Poema Menino
E eu constato surpresa que, quando achava que nenhuma rosa poderia me falar mais, a imagem do menino que se entretém com a flor e pensa coisas que eu não sei contar, me comove de um jeito novo, inimaginável. Porque virão outras rosas e outros espinhos em sua jornada, mas talvez pra mim _ e só pra mim_ essa rosa será o símbolo de um momento assim_ perfeito.
Então encontro na rosa do menino a metáfora que me reconecta à minha sabedoria interior, aquela que todos nós temos mas deixamos esquecida diante da imperfeição diária e do barulho interno. Mesmo correndo o risco de soar clichê _pois ainda assim, pra mim e para o menino, a experiência é primeira_ esses novos horizontes que se descortinam me fazem entender que existem e existirão espinhos, mas nem a aparência ou o medo de ser espetado podem afastar o que de belo existe; e não conseguem esconder a beleza, e o fascínio, e a alegria do todo, que é simplesmente O viver.
O céu hoje está em festa, o menino Jesus nasceu e anjos tocam harpas e sopram pétalas de rosas na Terra para que se formem o caminho e nossos pés descalços sintam todo o frescor e aroma da vida. Ele é a luz, é Natal!
O Natal é um memorial de Cristo Jesus - é o nascimento de um menino 100% Deus e durante sua vida aqui na terra foi 100% homem sem pecado, puro, imaculado, isento de qualquer nódoa moral, e é ELE o nosso Redentor e Salvador de nossas vidas, o nosso Cordeiro venceu, vamos segui-LO!
Bruno Gomes representa um menino de origem humilde, e que não se deixou a bater com os problemas da vida, como a maioria das pessoas. Ele sonha alto e acredito que isso é o que o mantem firme e forte.
Nunca deixe de sonhar pois sem os sonhos você continuará vivendo, mas deixara de existir...
O que eu faço quando chegar aos 25? Assim eu pensava, há algum tempo, ainda menino! Hoje ainda não sei, vejam só, que pensamento esquisito, o tempo passou e continuo menino, 48 anos bem vividos, mas a mesma pergunta de antes ainda me atenta, o que eu faço quando chegar aos 50?
..então, aquele menino homem, subiu no seu cavalinho de cabo de vassoura, botou seu chapéu de guerreiro, feito de jornal, sua espada imaginária e partiu para sua batalha fina, agora já não mais de fantasia. O confronto contra o monstro foi cruel, feroz e traiçoeiro. Foi uma batalha longa, dolorida e difícil, mas, infelizmente, o monstro venceu. Hoje já não há mais o menino homem. Cavalga por outros planos, com sua espada imaginária e seu chapéu de jornal. Adeus, menino homem. /
Eu ainda acredito que o menino que vende bala no sinal hoje, amanhã, com oportunidade de estudar, pode ser um juiz que vai decidir sobre seus direitos, ainda existe esperança.
"Quando eu era menino defendia com teses e falas Fundamentalista não impiricas ou em uma cosmovisão teológica institucional, intitulava muita gente como Medíocre quando o Mente curta era eu."
Sempre haverá aquele menino, aquele que você quase teve. Não importa por quantas almas você já se apaixonou, quantas mãos você já segurou, quantos lábios você já beijou, sempre haverá ''aquele'' garoto. Ele vai estar lá, no fundo da sua mente, mesmo você achando que essa ferida já tinha cicatrizado. Ele ficará repleto de arrependimentos, nostalgia e melancolia. Ele será uma bela memória que sempre vai pintar seu coração com a quantidade de certa de amor e dor. E sempre, sempre, quando você o conjurar na frente dos seus olhos, sua boca se transformará no sorriso mais triste de todos.
Não busco fama ou sucesso; não quero e nem quis imitar Deus ou coisa assim, sou apenas um menino homem tentando encontrar a sua própria forma de amar, fazendo das redes sociais o seu instrumento, para o romantismo que ha muito tempo, aprisionado em seu coração está, para todo mundo enfim espalhar.
“” Vi a vida passar diante de meus olhos, ontem pela manhã era um menino, a tarde um adulto e hoje, bem, hoje deixa pra lá. O que importa é saber onde estarei amanhã... ””
" Quando era menino, achava o mundo um lugar legal para se viver, o mundo não mudou, eu é que cresci...
José menino sonhou em governar os irmãos. Quando José amadureceu é reviu os próprios sonhos, ele entendeu que os seus sonhos tinham um propósito muito maior. José entendeu que o propósito do sonho era servir uma geração. Um grande sonho é aquele que serve a um grande propósito (Gênesis 50.17-21).
Diante de uma esfera que reflete o mundo ao redor, não me reconheço no reflexo. Ainda vejo o menino assustado, encolhido na própria pele. Vejo o covarde que, apesar dos anos, não encontrou força para enterrar seus próprios demônios e talvez nem tenha decidido se quer viver sem eles.
Do que eu tenho mais medo? De estragar seu sorriso de menino ganhando a primeira bicicleta quando me viu. Tenho medo que você caia dela. Tenho medo que fiquem cicatrizes.
Esse vínculo místico de confiança que me prende, Aprecio esse desassossego menino me encanta - e me rende.
