Poema Terra
“Quem da sua água bebe, ela não esquece,
diz-se da cidade encravada no coração do Brasil.
Terra fértil de clima agradável e ameno, onde não se vê desertos, sequidão, nevasca...
Sua gente humilde e religiosa está sempre pronta a servir ao próximo, dedicar-se ao irmão, com um prato de comida, uma oração...
Terra boa de se criar os filhos, trabalhar e prosperar.
Nascida de várias cores, credos, línguas, a Manchester Goiana destaca-se também nas letras, artes, cultura e, principalmente, em sua religiosidade.
Terra dos Batistas, também de todos que aqui aportaram e dela se sentem parte.
Terra que amo e prometi, acima de tudo, defender, cuidar e querer bem!
Não fosse Gomes de Souza Ramos, eu te descobriria e em teu solo erigiria minha casa, constituiria família, criaria minha Mariana e concretizaria todos os meus sonhos.
Anápolis, mãe primeira, parabéns!”
SOU NORDESTINO!
Eu nasci em um mundo
em Terra de solo nordestino
meu torrão tem mentes brilhantes
esse é MEU destino
não precisa fazer citação
Nordeste é a Região
basta olhar o peregrino.
J .Wilamy Carneiro.
21/01/2022
A saudade reina,todas essas mancada aí fora é foda.
A minha fé move montanhas.Estou pronto se for a minha hora.
Em busca da terra prometida, sigo esquivando da vida bandida.
Água cristalina que banha
Os pés, a cabeça, a vida
Água de beber, de nadar, navegar
Precioso néctar da Terra
Fonte da renovação e do despertar
Traga de dentro de nós a consciência
A cura,fé, esperança
Mergulhados na límpida essência
Para nos renovar...
Policromas do Amor
Hoje prometo não falar
Das minhas polissemias
Mas as cores da nova aurora
Se apresentam com múltiplas
Cores de primavera
A terra e as aves riscam o céu
Branco da paz
Com voos cada vez mais
Verticais em busca da
Sobrevivência
A chuva mansa e calma
Toca ao chão que ensaia
Uma corrente de felicidade plena
Uma tênue correnteza de amor
A vegetação, de leve, tremula suas
Folhas suave e levemente
A luminosidade acanhada
Anuncia que o amor
Na sua multiplicidade de cores
Colore um belo jardim da vida
Juncando a vida de baunilhas
E copo de leite
Colorindo de lirismo meu
Iracema de encantos
O tempo nos convida para um
Novo dia com suas promessas
De amenidades
Tempo de riscar as páginas do
Livro da vida e despertar para um
Mundo novo...
Rompendo velhos hábitos
"Fulguração poética
Como forma de romper com as trevas, o arbítrio
A luminosidade há de imperar na escuridão
Nos porões onde se homiziam as atrocidades
As cortinas das corrupções e canalhices desumanas
Muitos tombarão diante das injustiças
Das boçalidades, aberrações
Das maldades, engodos, vendedores de fumaça...
Da ingratidão, do desamor,
A força do caráter desmantela as idiotices
Da multidão lunática perdida no tempo...
Astronautas sentindo saudades da Terra"
Saudações às ninfas d'água, aos elfos da floresta
Minhas reverências às bruxas da planície e as fadas da primavera
Um abraço fraterno aos gnomos da montanha e aos ciganos, de todo e nenhum lugar
Uma mesura grata à quem veio, vêm e virá
Que tudo e todos sintam-se abraçados,acolhidos e amados
Como deve ser e será!
Quando a trava da ignorância for finalmente arrancada de toda Terra
E o Amor reinar soberano, vitorioso na roda da evolução !
Se eu recuso ajuda eu sou Lucas Skywalker na terra do nunca
Preciso espairecer pro modo deu me ver mar adentro
Não vou enlouquecer levando a vida assim por um tempo
Preciso espairecer pro modo viver intenso ativar meu melhor momento .
Sempre vivi ao pé do mar;
Sempre me habituei a sentir a areia a arranhar nos pés;
Sempre via o pôr do sol no horizonte do mar da minha terra que me viu crescer;
Sempre soube que era um rapaz da cidade, mas o mar sempre me fez tão bem
O mundo nos passa uma mensagem secreta
Onde não conseguimos desvendar facilmente
É preciso abrir os olhos, abrir a mente
Para que possamos construir nossa meta
Pois se não pudermos ver o mundo de outra forma
Na terra seremos apenas um grande pateta!
Terra minha Terra, tua Terra, nossa Gaya!
És nossa Mãe, nossa Pátria, nossa Cama.
Berço esplêndido, Berço eterno.
Produtora de si mesma e de tantos mundos.
Se tens um dia comemorativo do seu ovacionismo, este dia, são Todos de todos os anos de todos os tempos!
Gaya, Terra, Mãe, que nome te ovacionar? Te Ovacionarei por Mãe Amor!
O Verbo se fez carne
Na terra desceu
Operou muitos milagres
Era mesmo filho de Deus
Morreu numa cruz, mas ressuscitou
Ele está vivo
Quem nunca sonhou em viver numa ilha?
