Coleção pessoal de LiAzevedo

1 - 20 do total de 806 pensamentos na coleção de LiAzevedo

⁠Tudo o que é excessivamente exposto à vitrine esconde a incompatinilidade da oferta com a qualidade do produto. Isso vai desde relacionamentos a corpos.

Li Azevedo

⁠Essa merda de sentir...

Sentir o que os meus olhos veem e o que não veem

O que minhas mãos tocam ou não

O que meu olfato fareja com ou sem máscaras

O que meus ouvidos ouvem e até o que nunca disseram

O que a mim compete

O que a mim não deveria interessar

O que a mim compelem

O que a mim nem chega.

Essa merda de sentir...

Sentir a solidão das massas, a morte de um desconhecido entre milhares, a milhares de quilômetros de mim

Sentir a indecência de quem não se importa sequer com o possível perigo aos teus

Sentir medo pelo próprio País

Sentir medo para além de todas as fronteiras, imagináveis ou não

Que merda é essa de só sentir a impotência de sentir, sentir, sentir?

Que porra é essa de sentir tudo ao extremo assim?

Que porra é essa de ter fugido da insensibilidade para depois ser outra vez a esponja de não só o que me fazia insensível, como se um castigo fosse?

Se bem que justiça seja feita, pra quem já não andava a sentir quase nada, talvez essa tenha sido a forma como a vida encontrou para dizer-me mais uma vez que o controle nunca esteve em minhas mãos.

Mas estás a pegar pesado demais, vida!

Ah se estás!

Estás a matar rápido demais, corona vírus, inclusive a esperança!

Estás, estás...

Li Azevedo

⁠Quando se sentir seguro (a) o suficiente para ser quem você realmente é, para falar com alguém sobre suas fragilidades e seus medos sem a necessidade de camuflá-los, agarre-se à fortaleza dessa relação.

Li Azevedo

⁠⁠Admirar cegamente alguém é implorar para ser decepcionado (a)!

Li Azevedo

⁠⁠Pessoas dependentes de bajulação são presas que caem em armadilhas sem que os bajuladores necessitem sequer ficar em tocaia!

Li Azevedo

⁠Eu sei que fui o seu inferno, mas tenho certeza que você também só conheceu o céu em minha companhia.

Li Azevedo

⁠Se você sabe o que realmente significa um favor, faça-o sempre. Mas também faça o impossível para que não o façam por você.

Li Azevedo

⁠Durma acompanhada de sua independência financeira, da realização de seus próprios sonhos, do investimento em você mesma! De manhã, a chance de você ser surpreendida com o café amargo da despedida "sem motivo" diminuirá consideravelmente!

Li Azevedo

⁠Pedir desculpas e mudar o comportamento é bem vindo em qualquer idade, mas depois dos 40 anos você tem a obrigação de fazê-lo. Se a partir dessa idade você acha que só pedir desculpas te faz nobre, engana-se: te faz insuportável, e em consequência disso, solitário (a).

Li Azevedo

⁠Pandemia Covid19: amadurece, armadurece e apodrece.

Li Azevedo

⁠O que uma policial admira em um colega de profissão? Profissionalismo, sobretudo aliado, intrínseco, quase nunca separado da gentileza. Outras mulheres podem ter fetiche pela farda ou talvez pela "sensação de proteção", dentre outros, mas um policial que mantém a gentileza em um ambiente que invariavelmente o molda para o contrário, é de uma masculinidade invejável! É quase irresistível... ❤️

Li Azevedo

⁠Eu prefiro ter um coração leviano a um que leve anos prá esquecer!

Li Azevedo

⁠O PT é aquele ex que você volta porque só encontrou coisa pior lá fora.

Li Azevedo

⁠Meu acordo com a vida:

sempre que ela não me permite fazer o que me dizem ser o "certo", eu faço o que eu quero.

Tem funcionado.

Li Azevedo

Durante todo o tempo eu quis extrair verdades que eu julgava existir, talvez por ter aprendido ser a mentira a grande mola propulsora das relações...



Não vale a pena enfrentar uma mulher em fúria! Se os homens soubessem que um simples abraço resolveria...


Com o tempo, descobri que não é possível abraçar o mundo inteiro tão somente com o meu abraço...


E pela primeira vez ela superou o medo de se olhar ao espelho. Ela era linda! Era perfeitamente possível se apaixonar outra vez...

Li Azevedo

⁠É uma pena que a palavra também seja, por vezes, o troféu dos loucos...

Li Azevedo

⁠Só por hoje eu queria ser Deus
Por segundos, por alguns milésimos de segundos
Então, eu lhe tiraria a tristeza do olhar, a dor, a angústia
Responderia suas perguntas
Enxugaria sua lágrimas
Não lhe deixaria mais sentir o sal a irrigar-lhe a boca
Devolveria-lhe a vida...
A vida que lhe fora roubada
Ainda que seus olhos continuem abertos
Ávidos pelo resquício de uma única esperança...
Desculpe, Deus, a minha pretensão!
Desculpe também, meu pai, por eu não poder ser Deus...

