Poemas de Amargura
O que eu vivi no passado, as tristezas, as amarguras, as decepções, o injusto... Só agora eu posso entender. Foi pra que eu hoje quando lembrasse eu tivesse orgulho. Tudo foi preciso pra que pudesse me impulsionar à uma grande vitória.
E o que me fez chorar ( olha como são as coisas) hoje me faz sorrir, pelo fato de eu ser uma grande vencedora.
Por isso, se está triste hoje, agradeça (sim agradeça) porque tudo que foge do nosso entendimento, eu disse tudo, terá uma linda explicação amanhã.
Deus não falha.
E quando voce pensar, que estar enjoada, amargurada,
não desanime, distânça é barreira, mas não impede
de eu estar sempre com voce. Douglas de bruin
Lágrimas caem salgadas,
amarguradas por falar e
não ouvir nada...
Continuam caindo...
Você em silêncio me ouvindo...
Meu coração tímido de
tristeza aos poucos vai aliviando...
Porque já falou que te ama...
Eu preciso dizer que te amo...
Para ter forças ...Para sobreviver...
Só não sei até quando irei viver
Porque dentro de mim já
comecei a morrer...
Mesmo assim iras ouvir
sempre EU TE AMO...
Porque estão me chamando..
.Meu tempo aqui estar acabando...
Com o coração cheio de lágrimas!!
Derramando sangue...
Chegará o dia ficarei distante...
Mas sempre falarei para você
...Te amo...
Lembre-se sou teu anjo...
O anjo que mais te amou...
Que pelo seu amor lutou....
Estar chegando a hora da
minha partida meu amor...
Irei partir sem despedida...
Lembre-se enquanto eu estiver viva...
Te amarei...
Lembre-se quando nesse mundo
eu não, mas viver...
Mesmo em outro mundo falarei..
.Que te amo e sempre amarei...
Te amo...
Não vou busca ração
Do meus erros errados
Amores amargurados
Vida sem viver.
Que os ponteiros da bússola
Apontem pra me agora
Jocasta janta enquanto
Enquanto eu danço tango.
Desafio tudo que esta lá
Fora eu sou Django
Sem as pistolas.
ABORTO DA PAIXAO
Amor, amor, doce pecado
Que inflama E flama E chama
De um peito amargurado
Que cala minha fala num olhar apaixonado
E molha minha lágrima salgada de ternura
E lava nossos corpos, salgados de loucura
E implora... E explora...
Meu corpo... E teu corpo...
Sedentos de desejo...
E o alge do prazer se sela
Num ímpeto beijo
E Uma lágrima solitária reluz em minha face...
Amor, puro pecado...
Espinho, em delicada flor!
E chora quando faz amor...
Que nasce em fonte cristalina
Em virgem coração de pura menina
E morre calado, agonizante
Antes que tome corpo alma e coração
É abortado ainda feto de paixão!
Em meio a esses versos ávidos de sangue
Misturados às minhas lágrimas ingênuas e infames
Antes que esse sentimento se chame
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Doçuras e amarguras fazem parte da vida. É o saber equilibrar que faz a gente feliz ou infeliz.
Ivanilde Nogueira
Mesclada é a vida de sonhos, desventuras,
entre amarguras sorrisos de alegria.
Flores, ruínas o tempo descortina,
por entre as trevas a luz que ilumina.
Em mil nuances a vida se retrata,
e em mil espelhos o seu perfil reflete.
Montanha russa com altos e baixos.
No vai e vem a vida se repete...
Entre o sonho e a realidade.
Sonho doce
Sem amarguras à mistura
Nela o encontro era suave Como a brisa do mar,
Fresquinha Como o sopro em uma noite de verão
Variedades de cheiros nela existe
Como as flores na primavera
Nela os beijos são doces e sem veneno mortal
Despertando e acordando ensopado,
Procurando pelos beijos que achei que eram doces
Sem abraços quentes em manhãs frias
Sem sons baixinhos como das folhas de uma flor após um vento suave
Abraços frios em manhãs frias,
Beijos apressados com sabor envenenado
Mantenho-me sonhando,
Calado
Sentindo toda a suavidade contrária a realidade.
Escolhendo entre o sonho e a realidade.
Tempo
Com o passar do tempo
Não faremos mais diferença...
São tantas as amarguras da vida
Que o sentido das coisas, vão se revertendo
O simples, torna-se um fardo pesado
Coisas básicas, tornam-se enfadonhas
Tamanho é o descaso, que e vê por ai
O Ser só quer Ter sem contribuir...
Triste esta constatação, para quem tem sempre
O sentimento nas mãos, dividido em pedacinhos
Como se fossem fragmentos de pão..
