Poemas de Amor que Chega Arrepia
Ela já não vive para impressionar,
tão pouco cabe nas impressões.
Exibe jeito, formas e olhar,
é incansável nas demonstrações.
Ah,
este silêncio que chega
e me envolve docemente
tão bem-vindo, tão aceito
em seus encantos me ajeito.
Assim, em total placidez,
sem nenhuma onda sonora
me aconchego em seu veludo
como amantes em cetim
me envolvo no teu mundo
és alma que mora em mim.
Ohh! Homens do Planeta Terra!
Chega de serem Ignorantes, Terrestres e Desumanos!
Já é tempo de passarem a ser Sábios, Aéreos e Humanos!
Se for surpreender, se surpreenda..
Se for fazer algo diferente, faça para você..
Chega um momento que o limite acaba, fica no negativo..
Por mais que você tente e se esforce, não adianta, nunca será o bastante, sempre terá uma crítica, sempre um questionamento..
Chega um momento que realmente CHEGA, não há mais o que fazer..
ENQUANTO O SONO NAO CHEGA...
O sono não chega,
Só o travesseiro aconchega.
o pensamento não cala,
As lembranças expelem pelos poros da alma.
Da nimbos vem a chuva forte,
A boa pesca depende da sorte.
A distância do amor vai do sul ao norte,
A única certeza da vida é que um dia chegará a morte.
Quem abre a janela vê a Luz e os encantos da natureza,
Pra vencer na vida é preciso sacrifício e muita nobreza.
O dinheiro pode não trazer a felicidade,
Mas a falta dele sempre traz dificuldades.
É mais feliz o homem que faz um churrasco em família,
Do que só, num grande banquete, exibindo a mesa e a mobília.
O sol nasceu para todos,
A sombra é para quem plantou a árvore.
Ninguém sabe o que vem primeiro,
Se é galinha ou se é o ovo,
É justo o governante que governa para seu povo.
O navio depende do mar,
Como o avião depende do ar,
Precisamos do outro para podermos falar,
e muita sapiência para sabermos nos calar.
A terra virgem depende do cio pra semear,
Só na escolha da semente, já sabemos o que vai dar.
Deus fez tudo direitinho,
Fez até a ciência, que está aqui para nos provar.
Chega de brincadeiras
Brinquei,
Brinquei demais com as letrinhas, só jogava para o alto e não estava nem aí.
Chega!
Não vou mais bancar esse menino que vive em mim.
É,
Chega, parou por aqui.
Cansei de escrever como um passarinho bobinho em busca de um ninho....
Murmurei demais, escrevi muitas poesias sem sentido algum, tempo perdido, estou decepcionado comigo...
Estranho, depois de tanto tempo, acordei.
Eu achando que escrevia, mas na realidade agia só rascunhando folhas..
Tantas horas perdidas, sem perspectivas..
Me refaço agora.
Poesia virgem,
Apresenta-te para mim.
Quero te conhecer, para que eu possa verdadeiramente te escrever...
Delinquente, não fui gente...
Rabiscava como um doente...
Apartir de agora, serás de fato a poesia das poesias..
Borrões, tintas gastas, grafites desapontadas...
Aprendi a não ser mais escravo da minha imaginação..
Vou fazer dela a euforia..
Ousado, decidido e atrevido...
Estou disposto, usar firmeza, não ficar chorando debruçado na mesa...
Vou usar toda bravura,
Ser audacioso,
Confiante, seguir avante.
Afoito, transformar o oito em dezoito, o ouro em diamante, tesouro....
Quero agora o inabalável, o inalcançável, laçar o invisível e esquecer o horrível...
Com o Sol, girassóis rasgando os lençóis..
Ser de fato, um homem poético, ser mais que um Poeta
Tenaz,
Determinado....
Escritas finas, sem fluxos, sobre a luz do super luxo...
Com erros ou não...
Me virar dos avessos e tirar de mim, todo esse peso...
Chega!
