Poema sobre a Seca

Cerca de 1154 poema sobre a Seca

Sertão de Sol
De seca, de melodia
Sertão de Lua
De chuva, de alegria
Sertão de rios correndo para o Mar
Sertão do meu coração:
- Sou Made in Parahyba!

Inserida por emilianopordeus

O Amor é composto por flores em um lindo jardim!
Enquanto a Azaléia seca e cai! Os Botões de Orquídeas estão a abrir!
O segredo é ser feliz por sí só... pois nem sempre este jardim nos
contempla com flores tão lindas, por vezes restam só os espinhos da roseira!

Inserida por Faalss

Cada vez que alguém trata a verdade com descaso, um pingo de esperança seca.
Cada vez que alguém se contenta com uma mentira, o poço da ignorância cresce.

Aceitamos conviver com a falsidade,
em vez de lutar em nome da sinceridade.

Inserida por BernardoD

Minhas reflexões de vida...
Vi uma folha seca caindo de uma árvore ao chão. Então ai veio a questão.. Uma folha não cai ao chão por acaso.
Imediatamente uma pessoa me respondeu!
Ela não cai por acaso e sim porque a árvore não precisa mais dela.. Isso me fez pensar..
Mas a verdade e que ela por estar velha e seca se sente um pequeno peso para a árvore e ela msma se joga ao chão :-(
Yasmin Souza

Inserida por Yasminpt

O coração do Mundo

Se com homem ou não
Mata seca ou deserto com vegetação
O mar não aprisiona a ventania
O vento canta para a dança da maresia
Um evento público sem plateia
Onde peixes e pássaros formam a assembleia

Com ou sem a intervenção da tua mão
Abrem-se os buracos do cemitério no nosso chão
Enxadas movidas a base de gasolina
Criações criadas para destruir a Grande Criação
Árvores são os papéis onde assinamos a "disciplina"
Onde a eletricidade traz de volta a lamparina

O mundo não para de girar
O coração não para de bater
Quando o coração parar
O mundo não irá perceber
E quando o mundo se esgotar
Não haverá coração sem se arrepender
E quando o mundo de fato se esgotar
Não haverá coração sem sofrer

Inserida por Torsh

A peste não me consome,
Por ser eu uma bactéria.
Eu venho lá da fome,
Da seca e da miséria.

Inserida por rodrigueseliana

Saudade é ter na memória o gosto dos bons momentos que não voltam mais...
A boca fica seca, os olhos cheios d´água,
o coração acelera, mas nada sai do lugar...
Só o pensamento voa longe tentando agarrar as lembranças,
até que um sopro de realidade te diz: não dá!

Inserida por monicacosta

e a sombra que escure o céu, a terra seca se abre esperando por água, meu coração renasce tão puro feito véu, de noivas indormidas de noites mal vividas.

e as nuvens vai passando e água na terra jogando, feito o rio desaguando no mar, meu coração vai lavando e pela vida vou te amando.

Inserida por gnpoesia

⁠ENQUANTO O ARROZ SECA
.
Todo mundo tem um amigo `arroz de festa’. É aquela pessoa que está presente em todas as festas e eventos que pode e acaba ficando conhecido por isso.
.
Você imagina o porquê da associação com a palavra `arroz’? Disse Onário que, isso provavelmente é uma alusão ao fato de o arroz estar presente em quase todas as refeições.
.
Peço: não leve ao pé da letra as palavras de Onário. Com certeza ele desconhece o drama por que passa o povo brasileiro.
..........
02.05.2024

Inserida por AirtonSoares1952

'SER...'

Sou rima,
lençol,
pecado...

Semente esparramado,
seca,
freático...

Soldado ferido,
insensato,
solitário...

Calabouço,
místico,
para-raios...

Perdido em multidões,
nuvens,
bárbaros...

Embatucado,
solstício,
açoitado...

Sou pedras,
lanças,
armaduras...

Loucuras,
ferraduras,
homem de aço...

Inserida por risomarsilva

ALMA SECA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Não queria, mas quero amar de novo,
pra dizer a mim mesmo que tô vivo,
há um ovo que ainda me fecunda
e renova o motivo de viver...
Tenho andado vazio feito bolha,
feito porto isolado e sem função,
folha seca varrida pelo vento
em um chão desgastado; calvo; infértil...
A minh´alma secou, está deserta,
nem um sonho pra dar algum verdor,
uma dor dessas boas de sentir...
Pelo menos voltar a ser volúvel,
dissolúvel, poroso, permeável
como sempre não quis, me rendo e quero...

Inserida por demetriosena

Tinha cheirinho de sol sem nuvem
Chuva na terra seca
Cafezinho acabado de fazer
Tudo junto, como podia ser...
E um irresistível jeitinho de sorrir.

Inserida por MirnaRosa

Visto cara de coruja afoita
seca por beber de noite
versos noturnos de canudinho
nos períodos diurnos
Sô passarinho adormecido.

Inserida por SoniaMGoncalves

⁠Um dia de cada vez

A terra seca sob meus pés
não é menos dura que o peso do dia.
O corpo ainda aprende a habitar-se,
a não exigir mais do que pode,
a suportar o silêncio sem o entorpecimento do esquecimento,
a segurar o fruto da liberdade que insiste em escorrer pelos dedos.

Já fui campo sem cerca,
onde a ânsia galopava sem freio.
Uma chuva que não rega,
e apenas fere a raiz.
Hoje sou roça semeada
na paciência do tempo,
esperando que algo brote.