Florestas verdes, água fresca
Praias de areias brancas, flores perfumadas
Animais exóticos e frutas deliciosas
Uma ilha, solta no espaço
Nossa Terra , nosso nativo lar
Nascemos e vivemos em uma ilha
Essa é a profunda verdade...
Até hoje, ainda não encontramos outro lugar
Não há outro mundo para habitar
Este planeta lindo e único
É nosso presente e legado
Nossa raiz, futuro e passado
Vamos despertar , e com amor
Reconstruir tudo que , às cegas
Nossa desumanidade e ganância destruiu
Acabemos com a guerra na Terra…
Por nada de bom nela, a tal conter;
Que não um interesseiro alimentar;
De quem à custa da tal se governa…
É bom, que este fazer, tão da caverna;
Tão só pra a parasitas sustentar;
Passe a entre nós sequer, jamais ver ter!
Por infelicidade, demos voz;
A um entre tais, esconder ditadores;
Tão havido atrás das armas nucleares…
Daí, comecem nossos concentrares;
Pra neutralizarmos tais malfeitores;
Sempre que ameaçarem, todos nós.
Por mais de sete mil milhões, já sermos;
São horas de com tais armas acabarmos;
Ou qualquer dia irão tais acabar…
Com toda a vida havida em nosso altar;
Por nas mãos de ditadores tão estarmos;
Mesmo sem a seus povos, pertencermos.
Vejamos fazer do kim, ditador;
Tão concentrado em mais das tais criar;
Para após, atrás delas, se esconder…
Por em tal, de bom pra nós, nada ter;
Que não seja, A em nós VIDA eliminar;
Por seu tão igual ao do putin, sabor!
Já que as tais armas destruir, podemos;
Mas tal não será fácil de fazer;
Enquanto escondidos houver nas tais…
Não deixemos, pois, tais fazerem mais;
Mas obriguemo-los a desfazer;
Ou qualquer dia delas morreremos.
Uni-vos, BONS políticos da Terra;
Num começar a ser TAIS para o POVO;
Pra que ELE, e VÓS não consintais, que os tais…
Se escondam nesses LETAIS arsenais;
Pra que após, NASÇA um tal GOVERNAR novo;
Que entre nós, jamais permita; haver GUERRA.
Com esperança em todos NÓS, (menos na meia dúzia de ditadores ainda entre tais existem) mas pelo NOSSO consentir;
Haverá o dia em que os homens torna-se-ão de verdade!
E com isto olharão na direção do infinito e pensarão o quanto foram tolos por terem ganhado de presente a terra mas só conseguiram ver seus próprios montinhos de barro, um buraco, suas sepulturas.
E tudo lhes pertenceu enquanto caminhavam pra evoluírem...
22 De Março - Dia Mundial Da Água
Quero água pra beber
e a sede saciar.
Quero água pra brincar
na piscina ou no mar.
No futuro vai querer
o seu filho pra viver,
se você não acabar.
Filho da terra.
Sou filho da terra , sou filho do Sol,
Sou filho do mar , sou filho da mata,
Sou filho do rio e sou da semente,
Sou filho de lavradores,
Moro lá onde não chove e a esperança sempre é verde,
Sou filho de um livro rasgado,
Sou filho de um inspirador sonhador,
Sou sua herança,
Escrevo o que vem nos momentos de alegrias e tormentos,
Com rasuras eu vou por aí,
Abri vicinais e fora do mato eu saí,
Fiz vilarejos com belos cortejos,
E se não foge da mente fiz também poemas decentes,
Do pinho fiz meu violão,
E madeira bruta fiz telhado e um belo barracão,
Cobri de palha e armei minha rede,
Por não ter tomado cuidado,
Balancei e caí,
Me curei e aqui estou eu,
Registrando isso aqui.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Nova Fátima.
Entre as saudades que carrego comigo,
Minha cidadezinha do interior,
Me lembro de cada detalhe,
Com a incandescente luz que me queima,
Ela agora me faz lembrar,
Norte do Paraná,
Pequenino município,
Seus vizinhos,
Ribeirão do Pinhal e Cornélio Procópio,
Alguns vilarejos,
Patrimônios e seus encantos,
O perigoso Rio Laranjinha,
Verdes campos e infinitas lavouras,
Céus aberto do meu Sertão!
A poesia ganha um sentido,
Jogo a flecha e acerto no alvo,
Avenida Central,
Seu nome e o décimo quarto dia do mês do Natal,
Paraíso colossal,
Como será que está agora?
Faz tanto tempo que fui embora,
E não tive o prazer de voltar,
Ah se eu tivesse asas,
Percorria cada quadra daquele pedaço de chão,
Ainda levantava a bandeira,
Só para aliviar os minha inspiração,
Tempo forjado,
Colírios para os meus olhos,
Doce canto que eu nasci,
Menino adolescente,
Sem estribeiras e muito carente,
Deixei aquela região,
E ainda hoje me lembrei de tudo,
Ao contemplar,
Finalizo esses versos,
Com feridas até no coração.....
Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
