Poemas sobre Dor
Embriaguez
Eu me embriaguei de amor,
Esse amor de ilusão,
Tormento da alma que traz dor,
Tormento que traz sonhos ao meu coração.
Eu me embriaguei de paixão,
Essa coisa boba de se imaginar,
Duas almas em canção,
Duas almas em se amar.
Eu me embriaguei,
Com seu sorriso a iluminar,
O meu mundo,
E nesse segundo,
Apenas imaginei,
Mil formas de te amar.
16/05/2017 - 06:04
Que o amor venha a despeito da dor,
das marcas que o mundo na alma deixou.
Quem guarda no peito um firme caráter,
sabe que o tempo há de nos resgatar.
Pois quem se conhece e conhece seu valor,
não aceita o medo no lugar do amor.
Há almas sinceras querendo cruzar,
um passo leve que venha somar.
Quebrando o escudo, abrindo a prisão,
quem ousa viver, não vive em vão.
Quem crê na beleza de um querer bem real,
encontra nos braços o porto ideal.
"Um dia paramos de cobrar, paramos de falar, deixamos a dor falar alto, porém no silencio de nosso interior, sofremos calados até que nossos pensamentos destruan qualquer ideia de dor ou sofrimento que não podemos controlar, seguir enfrente não é pra qualquer um, mas dever de todos, se seu próximo não sabe o mal que lhe faz é por que não merece sua admiração, seu respeito, seu amor"
Gil Alves
Deus nos dá a capacidade de lidar com a dor de maneira divina. Nem sempre aquilo que parece te matar, te mata. Você pode até não entender tudo, e nem é necessário, as vezes é só questão de tempo e Fé.
Não desanima.
Wanessa Guimarães Z96
Primeiro: A dor
Depois: A raiva
Enfim: O nada
Finalmente: O desinteresse
São as 4 etapas da decepção!
Meu coração bate por ti
Meu coração bate por ti.
Sente ele uma dor...
Por que te foste daqui, meu amor?
Meu coração espera por ti.
De pensar em ti ele nunca se cansa...
Continua a bater na esperança de aqui te rever.
Meu coração só ama a ti.
Nem sei por que ele ainda te ama.
Quando partiste, deveria ter se apagado a chama...
Mas meu coração é teimoso...
Já me avisou: se um dia eu deixar de amar meu amor, será exclusivamente porque morri.
Há amor, há desamor...
há alegria, há dor,
há luz, há escuridão,
você não sabe como anda meu coração.
Há paz ou há guerra
o que minha vida encerra?
Há medo ou há coragem,
enquanto sigo viagem?
Do que fui, do que sou,
do que serei...
somente, a verdade, eu saberei...
você que me olha de fora...
está por fora... ah! como está por fora.
Pode tentar adivinhar
o que estou a digitar
são verdades... são mentiras?
Meu coração está inteiro
ou está em tiras?
Já disse Pessoa
"o poeta é um fingidor".
Nas minhas linhas
há verdadeiramente dor?
O que escrevo são verdades,
são mentiras?
Em silêncio você sofre toda a dor de quem não consegue aceitar.
Seus olhos dizem coisas que você se nega a falar.
A sua voz embargada não consegue disfarçar.
E eu... eu sou obrigada a disfarçar,
em silêncio ficar,
pra não denunciar esse amor que a todo custo você tenta negar.
Você ainda não entendeu que é meu?
Dor de amor
desilusão.
Amor... ódio
decepção.
Um dia cinza
uma noite de escuridão.
O amor e suas cicatrizes,
desaparece o chão...
fica um vazio no coração..
Se a vida lhe der alguém melhor do que eu,
é ilusão... é ilusão... é ilusão.
Louco por pouco...
louco de amor,
louco de dor,
louco mais um pouco...
louco por tão pouco.
Louco por um amor,
um amor louco.
Louco por tão pouco amor,
que durou muito pouco...
