Poemas Bonitos
ACREDITAS!
As lembranças que magoam
O sentimento da paixão.
Histórias que não são contadas
Pela verdade e nem pela imaginação.
Tenho esperança do retorno
Que nunca volta para casa.
Prefiro viver as minhas
Sinceras fantasias voando sem asas.
Viver na ilusão,
E saber que o teu sim
Nunca foi pela razão,
Mas sim pela circunstâncias,
Da emoção.
Eu sei que não sou como você quis.
Não sou o teu sonho de amanhã.
Não tenho horas e nem minutos.
Mas posso te dizer que o meu amor,
É como as estações
Primavera, outono, inverno e verão.
Tenho um renascimento do amor
Nos dias curtos, no frio um cobertor,
E nos longos dias de sol,
Sou a tua sombra para te proteger do calor.
Acredita sou o teu inicio da história,
Sou o mapa do teu caminho,
A verdade sobre a mentira,
A esperança em um beijo
Descrito em um pergaminho.
Sou o teu início,
Sou o teu em mim.
Sou o teu vício,
Sou o teu em ti.
Acreditas! As lembranças
Não são feitas de saudades.
E que o nosso amor é único,
E vive das nossas cumplicidades.
Acreditas, a paixão,
Só nasce com as felicidades.
Acreditas! Acredita...
Coração.
Nas verdades.
Autor: Cássio Charles Borges
A VOLTA DO AMOR.
Naquele dia fui embora com a certeza
Que não existiria o eu e você,
Saí da sua vida como uma boiada
Que encontra a porteira do curral aberta
E que saem em disparada, sem vê.
Sem rumo e sem localização
Na direção de lugar nenhum
Quebrando nos peitos as dores do coração,
Sentindo os olhos aos ventos com lágrimas,
Lágrimas de amor, muito amor, amor de paixão.
Eu vou ficar aqui
Esperando a tempestade passar,
Eu vou ficar aqui
Esperando o amor te avisar,
Que a pior solidão não é ficar sozinho
É estar com alguém e não ter carinho.
Eu vou ficar aqui
Sozinho, esperando a solidão passar,
Eu vou ficar aqui
Esperando o teu amor voltar.
Autor: Cássio Charles Borges
O importante é sermos livres das falas de líderes políticos, o povo precisa entender isso, o voto não é submissão.
Autor: Cássio Charles Borges
O sorvete cor de mel
Não é igual a abelha
Que produz o mel
Que é verdadeira igual
O dourado
Do mel
[...]
Fica a reflexão...
Os alunos de ontem tinham valores, por isso valorizavam o que tinha valor.
Os alunos de hoje não têm valores, por isso não sabem valorizar o que tem valor.
Nazareno Cordova Borges
O Não do Não
Não é “não”.
E sempre deve ser
Respeitado.
Mas o meu coração insiste
Que deveria existir
Um “não”
E outro “não”.
O “não” que encerra.
E o “não” que resguarda.
Ah, se eu soubesse...
Se o teu não fosse o segundo,
Eu ficaria.
Não contra ele,
Mas dentro
Do tempo
Que o separa
Do sim.
LEVIDADE
É preciso leveza
para seguir em frente;
para viver o instante
e brincar com o presente.
Deixar o excesso,
ser vento, ser pluma;
navegar na calma
que o tempo apruma.
Aceitar as marés,
sempre em comunhão;
dançar com a vida,
e soltar a canção.
Entre o peso e a rotina
escolher a alforria;
fazer da noite menina,
e celebrar o dia.
Muitas coisas na vida são realizadas por meios humanos, racionais, materiais e emocionais, mas, a bem maioria delas são milagres.
Autor: Cássio Charles Borges
Tem momentos em que insistir deixa de ser força
e começa a virar desgaste.
A gente fixa o olhar em algo como se ali estivesse tudo
como se, alcançando aquilo,
o resto finalmente se organizasse por dentro.
Mas nem tudo que chama
é feito para permanecer.
E há um limite silencioso
entre persistir
e se perder de si tentando.Às vezes, o que falta não é mais tentativa.
É direção.
É entender que nem todo desejo precisa ser sustentado
até o esgotamento.
Que nem tudo que não veio
precisa ser esperado até cansar.
Existe um tipo de sabedoria
que não está em segurar,
mas em soltar o foco
antes que ele nos prenda.
Redirecionar também é escolha.
Também é cuidado.
Porque enquanto a gente insiste no que não responde,
outras possibilidades passam
discretas, vivas, possíveis.
E a vida não pede que a gente queira menos,
mas que a gente queira melhor.
Que a gente aprenda a mover o olhar,
a ajustar o caminho,
a trocar de direção sem sentir que falhou.
Às vezes, não é sobre abrir mão.
É sobre se devolver.
Eu estou triste.
tão triste que já nem sei mais onde começa ou termina.
é um cansaço que não passa com descanso,
é um peso que não se explica
só se sente.
eu estou tão triste
que até existir parece esforço demais.
e o mais difícil de admitir
é que não é sobre querer ir embora…
é sobre não aguentar mais ficar assim.
eu estou cansada de estar triste.
cansada de tentar e não sair do lugar,
cansada de sustentar algo dentro de mim
que já não se sustenta sozinho.
tem dias que a vontade não é viver,
é só desaparecer um pouco…
silenciar tudo isso que não cala.
