Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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Poema num sábado de aleluia

No apagar da quaresma
Qual cinza restou
Ou será a mesma
Se fica ou se vou

Os sinos tocam, sábado de Aleluia
Anuncia a reflexão da traição
Retire suas culpas da cuia
Da omissão. Seja oração...

Perdão

Vamos nos aconchegar
Na misericórdia
E ter braços para ofertar
De que vale negar, ter discórdia
Se somos filhos, iguais, no altar
Da criação Divina. Livres na história

Livres para sonhar
Na fé vitória
Sábios para perdoar

Ao nosso "Judas", executória
A solidariedade atar
A paz e bem, gloria!

É vigília pascal
Trajetória
No amor, o amor incondicional

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26/03/2016, 06'10" – Cerrado goiano
Sábado de Aleluia

Inserida por LucianoSpagnol

TRAGO POESIA.

Porque p/ mim um poema,
não é só o que já esta escrito
mas também a emoção daquele
que esta por vir.

Inserida por luaempoemas

QUADRAGÉSIMO SEXTO HEXÁSTICO

Representar-se poema é:
saber-se duplo na imanência
observador e objeto em essência
sujeito na extensão do poema
criador e criatura em si mesmo
único sujeito em potência

Inserida por joao_batista_do_lago

Estrofe e refrão

Coloquei no poema estrófe e refrão,
puxei um ritmo no violão!
Minha viola cantou
a estrofe é o refrão!

Nesse ritmo eu vou!
Eu vou e vou,
vou fazer modão!

Neste poema cantei uma canção,
senti tanta saudade
de você no meu coração,
queria estar contigo,
dançando um baião!

Olhei pra minha viola,
e deslizei nas cordas
minha paixão,
sentindo você no meu coração!

Inserida por marialu_t_snishimura

Poemas

A perguntar-me assim:
- O que é poema enfim?
Respondi então pra mim
Poema é assim:
- Meio louco,
- Meio pouco muito,
- Meio com gosto,
Ou sem gosto,
Por fim:
- Amargo
- Doce
- Ácido
-Salgado.
De repente tudo isso,
Tudo junto e misturado!
Fica de sabor diferente,
Porém, tem a marca da gente!

Laranja, melão, abacate, melancia,
Carambola, maçã, manga, lichia

Outras vezes;

Lua, estrelas, astros, raízes!
Menino, menina, amigo, amiga, guri.

Bola, boneca, caminhão, bem te vi
Pipoca, cinema, televisão.

Sonhos encantos, ilusão
Manos, manas, irmãos.

Então...

Pula - pula, pula corda, violão
Moda de viola, doce de algodão!
Sonatas, sonetos, de rimas e concertos
De gestos, gostos e pensamentos.

Enfim, tudo claro pra mim
Que poema é assim!
E, fim!

Inserida por marialu_t_snishimura

Não sei muito como começar esse poema
Só precisa escrever para relaxar
Procurando inspiração achei problema

Porque os problemas chamam tanta atenção
Ainda não sei, mas um dia descubro
Mas esse problema que falei é por causa da minha solidão

Tenho amigos, mas parece que não tenho
As vezes acho que sou apenas um peso
Tenho amigos, mas esqueço

Sei que ninguém se importa
Se nem eu me importo mais
Porque alguém se importaria

Quase sempre estou sorrindo
Pensam que sou muito feliz
Nem sabem que estou morrendo

Inserida por Cafaneli

Poema de Daniele Buoso :
Um ser como qualquer outro
mas é único e especifico
demonstra poder e medo
mas é doce e meiga
como uma flor forte e empoderada
aura inabalável mas por dentro
um coração mole
que se preocupa contudo e todos
a melhor PCG no que ela faz
que alegria a todos nos trás
te amamos Dani
e o Cícero perante esse poema
lhe agradece os chocolates
e ajuda que nos da
obrigado Dani por tudo
você é importante para todos
nós da Ana Franco
obrigado.

Inserida por ciceromatheusdossant

Meu grito foi assassinado a esperança ressuscitou

O que vou dizer nesta rima, poema e poesia.
Nessa prosa e nesse enredo de fantasia.
Parece ser mesmo um manifesto delirante.
Mas é parte de um conto oculto.
É fato, é ato, é a verdade um predominante.

Quando a loucura surgiu.
O grito bipolar emergiu.
A mente acelerou.
O coração pulsou.
Uma vontade existiu.
Pelo povo e Brasil.

Mas o grito foi assassinado.
Pela sociedade que oprime.
No próprio lar se ganha de presente dilemas.
Um par de algemas.
Um cadeado que reside.

Um ato de depressão.
Uma agulhada de injeção.
Pronto, o doido dorme.
A loucura não fala.
A sociedade nos conforme.

Oh silêncio que fala, pelo que a poesia ditou.
Meu grito assassinado, a esperança ressuscitou.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Faço poemas
em versos negros
e versos brancos
para que todo poema
seja livre.

Inserida por RemissonAniceto

Poema para os Antropólogos.

Os antropólogos
pensam primeiro nas janelas
que vão colocar nas casas,
depois nas portas
e depois na vista
que cada um vai ter
ao abrir as janelas e as portas.
Os antropólogos
sabem mais dos homens e da sociedade
por tocar neles, experimentar o que no mundo há.
Os antropólogos
conhecem a anatomia da vida.

