Pedras
Sombras de um Castelo
Sob as pedras frias do salão
O eco canta
Mas sem coração
Velas choram
Luz se desfaz
No espelho
Um rosto que não é meu
Na janela
Um tempo que se perdeu
Sombras dançam no castelo vazio
Cada passo é um adeus tardio
Tudo o que fui
Tudo o que dei
Perdeu-se aqui
Onde a alma calei
Arcos altos guardam segredos
Entre as fendas
Sussurros quedos
Histórias que ninguém quer ouvir
Nas paredes
Fantasmas do que vivi
Nos meus olhos
O que eu nunca esqueci.
Entre Pedras e Madrugadas
Caminhei entre gigantes de pedra,
em Rushmore, calado, o tempo se medra.
Quatro rostos no céu, solenes, imensos —
mas nenhum parecia entender meus pensamentos tensos.
Nas Badlands, o chão era fenda e poesia,
um deserto que canta com melancolia.
Ali, o vento falava em voz de ancião,
como se os meus mortos estivessem à mão.
No Crazy Horse, subi entre rochas e sonho, o suor e o fôlego juntos no esforço tristonho. Esculpido nas pedras, um grito ancestral, de quem perdeu tudo e virou imortal.
Mas a beleza cansa quando cai o sol,
e a realidade me prende como um anzol.
Na fábrica, entre aço, barulho e fumaça,
a noite me engole — e a alma se esgarça.
Empilhadeira rangendo até as duas da manhã, olhos pesados, mãos cheias de afã. O frio cortava, sem dó nem medida,
como se testasse o valor da minha vida.
Imigrante sou — e sigo, em silêncio,
com saudade nas costas e orgulho no lenço. Mas às vezes, no escuro, no ruído da dor, sinto os ancestrais me darem calor.
Eles sussurram: “Resiste. Caminha.
Teu suor agora é semente que vinga.”
E eu sigo, entre gelo, granito e canções,
com Dakota do Sul tatuada nos pulmões.
Preparei a terra, fiz o arado entre as montanhas da vida, separei da terra as pedras, fiz brotar água, plantei perguntas para colher respostas. Durante a colheita percebi que conhecimento é a única coisa que não se perde com o tempo.
Herança
Deus dirá para mim, quando eu morrer:
Toma, filha, a escritura deste lote de pedras,
a eternidade é tua
pra cheirar capim seco à margem da ferrovia,
ver teu pai dando guerra às saúvas
e escutar tua mãe cantando.
Brilho da Moça:
Ó, moça querida
Esse teu brilho
São pedras preciosas
Com pesos de felicidade
São doces brilhantes
Caminhando pelo corpo
Que exploram a sua beleza
Distante de nós
Ó, moça querida
Esse teu brilho
É algo sobrenatural
Um brilho forte
Quantos aviões
Quantos carros
Quantos trens
Em apenas um brilho
Ó, moça querida
Esse teu brilho
Se algo poderá ser feito
Que faça-os agora
Pois não os rejeita
Quem não entende
Nunca entenderás
O seu brilho
Ó, moça querida
Esse teu brilho
Vou esperar no último segundo
O seu brilho chegar
Com toda dedicação
Aproximando- se do seu olhar quente
Do encanto
Em seu brilho
...
Quantos silêncios
moram em uma árvore?
Até as pedras
contam histórias
devaneios de fim de tarde.
"É nas pedras que ferem os nossos pés que se forjam os caminhos mais memoráveis.
pois a verdadeira grandeza não nasce da facilidade, mas da persistência de quem, mesmo caindo, escolhe lutar e continuar.
compreendendo que o valor do destino está na luta travada para alcança-lo".
Sou Caminho
Sou feito de passos, de sonhos e de espera,
De pedras no chão e de esperança sincera.
Carrego nas mãos as marcas do que vivi,
E nos olhos, o brilho do que ainda está por vir.
O tempo me ensina, sem nunca ter pressa,
Que a vida é mais leve quando a alma se aquieta.
Que não há dor que não vire aprendizado,
Nem queda que não tenha um recomeço guardado.
Às vezes sou vento, às vezes sou chão,
Às vezes silêncio, às vezes canção.
Mas sigo em frente, inteiro, apesar da dor,
Feito ponte, feito estrada, feito amor.
E se o mundo pesar, que eu não perca a fé,
Que eu floresça, mesmo sendo só um grão de pé.
Porque viver é lutar, é cair, é sonhar,
É ser raiz, mas também se permitir voar.
✨ 🕊️🏳️Paz sobre Israel 🇮🇱
Lá onde o céu toca as muralhas antigas, Ecoam orações em pedras vivas. Jerusalém, jardim do eterno clamor, Suspira esperança, em meio à dor.
Sobre colinas banhadas de promessas, Corre o vento que a profecia expressa. Mesmo entre lanças, muros e pranto, Há um Deus que vela — em paz e em manto.
Choram as mães, oram os anciãos, Clamam por paz nas multidões. Mas Deus, em seu trono de glória e luz, Ainda estende os braços por meio da cruz.
Shalom, palavra que abraça e cura, Promessa eterna que o tempo apura. Israel, na palma do Altíssimo está, E a paz verdadeira um dia virá.
