Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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POEMA VOCÁLICO

Ao Pensar certas coisas
Que faz o meu povo ser o que é
Penso e pesaroso fico num misto de perfídia e fé.

É tanta penumbra e escuros sólidos,
Tanta cegueira a reinar
Tantos anseios suprimidos
Abortados no nascedouro
Sem nunca poder brilhar.

Inquieta-me tantas dores
Tantos dias cinzas sem cores
Enquanto sofrem esperam
Seus cristos e redentores.

Os pobres ignóbeis que somos
Escravos da ignorância
Temerários sobrevivemos
Torporizados pelo cotidiano nutrindo-nos de vãs esperanças.

Um momento, mils momentos
Cada um com seus tormentos
Enquanto segue a orquestra
Nesta canção caótica somos meros instrumentos.

Inserida por KikodiFaria

Fiquei inspirado na prova do Caio e até escrevi um poema.
Direitos autorais MEUS. É feio plagiar.
Tempestade
CABRUUUUM!!!
Durante a tormenta, ergue-se uma fera,
Um fenômeno com a fúria de um animal.
Uma criatura ligeira e potente sem igual,
Que vive berrando em nossa atmosfera.
CABRUUUUM!!!
CABRUUUUM!!!
Um Barulhão!
Um Vozeirão!
Um Valentão!
Você vê seu instantâneo e efêmero brilho cheio de esplendor,
Mas, depois escuta seu rugido atormentador.
CABRUUUUM!!!
CABRUUUUM!!!
Um Barulhão.
E quando você pensar que a tempestade irá se acalmar,
E que a luz do Sol ,novamente, na Terra brilharia,
Para sua desesperada alma se tranquilizar,
E sentir mais uma vez alegria...
CABRUUUUM!!!!
CABRUUUUM!!!
Um Barulhão!
Um Vozeirão!
Um Valentão!
Tudo “ÃO”!!!
Então, pergunto a ele:
“Poxa, Senhor Trovão, por que o senhor não vai embora?
Por que não volta outra hora?
Quero ver a luz do dia,
E sentir mais uma vez alegria!”
“NÃO!!!” Ele me responde.
“SOU A DESTRUIÇÃO!!!!
SOU A ANIQUILAÇÃO!
A DEVASTAÇÃO!!!
A MALDIÇÃO!!!
NÃO QUERO NÃO!!!!!!”
CABRUUUUM!!!

Inserida por henriquecapanema

ABISMO DE PENSAR

Caindo do abismo
Me vejo a sorrir
Escrevendo este poema
Me vejo a rir

Cair
Me faz pensar
Pensar nas coisas que já fiz
Faz pensar em você o quanto te fiz feliz

Caí?
Não sei
Machuquei?
Talvez
Te amei?
Muito, e sempre vou amar e chorar pelas coisas que fiz a você

Inserida por POEMAS123

Último poema
E uma súbita e inexplicável angústia me invade.
Tão cedo. Tão sem avisar.
Eu até sabia que um dia a poesia perderia a graça.
Torci tanto que não fosse já.
Morrem com vida meus versos, talvez a pior das mortes.
Antes estar sendo devorado por corvos
E provocando no ar um cheiro de carniça
A ficar “morfinando” a falta de inspiração.
Acreditei no sonho que talvez só eu sonhasse
Sem que o talento soubesse.
Dei-me por completo ao poema.
Dei-me em todas as letras do alfabeto.
Pensei cobrir-me de tudo,
Mas fiquei completamente descoberto,
Esquecido, escondido, cego, surdo, mudo e quieto.
Permita-me Deus, ao menos,
Escrever o epitáfio para meu último teto.
“Pensou saber, mas morreu analfabeto”

Inserida por MoacirLuisAraldi

Balada, beber e beijar.
Pisco, beijo e risco.
Jantar, beijar e amar.
Cinema, beijo e poema.
Vinho, ninho e prosear.

