Poemas da Terra
TERRA ESTRANHA
O coração é terra de ninguém.
Terra estrangeira, as vezes, o do próprio peito... Hoje um paraíso;
Amanhã lugar de sacrifícios,
E há um tempo de sacrilégios.
Hoje lugar secreto, discreto.
Amanhã lugar barulhento, briguento;
Oscilante, tímido, embaraçado.
Ainda no presente, vive no futuro,
E quer promover mudanças no passado.
Na cabeça, mil pensamentos...
Coração é terra estrangeira no peito da gente.
Deus é beleza que não se encerra,
as flores são os sorrisos da terra,
que recebe a sorrir a chuva cair,
e fica na espera, para florir de novo numa primavera.
Fecho os olhos
Tudo esquecido
Numa terra
Distante dos meus sonhos
De vontades e intenções
Tudo perdido
Num lugar
Distante de mim
Uma viagem sem volta
Num amor sem fim
Que abraça a alma
Na poesia da vida.
O dia mais feliz da terra é quando os imbecis ficam em silencio !
O dia mais belo da terra, é quando reconhece no outro um irmão de verdade.
O dia mais perfeito na terra, é quando o homem se alinha a Deus.
Se houver solo, lá produzirei !
Pois eu adubo a terra e Deus Germina a sementes !
Por isso preciso selecionar minhas melhores sementes,
trabalhar bem a terra e adubar bem o solo !
Sou Semeador, O Agricultor. E ele é o Arquiteto , o Engenheiro.
Não compreendo todo seu projeto, mais compreendo plenamente o que foi me delegado.
Mas isso não é o suficiente, pois basta um sopro e tudo ganhara vida novamente.
Venho do pó da terra e pra lá voltarei, mas antes disso ... !
Vale de osso secos, Volte a respirar !
Se houver solo, lá eu produzirei!
Porque eu adubo a terra, mas é Deus quem faz a semente germinar. E por isso, preciso sempre selecionar minhas melhores sementes, preparar o solo com cuidado e adubá-lo com dedicação.
Sou o semeador, o agricultor. E Ele é o Arquiteto, o Engenheiro dessa grande obra. Não preciso entender todo o Seu projeto, mas compreendo perfeitamente o que me foi delegado. E isso, por si só, já é transformador, porque basta um sopro Dele e tudo ganha vida novamente.
Viemos do pó da terra, e para lá voltaremos um dia. Mas antes disso, temos uma missão! E assim como no Vale dos Ossos Secos, eu digo: **volte a respirar!**
Aqui estamos para dar vida ao que parecia perdido, para fazer florescer o que parecia infértil. Pois quando trabalhamos bem a terra, com propósito e fé, o impossível acontece.
Essa é a nossa parte: preparar o caminho, semear com confiança e acreditar que a vida sempre pode renascer, independente das circunstâncias.
O extraterrestre veio
à Terra.
O extraterrestre veio à Terra
E passeava por uma
Cidade grande.
Ficou escandalizado,
Ficou assustado,
Ficou perplexo —
Não acreditava no
Que via.
Gritou em desespero:
— Ajudem esse mendigo!
Sinto a sua dor,
A sua fome,
O seu frio, o seu calor,
A sua falta de proteção.
Um ser humano respondeu:
— Cuide da sua vida,
Ele não é você.
O extraterrestre respondeu:
— Eu sinto a sua dor como se fosse
A minha.
não jugou
não sentiu pena
não se sentiu superior
Extra terrestre com pressa
Vendeu todo o seu ouro.
Deu uma casa , comida,
E meios pro mendingo
Ganhar dinheiro.
Foi embora pra seu planeta
Contou o que viu pra todos
Seus irmãos .
O rei do extraterrestre
Decretou ;
Que ajunte todo ouro
Desde lugar e vamos
Ajudar os mendigos
Da terra.
E assim foi feito.
Meu Jiquiriçá
Minha terra natal
Meu pedaço de chão
Aqui tenho minhas raízes
Guardo-te em meu coração.
31/01/2020
Escrevo na esperança que esse tempo e o vindouro leiam:
A terra canta em raízes, rios e folhas que sussurram segredos antigos, onde cada árvore é um pulmão, cada flor, um verso esquecido no livro do vento. O sol tece ouro sobre a pele da humanidade, lembrando-nos: somos feitos do mesmo pó que nutre as sementes, a natureza não é cenário, é abraço que cura a fome de ar puro, a sede de silêncio.
Escrevo para lembrar que cada árvore plantada é uma carta ao futuro, cada gesto de cuidado, um poema invisível, e que o amanhã encontre flores onde hoje semeamos raízes.
A terra não é herança, é empréstimo, que saibamos devolvê-la inteira, cheia de histórias para contar. Que o futuro leia estas linhas como um mapa: nas veias do mundo corre o mesmo sangue que nos une. Protegê-la é escrever, com raízes e mãos, um amanhã onde a vida ainda respira.
Canção da Alma Brasileira
Minha terra é sol que arde,
É o vento a dançar nos campos,
É o rio que corta as pedras,
É a brisa em doces cantos.
Minha terra é verde infinda,
Mata densa, céu sem fim,
Onde o tempo se faz vida
E a vida é forte em mim.
