Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
Samba / Canção
Sol
Esse choro que o mundo não vê
Pinga dentro de mim e faz eco
É a chuva que rega meu ser, o solo de um coração infértil
Então o sol, noutro dia vem
Arde minha vista em beleza, e eu choro pra fora também
Deixa pingar, toda chuva que há em você
E que pingue pra fora, para os lábios regar e o sorriso florescer
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar.
Quem dera eu fosse uma criança e tivesse um futuro tão presente, igual quando eu buscava chuva quando chovia e buscava sol quando sol fazia, hoje busco sol quando faz chuva e chuva quando faz sol.
O futuro cada vez mais distante do agora e a todo momento prefiro degustar a mudança, ao invés do próprio momento.
O dia com sol é lindo, mas prazerosa é a chuva que sacia nossa sede.
O calor é maravilhoso, mas os dias fios nos permitem a abraçar com maior frequência e nos faz sentir o calor humano.
A vida é boa, mas temos momentos que nos faz desejar não mais existir.
Enfim, vamos em frente. Também pudera, quem é que pode no tempo retroceder?
Vamos viver, porque cedo ou tarde a este mundo não mais iremos pertencer.
Brilhar
Se hoje o sol não está brilhando para vc ,não desanime !!!!
Banhe-se na chuva pois com o corpo molhado , amanhã vc irá curtir por muito mais tempo o sol ,que com certeza brilhará e forte muito forte pra vc .......
Amor não é uma capa que só vestimos quando queremos uma proteção nos dias de chuva.
Amor é como o sol que permeia nosso corpo, aquecendo nosso coração e iluminando a nossa alma.
Ainda assim, há quem busque a capa de chuva mesmo em dias de sol.
Você já imaginou a magia de ouvir a água da chuva caindo no telhado, o suave canto dos pássaros ao amanhecer, ou o sussurro do vento nas árvores? Esses sons, que muitas vezes passam despercebidos, são dádivas que conectam nosso coração ao mundo ao nosso redor. O poder de ouvir vai além do som; ele nos permite sentir a vida, captar emoções, e entender o que palavras não conseguem expressar.
Mas e aqueles que não podem ouvir? Para eles, os sentidos se expandem, e a comunicação ganha novas formas, como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que é um verdadeiro ato de amor e inclusão. Através dela, o sentir se transforma em gestos, o ouvir se traduz em expressões, e a conversa acontece em um nível profundo, onde as mãos falam e os olhos ouvem.
A importância de sentir, ouvir, e se comunicar em LIBRAS nos ensina que a verdadeira conexão vai além dos sentidos tradicionais. Ela está na vontade de entender, de partilhar, e de se fazer presente na vida do outro, seja por meio dos sons, dos gestos ou dos olhares. Que possamos valorizar cada uma dessas formas de comunicação e lembrar que, no fundo, o mais importante é o laço que criamos com quem amamos.
O amor
Olha nos meus olhos e vamos dançar
Vamos dançar na chuva
Na beira do mar
Vamos ser felizes
E aprender a amar.
Vivemos alguns ciclos sem fim
Outros com fins rápidos demais
Fases com diferenças de tempo de duração
A maioria acaba rápido
Mas oque nunca vai acabar
É o amor no coração
Sem amor não se vive
O amor move a todos
Por mas que fique amargurado
O amor vence e mostra que você estava errado
Tem muitas definições pro amor
Mas todos já sentiram
Muitos sentem
Outros apenas mentem pra si mesmo
Mas no fundo todos sabem
Que não dá pra viver bem,se não tiver amor
Seria apenas uma vida amargurada
De repleta dor
SOB A CHUVA
Sobre a chuva...
Penso nas coisas e d’onde provém
Nos prós cheios de poréns...
No ritmo louco do quero quero
Penso nos girassóis flavescentes e belos
Nas forquilhas que dão sustento ao jirau
Nas ilhas dos meus oceanos no quintal...
Penso na culpa, na cruz e na cúpula
Sob a luz do abajur azul
Penso na távola redonda
E no peso da espada do rei Arthur...
No possível relâmpago
Na cupidez do coração sob encanto
Na timidez do dia plúmbeo
Olhando para as folhagens no chão
Penso num mundo apinhado
No guardanapo branco rabiscado
E num punhado de alecrim do campo
Na lassidão das águas que vão
Penso um pouco de tudo eu acho
Na influência da lua sobre a gente
Nos narcisos à beira dos riachos...
Penso em mim terra rúbida encarnada
Em tu terra chovida encantada...