Li Azevedo

⁠The end

Juro que não queria te ver assim.
Juro que me feriu o coração ver-te de alma cortada, olhar perdido, magoado, em preto e branco.
Agora que eu deveria ser uma navalha. Não a te apunhalar o peito, mas para arrumar-te os cabelos, fazer-te a barba, deixar-te limpo.
Limpo de mágoas, dor, sofrimento, rancor...
Infelizmente, não posso.
Não posso porque não há emplastro que cure o que você também me fez à carne.
Não posso porque não há conforto que reconduza a minha alma ao lugar onde ela deveria estar.
Não posso porque o filme ainda roda, gira, roda e gira, gira e roda, sem parar, sem trégua, sem piedade.
Não posso porque a minha imagem muito se assemelha à sua.
Desculpe, mas não quero que me veja assim.

Li Azevedo

⁠Cache-cache

Durante todo o tempo eu quis extrair verdades que eu julgava existir, talvez por ter aprendido ser a mentira a grande mola propulsora das relações. Por medo de amar, limita-se! Por medo de sofrer, esconde-se! Por medo da solidão, desvaloriza-se! Por medo de perder, anula-se! Por medo de magoar, recolhe-se! Por medo de ser feliz, acovarda-se! O resto, fatalmente será apenas engano! Mas, pensando bem, tudo que se diz quando já se está mortalmente ferido, também machuca. Verdade ou mentira. Então, não diga nada. Eu me reinvento com as palavras que disparo contra o tempo, com os parágrafos que construo tentando dar sentido às loucuras que me mantêm viva! São apenas loucuras. Mesmo assim, são minhas. São únicas. Personalíssimas.

Li Azevedo

⁠Chão de vidro! Chão que me feria os pés, mesmo sem estar estilhaçado...Teto de vidro! Teto que me fazia nua, nua de verdades, nua de mentiras... Amor de vidro! Amor que se quebrou ao estilhaçar-se o vidro...


Todas as nossas escolhas, em algum momento da vida, poderão nos parecer equivocadas! E somente uma resposta é capaz de aquietar-nos o coração: a certeza de que faríamos exatamente tudo igual outra vez...


Palavras escritas, mal escritas. Mal ditas...


Eu não quero ser prisioneira da eterna lembrança de que estarei para sempre em sua memória...


Eu só queria voltar para casa. Voltar para meu velho edredom que a ninguém mais aqueceu. Voltar para as brincadeiras de pique - esconde, pula-pula, fantasias e sentir outra vez o desejo de ser adulto somente para assistir na TV aquele beijo que insistiam em me ocultar... Qual era o pecado daquele beijo? Mas o meu edredom não existe mais, não consigo me esconder nos mesmos lugares, o pula-pula agora é uma questão de sobrevivência, e o beijo, ah... O beijo eu entendi porque me ocultavam... Era simplesmente para não morrerem minhas fantasias... Como eu queria voltar para a casa...




São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor...



Eu escrevo para que o mundo perceba minha dor. Apenas perceba, porque me ajudar, só cabe a mim mesma fazê-lo...




Sim. Nós sempre existimos. Eu e você. Entretanto, eu de um lado, e você de outro. Não existimos eu por você, tampouco, você por mim. Não existimos um pelo outro. Existimos por nós mesmos. E por orgulho, perdemos a única chance de sermos felizes, um com o outro...




Sensação de pensar conhecer, mas não conhecer, entende?
Sensação de descobrir o que se tem medo, entende?
Por hoje, sensação de tempo perdido por pura confiabilidade ingênua, romântica...
Sensação de mentiras...Tudo mentira...




E no final quero somente dizer que inúmeras vezes eu chorei, mas também sorri. Errei, mas acertei. Perdi, mas ganhei. Gritei, perdoei, briguei com o mundo, parti, voltei, fugi, mas também amei. Uma única vez eu amei! Se não tivesse amado, ainda que uma única vez, nada teria vivido...


O amor desintoxica a alma...


Eu sou a melhor das mulheres, mas sou a pior delas também...


Mais difícil que moldar um homem, é esquecer o desgaste dos tempos de treinamento...


Quando eu encontrar um lugar no meu mundo, quem sabe eu volte para o seu...


Não sei se meus sonhos ultrapassam as fronteiras do mundo, ou se meu mundo não suporta a imensidão dos meus sonhos. O fato é que eu preciso das palavras para sobreviver! Ah, se eu me contentasse tão somente com minhas palavras...


Eu sou um infinito de personagens inventados desde o momento em que pude compreender a grande farsa que é ser apenas mais um ser humano normal...


O amor supera a distância e não se curva ao tempo. No entanto, a ausência da pessoa amada pode transformar em pedaços sonhos de amor que jamais serão reconstruídos...


E se eu escrevo o que sinto, é que a palavra tem o condão de me retirar do abismo em que por vezes me encontro...


Durante todo o tempo eu quis extrair verdades que eu julgava existir, talvez por ter aprendido ser a mentira a grande mola propulsora das relações...

Li Azevedo