Paris
Brunópolis
Nomeada em honra
ao teu orientador espiritual
Padre Bruno Paris,
nasceste com forte
condão norte e celestial.
Fortuna poética do Planalto
Sul de Santa Catarina,
A tua História foi escrita
com ternura, bravura
e entusiasmo da tua gente.
Marombas, Palmares,
picada aberta e lavoura
com muito amor erguida
no profundo do Estado
erguido pela imigração.
Nos teus sabores postos
na mesa que percebe-se
a sutileza do teu coração,
a tua terra é pura paixão
e tem inigualável sedução.
Na Cachoeira do Marombas
das horas sempre perco
as contas e ganho sossego,
e tenho a nossa História
escrita com romance e apego.
Na Cachoeira do Butiazinho
sem encontro o meu
doce e dileto refugiozinho
nesta cidade que acolhe
a todos com muito carinho.
A Lótus que Veio da Noite de Paris.
O século XIV envolvia Paris em névoas frias e sinos distantes. Naquele cenário de becos estreitos, enfermidades que ceifavam esperanças e uma cidade dividida por crenças e paixões, dois jovens encontraram um ao outro como quem encontra uma estrela caída em plena terra. Éloise, com olhos de alvorada cansada, e Mathieu, aprendiz de iluminador de manuscritos, descobriram-se destinados desde o primeiro toque das mãos.
Amavam-se com o ardor silencioso dos que sabem que cada instante é ouro. Lutaram contra a miséria, contra as dores físicas que o tempo lhes impunha, contra a indiferença dos que zombavam de sonhos simples: casar-se, formar uma família, colher o pão que o próprio trabalho oferecesse. Foram ternos um com o outro até nas febres, na fome, nos invernos impiedosos da alma.
Quando a Noite de São Bartolomeu cobriu Paris com o sangue dos inocentes, eles fugiram por ruelas que pareciam gritar, protegendo um ao outro como se fossem muralhas vivas. Mas o destino, numa dessas esquinas onde a história decide seu rumo, tomou-lhes a carne. Caíram abraçados, misturando as últimas palavras numa promessa: “Se eu partir, te buscarei. Se te perder, te encontrarei.”
No mundo das almas, despertaram separados pela espessa névoa que antecede o esquecimento. Procuraram-se, chamaram-se, vagaram por décadas que pareciam séculos. Enfrentaram regiões sombrias onde o eco da dor faz tremer até os espíritos valentes. Passaram pelos domínios de Hades, atravessaram o torpor quase fatal do Lete, onde memórias se desmancham como tinta na água. Viram, com os próprios olhos do espírito, os abismos semelhantes aos descritos por Dante Alighieri, onde almas perdidas repetem dores que não compreendem.
Eloise e Mathieu resistiram.
Chamaram um ao outro com a força de um amor que se lembrava mesmo quando a memória tentava se desfazer. Desafiaram os ventos que queriam dispersá-los. Até que, numa região de luz tênue, avistaram-se. Não correram: flutuaram um para o outro, como se a eternidade inteira os puxasse para o reencontro. Tocaram-se e o toque incendiou universos.
Naquele instante, compreenderam que jamais suportariam outra separação. O amor que possuíam não desejava apenas viver; desejava ser.
Decidiram, então, um gesto extremo e sublime: renascer não como dois, mas como um só ser, impossível de ser fragmentado pelas sombras, pelos séculos, pelos mundos.
E reencarnaram.
Transformaram-se numa única flor de lótus de luz, pulsante e pura, flutuando eternamente nas mãos seguras de Buda, como símbolo do amor que atravessou mundos, mortes, infernos e esquecimentos e venceu.
Ficaram assim, unidos para sempre, não como corpos, mas como essência; não como promessa, mas como eternidade. Porque um amor que desafia tantos véus não precisa mais temer o tempo, a morte ou o destino.
O amor de Éloise e Mathieu não apenas sobreviveu ao aço e ao fogo das mortes da Noite de São Bartolomeu; elevou-se acima de todas as geografias da dor e se tornou luz permanente. No gesto de reencarnar como uma única flor, compreenderam que a verdadeira vitória sobre o sofrimento é transformar-se no que nenhuma força pode destruir. Tornaram-se imortais não por fugirem da morte, mas por transmutarem o próprio sentido de existir.
E hoje, na lótus de luz que repousa nas mãos de Buda, vivem o triunfo silencioso que só o amor absoluto conhece.
Marcelo Caetano Monteiro.
Dinheiro e poder não são sinônimos de educação e de classe. Pode até levar a Paris, mas o teste final do ditado: "O hábito não faz o homem", com todo o dinheiro e poder, falta muito para chegar ao topo. É fácil ver por esse exemplo quando se menciona que “o dinheiro não compra tudo o que é real e vale a pena para um ser humano é a humildade”.