Eu disse que estou caindo.
e não é uma queda rápida
é lenta, contínua…
dessas que parecem não ter fundo.
eu estou em uma fase
que não suporta mais nada.
cada dor chega como se fosse única,
infinita, profunda, árdua…
como se eu não fosse atravessar.
e mesmo fazendo parte de um todo,
cada uma delas, sozinha,
já é um abismo.
neste momento
eu estou exausta.
cansada. triste. melancólica.
eu calo… e calo…
e ainda assim choro.
grito por dentro.
e não consigo desligar.
a vida me chama pra continuar,
me pede presença, responsabilidade, cuidado…
mas por dentro
tudo em mim só queria parar.
eu preciso ser forte para os outros,
mesmo quando ninguém é por mim.
então eu guardo a minha dor no bolso
e sigo… como dá.
tem tanta coisa que eu queria dizer,
retrucar, gritar, responder…
mas eu me calo.
e perdoo, em silêncio,
a insensatez de quem não sabe o que diz.
porque não sabem o que eu sinto.
não sabem como eu sinto.
e talvez seja melhor que não saibam.
porque desejar que saibam
seria desejar que sentissem o mesmo.
e eu não desejo isso a ninguém.
então não…
eu não espero que me entendam.
mas eu estou cansada.
cansada de uma dor
que não parece ter fim.
e quando tudo em mim acredita
que isso nunca vai passar…
o pensamento que vem
não é sobre viver
é sobre querer que isso acabe.
Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.
E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.
A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.
Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.
É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.
Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.
Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.
Falar da cor dos temporais
como quem nomeia o que não se deixa tocar.
Inventar tons para o que passa rápido demais,
para o que rasga o céu e não pede pra ficar.
Falar de coisas que ninguém viu,
nem os olhos mais atentos, nem a memória mais antiga.
Coisas que só existem no sentir,
no intervalo entre o que dói e o que ainda abriga.
Falar das flores de abril,
mesmo quando o chão insiste em silêncio.
Porque há sempre um brotar escondido,
um gesto de vida acima de qualquer sofrimento.
E então, dizer de tudo aquilo
que escapa do certo e do errado,
do que não cabe em medida, nem em julgamento
apenas existe… vasto, indomável, sentido.
Às vezes, a gente aprende no silêncio do que não aconteceu.
No intervalo entre o querer e o desistir, mora um tipo de verdade que ninguém ensina,
só se sente.
Tem coisas que não florescem, não por falta de cuidado,
mas porque não eram raízes para o nosso chão.
E tudo bem.
Nem tudo que chega é para ficar,
e nem tudo que vai leva embora o que fomos.
Há partidas que devolvem a gente para si.
No fim, a vida não é sobre segurar tudo,
mas sobre reconhecer o que merece ser permanência dentro da gente.
Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?
Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.
E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.
Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.
Como faz?
Como faz?
sigo em frete ou volto atrás?
Como faz?
Armo a guerra ou peço paz?
Como faz?
me atiro ou me retiro?
Como faz?
sinto ou me esqueço?
Me diz você.
Como faz?
As exceções existem nem todos são iguais.
E aqueles que já foram e voltaram, se voltaram é por uma razão, as vezes abrimos exceções para as pessoas que fizeram pequenos momentos valerem a pena.
Não me questiono mais o sobre o que te fez ir ou o pq voltou, eu quero é aproveitar cada momento bom e pronto, a vida plena de felicidade não existe, mas existem momentos felizes e o que faz a gente chegar ao final da jornada e dizer minha vida foi feliz é a soma de todos esses pequenos momentos e chegar a conclusão que apesar de pequenos ocorreram com tanta frequência que parecia uma coisa só FELICIDADE.
Não corro mais atrás de você.
Se quiser, que corra você atrás de mim.
Ou corremos em direções opostas.
Como o mundo é redondo... nos encontramos algum dia.
Busquei no horizonte palavras que expressa você.
Nos extremos do mundo para lhe esclarecer o quanto importante você é, e tão mais alegre minha vida, que é estar com você.
Às vezes te implico às vezes te admiro às vezes te odeio e às vezes morro de saudades, mas, não é as vezes que te amo.
Sempre te amo!
Nunca mais sentei ao teu lado
E joguei conversa fora
Nem tive o prazer de me deitar junto a ti
E viajar pelo teu corpo, que é perfeito.
Nunca mais acordei ouvindo você me chamar
À tarde não fui te ver, nem você veio.
Quando anoitece, não estamos mais juntos
Discutindo como foi o dia.
Nunca mais reclamei dos teus modos
Nem fiquei feliz em te ver chorar
Para logo depois você se debruçar sobre o meu ombro.
Nunca mais fomos à aula
Aprender o que já tínhamos descoberto na noite passada
Em uma de nossas deliciosas aventuras.
Nunca mais ouvi você reclamar suas dores
Nem suas dúvidas, que tiravam o nosso sono.
Nunca mais fomos os mesmos
Que outro dia disseram não a tudo e a todos.
Não posso te abraçar, nem sentir a essência do teu corpo
Juntamente com a paz da tua alma, nunca mais.
E você, onde estará agora?
Tenho a única certeza; distante, muito distante de mim.
Nunca mais escrevi teu nome em minhas mãos
Nem roubei um beijo enquanto você dormia
E muito menos posso ficar horas te olhando dormir
Como uma criança, um anjo que me guardava.
Nunca mais pude dizer o quanto te amava
E acho que nunca disse,
Nem te escrevi um poema
Você também nunca mais me escreveu.
Nunca mais fomos felizes.
Não canto mais nossa musica preferida
Nem li mais nosso livro preferido
Nunca mais, apenas.
