Pequenos textos que falem sobre Amor
Eu sempre dizia que o amava demais, e ele sempre falava que o amor dele era maior que o meu. Eu acreditei. Um dia ele se foi, e pensei. Como ele me amava mais do que eu ó amava?! Ele se foi e eu fiquei, cheia de dores e ilusões desmotivadas. Ele nem uma lágrima derramara e eu amargurada fiquei, talvez mais ou não. Mas se o que ele sentia por mim era maior, então o que eu sentia por ele não era nada. Se o que ele sentia era algo, ingenuamente falando.
A vida é feita de amor, quem não ama, não vive, não aproveita as coisas da vida apesar de possuir coisas ruins também, não sabe o que é errar e aprender, não sabe o que é tentar e não desistir, não sabe o que é ter medo e persistir apesar de se desesperar, não sabe o que é ser correspondido, não sabe o que é o valor de uma verdade no meio de mil mentiras, não sabe viver. Quem vai conseguir deixar marcas e lembranças de alguém que não fez a diferença? Deixe de EXISTIR, e aprenda a VIVER!
Nas lágrimas de amor há, como na saudade, uma doce amargura, que é veneno que não mata, por vir sempre temperado com o reativo da esperança, a moça julgou dever separar da dor, que a fazia chorar amargores, a esperança que no pranto lhe adicionava a doçira, e, tendo de exprimir a doçura, Ahy cantou.
Assim como o grito tem o eco, a flor o aroma e a dor o gemido, tem o amor o suspiro; ah! O amor é um demoninho que não pede pra entrar no coração da gente e, hóspede quase sempre importuno por pior trato que se lhe dê, não desconfia, não se despede, vai-se colocando e deixando ficar, sem vergonha nenhuma, faz-se dono da casa alheia, toma conta de todas as ações, leva o seu domínio muito cedo aos olhos, e às vezes dá tais saltos no coração que chega a ir encarapitar-se no juízo; então, adeus minhas encomendas!...
Amor é um menino doidinho e malcriado que, quando alguém intenta refreá-lo, chora, escarapela, esperneia, escabuja, morde, belisca e incomoda mais que solto e livre; prudente é facilitar-lhe o que deseja, para que ele disso se desgoste; soltá-lo no prado, para que não corra; limpar-lhe o caminho para que não passe; acabar com as dificuldades e oposições, para que ele durma e muitas vezes morra.
Um Pai que se importa com os seus filhos os pune de vez enquando para demosntrar amor pelo progresso feito. O diabo não pune ninguém e até se alegra com os feitos maus de seus "subordinados". Portanto quem ama de verdade? Se eu chamo a atenção de um empregado ou filho é porque ainda confio neste empregado ou filho, se não me preocupo com seus feitos maus, não estou nenhum pouco interessado em seu progresso. Portanto quem ama de verdade?
A palavra amor é tão forte, que chega a ser inesplicável tamanho sentimento. Não sei como as pessoas conseguem banalizar algo que é para sempre. O amor verdadeiro, não se compra, não se empresta, se conquista! E para isso há muito trabalho,é nessessário anos para se conseguir tamanho afeto. Mas o que tem se tornado o amor? Pessoas conhecem pessoas, e em um dia já as amam? O que é isso? Em que mundo estamos vivendo? Não parece ser um mundo de pessoas evoluidas e racionais como muitos pensam, e sim um mundo de um monte de bestas irracionais.
E acabo de descobrir que por mais que eu tente evitar, o amor real, chega e aquele, aquele meu amor platônico que respiro a falta da existência dele comigo é impossível negar que eu não consigo esquecer. Porque não será o fim de algo intenso e tão bonito para mim. Seria o fim da negação, o fim da minha teimosia de evitar a vida.
Quando tudo esta acabando e quando percebemos que esta simplesmente começando, um pequeno amor começa como uma virgula e termina como um ponto final, um ponto para começar um novo parágrafo, um parágrafo que por sua vez se torna em uma linda historia que por fim, se transforma em uma lembrança para o começo de uma nova historia de amor...
Dizem que a distancia não afasta um grande amor, dizem também que ele não se acaba com a distancia, dizem uma porção de coisas... mais se esquecem de dizer; que a distancia, faz a pessoa perceber que pode viver sem voce. isso machuca, saber que do outro lado tem alguém se acostumando com sua ausência. Sobrevivendo, e ao mesmo tempo te esquecendo. Hoje 29/09/2010. odeio a distancia que nos afasta.