Há uma fome que não se vê,
uma sede que não é de água.
Elas gritam no calor do meio-dia,
na solidão dos olhos que evitam encontros.
Mas eu, com mãos calejadas,
mesmo após uma década,
aperto o arado do instante
e traço linhas que só o amanhã saberá decifrar.

Sei que as marcas do passado
não se dissolvem como o barro das unhas.
Elas permanecem, silenciosas.
Mas, enquanto o sol nasce,
me permito regar o presente.
Um dia de cada vez.
E isso, por agora, basta.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Tranquila buscava atravessar uma campina seca e extensa e sentia apenas a serenidade de um vento morno e de mato seco...
E assim, desavisada, me bateu um vento forte, o coração estremeceu com toda a possibilidade de tempestade e aquele vento tocou música em meu coração, mas recuei...
Recuei diante de toda possibilidade e vontade porque bem sei que tempestades deixam suas marcas, deixam destroços e saí da campina que por um instante já não era mais seca e fui embora deixando os ventos fortes que me balançaram tão vigorosamente...
E ainda agora, fechando os olhos posso sentir uma leve brisa que aquele vento impetuoso deixou...

Inserida por campodetesouros

⁠O que é o sol sem a lua
O que o calor sem o frio
O que seca sem chuva
O que é o amor sem ódio
O que a vida sem a morte
O que é a morte sem o medo de morre
O que e morre sem a vida
O que a noite sem o dia
O que é o desprezo sem a compreensão
Do ser o equilíbrio da vida ou da morte se pra ser feliz a morte está só esperando a hora dela ser feliz a hora de te levar ao
Infinito do inferno dá dó
Pense só na maravilhosa dor do ser que te empurra para o abismo sem fim da imensa dor do seu ser
DHP

Inserida por dionedp_pimenta

⁠Dissertou Lucius:

- Muito Sol, seca e mata os vegetais. Muita Água, afoga e mata a vegetação terrestre. Se houvesse só noite, a vida na terra não subsistiria, como da mesma forma se houvesse só dia, também não. Só dia, o calor, superaqueceria o Planeta. Só noite, o Planeta, super-esfriaria. A vida de um indivíduo, deve ser semelhante ao clima: equilibrado. Se não houver equilíbrio, o desequilíbrio biológico-individual causa desordem destrutiva.

🦉

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Uma folha seca, de uma árvore qualquer, causa pouca ou nenhuma admiração à contemplação da maioria; ( e até de nós mesmos, os contemplativos por excelência!) Mas vede com que admiração quase, senão todos mesmos, vêem como que uma beleza superior e insólita, numa pintura surreal dessa mesma folha, que é a representação da folha Natural ( original)!!! É bem verdade que essa sensação estranha de contemplar, faça com que se pense que a arte é superior a Natureza quando, na realidade, a arte, apenas nada mais é, que sua representação.
E foi com acerto que bem se expressara o Imperador-Filósofo Marco Aurélio, nestes termos: <a natureza não pode ser inferior a arte. As artes nada mais são que reproduções da natureza. Então, a natureza, que é a mais perfeita e abrangente de todos, não pode ser inferior a melhor habilidade artística>.

Às 11h28 in 07.11.2023

Inserida por FabioSilvaDN

⁠SETEMBRO

Se o amor chegar agora,
tem uma primavera brotando
em mim.
Se é com a seca que o ipê floresce;
É com a dor que a gente cresce.
Para que chorar se existe amor.
A questão é só de dar.
A questão é só de dor.

Inserida por olhos_tristes

Crônica da Linha de Fronteira Seca: Ponta Porã e Pedro Juan Caballero

A linha de fronteira seca entre Ponta Porã, Brasil, e Pedro Juan Caballero, Paraguai, é uma região única, repleta de histórias antigas e memórias culturais. Este território, que hoje une dois países, já foi palco de inúmeras rotas e caminhos antigos, cruzados por povos indígenas, portugueses, espanhóis e missões jesuítas.

A Formação Histórica.

Desde tempos imemoriais, a vasta mata e as grandes áreas de erva-mate nativa atraíram colonizadores, migrantes e emigrantes de diversos lugares. Os tropeiros e comerciantes viajantes que por aqui passaram deixaram suas marcas, e muitos decidiram fixar-se, dando origem a estâncias e fazendas que, cada uma, conta sua própria trajetória e história.

Lendas e Memórias.

As lendas locais falam de quadrilheiros e bandoleiros que cruzaram a região, mas também das patrulhas volantes, formadas por valentes da região, que expulsaram os bandidos. Essas histórias são contadas através de crônicas locais, lendas e causos de outros tempos, memórias de um passado que deixou gravado na história contos para serem contados.

A Riqueza Cultural.

A riqueza cultural e histórica da linha de fronteira seca é inegável. Cada canto dessa região guarda memórias de um tempo em que a fauna e a flora exuberantes eram observadas com admiração pelos primeiros exploradores. As missões jesuítas, com seu legado de fé e conhecimento, também deixaram marcas profundas na cultura local.

Conclusão.

Hoje, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero são cidades irmãs, unidas por uma fronteira que, mais do que dividir, une histórias e culturas. A linha de fronteira seca é um testemunho vivo de um passado rico e diversificado, que continua a inspirar crônicas e contos, mantendo viva a memória de uma região única e cheia de histórias para contar.

Inserida por yhuldsbueno