Escorrem como areia entre os dedos
Desbotam os sentimentos
Fenecem no frio chão.
Nel mezzo del cerrrado...
Aportei. Aportaste. E morria calado
E aflito, e triste, e amargurado eu ia
Os sonhos da alma era despovoado
E d’alma as quimeras era só fantasia.
E assim, longo o caminho, o cerrado
Eu preso nos desejos ele pouco polia
Da vida: o tom do tom estava errado
Do horizonte, nada, nenhuma poesia.
Hoje a vida sem ti, é sempre partida
Prantos que a tal saudade umedece
Comovem como a dor da despedida
E eu, sentado no caminho, aguardo
Arfante, poético, e que não arrefece (o amor)
“Nel mezzo del cerrado”, que no peito ardo...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Agosto de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Um coração quer pulsar de alegria e felicidade.
Não maltrate seu órgão vital com mágoas e amarguras.
Trabalhe seu silêncio interno, as respostas sempre chegarão junto com sua fé e esperança.
Por fim amarguram-se
Todos aqueles que não se sentem compreendidos
Não entendendo que basta olhar o próprio reflexo
E se apreciar dessa forma
Sem subtrações;
Sem divisões;
Você é um Universo.
Sobre hoje
Derramei algumas lágrimas
Minha mente amargurada
Meus neurônios incapazes de raciocinar
Não pude superar
Jogar fora todos os questionamentos
Isso se tornou um vai e volta
Espero que isso não seja para todo tempo
Cada gota era concentrada em desespero
Não era um sonho nem pesadelo
Apenas a dura e única realidade
E minhas lentes foram testemunhas
Ficou marcado que ainda está pendente
Mas o que eu poderia fazer?
Não sei , já fiz muito e pouco
Mas apenas continuarei
É isso ... pronto
Esquecer algumas coisas , arquivar outras
Anexar na mente o relevante
Sempre seguir adiante
E talvez tentar ser feliz
saudades,
sentimentos complacentes,
de dores imensuráveis,
de dias amargurados,
de horas infinitas
pois amar mora a saudade,
dentro da mente perturbada
o silencio é um prazer...
tudo que se tem magoa.
muito mesmo depois
que contemplamos o tempo,
se dá a dor...
vejo dormir num céu de trevas,
apenas o desespero e agonia
se dão por cada instante.
Celso Roberto Nadilo
O choque da vida a dois a entristecia e amargurava
A felicidade da mesma o cegava
Não que vissem coisas diferentes ou só ele a amava
Mas a vida em si já a perturbava
Talvez os sonhos fossem diferentes, vontades que não passava
A ela só velhos planos, amigos e drogas a acalentava
Já ele um novo mundo encontrava
Com a ideia da vida a três para ambos tudo só aumentava
Ela com a tristeza da escolha errada que a vida lhe travava
Ele o coração o enganava
No fim nada a ela agradava
E a ele de seu riso o privava
68 - Ygor Mattenhauer
Semear
Vem outono!?
Me cobre com tua fartura
E cura as amarguras
E toda sorte de abandono.
Me espalha com o vento;
Que eu, nem penso no tormento
De viver sem caminhar.
Penso talvez, no decorrer do tempo,
Qual indelével e audaz;
Que num só dia, um dado momento
Todas as estações me traz.
Porquanto, nada mais é a vida,
Do semear às despedidas;
No ínterim da estação
Abastecer o coração.
Que então, me seja sincera,
E diante da colheita não se imova!
Sendo o bem numa quimera,
Seja o que plantei que me devolva!!!
R.M.O. - Semear
Que a Chuva lave todas as amarguras...
Que o Vento sopre todas as folhas secas...
Que a Memória esqueça todas as loucuras...
Que o Destino encerre tudo que não me satisfaz...
Que o Tempo leve tudo que não me serve mais !
Robson Araujo
"A lou cura "
Vivia triste e amargurado, com tantas responsabilidades e pressionado pela sociedade, tinha dívidas impagáveis aos olhos humanos, doenças o acompanhavam, da família nunca se falava, diziam que o abandonara, era rodeado de pessoas e vazio de amigos, pensava demais junto à ele mesmo, um homem cheio de problemas incontáveis, não demorou muito ficou louco...
Na sua loucura internado em um hospício acordava sempre às sete dizendo ser o rei do pop, que a agenda de shows estava cheia e que aquele dia seria corrido, levantava sempre dançando, dando saltos e passos, cativava a todos os amigos em sua volta, sorriam até doer a barriga, e ensaiava novos passos no jardim, todas as tardes.
Era o homem mais feliz que já tinha se visto, louco seria o médico que tentasse o curar, em seus 40 anos de vida nunca foi tão realizado até se tornar o rei do pop; estava curado.
