Poema da Liberdade

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Pobreza = Dependência e Prosperidade = Liberdade"
Um governo que é grande o suficiente para te dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para te tirar tudo o que você tem.


A dependência do governo cria uma população dependente. Estado grande cria dependência e tira autonomia. O Estado é a grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas de todos.


Quando a pilhagem se torna um meio de vida para um grupo de homens, eles criam para si mesmos um sistema legal que o autoriza e um código moral que a glorifica. O assistencialismo cria dependência.


O problema do socialismo é que um dia você fica sem o dinheiro dos outros. Ninguém ficaria pobre se não houvesse ricos. Mas ninguém ficaria rico se não houvesse liberdade.


Liberdade não significa apenas a oportunidade de escolher. Significa também as consequências da escolha. Quando você depende do governo para o seu pão de cada dia, você perde a liberdade. Dependência econômica = perda de liberdade política.


O homem que tenta viver para os outros é um escravo. Riqueza é o produto da capacidade do homem de pensar e decidir. Produção e mérito geram independência.


Resumindo para os analfabetos funcionais endividados: Pobreza gera dependência. Prosperidade gera liberdade e independência. Por isso os comunistas adoram os pobres e famélicos. Viva o Bolda-Esmola! É impossível levar os pobres à prosperidade através de legislações que punem os prósperos e eficientes

Nasci em uma época em que o feminismo ampliava a liberdade e transformava os costumes, inclusive na forma de se relacionar. Na adolescência, conheci o “ficar” e passei a enxergá-lo como uma etapa natural da conquista, acreditando que fazia parte da experiência de qualquer indivíduo.
Somente na vida adulta compreendi que aquilo que eu considerava normal era apenas uma construção social do meu tempo. Existem pessoas que valorizam relações mais livres e outras que preservam princípios conservadores.
Talvez amadurecer seja justamente compreender que o que aprendemos como normal para nós não necessariamente é normal para todos — e que diferentes escolhas podem coexistir, desde que haja respeito pelos limites e valores de cada indivíduo.


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A verdade é o único caminho para a liberdade interior.


Quem desaprova teu instinto pode estar apenas cruzando teu caminho.


O desapego é libertador.


Ninho vazio também atrai passarinho.


Mentiras fantasias de de lar? Não te demores, pois isso não vai te deslembrar o invivido.

“A liberdade que cansa os que controlam é a mesma que desperta os que dormem.”

M. Arawak

Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...

Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
​Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
​Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
​Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
​Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
​Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
​Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros

"Me libertem, eu quero agora a liberdade
Não vou deixar para mais tarde
Não vou mais celebrar a ignorância da sociedade"

A escrita é lugar de coragem e de liberdade.


É exposição, mas também partilha.


O escritor, ao expor sua linguagem, a liberta e a ilumina.


Sob a luz, ela pode finalmente ser lida.

Observo que a liberdade de pensamento
e de expressão anda extremamente
presa ao sufixo "fobia"...
que corre o risco de sofrer de claustofobia ... contraindo uma certa afonia...
✍©️@MiriamDaCosta

Liberdade?
Cada ser humano possui
a liberdade de escolher
a própria prisão.
✍@MiriamDaCosta

Ode à Independência do Brasil 🇧🇷


Ergue-se a manhã radiosa,
os ventos da liberdade sopram
sobre os campos verdes,
sobre os rios imensos,
sobre o coração
que pulsa em terra nova.


O grito ecoa,
não apenas às margens do Ipiranga,
mas dentro da alma de um povo
que sonha e resiste,
que planta e colhe,
que canta e luta.


Independência não é só palavra,
é chama que arde na memória,
é esperança que insiste
em florescer
mesmo em meio às dores,
é promessa de futuro
que pede coragem e justiça.


Brasil,
Pátria de sol e de sangue,
de suor e de poesia,
que tua liberdade
não seja apenas símbolo,
mas destino vivido,
na dignidade dos teus filhos,
na verdade da tua história.


Salve, terra imensa,
cujas cores tremulam como oração,
cujas vozes se erguem como coro,
que tua independência seja eterna,
não na retórica,
mas na vida do teu povo!


✍©️@MiriamDaCosta

“O princípio último da liberdade é a prisão da própria liberdade.”


— Daniel Zacarias Mutombo António / Rapaz de Poucas Palavras

Até onde tua liberdade te conduzirá? Ainda distingues o ciúme da traição, ou ambos já se confundem na penumbra da tua alma?