Inserida por QUIVIA

Eu queria fazer um poema.
um poema para acalmar o teu coração.
Dizer-te ao ouvido todas as palavras.
de amor e de esperança para sentires o teu corpo flutuar.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Poema do meu amor

N uma noite linda se entregou pra mim
Única maravilhosa, momentos bons que nunca esqueci
Beijei seu lábios de mel, foi fenomenal
Inesquecível noite excepcional
Amiga, companheira pra tudo não tem igual

Rosa mais linda que todas as rosas do mundo
Olhar fascinante, que me conquista a cada segundo
Sonho contigo a cada momento, acelera meu coração
Amor inesquecível , inigualável, que soa como versos de uma canção

Deito e acordo pensando em você, musa linda minha inspiração
Esqueço de tudo se penso em você, desejo mais louco, minha grande paixão

Sábia com as palavras, como se já estivesse vivido em outras vidas
Orgulhosamente fascinante pelas frases a sua boca trazidas
Uma mulher de fibra que barreiras superou
Simples, linda e exuberante uma rosa, uma flor
Além de tudo isso é meu grande amor.

Inserida por Washingtonallifer

"Com texto"

Eu.
Você.
Nós dois.
Cadê?

Sonho.
Lágrima.
Poema.
Página.

Dia.
Noite.
Alma.
Açoite.

Café.
Chá.
Cama.
Sofá.

Luz.
Sol.
Coberta.
Lençol.

Mar.
Rio.
Quente.
Frio.

Sorrisos.
Abraços.
Pés.
Descalços.

Música.
Arte.
Cinema.
Marte.

Mente.
Confusa.
Legião.
Cazuza.

Cigarro.
Isqueiro.
Ultimo.
Primeiro.

Diferente.
Igual.
Começo.
Final.

Inserida por SrGuigo

Um por dia

Vou escrever um poema por dia,
Por em palavras meu dia-a-dia,
E quando minhas mãos não aguentarem mais escrever,
Começarei do zero todas elas á ler.
Mão será pelo fato do impedimento,
Que estacionarei no frio e relento,
Aquecerei minhalma com a leitura,
Dos poemas que fiz porventura,
Tentando explicar a toda criatura,
Que o que mais temos é calor humano.

Inserida por alexsanjeri

O poema que lia…
Transformou
sonhos em seu corpo.
Que ela nem sentia,
que estava entre
gravetos secos,
de um chão
carente de amor!

Inserida por daysesene

Auto-poema-resposta
Já perdi a conta de quantas vezes passeei os olhos pelas tuas palavras, violentei, violei e ainda mais, forjei tais vocábulos de despeito. Não compreendo como tuas pequenas mãos embalam tantos esbravejantes decretos de saliência, essa revolta ímpar, essa crua permissividade que não esmorece mesmo diante da minha persuasiva desistência!

Assim como esse teu curvilíneo corpo esguio que me deplora tantas proibições, mas que conheço tão displicente, tão involuntariamente despudorado...Que mente-me tua pouca habilidade, tua irrefletida sedução sublimada no orgulho que te estampa, arredia, quando te ponho inofensiva.

Queria te ofertar bem mais do que tais dimensões paralelas de sub-vivência, queria poder consentir tua destreza nessa conquista que me ilumina sob belas palavras, ainda que não consiga permiti-las em meu sentimento... Poder enxergar essa alegoria na qual nos transforma, com a devida imparcialidade crítica com que me roga, sem afetações de meu ego... Ser-te luz bem mais do que inspiração, te fornecer meu olhar sob tais versos e causar-te a fosforescência com a qual me convidam ao infinito.

Como resisto ao teu aprazível jogo de causa e efeito? Como posso negar-te o direito de perturbar-me, de deixar-me insone relembrando tuas vestimentas de pecado, a tua boca colorida de um tanto de ardor e audácia?! Como podes acusar-me de evadir-me de nossas instâncias, se as carrego com a mesma urgência de cada pulsar irrefletido?
Injustas palavras, Menina. Injustas.

Inserida por natyparreiras

Em tempo
Captura
Capturei
Amarrei
Amarei
Enquanto houver a dúvida
Atemporal do poema.

Inserida por natyparreiras

POEMA SEM COMANDO
Tem um barulho doido dentro do meu ouvido. Dissonante.
Ressoando toda uma confusão de cartas outrora já marcadas.
Não sei se é o ampl de guitarra ou as minhas cordas vocais, adulteradas.
Não sei.
Aliás, saber é algo que deveria passar pelos ouvidos. Olvido. Esqueço.
Álias, lembrar é papo pra outra sessão de análise.