O ouro nasce do solo,
Mas gigante é seu fulgor
No olhar de um povo audaz,
Que luta com fé e amor.
Cada palma que se ergue,
Cada rio que se entrega,
Traz no peito a voz do mundo,
Ecoando nossa terra.
Oh, Brasil de mil batalhas,
De mil sonhos, mil tambores,
Onde a dor se faz coragem,
Onde a guerra gera flores.
Não permita Deus que eu deixe
De cantar essa grandeza,
Pois sou filho desse chão
E sou parte da beleza.
Se um dia o exílio vier,
Se um dia a saudade chamar,
Que meu peito nunca esqueça
Que é Brasil meu lar, meu mar.
Sapienciais 3:21
Pelo seu poder e magnitude, Deus criou a terra, os mares, os astros, as estrelas, os homens, os animais e tudo o que existe. Ele é o início e o fim de tudo, pois faz o final antes mesmo de começar os seus projetos.
Sapienciais 3:29
O ministro do Mestre aqui na terra sabe discernir toda a matéria de sabedoria contida em um crente, pois sua sabedoria é evidenciada pela positividade do reino de Deus.
🌿 O Canto Verde do Universo 🌿
Nas veias da Terra pulsa a seiva,
mistério antigo, ciência e alma.
O botânico, com olhos de estrela,
lê folhas como quem lê salmos em calma.
Em cada broto há um segredo,
em cada flor, um código ancestral.
Da raiz ao céu se faz o enredo
de um universo verde e imortal.
Plantam-se vidas, colhem-se mundos,
em tecidos sutis de clorofila e luz.
O verde pensa, sente e responde,
onde o homem se cala, a planta traduz.
Guardião do tempo e do clima,
tradutor da dança das estações,
o botânico, entre o átomo e o abismo,
descobre curas e revelações.
E assim, nas folhas do silêncio,
escreve o destino da humanidade,
porque quem compreende as plantas,
compreende Deus — e a eternidade.
AMANHECER
A aurora da minha terra,
Tem os mais belos nascentes,
O rosicler doura as nuvens ,
E faz de ouro a serra,
As fontes são cristalinas
Formando águas correntes
Caindo do alto das pedras,
Formando um “véu de noiva”
Matizado de brilhantes.
A aurora da minha terra,
Tem um amanhecer dolente,
O sol olha de soslaio
Pro verde oliva das matas,
Os pássaros cantam românticos,
Apaixonados nos ninhos,
A natureza viceja ,
Na névoa branca e fria,
Que se desfaz com os primeiros
Raios dourados do dia...
JAGUARIBE
O que fazer...
meu coração é terra seca,
é flor de algodão,
é estio
ressecando o milho,
é sol do meio dia,
esfarelando o chão...
fiquei tão só como o rio,
como o rio surdo e mudo,
que serpenteava triste
como o jaguaribe
sem o seu jaguar...
o que fazer...
meu coração é rio seco,
sem eco, sem poema,
sem ecossistema,
nesse absurdo
sem serpentear...
REFERÊNCIAS
Depois de todas as lembranças tinha o sonho; o rio estava seco, a terra rachada como sua mãe contava; as carcaças dos animais em decomposição exalava um odor insuportável; uma mãe raquítica e maltrapilha conduzia sua criança por uma estrada sinuosa e poeirenta... jamais soubera explicar tal sonho. Ainda tinha as lembranças da mãe e conhecia as histórias tristes das secas mais duras, uma delas levara a sua mãe e fizera migrar o marido, que raramente mandava notícias. A estrada poeirenta dera lugar ao asfalto, que tornava o ato de migrar muito mais fácil, apesar de que, há alguns quilometros já se aproximava um sistema de irrigação. A terra ainda ardia, mas tinha anos com invernos rigorosos mudando totalmente a paisagem e o rio mostrava se caudaloso esverdeando os horizontes. Era motivo de júbilo e comemoraçãoes por todos do lugarejo e de uma forma geral por todos que dependiam do cultivo do solo ou da piscicultura, mas no fundo a aridez já estava em nossas almas, e o sonho não não mudava: o rio seco, a terra rachada, as cárcaças, a mãe maltrapilha e ráquítica conduzindo a criança.
um dia widelário apareceu, trazia uma mochila e muitas desilusões, surpresa pra si mesma foi a sua indiferença a ponto de não fazer nenhuma cobrança. Percebeu que somos como a terra, que precisamos de “chuvas” ou a gente seca. Esteve seca por muito tempo, árida como aquela terra estéril. Hoje os tempos são outros, tem chovido com frequência e sua filhinha Primavera já conta com um ano e alguns meses. Ainda sonha, outras paisagens ou antigas referências mais sonha... percebeu que não há vida sem sonhos.
A semente precisa de terra fértil para o seu crescimento.
Terra fértil é sinal de prosperidade.
Se você está semeando e não está crescendo, mude o foco e procure novas terras.
Preste bem atenção nessas perguntas:
O que você anda semeando? O que tens lançado na terra? O que você espera da colheita?
Tenha a certeza de ter plantado boas sementes, na expectativa de uma colheita à altura do que foi semeado.
Caso contrário, uma fonte de água salgada não pode jorrar água doce.
