os clássicos... ah, os clássicos sei bem como terminam.
Em terra de boêmios e festeiros,
quem prefere ficar em casa tomando sorvete e assistindo filmes é rei.
Gosto quando estamos assistindo filmes naquela paz, gosto das viagens que fazemos do nada pra qualquer lugar que seja. Gosto de caminhar ao seu lado nas noites claras de lua cheia. Mas tudo faz mais sentido quando consigo enxergar seu coração sorrindo através dos seus olhos lindos.
Era tudo simples, e fácil, o amor nos filmes era uma coisa realmente bonita e gostosa de se ver, eu era encantada, aqueles príncipes, aquele amor, mas acho que não era real, ou pelo menos, não parecia ser, eu tinha uns 10 anos, ah, se eu for parar para pensar, era o que eu realmente achava do amor, que a primeira pessoa que beijasse-nos seria aquele príncipe encantado, seria aquele o meu amor da vida toda, seria quem sempre estaria do meu lado, no bem ou mal, estando feia ou bonita, mas não foi bem que terminou o meu primeiro beijo. Nos beijamos, eu amei, e ele não, foi triste, desagradável, mas pelo menos serviu de lição que eu não deveria acreditar em contos de fadas, talvez em uma história bonita, história de cinema, tudo da certo, e ele corre atras dela, e eles se beijam na chuva, mas é somente em ficções, pois a verdade é outra, e é cruel, não é bem assim, e acho eu, que nunca vai ser.
Preste atenção, ninguém tem a vida como nos contos de fadas, como são mostrados nos filmes da Disney, todos nós temos problemas. O mais importante é como você se coloca diante deles. Você se acovarda ou vai a luta, se amedronta ou se esforça, tudo depende da sua vontade, portanto mãos a obra, arregace as mangas e siga com determinação, seja perseverante, você pode ter perdido a luta, mas tenha a certeza que não perdeu a guerra.
Todos os filmes, todas as poesias, todos os livros e todas as músicas de amor, hoje, me fazem todo sentido, graças à você.
Eu e ele tínhamos todos os gostos em comum : filmes , livros , musicas... Éramos totalmente parecidos ,e por isso jamais daríamos certo uma vez que pólos iguais se repelem e opostos se atraem . O que e totalmente diferente de nos , amor.Somos opostos , temos gostos e opiniões diferentes e brigamos por quase tudo . Entre tapas e beijos , certo? Há tensão e desejo, beijos delicados e brigas intermináveis,antiteses e paradoxos. E por sermos tão ridículos , sera que conseguiremos concordar um dia que precisamos ficar juntos ? Que nao vivemos um sem o outro ?
" Quando eu não gostava de filosofia, eu assistia filmes e, era apenas filmes, hoje eu assisto e cada um é uma aula de filosofia "
Se os jovens assistem à filmes de Super-Homem, vendo o ser humano voar,outros acreditar também que Deus transforma qualquer pecador em um homem mais forte do que o de aço.
Não. O amor e felicidade a dois não pode ser isto. Não é como nos filmes ou como a vovó dizia ao lembrar seus romances. Ele não tem fotos minhas, não escreve cartas ou conta aos amigos a mulher que tira seu sono. Ele não me olha com ternura de quem está apaixonado, não sente ciúmes ou tenta fazer alguma surpresa. Por mais que tenha desejo e muitas risadas nunca será capaz de apagar a dorzinha no coração de dizer que o amo, ouvir o silencio responder e sua expressão não se alterar.
— O mundo desconexo de Alice.
As vezes, quando vejo filmes antigos, fico imaginando a década de ouro dos anos 30: Homens se vestindo e se portando como homens e não como garotos mal trapilhos; Mulheres em um esplendor de sensualidade natural, sem remendos nem embustes. O que aconteceu? Porque deixamos de ser assim?
Gosto de música cubana, filmes franceses, comida italiana, desenhos americanos e praias brasileiras.
Já quis ser arquiteta, escritora, autora de telenovelas, jardineira, diretora de filmes e sequestradora. Nem sei por que virei publicitária.
Quando estamos tristes, assistimos filmes românticos e choramos até a última gota de lágrimas, ou comemos chocolate que passa!
É muito triste ver tanta pobreza no Nordeste, assistir a filmes e documentários que mostram o sofrimento do povo e ouvir rumores vindos de Brasília, de políticos nordestinos eleitos pelo povo, que se enriquecem usando o poder adquirido por meio dos votos dos pobres.
