Poemas Bonitos
O sábio, quanto mais sabe, mais se isola. A sua convivência com as outras pessoas é sempre superficial. Porém isso não o torna um misantropo. Pelo contrário: ele é afável com as pessoas, mas só se relaciona com elas em assuntos triviais. Embora acostumado às profundezas, ele sabe, nos momentos necessários, subir à superfície e até mesmo divertir-se com as pessoas comuns.
Nao sou o anjo nem o vampiro, sou soamente mais uma alma perdida vagando por essa terra desertica!!!
Algumas pessoas são incríveis. Até parece que estão numa constante missão em prol da alegria e do otimismo. Mesmo que o mundo esteja assolado pelo desespero elas seguem caridosas e sorridentes.
Expressar sentimentos através da música requer repertório. Não apenas musical, mas também emocional. Quem vive, sente. Quem sente, reconhece. E quem reconhece, escolhe canções que dizem o que as palavras, muitas vezes, não conseguem dizer.
Sempre gostei de sociologia. Mas as relações sociais ficam cada vez mais complexas, exigindo novos termos para sua explicação.
Às vezes, o que nos falta não é amor — é coragem de abrir as janelas da alma e deixar alguém entrar sem medo do vento.
Realmente é bom gostar de alguém
É gostoso sentir o perfume, tocar a pele, acariciar o rosto da amada.
Fazer um carinho na orelha, ou um sussurro ao ouvido.
Um beijo. Mas, não um beijo qualquer. Um beijo apaixonado, verdadeiro, de tirar o fôlego.
É bom estar gostando de alguém assim.
As horas passam. Os corações batem quase que em sincronia, um com o outro.
Realmente é bom saber que estamos amando (ou apenas nos iludindo por um tempo)
É tão gostoso acordar e correr para o celular, ver se a pessoa amada já mandou uma mensagem de bom dia. E se não mandou ainda, é melhor ainda ser o primeiro a fazer isso.
As carícias, as conversas, as brigas, as tapas, as alegrias, as tristezas, as agonias, as manias, as brincadeiras, as descobertas e as maluquices. Tudo isso tem um sabor diferente, se acontece entre dois amantes.
Os beijos, os abraços, os cheiros, os cafunés, os conselhos, os ciúmes, os medos, os desejos, os cuidados, os momentos e os prazeres. Tudo é bem diferente quando se ama.
Como é bom gostar de alguém assim.
Como é bom ser feliz (ainda que seja breve, ou não.)
Ruim mesmo, é a saudade.
Que afoga os desejos num oceano de lágrimas.
Que destrói os sonhos ao acordar.
Que sufoca, agride.
Saudades e ciúmes
é o preço que se paga por amar.
"Mas não falemos de fatos. Já a ninguém importam os fatos. São meros pontos de partida para a invenção e o raciocínio”.
(em 'O livro de Areia' (1975).. [tradução de Morrone Averbuck]. São Paulo: Editora Globo, 1999.)
Ainda hei de te encontrar
Linda, como sempre... uma doce ilusão...
Uma maravilhosa certeza terei
A minha alma será toda coração
Para sempre, feliz sempre serei.
(Do livro "100 Folhas de Amor")
EU E MEU CORAÇÃO
Nos embates travados
Com meu coração,
Sou sempre perdedor.
Ele é tão bobo... Dá dó!...
Ama com paixão.
Eu que me acho esperto,
Torno-me presa fácil
Diante dos sentimentos....
Meu coração parece tão certo
E se entrega, sem consultar-me,
A todo momento.
(Do livro "100 folhas de amor")
LUZ
Quando eu o encontrei, eu estava nas trevas.
Densas nuvens pairavam nas minhas perspectivas de vida!
Eu não enxergava nem um raio de sol.
Que pudesse me transmitir, um minuto de esperança.
Meus lábios estavam ressecados, pela sede do meu coração.
As minhas vistas se escureceram!
Em ti vi uma esperança de vida que me iluminou.
Em ti aprendi um amor profundo que as palavras não expressam!
A tua mensagem ampliou a minha visão da vida.
E uma paz imensa invadiu meu coração!
O Teu amor transformou a minha vida e pode transformar o mundo.
O Senhor tem a chave da vida, da libertação, da sabedoria e da felicidade.
Os muros da ignorância, não permanecem diante do sopro dos teus lábios.
As trevas são dissipadas pela luz do teu amor.
A vida não acaba, tu és a ressurreição.
Em ti Deus se fez homem, pai, irmão e amigo. Em ti o amor se fez Jesus.
Leve sono que me envolve
Na noite igual de outras eras.
Passos lentos, pensar estático,
Rabiscos vãos de qualquer quimera.
Na noite alta, há clareza excelsa,
Feixes de luz brincam de existir.
Como a criança doente que morre aos poucos
E brinca sorrindo antes de partir.
Há sempre mais do que não pode haver.
Há mais cansaço do que cabe em mim;
Eu junto figurinhas, sem saber...
Que nada é isso e tudo é fim.
Um dia, volveremos ao infinito.
Onde estaremos? E o que seremos?
O nada do infinito não responde,
pois não há ninguém para escutar.
O passado cresce como musgo
nas paredes do presente,
até que não haja paredes
livres para o presente.
Até que não haja presente
e nem existam paredes.
