Poema da Liberdade
Sara Raquel Araújo Pereira
Nasceu com o pulso do rock no coração,
vento de liberdade, couro, preto e canção.
Entre motos que rugem e amplis a vibrar,
ela chega sorrindo — impossível não notar.
Sara Raquel, presença que aquece o chão,
abraço sincero no tempo exato da emoção.
Olhar que levanta, esperança que vem,
luz que não pede licença pra fazer o bem.
Mulher de trabalho, respeito e direção,
divide o relógio com força e devoção.
No tatame, foco; no treino, disciplina,
Jiu-jitsu que educa, chute que ensina.
Entre plantas, animais e o lar a pulsar,
ela faz do cuidado um jeito de amar.
Sem perder a fé que a mantém de pé,
Deus como norte, coragem como fé.
Houve dias de névoa, caminhos tortos demais,
quando a vida tentou desafinar seus sinais.
Mas a fé puxou o tom, a alma voltou ao compasso,
e hoje ela rege a própria história, passo a passo.
E no centro do palco, o coro mais lindo a cantar:
quatro estrelas que a vida decidiu presentear.
Marjorie, sonho firme, mente em evolução,
Laura, doçura e coragem em cada lição.
Sophia, riso claro, esperança em flor,
Renan, força serena, futuro em ardor.
Crianças felizes, estudo e união,
sabem que a mãe é abrigo, raiz e canção.
Sara Raquel é mãe — e isso é revolução:
presença diária, amor em ação.
Rockeira da alma, do lar guardiã,
faz do amanhã um lugar que começa no já.
E 2026 vem como estrada aberta à frente,
céu mais limpo, motor quente.
Com fé, trabalho e esse brilho sem fim,
o melhor não é promessa — já vem vindo, enfim.
Dedicatória
Sara Raquel A. P, grande mãe, coração que conduz,
Marjorie, Laura, Sophia e Renan — família-luz.
Que a vida rime sempre com amor e união,
e que esse nome completo seja eterna canção.
Quero apenas ter a liberdade do SENTIR, o que ficará aprisionado na memória deixo para o destino.
Flávia Abib
Liberdade...
Liberdade é pouco para quem deseja ter o mundo inteiro.
Às vezes penso que o que procuro ainda não tem nome.
É só vontade de sentir, de estar onde o coração se reconhece, mesmo sem entender por quê.
Queria o cheiro, o toque, o aconchego.
Quero risos e aquelas risadas sem graça.
Quero braços apertados, com gosto de mistério, como se guardasse promessas que se recusam a ser explicadas.
Quero abraços que desarmam o dia e olhares que ficam mesmo depois da conversa.
Quero tudo.
Quero sempre. E, às vezes, só um pouco.
Um pouco de aventura, de ternura, de você e de nós, aqui, agora. Sempre!
Janete Galvão
A Pedra da Rotina
Botar mais liberdade na rotina
Coloca-nos o rosto no presente
nos faz mais sábios e inteligentes
Liberta-nos dos olhos a menina
Afasta o tédio que nos contamina
Altera o ritmo não envolvente
Motiva-nos sempre a olhar pra cima
Sem tropeçar na pedra que há na frente
Porque quando agimos sem pensar
Podemos entrar em anestesia
E mal acostumar nossa visão
Mas tudo pode ter mais alegria
Se mesmo ao repetir uma ação
Mudarmos nosso modo de olhar
Liberdade não é ausência de laços,
é saber escolher o que nos prende com doçura.
E o amor, quando é leve, é o que mais permanece.
Entre Renúncias e Liberdade: O Caminho das Palavras
Escrever é mais do que buscar reconhecimento: é um ato de amor às palavras e ao que elas despertam. Cada renúncia — ao imediatismo, ao desejo de aplausos — abre espaço para a verdadeira liberdade: escrever sem correntes, como quem respira.
O escritor invisível constrói, tijolo por tijolo, uma ponte entre sua alma e a do leitor. Dedicação e disciplina são asas que sustentam esse voo, e o tempo ensina que palavras sinceras não precisam de holofotes para permanecer.
O maior triunfo não é o aplauso da multidão, mas o sorriso discreto de quem se reconhece em uma frase. Porque histórias contadas com verdade tornam-se eternas.
Roberto Ikeda
O vento é a própria essência da liberdade, um sopro de mudança e a força invisível que molda a paisagem. Ele não se importa com opiniões, simplesmente é: forte ou suave, mas sempre autêntico. Sinta sua brisa na pele e deixe suas emoções fluírem sem reservas.
Ele carrega histórias, sussurros e a sensação de que tudo está em constante movimento. O vento nos convida a nos libertarmos, a soltar amarras e a abraçar o novo. Que sua conexão com ele inspire sua jornada. Seja como o vento: verdadeiro, livre e dono do seu próprio caminho. Minha vida é como o vento!
Se você ama alguém, deixe-a livre, ame-a em liberdade e ame a liberdade dela. Não porque se ela voltar vai ser sua, mas porque ela precisa da liberdade para poder ser quem é. A liberdade é algo inegociável, liberdade de escolher e inclusive de errar com as escolhas.