Louco mais uma vez,
que insensatez!
Louco de dor!
Louco de vez...
Agora,
porque louco você me fez!
Um amor ferido,
um coração partido,
uma dor difícil de suportar,
uma lágrima impossível de segurar.
Você partiu,
meu coração feriu,
e eu tenho de continuar,
fingindo não me importar.
Uma noite que não acaba mais.
Uma vontade enorme de voltar atrás.
Um coração que sente
um amor que você não sentiu jamais...
Como é que você pode me fazer sentir
o que de sentir por mim você não é capaz?
Trabalho de Hércules... disfarçar minha dor.
Sorrio!
E os meus lábios doem.
Faço de conta que está tudo bem.
Está tudo bem!
E o meu coração desalentado sabe que é mentira...
apertado, sufocado, grita: as coisas não precisam ser assim,
não duplique o trabalho pra mim... sofrer e fingir não sofrer...
Não está tudo bem! Sofra! Simplesmente sofra e fim.
A DOR DA ESPERA
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi buscar.
Que busca árdua!
Eu até pensei que o tinha encontrado em olhares que não era o seu,
Em vozes que não era a sua.
Isso me pertuba!
Por vezes me deixei levar pela dor angustiante que é esperar,
Contudo ainda esparando eu sei que você está perto,
Venha me buscar!
Perdi você
Na urgência do ganhar, perdi você,
quando a dor brinca, o drama ganha,
o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,
a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,
na falta que abala o incrível é sobreviver.
Ultimo adeus
No descanso da dor singelos são os passos que buscam a estabilidade,
escondida nos gestos a sinceridade se identifica como a resposta das provações,
sentimentos nativos perdidos, pensamentos cativos rendidos, correnteza sem direção,
na frequência do abandono a simplicidade do imaginar é o sonar para o resgate pago como sons de música de ninar e suas doces melodias,
nos mistérios da intimidade, com a casa livre ou retraída a mesma luz que aquece o que pulsa sabe resfriar o que pensa,
nas emoções escondidas o encontro com as despesas do olhar cansado é entediado com o silêncio da saudade,
nos recados dos ventos e preso na insanidade do tempo os relâmpagos do teu rosto foram o meu ultimo abrigo e o meu ultimo adeus.
Os desejos e a solidão ( letra de música)
(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito
Faroeste da dor
Clima seco e tóxico, palavras duras e promessas em vão,
Cavalos agitados, chapéu fora da cabeça, garrafas jogadas ao chão,
Olhares desconfiados, respiração trancada, mãos acompanhando os movimentos de risco,
Gritos na varanda, sorrisos dos chacais, embaixo do sol ardente uma cegueira repentina esconde o olhar triste de dois corações vadios,
No saque rápido um caiu e alguém ficou de pé com as lágrimas molhando as suas botas,
Na última olhada para trás um corpo continua caído, mas sua alma é vista vagando seguindo em sentido contrário,
A garrafa foi aberta, o veneno foi derramado, trágico momento de um duelo sem vencedor.
Além da dor
A terra arrasada, o coração,
O adubo, o amor,
As raízes, os sentimentos,
A gotas que regam, ininterruptamente, o tempo.
Minha enfermeira
Quando eu estava acamado a tua fé me confortou,
Quando eu chorei de dor foram os teus gestos de carinho que me acalmaram,
Por vezes, os teus olhares e as tuas mãos me deram segurança e confiança para seguir,
Jamais esquecerei o teu nome, minha doce enfermeira, Rosellia Inacio.
Adaptação
Não me subestimem,
Na quietude, recarreguei as pilhas,
A dor tentou consumir os caminhos,
A saudade não conseguiu superar o processo de adaptação,
Mudar é uma certeza,
Atravessar o deserto gera consequências momentâneas, no entanto fortalece,
Aceitar mora no passado, levantar mora no presente e alcançar uma nova história mora no futuro que queremos.