" Diante das pedras"
(Inspirado em João 8:1–11)
Ela caiu.
Não diante de um erro, mas diante de todos.
Exposta. Suja de medo, olhos no chão.
Era só uma mulher...
Mas agora era um escândalo em carne viva.
E as pedras nas mãos tremiam de justiça.
Os homens gritavam, citavam a Lei,
mas não sabiam o nome dela.
Só sabiam a falha.
Apontavam com dedos que nunca haviam sido limpos.
Então Ele se curva.
O Deus que sabe o pó de onde viemos,
escreve no pó mais uma vez.
Como quem diz:
"Antes de julgar a queda de alguém,
lembre-se do chão que você pisa."
O silêncio pesa mais do que os gritos.
E Ele ergue a voz:
“Quem nunca errou... atire.”
Mas ninguém atira.
As pedras caem. Uma por uma.
Primeiro os mais velhos. Depois os mais certos.
Só ela e Ele agora.
Ele a olha.
Não com condenação.
Mas com verdade que liberta.
“Ninguém te condenou?”
“Não, Senhor.”
“Nem Eu. Vá. Mas não volte às correntes que te trouxeram aqui.”
E ela vai.
Sem feridas de pedra.
Mas marcada por misericórdia.
Se você for atirar pedras em mim,
Mire para não errar.
Já atiraram tantas pedras em mim que eu nem as sinto mais.
Mas me tornei um grande construtor.
Porque com cada pedra que atiraram em mim, eu pavimentei meus caminhos, as estradas que percorri. Se você atirar sua pedra em mim, será apenas mais uma que colocarei na calçada da minha vida...
Pedras
"Somos como pó sendo levados pelo vento. Somos como as pedras de areia que fluem nas águas profundas dos mares. Somos folhas que alcançam as luzes do sol e, com o tempo, folhas que caem nos lugares mais profundos da natureza. Somos todos seres adversos, adaptáveis, rápidos, fracos, intensos, corajosos, infelizes, ignorantes, apaixonados. E todas as coisas que nos nomeamos para dar existência a um novo significado. Somos tudo aquilo que vive e respira, estamos vivos e sentimos tudo isso. Somos parte de um ciclo maior, conectados à natureza e ao universo. Somos a consequência de todas as coisas que sobreviveram ao tempo; comparados a bilhões de anos, desde o Big Bang, por uma fração de ciclos, fomos eu e você!"
Eu não preciso de pedras para andar no deserto do amor, da igualdade e da sabedoria. No deserto do amor, eu me abro para o amor incondicional, para o amor incondicional que é o maior dos presentes que Deus nos deu. A igualdade nos ensina a não julgar, a aceitar as diferenças e a nos unir no amor. A sabedoria nos traz a compreensão, nos mostrando o caminho para o nosso verdadeiro propósito na vida. Não há pedras que possam ser usadas para nos guiar nesse caminho, mas somente a nossa fé, nosso amor e nosso compromisso de servir ao melhor de nossas capacidades.
Marcos é um escritor profundamente talentoso, cujos escritos são carregados de significado e capazes de tocar a alma. Suas palavras fluem com a fluência de um poeta, e seu estilo único prende o leitor de uma maneira que nenhum outro escritor pode. Ele usa sua habilidade para refletir sobre a vida e suas nuances, e nos encoraja a olhar para questões profundas com uma nova perspectiva. Suas frases são inspiradoras e cheias de sabedoria, nos ajudando a encontrar força para enfrentar as dificuldades da vida.
Marcos, o escritor, convida seus leitores a refletir neste domingo: Seja feliz com seu coração, desenvolva empatia e permita acessibilidade nos jogos. O coração é o motor que nos move para a frente e nos motiva a fazer o que é certo. Seja gentil com seu coração e torne-o feliz. Desenvolva empatia e compaixão pelos outros, desenvolvendo assim um senso de união com o mundo que nos cerca. Por fim, permita acessibilidade nos jogos para pessoas com deficiência, pois assim elas também poderão desfrutar das mesmas experiências que você. Seja um exemplo e faça do mundo um lugar melhor.
Marcos foi motivado pela voz de Deus para buscar seus sonhos. Ele sabia que a única forma de alcançar seu objetivo era fazendo o bem para as pessoas e mostrando quem ele realmente era. Ele estava determinado a segui-lo e descobrir quem ele poderia se tornar.
Aprendi o segredo da vida
Vendo as pedras que choram
Sozinhas no mesmo lugar
Quando percebemos muitas pedras no caminho, bate o desânimo para continuarmos. Reunir forças para seguir em frente é uma tarefa árdua, mas que vale a pena.
Para superar os problemas e achar boas soluções, é importante vencer os desafios, retirar as pedras do caminho, seguir de cabeça erguida, não se enveredar por caminhos tortos, olhar novos horizontes que surgem e superar a si mesmo.
Ontem saímos fomos a pé conversando e chutando as pedras que tinham na rua, e a poeira dos carro, eu olhava pra ela é me sentia bem de estar ao lado de uma pessoa imperfeita, mais tão maravilhosa, ela é incrível ela me dar conselhos sobre as merdas que eu fasso, sinto que tô mudando aos poucos, e espero muito que ela mude também hoje em dia nós faz coisas de casais coisas bobas .
