Poema Passei para Deixar um Beijo
Amar alguém tem que ser um sentimento Puro e Simples,
Começa em Conhecer, Admirar, Se apaixonar,
Ate chegar ao momento Mágico e Sublime,
O de se Entregar!
As vezes me sinto como "Um Estranho no Ninho"
Nunca tive dificuldade ou vergonha,
De demonstrar meus sentimentos,
Deveria ser uma coisa normal, não é mesmo?
Anjos existem,
E estão a nossa volta,
Um toque, um olhar, já basta,
Para tornar a nossa vida mais feliz.
Falador
No meio do nada tem vozes
No meio de tudo um vazio
O nada me parece mais um topazio
Do que o tudo com barulhos ferozes.
No meio de tantos mais uma
No meio de um é tudo
Lembro das vozes insanas
De pessoas mundanas.
Lembro de tantas e tantas
Que no fim não é uma
A voz fala e falha, são antas
Hum anta é inteligente, isso é elogio
Melhor qualificação é nenhuma!
"Eu guardo o amor em mim,
e doo, enquanto se pede!
Quando termina um ciclo?
Eu renovo o ciclo...
Dando novamente amor!
Ele vive em mim."
Parceria:
1. apoiar uns aos outros para um atingir um propósito;
2.valorizar e reconhecer o trabalho alheio;
3.exercer a empatia, compreender as limitações se complementar mutuamente para formar uma equipe imbatível.
Vida de cão
Mundo vazio
Lugar de solidão
Eu tenho poucos amigo
Meu filho é um cão
Saio pra passear
Nada fala comigo
Se passa outro por perto
Mais forte fica o latido
Quando Deus criou a terra
Primeiro fez o cachorro
Depois eu criei a coleira
Que prendo no meu pescoço
Nem tempo dá sonhar
Pois tenho que trabalhar
Pra quando o bicho chegar
Levá-lo pra passear
Ah como tanto queria
A vida com alegria
Me leve pra passear
Prometo lato mais forte
Quando um amigo passar.
VENDAVAL NO CERRADO (soneto)
Áspero, entre os uivos, em lufadas nos buritis
De um constante sussurrar de uma ladainha
Prelado em prece, bailam nos galhos os saguis
Na imensidão, quando a tempestade avizinha
Rezas sobre a melancolia, agitam os pequis
Sobre o cerrado, badala o sino da igrejinha
E, em refrega, no céu, desenha o arco-íris
Grassando poeira tal qual a erva daninha
Bufa, num redemoinho em tal longura
Que abres no horizonte em chiar bravio
Gemendo o sertão num suspiro funeral
E invade, como guerreiro, toda a secura
Do chão, num comando do seu assobio
Avança atroz no planalto... o vendaval
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23/01/2020, Cerrado goiano
Duas pessoas sabem que estão se amando,
Quando ambos se entregam de corpo e alma,
Um querendo a felicidade do outro.
O Amor e como um Grande Circulo,
Que nos envolve e nos aquece,
E se completa no "Momento Mágico",
Da Plena Intimidade.
A segunda existe
Mas é quase sempre um tédio
Viver de segunda a quinta é chato
A sexta sempre é meu remédio
O toque suave dos seus beijos criam de um minuto, a eternidade.
Seus movimentos suaves causam conflitos inebriantes de amor.
Suas dimensões reduzem ao ecstasy rebuscadas de excitação.
E de verdade,
Chego a pensar se precisamos de algum motivo para nos tocarmos.
Beijaríamos para esquentar...
Beijaríamos para acelerar...
Beijaríamos para relembrar o motivo do primeiro...
Beijaríamos depois de um olhar.
Beijaríamos ...
Beijaríamos depois de uma conversa silenciosa.
Beijaríamos para amar.
Beijaríamos por presa de não ter presa de acabar.
Beijaríamos a evitar o que o orgulho tenta afastar.
Beijaríamos depois das lágrimas.
E você há de convir que não exista sensação melhor do que essa...
E de uma coisa eu sei que no fim da história...
29 Se há quem fala em línguas, não falem senão dois ou três, quando muito, e cada um por sua vez, e haja alguém que interprete.
28 Se não houver intérprete, fiquem calados na reunião, e falem consigo mesmos e com Deus.
Transplante de cabeça humana, com sucesso!…
Que mal, tão ficaria a humanidade;
Se um dia, a uma cabeça transplantasse;
Por tal transplante, ir parar com a idade;
Logo e por tal, besta jamais findasse!
Quem iria pagar, seria o pobre;
Por ver seu jovem corpo, a ser roubado;
Por um qualquer magnata ou burro nobre;
Pra que jamais morresse, o tal malvado!
Ao apanhar pra si, corpo de um novo;
Rejuvenesceria a velha mona;
Desse qualquer sortudo, em burro achado!...
Que não hesitaria em matar, a povo;
Pra lhe implantar, sua velha e morcona;
Pra a nova vida ter, de um desgraçado.
Com humor;
Era uma vez,
Uma garota que queria encontrar o Amor,
E quando pensa que encontrou,
Ganhou um coração partido,
Submergiu no mar da desilusão,
Com o principe que era um dragão,
Cuspiu fogo,
Queimou os nossos sonhos.
O amor conta com o mar à vista
O que o amor pode dizer?
Se tão solene não pode ser
Um ser incapaz de viver para sí
Mas que navega a deriva até se achar
O que é o amor a não ser um mar?
Que de surpresas está repleto
Cheio de vidas, um mar aberto.
No infinito do além encontro o que preciso
Amar, viver sem ligar com o prejuízo
Além das correntezas me vejo voltando de volta
As lembranças de um amor que o mar não mostra.
Sigo no sublime e nos altos encantos
Em busca deste amor dispensando versos brancos
Como a baleia que vi tão grande quanto o sentimento
Não deixe o iceberg te gelar, me espere só um momento.
Literalmente minha mente está em um mundo oculto cheio de pessoas em volta.
E encontro-me abraçado com a melancolia.
Gabriel Avelino
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