Piano
*Copo de veneno*
La em cima do piano
Havia um copo de veneno
Quem bebeu, não morreu
Sentiu o doce na boca...
... se corrompeu
E o culpado?!!
O culpado...
Claro!!!
Fui eu!
Pois ninguém ... ninguem
rouba pão na casa do João ..
A não ser que o Zé
Tenha aberto o portão
Por isso
Não confie em palavras bonitas
Pois
Muitos tem açúcar na boca
E veneno no coração
Abre as portas da casa
Mas te tranca no porão
Não, não, não
Não!! é não !!
Na terra do "quem pode manda"
Quem não pode "abaixa a orelha"
O "não" se tornou ilusão .
Nessa de faça o bem, sem olhar a quem
O mal me quer... bem mal, meu bem.
Vigiando seus passos
Todas as câmeras estão em você.
Se não te valorizam
Vai encher bolsa de valores, pra quem?
Para os que se contaminam
Com cartelas de intrigas
Ou os que se afogam
nas garrafas da fofoca
A diferença entre remédio e veneno
é apenas a dosagem
Uma gota de amor
Duas de ódio
E três só de ruindade ...
Thibor
Ao assistir a um vídeo de uma jovem autista e cega, tocando piano maravilhosamente, pensei - como explicar isso, se não pelo lado espiritual? O SENHOR nos faz ver, através de seres como essa jovem, que todos, seus filhos e filhas, têm uma centelha que vem d’ELE e que portanto nos capacita a fazer maravilhas. O fato de alguns filhos serem diferentes da maioria, não significa que eles são incapazes, na verdade são seres muito especiais, com missões especiais. O SENHOR pode através deles nos ensinar muitas coisas fundamentais para nossas vidas, como por exemplo - deixem de murmurar, deixem de se sentirem vítimas e em vez disso sejam entusiastas, se amem mais, e vão à luta… Tudo que for justo e tenha um propósito ético é possível de ser alcançado.
Ney Paula B.
"Escrever para mim, é como tocar piano, sem nenhuma analogia digital.
A nota certa só é alcançada depois de muito ensaio-assim escrevo poemas e aforismas, com os quais consigo deixar escapar minha verdade,
sobre o modo de como vejo mundo."
Como teclas de um piano afinado assim é a boca harmoniosa de uma pessoa que sabe ressoar palavras de edificação.
Somos cordas… E a vida, um martelo de piano. A cada golpe, dor, doença, preconceito, vamos desafinando… Minhas forças se esvaem, minhas emoções tremem em dissonâncias. Ainda assim… insisto em vibrar, tentando harmonia
onde só há fúria.
A velhice virá, eu sei. Temo tornar-me um piano velho, desafinado, emudecido num canto qualquer. Assusta-me a ideia de que minha voz, já tão frágil, possa um dia secar… Até desaparecer como um som esquecido. Por isso, escrevo. Antes que meu instante de voz se apague, quero deixar, em palavras,
os últimos acordes da minha história.
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Sonhando acordado, imerso numa ocasião atípica de uma simples emoção, ouvi o som de um piano sendo tocado, emitindo uma rica
e emocionante melodia,
cada nota que era tocada
desprendia-se e tornava-se
em um lindo pássaro,
logo um bando de pássaros sobrevoava-me em sincronia.
É algo muito aprazível, a euforia alcançada
quando se deixa levarpor um som expressivode tons harmônicos,
capazes de tirar da realidade,
de deixar a alma emocionada,
desafiando a sanidade,
mas de uma maneira sensata
por trazer tanta vitalidade.
Pra mim, a música é tão poderosa
por conseguir inspirar
mesmo quandonão apresenta palavras,
um poder de se conectar
com os pensamentos e as emoções
de quem a ouve com a devida atenção, onde ela é bem recebida,
podendo adentrar a sua mente,
a sua alma e o seu coração.