Acredito eu que não existe AMOR sem amizade. Primeiro você tem que ter no seu amado um grande amigo, saber que pode contar com ele, saber que são cúmplices e que vão caminhar sempre juntos, um cuidando do outro, querendo o bem do outro, levando a verdade e o amor consigo sempre! Porque o amor muitas vezes te cega, mas a amizade presente em um relacionamento faz com que abram os olhos e olhem juntos para a mesma direção!
Pode parecer loucura, doidera... mas isso é o amor pra mim: muitas vezes parece uma "droga" que me faz rir o dia todo; outras um "remédio" que cura a distância e a saudade; e tem dias que ele se parece com uma "criança": não pára quieto, não se cansa de falar, cantar, pular... é este é o amor que me toma pela mão todos os dias ao amanhecer e me mostra que a vida seria um porre sem ele, num teria sentido existir sem o amor... o AMOR É TUDO para mim!
Neste Blogue está um poema meu plagiado, chama-se Amor Selvagem de Linda Edwards, agradeço à autora que retire o poema ou ponha o nome da autora de onde retirou o poema. Chamo-me Catarina Camacho, e o poema chama-se Ama-me. Se a autora não o retirar, poderá incorrer em responsabilidade criminal, uma vez que esse poema já foi registado por mim em 2009.
Às vezes o amor machuca, dilacera o nosso coração. O mundo perde a graça e nada nos anima de verdade. Dói, realmente. Mas, quando você olha pra aquela pessoa, e vê um sorriso doce, ouve uma palavra carinhosa e tem a chance de receber um abraço apertado. Aí, você entende que a dor não é nada, comparada a tudo isso.
Feliz é a pessoa que sabe usar o amor, um sentimento tão sublimi que trasmite felicidade mais também tristeza quando não correspondido. Um sentimento tão puro e transparente, tudo sofre, tudo crer, tudo espera e suporta. O amor verdadeiro nunca falha, permanece pois a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor...
Quem sabe um dia todo esse amor que eu te dei e que não desse valor, te faça falta. Quem sabe um dia quando tu acordar e perceber que perdeu quem mais te amou, chore. Quem sabe um dia quando me ver e teu coração pulsar mais rápido, você se arrependa pela dor que me causou. Quem sabe um dia você venha a me amar, e eu não te queira mais. Quem sabe um dia seja tarde demais. Quem sabe? Quem sabe nesse dia tu implorarás por mim, e eu te direi apenas três palavras: você me perdeu.
E esse é o meu amor em vão, sem motivos desprezíveis, é apenas solto como o vento, em sensações ilícitas de cada toque ou de cada palavra não dita, é uma magoa perdida naquela decepção onde os encaixes de cada presença se tornou ausente pela consciência de cada valor não dado a tal sentimento. E ele é assim, divido entre meios termos, ele é sensível, um pote de mel, grudento, cheio de ciúmes. É um frasco de sonhos utópicos procurando uma realidade estável por onde tudo um dia vai passar, como tudo passa.
Há muitas modalidades de amor, adaptadas ao gosto do seu "manifestante". Muitos, entretanto, confundem apego excessivo com esse sentimento incomensurável, impalpável, imaterial e abarcador dos desejos, ilusões, fantasias, viagens conscienciais e desterramento, quase completo, da sistemática real. O amor é isso: é tudo, é todo, é tido como tal.
“Eu não procuro alguém pra pentencer e ter posse, só quero uma fonte segura de amor que não dependa das obrigações, das falas decoradas, dos scripts prontos. Eu sei que eu abri mão de várias oportunidades. Sei que fiz pouco caso do amor que me entregaram de maneira pura e gratuita, só porque eu achava que podia encontrar coisa melhor. Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida.”
Na verdade, eu amei apenas um e logo me disseram que ele não seria o amor da minha vida, e que vão existir outros e mais outros. Aí, sinceramente não gostei da ideia de ser de outros. Por isso, me fechei durante muito tempo. Não ousava olhar para qualquer outro menino, e eu segui na linha da fidelidade sem reclamar. Mas afinal de contas, eu estava sendo fiel a quem? A um amor fantasma ou ao um vazio? Não sei o que foi pior.
