Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Um Poeta sem sua musa é como um lápis sem ponta; por mais que queira escrever não acredita ser capaz.
Sou uma poeta 'anônima', com pensamentos vastos.
Talvez um coração amargurado, um amor platônico e com tendencia a ser dependente de folhas, lápis, álcool e cigarros.
Não sou poeta, musico ou artista!
Mas sou um sonhador como qualquer outra pessoa que sonha em ser alguém, ter algo que tanto deseja e principalmente ser feliz...
Um poeta, necessita mais de inspiração e simplicidade do que regras estabelecidas por quem, se calhar, nem o era, não o é, e nunca o será, naturalmente.
era a última poesia e a última quimera, era um poeta e um drinque, a solidão ouvindo uma música qualquer, se ouvia ventos e ventos, sozinho e sem escrever, dentre os dentes mastiga alucinações e na cabeça recordações - na poesia querendo morrer e preso na vida para viver... sou a música esquisita e a última bebida como sabor de não sei o que...
O poeta: um espavitado que sabe atormentar-se sem motivo, que se dedica com ardor às perplexidades, que as procura por todos os meios. E depois, a ingênua posteridade se apieda dele...
Essa é a alma de um poeta... Todo poeta é um eterno apaixonado e sofredor... Se está triste a poesia brota da alma e da dor...se está feliz a poesia brota do coração e do amor... E em todas as situações...brota a poesia.... E no caso eu sou uma poetisa❤💕💋
As lágrimas de um poeta revela a angústia da alma e a ausência do sorriso,que ficou preso a um grande amor que ficou no meio do caminho!
Cada um no seu lugar no espaço idealizado, rei no trono do rei, poeta inspirado invoca as palavras pintado o mundo em poesia, o circo sem palhaço não encanta olhares sem a magia do riso, cada um no seu lugar.
Sou um poeta e escrevo com o coração, mexer com os seus sentimentos, lhe trazendo lágrimas de emoção, tudo isto faz parte de minha poesia e esta é a minha verdadeira intenção!
Talvez você leia meus pensamentos e me julgue um poeta medíocre, outros lêem e podem me achar profundo. Não escrevo nem para um e nem para outro. Escrevo pelo prazer que sinto em escrever e saber que amanhã poderei voltar aqui e sentir por um instante aquilo que sentia no momento em que escrevi: Tristeza, alegria, esperança, raiva...tudo é sentimento e é melhor sentí-los de que não sentir nada.
Se os traduzo em poemas bons ou ruins, não sei, o que me dá prazer são as imagens que vão surgindo em minha mente enquanto eu escrevo e que sei que também poderão surgir na sua. As palavras podem vir e ir ao vento, da mesma maneira que se vão, haverão de voltar daqui à 200 anos. Eu não estarei mais por aqui, mas as palavras, estas permanecem igual à árvores centenárias. Pode ser que uma criança do futuro sente-se em sua sombra e me dirija uma oração.