É preciso muita maturidade para amar alguém livre, e mais maturidade ainda para respeitar a liberdade de quem se ama.
Nos colocarmos no risco de não sermos uma escolha, exige um alto grau de humildade e amor incondicional.
Não existe liberdade enquanto o ser humano precisar de necessidades básicas para viver.
Pode até se sentir livre, mas não será livre de fato.
Liberdade é existir sem precisar de nada. Ninguém é livre.
A verdadeira liberdade não está no mundo externo, mas dentro de si mesmo. Liberdade não é algo que se toca ou se conquista fisicamente, porque o corpo, por sua própria natureza, está preso a necessidades básicas, como o alimento, o descanso e outras condições essenciais para sobreviver. Essas dependências tiram qualquer ilusão de que a liberdade pode ser algo plenamente físico.
A liberdade, na verdade, é um estado que se sente, algo profundamente interno. Não é sobre estar em um lugar ou realizar uma prática, mas sobre sentir-se livre, independente das circunstâncias externas.
De nada adianta viajar pelo mundo inteiro, explorar cada canto do planeta, se dentro de si ainda persistem prisões invisíveis: medos, preocupações, angústias e a incapacidade de estar em paz consigo mesmo. A verdadeira liberdade é sentir-se livre por dentro, independente do que acontece ao seu redor. É um estado de aceitação e presença que nenhum lugar externo pode proporcionar.
Construir patrimônio é, no fundo, comprar a própria liberdade.
Sei que nada levarei, mas decidi que, enquanto estiver aqui, serei dono do meu tempo.
A ficha cai no momento em que a sua agenda passa a pertencer a você, e não à necessidade.
Quem depende emocionalmente, obedece.
Quem depende financeiramente, aceita migalhas.
Liberdade começa quando você aprende a dizer NÃO.
[A liberdade.
Uma "estorinha" teológica].
Cristo havia dito, que estreito é o caminho que conduz á salvação; porém, LARGA é a porta para a perdição e, muitos são os que se enveredam por ela.
Há uma passagem bíblica, onde o DIABO - tentador, faz-lhe uma "irrecusável" proposta, qual seja, a de que daria a Cristo o mundo todo e sua glória, se prostrado o adorasse.
Cristo recusou.
Mas quero falar aqui desta proposta e do que nos interessa - o DIABO.
O chamarei de Lúcifer; aos que preferirem - luciFÉR.
Por que se cobra um alto preço, pelas propostas que ele oferece?
Existe alguma coisa de graça?
Certamente havia algo a mais, que iria interessar à Lúcifer, a vida de Cristo.
O que seria?
Por que tamanha proposta, apenas se curvando a ele?
Qual homem recusaria tamanha proposta?
O que está por trás das propostas que lúcifer "nos" faz?
Por que o preço que se paga por aceitá-la - CAMINHO EXTREMAMENTE "SEM" VOLTA -, DEVE ser caro e com o próprio sangue.
Lúcifer, conquistou a LIBERDADE.
É soberano deste século, porque batalhou por esta soberania.
Sabia do preço que implicaria esta "liberdade", ao se "livrar" do GRANDE ARQUITETO, e, mesmo sendo sabedor do que lhe acarretaria tal escolha, não abriu mão dela.
Preferiu, valentemente, trilhar o caminho sem volta, por uma tamanha glória, ainda que efêmera.
Assim, os que preferirem tal caminho, pela proposta que ELE oferecer, deverão também estar cientes que dever-se-á pagar o mesmo preço que ele há de pagar, já tendo PAGO.
Usufruirá glória. Terá PODER. Seus caminhos se abrirão e obterá a mesma sensação de temporal domínio.
Mas nunca deverá se queixar do preço que se deverá pagar, pela escolha dessa liberdade.
Lúcifer, pagou o seu preço.
E o que o preferir: disposto está, a também pagar?
2 de julho de 2014 às 18:05 h
Nada me abala.
Eu apareço quando sou necessário e entrego excelência.
Dou liberdade porque confio — e observo porque lidero.
Se funcionar, seguimos juntos.
Se não, cada um toma o seu caminho, sem ruído.
O diálogo sempre estará aberto para quem vem com verdade.
Confiança é como casamento:
traição não destrói — ela apenas revela que nunca existiu.
A verdade é o único caminho para a liberdade interior.
Quem desaprova teu instinto pode estar apenas cruzando teu caminho.
O desapego é libertador.
Ninho vazio também atrai passarinho.
Mentiras fantasias de de lar? Não te demores, pois isso não vai te deslembrar o invivido.
O Rio e a Represa: Uma Reflexão sobre a Liberdade Feminina.
A sabedoria da vida nos ensina que o tempo não é uma linha reta, mas um fluxo.
Se observarmos o patriarcado como uma antiga represa, entenderemos que ele não apenas "organizou" a sociedade, mas represou a potência de metade da humanidade.
Por séculos, o passado foi o tempo do represamento: águas paradas, onde a vida acontecia sob pressão e silêncio.
Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.
Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.
A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.