Disseste que tua liberdade valia mais do que o amor. Mas conheceste, de fato, o amor? Ou apenas vestiste a luxúria com o nome que ele nunca mereceu?


A cada desejo saciado, tornaste-te mais faminta; a cada noite, mais distante de ti mesma. A carne prometeu infinitos, mas entregou apenas o eco do vazio.


E assim, governada pelos próprios impulsos, caminharás até que teus dias se tornem insuportáveis. Então compreenderás, tarde demais, que nem toda corrente é forjada de ferro: algumas são tecidas pelos próprios desejos.


Foi nesse instante que se lançaram às chamas, não como vítimas, mas como quem confunde o incêndio com a luz. E a luxúria, faminta e silenciosa, perseguiu tua alma como um leão que fareja uma gazela perdida na noite, enquanto as sombras sorriam, pois sabiam que o verdadeiro abismo sempre nasce dentro do coração.

“Aprendi que o amor é feito de liberdade,
é como ter todos os dias outras opções,
e ainda sim fazer a mesma escolha.”

​A ILUSÃO DO CONTROLE

​Quando a liberdade vira uma prisão disfarçada

​Eu achava que liberdade era poder escolher, ter todas as opções e decidir o meu próprio futuro. O que eu não percebia é que, ao tentar controlar tudo, eu não estava livre — estava preso a um novo tipo de cadeia.

​O excesso de opções não nos destrói apenas pelo cansaço, mas porque ativa a idolatria mais antiga do mundo: a autossuficiência. É a ilusão de que a força de escolher nos salvará.

​Mas essa é uma mentira elegante — e que cobra caro.

​É a ideia de que sou suficiente para carregar tudo, de que posso escolher perfeitamente para garantir a paz e evitar o sofrimento, de que sou capaz de salvar a minha própria vida.

​A liberdade sem Deus não é neutralidade; é desorientação. E a desorientação, com o tempo, vira prisão.

​No fim, o que parecia liberdade era apenas o peso de um coração que esqueceu como confiar.

​COMPARAÇÃO

​ANSIEDADE

​O PARADOXO DA ESCOLHA

Douglas Santos

​A LIBERDADE QUE PRENDE

​Eu já tentei transformar a vida em um cálculo: tentei prever todas as consequências e escolher o "perfeito" para não sofrer. Foi exatamente aí que a liberdade virou peso.

​Quando me apoio apenas no meu próprio entendimento, não ganho controle; ganho ansiedade, cobrança e um tribunal constante dentro da cabeça.

​Confiar em Deus não é desistir de pensar, é parar de carregar o mundo nas costas. É devolver à liberdade a sua verdadeira função: dar direção.

​"Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie no seu próprio entendimento."

— PROVÉRBIOS 3:5




​Liberdade não é fazer o que bem entendo. É ter a coragem de reconhecer que não dou conta de tudo sozinho. É escolher a direção certa, mesmo quando ela não for a mais fácil.

​A verdadeira liberdade não nos faz reféns das nossas próprias escolhas — ela nos liberta do peso de ter que controlar tudo.

​EU DOU CONTA

​O PARADOXO DA ESCOLHA

Douglas Santos

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

LIBERDADE


Livre, você está livre da ansiedade.
E essa resposta digo com sinceridade.
Nada pode te prender, jamais esquecer
De onde te tirei, teu salvador me tornei.
Com força te abracei,
Através de braços abertos me sacrifiquei,
Isso para cumprir minha missão,
Por amor me entreguei.


Não abrace os seus medos,
Estarei com você em todos os momentos.
A liberdade te dou, o véu rasgou,
A liberdade cantou.

O pecado não suporta a verdade,
Pois ela rasga a falsa liberdade.
Quem não quer mudar desvia o olhar,
Pois sabe que a Bíblia vai confrontar.


Mas quem se rende, quem quer ser sarado,
Mesmo ferido se achega quebrantado.
Pois a Palavra não veio condenar,
Mas curar, lavar, restaurar.

Paulo e Silas não tinham liberdade, mas tinham louvor.
E o louvor abriu as portas.
Josafá não tinha força, mas tinha louvor. E o louvor confundiu os inimigos.
Hoje, não é diferente.
O teu louvor pode ser o som que o inferno teme e que o Céu responde.
Então, levanta a sua voz, não como quem canta uma canção,
Mas como quem empunha uma espada.
Louve… até o inimigo fugir, até as cadeias caírem, até a vitória chegar.