Poema Azul
Pobre borboleta obsidiana,que mais uma vez se perde
na imensidão da floresta azul
Julgada por suas negras asas corrompidas
toca seu silencioso soneto
o mais belo soneto que já foi tocado
pelas mãos da própria morte
tendo como júri os homens
e seu palco o mundo
O Azul
O azul me lembrar você!
O céu me lembrar você
O mar não me deixa te esquecer
Tudo me lembrar sua presença
Mesmo na sua ausência
As notas musicais
As teclas de um instrumento
As cordas de outros...
A pele morena
O sorriso branco
O papel com um verso
E até mesmo em branco
Te vejo em tudo porque te amo!
O QUE QUER?
Peça-me o que quiser
O sol
A lua
As estrelas
Peça-me o azul do céu
Todas as flores da primavera
O calor do verão
Peça-me as montanhas
Todas as cores do arco-íris
A linha do horizonte
Vamos, peça-me
Peça-me a magia do amanhecer
O encanto do anoitecer
Peça-me qualquer coisa
Mas não que eu a esqueça
Pois tudo posso fazer
Exceto esquecer você
ÁGUA VIVA
Água, jóia preciosa,
Tom azul do planeta,
Bebida majestosa!
Água que nos envolve,
Nos dá vida, nos mata,
Força poderosa!
Deusa-mãe desprezada
A cada dia conspurcada
Como se fosse eterna.
Força motriz
Da vida na Terra,
Porém, até quando?
Em nome do lucro imediato,
Os rios, os mares e os lagos
Estão cada dia mais imundos
E, pela falta de cuidado,
Acabarão pagando caro
E tudo vai ficando mais azul, quando você começa a gostar de você, a valorizar seus defeitos e suas qualidades. Você começa a se encontrar na bagunça. Tudo isso com um verdadeiro potencial que faz mover montanhas. Montanhas de coisas ruins, pra bem longe de você. Você não precisa se sujeitar a nada nem ninguém, pra chegar onde quer. Você só precisa de três coisas: tolerância, bom-senso e limite
- torresmo.
CÉU AZUL
Eu nunca vi um céu tão azul é como se fosse para o meu deleite.
Eu nunca vi tanta beleza, num céu tão azul e tanta clareza...
Reflexos não.Meus olhos são castanhos- cor- de –mel.
Estou falando do imenso céu...-Será que só eu o vejo assim?
O amor nos permite mergulhar no azul piscina de um olhar, pra depois desaguar, no verde mar da paixão!
Almany Sol - 04/08/2012
Sim, eu gosto do simples. Bom humor, carinho, céu azul, sorrisos, beijo, por-do-sol, pudim de leite condensado, abraço, lua cheia, casa de amiga, cantiga de viola, praia, colo de mae, broa de fubá, borboletas, mensasgem no celular, tarde de domingo, aconchego do marido, sopro do vento, farra com os filhos, coca cola, saia curta.
Tenho manias. Twitter, perfeição, bolsas, conferir emails, observar crianças, ler blogs, admirar paisagens, celular, lençóis limpos, pizza, comprar lingire, shoping, conhecer novos lugares, cinema, MPB, ironia, alcançar metas, vestido.
Não gosto. Inveja ( na verdade, abomino) gente sem noção, chuva, preguiça, futilidade, injustiça, funk, dor de cabeça, pirraça, jiló, preconceito.
Admito, sou viciada. Livros, danete, sapatos, jujuba.
Maior defeito? Impulsividade. Se tiver que escolher minha melhor qualidade: bondade.
Admiro. Determinação, ousadia, elegância do comportamento, gente que faz o que fala.
Muita fé em Deus.
Estilo próprio, coragem na mochila e um amor incondicional pela vida!
Os encaixes de um circulam
Entre o azul e o rosa
Há muito mais que uma fronteira
Existe uma delimitação perniciosa
Que edifica uma grande barreira
A qual determina e distingue
O ativo do passivo
O pacífico do agressivo
E a menina do menino
Educar é transformar, É tornar todo lugar acessível e habitável
Dando a possibilidade a todos de transitar
E livremente se identificar e se colocar
Caiu sobre ti uma gota de céu
Azul, tão azul que não podia nomear
Viraste nuvem branca e esfumaçada
E pelos raios dourados do sol foi coroada
Com o vento soprando o seu destino se pos a voar
Passeando sobre vales, montes e mares
Não podia mais voltar
Da saudade virou chuva, que regou muitos jardins
Inundou lagos, escorreu em rios, reinventou margens
Sobre a terra aconchegou-se, sob a folha cobriu-se
Agora não era mais nuvem, não era mais chuva
Não era...