Inserida por cristiane_neder

INSÔNIA -776 - 24/03/20
(o sono fugiu)
Marcio Souza
poema em redondilhas menor.
O sono não chega
O sono foi embora
O sono não deita
Só lamenta e chora.

Sono sumiu
O sono não vem
Sono partiu
Saudade de alguém.

Um triste lamento
É pranto de dor
Que aperta no peito
Lembranças de amor.

O sono está triste
Ele não se acalma
O sono resiste
Até o fundo da alma.

Batendo na porta
Some de repente
Só dá meia volta
Haja quem o aguente!

E briga comigo
Quer sempre fugir
Igual inimigo
Medo de dormir.

É luta um açoite
Enorme agonia
Se não vem à noite
Eu durmo de dia.
Márcio Souza
(Direitos autorais reservados)

Inserida por marsouza42

Um poema para kellany

Quando a vi pela primeira vez
Algo chamou minha atenção.
Te vi sorrindo em silêncio e me pareceu tão bom.
Descobri que em seu sorriso morram as estrelas e que seus olhos brilham como o luar.
Fechei os meus por um instante e você já não estava mais lá.

Então senti tua respiração tranquila como as ondas do mar.
E quando o teu peito estava junto ao meu
Senti o teu abraço tão meu, que não queria mais soltar.

Como poder explicar, se os seus detalhes são tantos quanto as águas do mar.
É que teu jeito quieto faz um convite para mergulhar nos teus mistérios.
Pequena lua te peço, nunca pare de brilhar.

Inserida por francisco_silva_12

a garça voou
sumiu nos telhados do antigo cinema
voou na cidade
às cinco da tarde
me trouxe um poema

Inserida por lasana_lukata

⁠ Poema
Estamos passando por um momento difícil
Nós precisamos nos acalmar
E ficar dentro de casa o tempo que for preciso
Neste momentos uma das coisas que mais precisamos fazer e pensar
Precisamos fazer os cuidados certos
Lavar as mãos com água e sabão
Usar álcool em gel
O covid-19 e uma doença que ataca o pulmão
Não podemos ir a lugares com aglomerações
Precisamos usar máscara a todo momento
E não ficar tocando nas coisas das lojas
E uma doença que se espalha como o vento
O mundo vai voltar ao normal
Nós precisamos ficar em casa
Até a pandemia acabar
Nós vamos voltar não precisa ter pressa

Inserida por el-gustavo

⁠- Versos no Espelho -

Ontem escrevi um poema
Guardei-o bem no peito
Sem passado nem presente
Ao meu gosto, ao meu jeito
Dormi com ele no meu leito!

Hoje sinto-me diferente ...
É que os versos são presságio
D'uma Alma sem descanso
Que se canta num Adágio
Profundo, triste e manso!

Amanhã a vida seguirá
Outros versos nascerão
O silêncio será voz
Vestirei a solidão
Estarei de novo a sós!

E depois? O que virá?
Terei Alma? Terei corpo?
Só Deus sabe o meu destino ...
E as maselas do meu rosto
Hei-de vê-las no caminho!

Inserida por Eliot

⁠Verso assediado.


Calei o inevitável...
Repeti meu grito...
Reprimindo um poema amputado...
Nos enganosos lagos de águas mansas...
Joguei anzol pra coletar o peixe sagrado...
Quis me alimentar...
Mais não tive êxito...
Lavei o peso do que não era pecado...
Deixei a balança digital da ilusão falar por mim...
Ambos os sentidos me encontrei...
Sofri...
Chorei e sorri...
Assediei o verso comprimido...
Deixei os odores empregnárem em minh'alma...
Espremi a poesia que somente exalava e não me explicava...
Dando o real tempo com meu silêncio...
Tentei...
Insultei o alfabeto adormecido...
Me submeti á contração....
Abreviei meu olhar e ressaltei...
Indignado...
Minha voz ecoou...
Dei prazo pra razão....
Escrita fina na moldura do meu pensamento...
Pincelei o quadro da minha inspiração...
Afoito e descarado...
Me revesti de verniz minha imaginação...
Me protegi da humildade do tempo...
Me conservei...
Acordado e produtivo...
Matei na mosca...
O que planejei...


Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Seu olhar

E se todos olhares fossem assim,
Como um belo poema sem fim,
De traços meigos e brilho próprio,
Que descreve o bem,
Que apaixona,
Traduzindo seria eternidade,
Na caneta do poeta seria encantador,
Nas mãos do músico teríamos melodia,
Na paleta do pintor a arte mais bela,
Mas nas mãos de Deus virou amor,
e amor é onde se esconde a beleza vida.

E se todos olhares fossem assim,
assim como o seu...

Inserida por Cflima3

⁠Um poema nasceu de ti.
E assim como a flor, desabrochou.
E surgiu vertendo dos seus olhos castanhos.
O Amor que inundou o meu viver.

Inserida por srtawrobel

Ai que saudade da minha morena
Que deixou de ser minha⁠
Pra ser só do meu poema.

Inserida por mateus_aleixo

⁠Poema da Isabelle Bassinello Losz
06 anos Limeira -SP

A Borboleta dos Sonhos

A vida tem seus sentimentos
E a borboleta tem o seu olhar
As abelhas sugam mel
Eu o céu

Inserida por ulisses_losz