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
"Você passa muito tempo sendo forte
Mas, chega um tempo que os fortes
Também precisam de um tempo..."
A Poesia quando chega
Eleva o pensamento
E chega a qualquer lugar
Isto a todo momento.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Estou sentindo a inspiração
Ela chega forte
Como a própria respiração
Preenchendo tua vida com sorte
É o momento
Da entrega ser realizada
Rápida como o vento
Passando nesta morada
Levanta a poeira e vá embora
Depois do café vem tormenta
Amarga como os tempos de outrora
Mais do que força aguenta
Então venhas assim
Para fazer essa ação
Ser parte de mim
Do meu coração
Firmeza,sem solidez
Chega a ser insensatez
O bom e mais amável
É fazer uma coisa por vez e isso é louvável!
Eu vejo a galáxia brilhando
Quando a força chega até a mim
O brilho das estrelas cintilando
Presente esperado de Deus enfim
A força está contigo
Quando no caminho com Deus andar
Jesus é o Grande Amigo
Nele prefiro confiar
Trilhar para compreender
Esse Sagrado Mistério decifrar
Deus é o Segredo profundo
Para um dia eu destrinchar.
Deus é a porta do coração
No coração do mundo
Mora Deus , o Segredo profundo
A bondade e a compaixão!
Adeus!
Esse foi o último dia dos muitos que não eram para ter existido.
E se essa a dor que até agora me acompanhou fosse digna, teria compreendido que só por hoje, me esqueceria...
De todas as lembranças, a de sonhar com a paz da morte foi a que mais me perseguiu até aqui.
Se de fato valeu a pena alguma coisa nessa vida, levarei comigo só que dessa vez não levarei escondido, porque tudo que eu realmente quis tive que levar assim escondido do sol, da chuva, da noite e dos olhares que me condenavam... Chega! Porque agora já estou sem vida, mas também estou dor. Então mais do que nunca e para todo sempre, Adeus...
autor
Enquanto o amor não chega, irão te manietar!
Essa dor ficará até latejar;
Quando nascer o amor, tudo começará a mudar;
Essa sempre vicejará no caule do valor.
Ninguém amará, se não se libertar!
Contigo só há espaço para a felicidade.
Esse amor lindo chega no momento exato,
Essa felicidade vem para acabar com toda a ideia infeliz da razão.
O amor chega simplesmente e não tem explicação.
O amor quando chega
a gente o segue
e vai até à Terra do Nunca
e se for preciso outros mundos
a gente concebe.
O que é amor para ti?
Um sentimento desenfreado, louco, alucinado,
Que quando chega acalanta o coração e
Mexe com a cabeça sem pedir perdão.
O que é amor para ti?
Já sentistes o coração disparar,
A mão suar, a garganta secar,
A voz travar, as pernas balançar
E o sentimento exaltar.
O que é amor para ti?
A, prefixo de negação e
MOR, prefixo de maior,
Será que se define como
Negação maior?
Pois essa pergunta nem o
Mais sábio soube responder,
Pois não se controla
AMOR ACONTECE.
Eu valorizo as coisas simples. Como aquela mensagem de bom dia, aquela ligação de madrugada, alguns elogios sinceros e aqueles rolês que damos de vez em quando. Ah, se você soubesse o valor disso pra mim...
Poeminha Besta
Tudo a que dei nome, escapou-me pelos dedos;
Amor, amizade ou desejo.
Classificar é um dom, um instinto.
Há tantas coisas que,
quando explicadas ou nomeadas,
perdem o sabor dual do mistério!
Agora mesmo, eu não consigo achar um adjetivo para essa nova sensação em par.
Sendo assim,
(que alívio)
tenho a leve impressão que seguirá.
Existem quatro perguntas que você deve fazer para descobrir o significado da vida.
1° O que é espirito
2° Do que o espirito é feito
3° Por que nascemos
4° Por que morremos.
E todas as respostas se resumem numa só
"Amor"
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
