Pés Descalços

Cerca de 222 frases e pensamentos: Pés Descalços

⁠Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Com os pés descalços, sigo à procura do que o dinheiro não compra.

Inserida por glauciazamella

⁠...
Meu sábado com cara de segunda tem um leve presságio de domingo com os pés descalços. Inebriante sensação de vitória acometeu minha cafeína matinal, e eu recusei o fardo que me desviara do propósito.

Meu cérebro não é latifúndio da aristocracia de direita, e sim uma colmeia com a mais pura e linda quimera esquerdista.

Inserida por andre_villasboas

⁠"Onde estão?
As sangas e as cachoeiras
Que meus pés descalços buscavam
Para o fogo abrandar
Acalma a minha alma, só do trajeto lembrar.
Das coisas que sentia
Na natureza a passear".

Inserida por said_luiz

⁠Sairei, com os pés descalços, braços bem abertos, desviando-me do tempo, buscando por ternura, acolhendo afetos mendigados, para não estar sózinha... Só para ludibriar o tempo, tendo a bravura, manter-me-ei transtornada, só para enganar o momento e não ter que esperar a vida passar...assim mesmo...
Marilina Baccarat (escritora brasileira)
No livro Vértices dotempo

Inserida por MarilinaBaccarat

Pense antes de se vestir de orgulho, mesmo frio, e jamais pises em alguém, pois, os pés descalços nos espinhos se ferem e, não podem omitir o sangrar.⁠

Inserida por ricardo_vitti

⁠Águas claras caindo no chão pés descalços sob a elevação.

Dedos sem pontos unidos meus braços abertos além disso.

Estéril fuga um aceno estirado na fileira esquecida estirpe.

Noite toda barbárie gota a gota mortalmente o resoluto feri.

Rescente reacender luminar frequente sob luar estimando-se.

Cego afundará reluz espero sonhar completo refletindo espiral.

Bel-prazer adianto o inevitável o querer sem definição real.

Interceptações e negligênciais degradam a rua dentre mortais.

Brusco atirar flecha e fogo foi morto sem espectador absorto.

Ingrediente constituído sem ler o manual o listrado pijama.

Conto primeiro se despede-te fronte ao pátio protesto vigorou.

Obnubilação mestre rei e guardiã clara luz que vem logrando.

Aflora sementeira irrigando-se a passo curto prazo puro.

Ajeita sexta respectiva pinça valente balanceando o centrista.

Romancista emigrando de tempo a porta a verdadeira vida.

Inserida por yuryvinicius

⁠Era tudo tão simples.
Pés descalços,unhas por cortar,cabelos emaranhados e a cabeça nas nuvens.
Haviam sonhos nos quais acreditávamos e a penúmbra da noite,indicava aconchego,carinho de mãe e uma ótima noite de sono.
Sorríamos de situações improváveis e sequer cogitávamos preocupações de ordem financeira ou sentimental.
A professora,o colega de classe,primeiro amor,tudo era tão único e intenso!
Sonhamos com nosso futuro e acordamos nu'um pesadelo.
Só desejei crescer e todo prazer de viver diminuiu,enquanto as dores só aumentam.

Inserida por AleFenix

Calco o chão da vida com os pés descalços, sem nenhum percalço, talvez por apenas um mero humano, mas, que te ama incomensuravelmente minha filha, minha Vidinha e, que vive em ti e para ti.

Inserida por EdgarFonseca

Com meus pés descalços.
Eu sigo em vão.
As varias pegadas.
Cravadas no chão.
Com olhos vendados.
Correntes nas mãos.
E a mente no espaço.
Contemplando a solidão.

O céu que ilumina.
Reflete a dor.
De estar em um deserto.
Sem nenhuma flor.
Com asas quebradas.
E em meio a um furacão.
Rodando pros lados.
E sem direção.

Eu insisto em voar.
Ao teu lado e encontrar.
O caminho que irá me salvar.

Alguem ai me ajude a nadar.
Por esse rio que afoggou minha alma.
Alguem ai salve mais uma vida.
Que se afunda em suas próprias lágrimas.
Alguem ai me ajude a aceitar.
Esse martirio que meus olhos podem ver.
Alguem ai me dê forças pra buscar.
Curar um pobre coração P.N.E.

As ondas levam os sonhos.
Vivendo um naufrágio.
Buscando uma ilha.
E ser livre dos pecados.
O vento rasga o rosto.
No alto de um penhasco.
O corpo quer impedir.
E a vida dá um passo.

E eu insisto em cair.
Sem saber se no fim.
Você vai virar as costas.
Pra mim?.

Alguem ai me ajude a nadar.
Por esse rio que afundou minha alma.
Alguem ai salve mais uma vida.
Que se afunda em suas próprias lágrimas.
Alguem ai me ajude a aceitar.
Esse martirio que meus olhos podem ver.
Alguem ai me dê forças pra buscar.
Curar meu fragil coração P.N.E.

"Coração P.N.E." (Portador de necessidades especiais)"

Inserida por MaurinAlessandro

Sol escaldante, terra rachada, pés descalços homens e mulheres de fibra, que aprende na sua vida, que valor é ser forte, é ter coragem para lutar contra as ações do tempo que insiste em provar que mesmo com todo sofrimento somos felizes, assim é o Sertão.

Inserida por ReinaldoVasconcelos

Gota d'Água,
pés descalços..mãe:
-Menino, vem pra dentro!
-Mãe, só quando o arco-íris sair.
_Filho, o arco-íris não tem nada, so cores.
-Mãe...Ele tem um pote de ouro no final.
_Menino....deixa de bobagem.Quem que achou este pote?
-Quem sonhou mãe....Quem sonhou!

