Poemas de Beijo
Hariel é meu beijo de boa noite e minha esperança de bom dia.
Meu sorriso nos momentos de tristeza e minha lagrima de felicidade.
Minha força para viver e minha fragilidade de amar.
Hariel me faz ser mais a cada momento que me sinto menos,
me ensina o quanto sou frágil diante da sua força inocente
c/ Hariel aprendi que um sorriso de criança é capaz de desarmar um exército de grande potência.
Hariel é mais que uma criança, é uma fortuna incálculável. é o brilho do sol a cada dia que se anuncia.
É o orvalho que dá vida ao dia a cada manhã.
a chuva que inunda o deserto de felicidades
por tudo isto Hariel é meu Anjo Dourado.
- Dedicado a Minha amada filha Thaís Hariel
19/01/2001
NOSSOS CORPOS
Fiz da tua boca o meu segredo
E dos beijos fiz alento.
Do teu corpo minhas vestes
Dos teus olhos
Meu caminho
Do teu suor me banhei
Das tuas lágrimas
Me embriaguei
E baile nas tuas curvas...
Em teu corpo é onde encontro
Meu abrigo
Meu conforto
Meus desejos mais secretos.
Em meu corpo
Tu te entregas
Sem premissas
Sem promessas
Vivendo esse amor pleno.
Ora amantes
Ora amigos.
Mas sempre cúmplices
Desse sentimento.
Desse doce enlevo
Chamado Amor!
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Carta ao beijo temporal
Carta ao Amor Impossível
Meu bem, escrevo-te esta carta
como quem sussurra ao vento
um segredo que já nasceu condenado
a ecoar no vazio do tempo.
Apaixonei-me por ti antes do toque,
antes do gosto, antes do abraço.
Foi naquelas primeiras palavras,
na dança sutil da tua voz
que o destino sussurrou teu nome
como quem me entrega um laço.
Te busquei sem saber teu rosto,
te esperei sem conhecer tua pele,
e quando enfim te encontrei,
soube que eras tu—
a melodia perdida
que meu silêncio sempre quis cantar.
Mas o mundo, cruel arquiteto,
desenhou entre nós muros invisíveis:
a distância que nos prende,
os laços que não podemos desatar,
o tempo que ri de nós,
como se o amor fosse erro a se evitar.
Ainda assim, amo-te nos detalhes,
no desenho das letras do teu nome,
no jeito como ris,
no modo como tua alma
toca a minha sem permissão.
E talvez seja isso o amor verdadeiro:
não o que possui,
mas o que sente e deixa ir,
sabendo que, mesmo longe,
ainda te guardo em cada linha
desta epístola sem destinatário,
neste epílogo sem fim.
🌙
Os ventos de Outono esfriam as noites
Mas se não for de beijos, não me cubra
E que o coração não impeça
Que só o Amor me amanheça...
Coração Ferido
O céu estrelado, me faz lembrar de ti
Daquele beijo apaixonado que você deu em mim
Porém, a morte nos separou
E lembranças, foi tudo o que restou
Saudade doída,
Que fere meu coração, me tirando a alegria...
Mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga
Contorno e seus laços
Boca, ouvido
Pescoço, tremido
Olho, cabelo
Suave gemido
Corpo ardente
Suado, carente
Deitado, abraçado
Satisfeito, contente
a cada beijo seu
eu me encontro
e a cada abraço
eu me desmonto
ontem senti como se você fosse o único
e realmente
vc é o único que quero por perto
é estranho pensar que você é real
você é como um sonho
no qual eu não quero acordar.
310722
quero carinho no cabelo,
quero seus mais molhados beijos,
quero seu abraço apertado
já que nele eu me sinto em casa
sinto que estou no lugar certo,
quero seu sorriso tímido e tão perfeito,
quero ver seus grandes lábios se movimentando ao falar,
quero seu toque,
e tudo que há em tu eu anseio fervorosamente
HÁ POESIA EM QUASE TUDO.
Há poesia em quase tudo,
só não há poesia no beijo
nem no corpo da mulher mal-amada
nem no choro da criança
faminta, abandonada.
Há poesia em quase tudo
só não há poesia na falta de carinho
da mãe pelo filho inesperado.
Há poesia em quase tudo
no encontro dos amantes
proibidos, no afago da língua
sobre a rosa, no breve adeus
do poeta desta vida.
Há poesia em quase tudo
menos na falta de amor
do homem pelo homem
e na falta de fé no amanhã.
Há poesia nos lírios dos campos
quando catam, no pôr do sol
amarelado, há poesia na chuva
de outono, mas falta poesia
na primavera do oriente.
