Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
...e nessa história sem pé nem cabeça, eu me ajeito e tento me encaixar em algum lugar...
É que tem momentos na vida, que a gente resolve ficar, não por que quer... Mas porque é necessário primeiro se terminar uma história pra se começar outra.
Às vezes, esta outra, nunca chega...e a gente vai ficando e percebendo que na verdade a outra história nunca irá chegar se não formos até à ela.
Eu buscava meu rosto e deparava com um outro e me estranhava. O espelho é a verdade que, ainda hoje, mais me entorpece. Espelho sustenta o concreto e prefiro a mentira dos sonhos nas manhãs frias e secas. (...) Daí, acreditar em alma de outro mundo. Não sou o do espelho.
Você pode até dizer que eu já fui mais feliz, mais disposto, mais brilhante... Mas talvez agora eu só seja mais sincero, comigo, com todos.
O que eu queria de verdade era poder te chamar de MEU amor, andar de mãos dadas, beijar sua boca e dormir ao seu lado, sentindo seu cheiro, seu calor, até um novo dia amanhecer.
(..) Há quem defina saudade das mais variadas formas. Eu já escrevi algumas vezes sobre isso. Algumas, muitas. A última vez que o fiz chamei-lhe “doença” e “pedi” um analgésico para combatê-las. (...) Todos percebemos de saudades. Mas das nossas. E eu sei das minhas. Aquelas que sinto na pele. E essas não permitem sequer que me distraia. São cortantes, agudas, estridentes. São minhas e como te disse sei sempre de onde vêm.
É o tal vazio, uma tal espécie de dor que me faz sentir minúscula, débil. A tal sensação de impotência e fraqueza, por não conseguir refazer instantes ou momentos.
E é aí que “peço” o tal analgésico para as saudades. Quando preciso de as acalmar ou minimizar, mas sempre com a perfeita noção de que elas existirão eternamente em mim. E ainda bem que assim é. Quer dizer que já vivi e já senti coisas tão boas, dignas de deixarem as tais saudades.
Nunca te disseram que é bem melhor ter saudades do que se viveu… do que daquilo que nunca se teve? Digo-te eu! (...)
Revolta de Pierrot
Se faz ausente em noite fria,
Colombina foi atrás do arlequín,
Enquanto eu Pierrot, triste tadinho de mim,
Mas para ti colombina, deixo só uma violeta,
Recusou o meu amor, então fui atrás da Julieta.
Decidi que após o almoço eu iria jogar tênis de mesa e assim eu fiz. A única mulher entre os 7 homens, colegas de trabalho, mas tinha várias variáveis para o meu péssimo desempenho: ferrugem, aprendiz, salto alto, maquiagem, vestido sem shorts por baixo, bolinha que vivia no chão, meu despreparo para jogar e a implicância de todo mundo. Ouvi piadinhas do tipo “vai ler um livro”, “tua gerente está te chamando”, “vai dormir”, “sai daqui”, “você viu alguma mulher?”. Implicavam até com a maneira que eu pegava na raquete porque eu seguro de forma diferenciada. Eu lá firme e forte, rindo da situação e adorando perder de 0, 1 e 2, aliás perder de 2 pontos era lucro para quem estava aprendendo. Quem é que nasceu sabendo alguma coisa? Hã? Quem é que não passou por críticas? Isso aí, rum! fichinha das leves. Por fim, decidimos que tinha gente suficiente para jogar de dupla e no meio de tantas risadas decidiram que para ser justo eu tinha que ser par com todo mundo, melhor pra mim, jogava mais, cada um teria que me carregar nas costas segundo conceitos pré-determinados. Foi curtição atrás de curtição. Teve um colega que jogou comigo como se eu fosse retardada e só parou quando eu empatei no 4 a 4. Mas não é que fui melhorando, não é que foi fluindo e mesmo que eu perdesse de 7 a 2 na dupla, os 2 míseros pontos foram feitos por mim. Essa é a evolução da Srta. Teimosa, muito prazer! Mas sabe o que mais gostei, foi de passar a imagem da Arcise brincalhona, bagunceira, chamadeira de palavrão, essa Arcise sem o esteriótipo de Assessora, sem o ar autoritário, metido, exigente, de alguém que cobra e pressiona, essa Arcise sem a carcaça do cargo, porque infelizmente as pessoas confundem o profissional com o pessoal, o meu jeito Bernadinho das quadras é totalmente diferente do meu jeito Arcise de ser.
Hoje eu entendi que por mais que eu escreva os meu segredos, só posso ser desvendada por quem realmente me conhece
Eu quero mesmo que minha fada aparecesse, uma fada do dente, da sorte, do amor..Acreditei em tantas coisas inúteis que fada pra mim é um escape.
"Ele: porque eu te amo, porque eu só dou valor quando fico sem, porque eu fui, sou e sempre vou ser todo bobo e apaixonado por você.
Ela: sou tua, e sempre tua.
Ele: Não quero que ame outro cara, alem de mim e do nosso filho!"
E hoje eu vejo que o meu medo se tornou então realidade, mas lembro quando eu te falei: "Você é tudo o que eu sonhei." Você não disse nem que sim, mas também não disse nem que não, apenas deu um beijo e disse "Nunca solte a minha mão."
As vezes eu penso, se manter a sua vida um mistério diante de quem se interessa por você, seria a melhor solução, mas creio que deixar ela vazar um puquinho diante dela, e dividir um pouco, é um registro a mais, que podemos colher, para estruturá-la.
E agora?
Os dias se tornam mais coloridos a cada sorriso dele, e depois de tanto tempo eu posso dizer que estou feliz, mas com medo. Eu sei, eu implorava por isso todas as noites, quando nem a cama vazia nem a noite fria conseguiam ser mais vazias e frias do que eu. Eu pedi por isso, por ele, não ele, por outro alguém, que me devolvesse o sorriso sincero, que me fizesse bem. E então ele veio, ou melhor, caiu o véu que me impedia de ver, e ele estava ali, sempre esteve. E agora eu estou com medo, medo de te perder, e isso dói. Os dias estão cada vez mais claros, e ele vem, e sua luz ofusca o brilho do sol, e essa luz forte me cega. E não, ele não se compara a você, ninguém nunca será você, mas ele me faz bem, sem ser você, e isso dói. E eu continuo com medo, medo de acordar um dia e ver que não me falta mais nada, vai ser bom me sentir completa, mas não vai ser você, nunca mais, e isso dói. De certa forma eu estou feliz, pois consigo sorrir quando estou com ele, ou penso nele, até quando ouço o nome dele, e a dor me abandona por um instante, mas o medo não. O medo de te perder por um dia, uma semana, um mês, pra sempre, quem sabe? E isso dói, dói demais.
Eu quero estar bem, com ou sem você, eu queria estar bem sem ele, mas ele é o único que preenche o vazio que você deixou, ele me faz bem, mas não é você, e dói de novo.
E agora, o que eu faço? Se você for... Se ele for? E agora, o que eu faço? E essa dor?
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