Estou literária
minha mente
suspensa.

tô nessa de deixar fluir no papel
abstrato
o que tratei desde a cura
há tempos
remediada.

eu medeio sem medida o tédio das distorções, em mais sílabas, acredita?
eu leio, eu laço a palavra a gerar sinônimos de desentendimento,

e você?
me entende?

sei lá
o que há
aqui
talvez o vazio
amortecido
do que já vivi
lívido
e decapitado
descrito com letras duplicas e maiúsculas.

pequena
eu.

e um mundo inteiro de esperanças
parado
no ponteiro exato
quem sabe
um dia...
amanhã?

não.
a negação presentifica o desejo de existir
paradoxal
é o nada...
nada consta
em teus olhos
só há espaços.

eis o sábio parágrafo repetido pela minha própria ignorância
em manusear a palavra com cuidado
palavra dada
gera dados
e estes,
- enfim -
demandam
fatos.

e eu
desmando
- o tal malandro -

Nem eu
nem você...

Inserida por natyparreiras

EXTRAVIO
Eu preciso de um poema
Forte
Inanimado
E absolutamente vazio.

Eu pressinto um poema
Na liturgia velada do teu jogo de sombras
Posto que sei imenso do azul.

Eu esgoto o meu desejo
E arrebento o desconforto
De ter tido saudade
De ter tido o tempo exato
De desmerecer o cálculo.

Eu imploro o poema digno de nada
Digerido em minha ossatura tenra
E despreparada.

Eu impugno o poema que me cospe
O sabor errático da vitória.
(Em mim, gangrena)

Eu mastigo o fracasso
Como quem disseca
A ultima doçura daquela goma
- já incolor -
A grudar intestinos.

Eu encolho o poema
E sem as rimas
Disfarço
A dimensão de meus pormenores.

Eu esqueço o poema
No bolso da calça preta
E amarrotada
Que um dia já existiu na minha lembrança.

Eu preciso o poema
Na falta
Na tua falta
Em não presença
De estar aqui.

Eu
Simplesmente
Perdi
O poema
Num achado de esperanças.

Inserida por natyparreiras

Termino o poema, sei que te pareço distante
fecho o computador aqui estou eu amor
agarras-me nos teus braços com força
sinto-me como se estivesse na lua
o nosso amor desentranha-se com ternura
como se a primavera, a vida, a esperança ...
entrasse nela com toda a paixão .!!

Inserida por MariaIsabelMoraisRF

li um poema que estava nu.
rasguei as vírgulas
que prendiam a minha derme.

Rasguei a alma
molhei o verso
soprei ao vento

poemei!

Despi meu corpo
com o verso
sem nexo,
complexo!

Inserida por suzanamartins

Rezo todas as noites por um poema que seja correspondido.
Suplico vontades solícitas de verso e prosa.
Rezo todas as noites por um poema que me revele por inteira.
Rezo, mas as palavras evaporam dentro de um céu de letras escuras!

Inserida por suzanamartins

Através desse poema vou me descrever,
Sou um ser soberano e muitos ainda hão de me conhecer
As tragédias que estão acontecendo, não foram nada,
muito ainda irá acontecer.
Fique atento, pois a próxima tragédia pode estar perto de você.
Eu posso tirar, colocar, roubar, matar, causar.
Também posso temporariamente lhe agradar,
Vou deixar de “arrodeio” e logo me mostrar,
Sou a conhecida e apelidada morte.
Aquela que muitos ainda minha mão irá apertar.
Vou lhe buscar onde quer que esteja, disso num duvide não,
Vou lhe buscar mesmo se estiver no chão, num carro ou em um avião.

Inserida por EduardoPaixao

Queria escrever um poema
Que falasse de amor
Mas só tenho versos tristes
Que falam de dor

Estou preso num sistema
Onde tudo sempre é igual
Não existe nenhum vírus
Que me tire do normal

Tudo é constante
Um circulo vicioso
E um ponteiro parado no tempo
Aponta um desconforto

Nesse mundo particular
Tempo é relativo
O perto se torna longe
E o distante bem intimo

É fácil falar
Quando se está quebrado
As palavras fluem histericamente
Como que um desabafo

Queria escrever um poema
Que falasse de amor
Mas só tenho versos tristes
Que falam de dor

Inserida por ThomazPark

FUI ME OLHAR NO ESPELHO, DO NADA
E AO INVÉS DE UM GRANDE POEMA,
O QUE SAIU FOI UMA GRANDE PIADA...

Inserida por LeandroScheffler