Profª Lourdes Duarte
Ela estava parada na Gare du Nord em Paris. Se estava chegando ou partindo nunca vou saber pois não tive coragem de perguntar e o trem do momento, apitou, eu não ouvi, ele passou.
Eu sou um brasileiro romantico em paris, mesmo que nos olhos de uns eu sou um sapeka, mas quem conhece meu coração sou eu, eu danço conforme à musica, dou valor em quem da valor em mim, nunca precisei mendigar sentimentos, eu me amo o suficiente para viver o resto da minha vida sozinho, pois no amor a gente não mendiga nada, tudo é oferecido de coração e alma.
Onde não existe fidelidade, conplicidade e compaixão eu estou fora, sou fiel aos meus princípios e valores!
Permanência
Com a força do pensamento podemos
Escalar o Himalaia sem equipamentos
Voar à Paris em segundos
Sem precisar de passaporte
Mas há que se pensar em uma ação real
Que promova nossa sustentação física e moral
Para experienciarmos nossa missão e
Permanência no Planeta Azul
Estávamos em paris;
Nos embriagando por pouca coisa;
Eu pensei "Uau, eu poderia ter uma vida melhor";
Eu digo de novo;
Estávamos em Paris.
No próximo fim de semana, dei uma melhorada nos looks porque era hora de ir a Paris e falar errado os nomes das comidas.
A Marca
Capítulo 2
Em Paris estava acontecendo este martírio de cristãos e de todas as pessoas que não aceitavam a Besta como deus. Também em outros países, as autoridades que antes estavam ao serviço dos Estados de direito, mudaram a sua obediência para este ditador. Ele comunicava com eles ordenando-lhes, que matassem com grande violência os que não aderiam ao sistema do Anticristo. Toda a pessoa devia dizer diante de um robô, via Internet ou via tv ou mesmo na presença desse robô "Só tu és o grande deus, eu te adoro" . Quem não fizesse era logo preso e seus bens eram-lhe confiscados.
Se na segunda guerra mundial foram mortos 6 milhões de judeus e de outras etnias. Neste tempo foram muito mais os mortos que perdiam as suas vidas por suas convicções. Tanto os defuntos das pestes como das guerras e os mártires eram colocados em valas comuns.
Chegou o dia em que o demónio que veio do Abismo e entrou neste homem, foi a Jerusalém, para se sentar no templo, que tinha sido construído na cidade santa. De lá via televisão, falava para as nações " adorai vosso senhor, o "Meta"; " Vós Israelitas ouvi, o vosso Deus, sempre foi uma mentira . Ele foi derrotado e já não existe! Morreu afogado no Mar Vermelho! "; " Eu sou o único para vós e para todos vós outros de toda a terra... Adorai! Adorai!...
" All You in all the World, say me: We love You big god " ; "Come to me all of You! "
Depois deste discurso saiu à rua a uma praça de Jerusalém , onde estavam pregando as duas testemunhas de Deus contra a Besta animando todos a que morressem por amor do Deus verdadeiro, sem receberem a marca da Besta. O Anticristo ao ver os dois pregadores, logo deu ordens, para que calassem aqueles oponentes. Depois cheio de Ira como eles não se calavam. Ordenou a dois executores que os matassem à espada. Logo dois carrascos, os degolaram à espada. Disse que todo aquele que fosse seu oponente e que estava ali, devia de igual modo ser morto. Depois estes homens de Deus ficaram algum tempo no chão mortos. Mas passando três dias e meio ouviu-se uma voz do céu, que todo o mundo ouviu dizer" Subi para aqui, vós meus santos". Os dois profetas que muito tinham afligido os adoradores da Besta, ressuscitaram e foram arrebatados ao céu. Então houve um grande terramoto que matou 7000 pessoas em Jerusalém e mais alguns em outros países. A Besta reinou em toda a terra 42 meses.