Na ópera e na espera
Em Vivaldi e primavera
Penso mesmo é que o tempo nos desafia
E para suster eu e você
Inspira é poesia!
Vestido Girassol
[...] sentado ali, pensando na chuva que possivelmente atrapalharia minha volta pra casa enquanto decidia mentalmente qual filme iria assistir naquela noite, simplesmente aguardei. Até que vestida num maravilhoso vestido amarelo que instantaneamente me lembrou girassóis, num salto que me surpreendera e ao mesmo tempo confirmara sua vontade de me cativar - ela sabia que eu admirava mulheres de salto. Ao se aproximar, de maneira sútil colocou seu cabelo para trás da orelha direita, e vestindo um sorriso encantador me cumprimentou com um abraço e um beijo no rosto. Por um breve momento, dentro de mim algo gritou, e soube naquele instante que era ela a escolhida.
Vivo dias de chuva nas belas primaveras de minha vida;
Chuva de tristeza e desalento.
Dor que faz meu coração sangrar,
Dor essa, que não está doendo;
Vou ao inverno de meu ser
para mostrar o verdadeiro eu,
Pois deves analisar o homem ali,
Não nas suas belas e floridas primaveras.
Onde a magia acontece
Chuva é sol, o vento é calmo,
Os espinhos são rosas,
E amor.. o amor é mágico.
O dia em que as palavras se calaram
Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.
A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.
Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.
Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.
Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.
Queria
Queria tanto ter-te nos dias de verão
Andar de mãos dadas,,,
E no cair da chuva dançar contigo
Fazer amor na varanda de casa antes de entrar
Ah como eu queria ter-te nas noites de verão
Transpirar com um beijo
E no lençol deslizar gotas de amor
Amamhecer e querer-te muito mais nos dias de verão.
Marlene Ramos Martins
14/02/2019
“Sem o calor do SOL não existiria a CHUVA
e sem o calor do HOMEM a MULHER não se molhava.
As coisas naturais são verdadeiras.”
Caminhei na chuva
e senti o leve toque
das gotas que molhavam
o meu rosto...
foi uma sensação gostosa
de liberdade
e lembrança da vida
que passa correndo.
Um homem apaixonado
Retendo agua da chuva posso me molhar#11;
Beijando seus lábios posso me apaixonar #11;
Na minha prese eu te pedi a Deus #11;
Ele mandou eu te conquista #11;
Eu vi aqui te falar #11;
Tenho um sentimento guardado #11;
nao da pra segura#11;
Almenta cada dia a vontade de te amar.
Relógio na parede#11;
Não serve de enfeite#11;
Na minha visão #11;
Um homem apaixonado#11;
Sem a mulher do lado#11;
Dói demais o coração,#11;
É a única saída#11;
Vem de vez pra minha vida#11;
Esquece a farra e a bebedeira#11;
Fica Comigo #11;na paz#11;
Vou te amar #11;de mais.
E agente se ama#11;
E o Love na cama#11;Intenço prazer#11;
Alimenta o sentimento#11;
eu já pertenço#11;A ti#11;
Porque todo tempo
eu quero fica #11;Te Beijando sem Pará.
Compositor Antonio Luis
Medo
Medo da chuva,
Medo da curva
Medo da água turva.
Medo da estrada,
Medo da escada
Medo da voz calada.
Medo do dia,
Medo da pia
Medo da noite que esfria.
Medo da dor,
Medo do amor
Medo do coração que guarda rancor.
Eis que o tempo passou…
E o vento, findou…
O mar, já não ruge.
Nem a chuva, mais surge.
Mas só há o bem!
As crianças cantam…
Os pássaros dançam
E a Deus, louvam.
Os meninos e os homens, não choram.
Mas num rio de tranquilas, águas,
Sobre elas, caminham…
Eis que veio, o bem
O rio, já o mal, não tem.
Mas agora, veio a luz.
A dos meninos, pequeninos…
E dos homens e dos leões…
E a que vem, da cruz.
Há paz, para sempre…
Há paz nos corações,
Sem, que mais, haja tempo!...
,
Tão puro como a água da chuva em dias de verão sobre os campos verdes de morango e ananases gigantes e pesadas.
Atraentes petalas rosadas e perfumadas com cheiros penetrantes que nos desarmam em meio da multidão de homens crueis e insensíveis à nossa energia.
Adolescentes e ingênuos permanentes procurando bocas e calores dos abraços onde me refugiarei eternamente em seu colo.