Inserida por marydenyse

O despertador soou cedo. A noite pareceu ter sido tão curta. Meus pés descalços sob o piso frio percorrem o quarto até o banheiro. Vejo-me natural em frente ao espelho, sem os efeitos diários que cobrem o meu rosto, o batom, a maquiagem, por hora escondem a minha essência. Sei quem estas ali, ainda que, a ignorância do mundo coloque-me rótulos. Algumas rugas aqui, que chegam acompanhando os anos. Tudo tão meu. Sim, meu. Frente à frente, sozinha comigo, percebo que nada mais, e nem ninguém pode falar ou escolher por mim. Amei-me, amo-me e amarei-me. De todo o amor que tiver em mãos, darei à mim, pelo menos a maior parte.

Inserida por marjilaagostini

⁠De pés descalços, caminhando pela praia, no fim de tarde,
sinto uma paz que acalma,
que faz esquecer do desgaste mesmo que só por alguns instantes, um breve momento de simplicidade já é muito revigorante.

Inserida por jefferson_freitas_1

Ando pés descalços num satélite esquisito; júpiter tem tantas luas e nenhum poeta. Europa sem olhares verde-azuis e pelos ruivos; Europa é uma lua confusa em meio a gases, e quem quer saber disso? Os americanos querem... querem saber da origem da origem. Deliro; uma alma poética viaja onde sondas deitam curiosidades yankees, meus pensamentos voam sobre vapores com a velocidade da solidão; a solidão é tão rápida que nossos olhares programaram nossos beijos há tanto tempo, mas acho que me acostumei com este vagar e desaprendi a ser feliz. A minha lua se ergue de uma montanha é prateada e definha em fases; nova é sua fase mais fina, uma grande ilusão, a lua é uma só... além da mangueira o vento lamuria a fantasmas que se perderam no rio ou conheceram suas curvas e nunca mais voltaram o que não os tornam menos fantasmas; muito além Juno espia Júpiter, descobre a possibilidade de vida em Ganímedes, são as novidades e o novo sempre me atormentou; séculos me acompanham de aventuras batalhas e paixões das minhas outras histórias de amor, muitas se acabaram em precipícios, é uma intuição que me acompanha e silencia quando a solidão vem acolhedora e preventiva; eu tenho tudo o que já tive um dia e o que eu não tive é o que me apavora em teu olhar: são tantas promessas, não sei se serei feliz, feliz assim...

Inserida por tadeumemoria

Apenas Criança
Pés descalços que sentiam o chão,
Brincadeiras de meninos, meninas e a pureza na mão.
A rua era o nosso reino, o lazer sem fim,
Onde a imaginação brotava como flor no jardim.
Lá, o nada virava tudo, o simples era invenção,
Brinquedos ganhavam forma no centro do coração.
Ganhar um presente era luxo, raridade de um dia,
No aniversário, a caixa aberta era pura euforia.
Vestíamos histórias em roupas de outros carnavais,
Passadas de mão em mão, heranças dos nossos pais.
Mas quando o tecido era novo, guardado com devoção,
Era para os momentos solenes, de grande celebração.
Lembro dos vestidos rodados, rendas e babados ao vento,
Costurados pela mãe, com carinho e sentimento.
Cabelos esvoaçantes, laços presos com cuidado,
Enquanto o joelho trazia o selo do tombo levado.
Marcas de bicicleta, do carrinho de rolimã na ladeira,
Cicatrizes de uma infância vivida inteira.
As pétalas de rosas eram unhas de rainha,
E o lençol no corpo, a mais nobre baianinha.
Eu descia a escada, princesa em meu castelo de pano,
Vivendo mil vidas num só dia, num só plano.
Tinha a amiga imaginária, segredo só meu,
E o cachorro fiel, o protetor que Deus me deu.
Ser criança era assim: um mundo criado do nada,
Onde a felicidade morava na estrada.
(Inspirado nas memórias de Roseli Ribeiro)



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Inserida por Vida31

Hoje caminho com os pés descalços por entre as nuvens, deixei meus sapatos pesados na Terra...

Inserida por Lulena

Chegará o dia em que vais tirar os calçados e pisar em terra firme com teus pés descalços pelo chão, sentirás o cheiro da terra molhada e as gotas de orvalho caindo do céu como filetes de luz que irás tentar segurar com tuas mãos.

Inserida por Lulena

Durante muito tempo meus pés descalços trilharam um caminho de pedras pontiagudas que os feriam... foi aí que fatigada e já sem forças pra continuar sento no chão e eis que nesse instante vejo um rio de todas as lágrimas que derramei nesse percurso, e então avisto um anjo vindo em minha direção com um par de asas na mão e diz : - Eis que o tempo chegou e a liberdade pra voar. Voe... O céu é infinito...

Inserida por Lulena

Sem inicio, meio e fim, apenas caminho com pés descalços por essa estrada de chão batido, sigo apenas por entre os atalhos e bifurcações, assim como a árvore frondosa da vida que me faz sombra e no córrego que passa ao lado eu banho meu corpo dorido e alma convalescente e nessa introspeção absurda, onde só eu vejo essa miragem,olho para o céu e uma borboleta sobrevoa e pousa em minha mão como cúmplice em dizer-me que a alma também voa, independente de estradas sem placas e sem direção...

Inserida por Lulena