Há poesia em quase tudo
menos na falta de amor
do homem pelo homem
e na falta de fé no amanhã.
Oh, minha flor
Que fim levou aquele amor
Que era antes, feito de sonho,
Beijo e sorriso?
O que restou foi tom menor
Escala triste, como improviso
A nos expor tamanha dor
Longe das portas do paraíso.
LONGE DO PARAÍSO
Oh, minha flor
Que fim levou aquele amor
Que era antes, feito de sonho,
Beijo e sorriso?
O que restou foi tom menor
Escala triste, como improviso
A nos expor tamanha dor
Longe das portas do paraíso.
Será possível um amanhecer
Um novo dia para entender
Que a vida é triste,
Mas se o amor ainda existe
Nós haveremos de renascer.
Néctar da uva, teus lábios, teu sabor,
um vinho raro que escorre no beijo,
doçura que inunda, sacia desejo,
na taça entre dentes, teu corpo e calor.
A pele encosta, madura e macia,
como o fruto da vinha em plena estação.
No toque suave, desponta a ousadia,
no corpo que pede, murmura paixão.
Esse gosto velado, suave e quente,
explode em sentidos, poema enebriado;
nas bocas que se encontram, no vinho latente,
me perco em teu néctar, suco consagrado.
O amor é um sentimento atemporal.
A doçura do amor não azeda.
O beijo molhado não fica seco.
O abraço caloroso não esfria.
As diferenças são indiferentes.
Os possíveis conflitos tornam-se motivos para reflexões.
Se tudo isso já não existe, não foi amor, foi apenas um desejo.
Dai à obra de Marta um pouco de Maria,
Dai um beijo de sol ao descuidado arbusto;
Vereis neste florir o tronco erecto e adusto,
E mais gosto achareis naquela e mais valia.
A doce mãe não perde o seu papel augusto,
Nem o lar conjugal a perfeita harmonia.
Viverão dous aonde um até ‘qui vivia,
E o trabalho haverá menos difícil custo.
Urge a vida encarar sem a mole apatia,
Ó mulher! Urge pôr no gracioso busto,
Sob o tépido seio, um coração robusto.
Nem erma escuridão, nem mal-aceso dia.
Basta um jorro de sol ao descuidado arbusto,
Basta à obra de Marta um Pouco de Maria.
O beijo e um truque inventado pela natureza, Para calar nossas boca das ruins palavras.
E apenas dizer pelo contato e a mente nossos verdadeiros sentimentos.
Beijo no Píer
A noite vestia silêncio e brisa,
o píer rangia sob os pés calados,
dois jovens — coração na beira —
com os olhos tímidos, entrelaçados.
O frio bordava os casacos fechados,
mas entre eles algo ardia,
um sopro quente entre as palavras,
um fio tenso de poesia.
A lua, curiosa entre as nuvens,
espreguiçava um brilho sobre o mar,
testemunha pálida e discreta
de um momento prestes a se eternizar.
Nenhum som além das ondas,
nenhum gesto além do olhar,
e então, um passo — meio incerto —
até os lábios se encontrar.
Foi breve, foi puro, foi novo,
foi tudo o que o mundo não via.
Um beijo, num píer, numa noite,
em que até o frio parecia poesia.
Um sinal de amor pra minha namorada
Um grande beijo no coração
Dizer que sou poeta é meu orgulho pois essa sempre foi a minha profissão
Sou uma flor no deserto e sou um girassol na escuridão
Na pandemia fui um poeta guerreiro e hoje só estou em melhor opção
Pequeno Ritmo Incontínuo
em meu Peito...
Doeu minha vida
O beijo que não ganhei de ti
A esperança que não pôde
viver nem mais um segundo!
Foi assim que comecei a cantar...
Beijo
Onde estais que não me escuta amor meu?
Será que o sentimento passou e tudo se perdeu?
Não acredito que tenha se rendido a tentação!
Pois só você possui as chaves de meu coração.
Oh amor meu, porque sofreres tanto essa dor?
Devemos saber que o mais importante é o amor,
Este nasceu e está crescendo tanto dentro de nós,
Que o meu coração dispara quando ouço a tua voz.
Oh amor meu, você me faz viajar pela imaginação,
Cruzando as linhas imaginárias do aberto mar,
Flutuando pelas mais lindas ondas de sedução,
Onde juntos mostramos a mais bela forma de amar.
Desvendando os enigmas de uma grande paixão,
Entre dois corpos entrelaçados por um desejo,
Buscando o equilíbrio diante de forte emoção,
Causada pelo inesquecível sabor de um beijo.
Du’Art 18/ 04/ 2015