Sugada por uma semente, se preparava para uma nova jornada
Guiada aos brilhos de luz, com raízes fincadas no chão
Renasceria em instantes em uma flor amarelada
Estavam deitadas na rede observando o azul escuro possuir lentamente o céu, enquanto o primeiro pisco luminoso das estrelas começava a enfeitar tudo como diamantes. Havia uma brisa mansa, ela conseguia ouvir o som de uma queda d’água não muito distante dali, o cheiro metálico no ar indicava que em breve teríamos chuva. Ouvia o riso das crianças e o latido incessante de Purina, e agradecia a Deus por ser tão generoso com ela.
E lá estava ela, naquela velha rede florida, com a mulher da sua vida recostada no seu ombro. E tudo estava perfeito. Aquele sofá suspenso, aquele jardim que sempre à dava bom dia com a fina camada de orvalho da manhã brilhando encantadora, aquelas madeiras que rangiam brincalhonas ao simples pisar do pé, todas aquelas velharias que faziam um contraste perfeito com o rosto infantil dela.
"Eu te amo, meu amor."
Ela tinha aquele jeito de fazer o mundo inteiro parecer certo, sabia ser séria quando era necessário, mesmo que a seriedade não a atraísse. Eu adorava acordar cedo e ir para a varanda espera-lá, adorava vê-la subindo a colina íngreme pela chuva junto com o sol preguiçoso das manhãs de inverno. Com o cabelo preso em trança, aquelas botas de montaria. Adorava sentar-me à mesa com ela e ficar conversando apenas com olhares, enquanto esperava algum sinal de vida dos nossos pequenos anjos, que não demorariam a aparecer.
E é perfeita a vida, perfeita combinação, perfeita harmonia, perfeita felicidade.
E felicidade plena, porque tenho você. Posso não te ter comigo em presença, mas te tenho em coração, em amor, em pensamento. Te tenho, a todo momento.
Seria um sonho
Sereia um sonho
Acordar sem em você pensar
Olhar o azul
Sem de ti lembrar
Escrever um poema
Sem te imaginar
Sentir o vento
Sem te respirar
Seria um sonho
Dormir sem sonhar
E sorrir
Sem chorar
Amar sem sofrer
Não sofrer por amar
Viver sem sofrer
Viver sem lembrar
Olho para o alto, vejo o além.
O azul está aquém.
Quão belo é este azul, azul barreira
E não posso ver além.
O além é o infinito, no infinito está a beleza
Que não posso ver; sinto apenas a presença
De um maravilhoso ser.
Não está no infinito, está jundo de mim.
É este o justo amigo, que me ampara,
Me conduz, me dá a força que preciso.
É Ele o maior amigo. É Jesus.
Veja o céu, infinito azul..
E as estrelas são como navios a navegar por entre as nuvens
Corais então são as luzes
Brilhantes sobre a cidade.
Olhe, veja quem ficou para trás,
Embora muito distantes
Estejam fora do alcance dos olhos..
Fantamas solitário a gritar,
Por entre o céu que pintado está, numa tela branca, então..
O vento deste mar salgado
Fez os pássaros chorarem.
Retratando um sonho eterno
Um eterno céu de inverno.
E as ondas..
Elas batem no meu rosto
Vento forte puro e seco,
Que me levam para longe e alegram minha casa, velha casa..
E o mar..
Ele disse adeus para a praia
E voltamos a viver solitarios na multidão..
MAGIA
Evoco teu nome ao som das ondas e a voz do mar...
Dentro do azul profundo surge uma nau solitária vestindo o manto escuro da noite. Chega, ondeando os véus, as nuvens e clarões. Suas asas, benditas velas, imponentes e majestosas, calam as encostas, aproximam os mistérios e corações.
Oh! Caravela do desejo, destino meu, arranha-me a alma com tua grandeza. Sagra-me o corpo com teus humores, teus beijos e teu amor. Cerra-me os olhos
na tua alegria, no teu bem e na euforia. Veste-me com tua pele, tuas células, teu calor e fique assim, agora e sempre, totalmente debruçado em mim...