O romantismo impactante num tom de profundidade ecoando de um piano uma linda e apaixonante melodia como se a arte estivesse amando, expressando em notas exatamente o que a sua alma está sentindo
e que ela não consegue expressar em palavras, um dialeto romântico, poético, intenso, profundo, o mais sincero possível com uma sutileza incrível e uma musicalidade simplesmente encantadora,
que de bom grado enriquece o espírito através do seu coração emocionado, da sua dedicação e do seu talento genuíno, prova da benevolência amável do Deus Único, que deixa o mundo notavelmente mais lindo.
Diante do velho piano
está o cartão-postal
pintado com as cores
do coração e a mão,
foi você que enviou;
E mandei emoldurar
como prova de amor
e para a fé renovar
sempre que estiver
distante do teu olhar.
Algo que não me tem
faltado o tempo todo
é vontade de derrubar
o tabuleiro de xadrez,
e não passará tão cedo;
Não cairei num jogo
que a paz seja o preço
de adiar o caminho
que leve até o encontro
que será você mesmo.
Trago em silenciosa
devoção tudo aquilo
que sublime nos une
no alto do imaginário,
porque sei que virá
e não é premonição;
O amor, a História, a glória
e tudo o que é de paixão
o destino nos reserva,
e a Lua e estrela preserva.
Os primeiros acordes
de Ei, Linda Crimeia!
tocaram no piano
na entrada do Metrô,
Quem ao povo mentiu
sobre o cessar fogo,
Deveria se tornar crime
acreditar nele de novo.
Ucrânia, muralha do mundo,
não tenho te deixado
sequer por um segundo;
A História te pertence,
minh'alma te ama,
a coroa de louros e a glória.
É exato o ditado que fala:
"Da onde nada se espera,
nada se pode esperar...";
Com a falta de palavra
de quem vocês sabem
já era tempo de nunca
mais a gente acreditar.
Sou bandeira na mão
erguida na entrada
de Chongar contra
a tropa inimiga que
continua ilegalmente
na Crimeia a ocupar.
Ontem eu ainda quis
no cessar fogo acreditar,
Não dá para acreditar
neste infeliz que não
para de ódio destilar,
O único caminho
é o espaço aéreo fechar.
Escutando um piano
tocando no meio dos escombros,
O cão de Sumy resgatado
perdeu os seus donos,
A minha tristeza no olhar
é a mesma habitante
do olhar das mulheres ucranianas.
As músicas tártaras, krymchaks
e karaítas ainda ecoam na memória,
Não ouse se atrever a falar sem conhecer profundamente a História.
Ainda tem gente que acha bonito convidar o maldito dos malditos
para visitar a minha Nação,
por mim ele não é bem-vindo.
A Inteligência não tem confirmação,
o Presidente disse que tem
alguma informação e a Imprensa
disse que recebeu informação
de que o mercenário
Parsifal está vivo desfrutando
de Margarita e li em outros jornais
a interminável repetição,
E se é verdade ou não,
só saberemos quando chegar o final.
Roda de Chorinho
Debaixo do arco branco
de Mandevilla Sanderi
toca o Piano, o Violão de sete
cordas, o Violão tenor
e eu canto com todo o amor.
Passando o arco amarelo
de Mandevilla Sanderi
vem chegando o Bandolim,
o Cavaquinho, a Flauta e o Flautim
e a esperança de cantar e tocar algo
que faça bem para você e para mim.
Ainda debaixo dos arcos
de Mandevillas Sanderis
vermelho e cor-de-rosa trançados
vem chegando o Clarinete, o Clarone,
os Saxofones, o Trompete e o Trombone
tocando uma antiga prece amorosa.
O Bombardino, a Tuba, o Pandeiro,
o Reco-reco e a Caixeta
daqui a pouco estarão vindo
para fazer completa esta roda de Chorinho,
no final de tudo quando você se declarar
receberei você com amor e todo o carinho.