Depois dos 42 meses, em todas as nações, sem saberem porquê, os seus governos tiveram um pressentimento. Que consistia em prepararem todos os seus exércitos, para uma guerra em Israel. Todos se deslocaram para o Vale de Megido. Também conhecido por" Armagedom". Mas depois de estarem já milhões de tropas naquele lugar, sem saberem qual a razão... começaram a matar-se tropa contra tropa. Cada exército se destruia a si próprio. A duas Bestas também estavam naquele lugar. Assim que já havia muitos mortos, o céu abriu-se e viu-se em todo o mundo isto. É então que se vê milhões de pessoas no céu, descendo alguns à terra. Milhões de homens e outros seres de fogo vinham seguindo um cavaleiro que trazia um nome na sua roupa branca. REI DOS REIS, SENHOR DOS SENHORES, VERBO DIVINO. NUM Coro cantavam um hino" Paz sobre o Isarel de Deus. Paz sobre sobre toda a terra. Os que restaram dos exércitos, foram mortos só por verem Jesus Cristo. Os que no mundo tinham a marca da Besta, também morreram. Mas houve alguns que nos países não tinham levado com a marca, pois conseguiram se esconder da Besta. Estes foram transformados com corpos gloriosos e arrebatados ao céu, com outros milhões de mortos que tinham morrido, pela fé em Jesus Cristo, nesta fase dos últimos martírios. Também houve alguns milhões de pessoas que não eram de Jesus Cristo mas não levaram a marca. Estes passaram a fazer parte daqueles, que o profeta Zacarias se refere, dizendo que estes são " ...Os que restaram de todas as nações, vieram de ano em ano, adorar em Jerusalém o Senhor dos Exércitos". Jesus Cristo prendeu as duas Bestas e colocou-as no Lago do Fogo. Então JESUS CRISTO REINOU COM OS SANTOS NA TERRA E NO CÉU, POR MIL ANOS E POR TODA A ETERNIDADE!
"Se eu sonhasse (E sonhar eu posso!)
No meu sonho você seria perfeita...
Você seria Paris.
Embora Paris não tenha o teu maior trunfo!
Em ti não explodem bombas de terroristas
PAZ é a tua bandeira...
E por mais que se queira,
Destruir-te é improvável, porque pessoas passam...
Mas você fica.
Há vinte anos eu cumprimento tuas manhãs
Na esperança de que o teu entardecer seja dourado!
Que Deus permita chuva e sol na medida certa
Que os teus campos floresçam e produzam
Conforme os sonhos que Ele mesmo tem pra ti.
Uruará, o teu povo precisa de ti.
Vê se te cuida... E não roubas o fio de esperança dos teus filhos".
Quando o jantar for numa praia da Grécia ou em Paris com vista para a torre eiffel,
entenda que eu encontrei a mulher da minha vida.
Nenhum sofrimento será para sempre,
Um dia você estará em Paris esquecendo todos os seus problemas!
Assim como Páris em sua busca fora do normal
Quero buscar-te, bela, culta e intelectual
Mesmo que eu tenha que lutar ou roubá-la
Mas a sensação de tê-la junto a mim, será especial
Assim como a mais bela das mulheres
Nos relatos filosóficos tenho com quem te comparar
Helena, a mais doce tentação que existiu
Que Tróia por sua culpa, teve um alto preço a pagar
Não esperarei por dez anos
E como Menelau eu terei que traçar uma missão
Para conquistá-la, buscá-la e tê-la
E para sempre ter seu puro e doce coração
Não quero perder a oportunidade de apreciá-la
Ó garbosa, cintilante e galante sedutora
Deusa filha de Afrodite no meu pensar
E do meu ingênuo e sincero coração receptora
HENRI EINE
Paris, 1863
3 – Jesus amava a simplicidade dos símbolos. Na sua vigorosa expressão, os trabalhadores da primeira hora são os Profetas, Moisés, e todos os iniciadores que marcaram as diversas etapas do progresso, continuadas através dos séculos pelos Apóstolos, os Mártires, os Pais da Igreja, os Sábios, os Filósofos, e, por fim, os Espíritas. Estes, que vieram por último, foram entretanto anunciados e preditos desde o advento do Messias. Receberão, pois, a mesma recompensa. Que digo? Receberão uma recompensa maior. Últimos a chegar, os Espíritas aproveitam o trabalho intelectual dos seus antecessores, porque o homem deve herdar do homem, e porque os trabalhos e seus resultados são coletivos: Deus abençoa a solidariedade.
Muitos dos antigos revivem hoje, ou reviverão amanhã, para acabar a obra que haviam começado. Mais de um patriarca, mais de um profeta, mais de um discípulo do Cristo, e de um divulgador da fé cristã se encontram, entre vós. Ressurgem mais esclarecidos, mais adiantados, e já não trabalham mais nos fundamentos, mas na cúpula do edifício. Seu salário será, portanto, proporcional ao mérito da obra.
A reencarnação, esse belo dogma, eterniza e precisa a filiação espiritual. O Espírito, chamado a prestar contas do seu mandato terreno, compreende a continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Vê e sente que apanhou no ar o pensamento de seus antecessores. Reinicia a luta, amadurecido pela experiência, para ainda mais avançar. E todos, trabalhadores da primeira e da última hora, de olhos bem abertos sobre a profundidade da Justiça de Deus, não mais se queixam, mas se põem a adorá-lo.
Este é um dos verdadeiros sentidos dessa parábola, que encerra, como todas as que Jesus dirigiu ao povo, as linhas do futuro, e também, através de suas formas e imagens, a revelação dessa magnífica unidade que harmoniza todas as coisas no universo, dessa solidariedade que liga todos os seres atuais ao passado e ao futuro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. cap. 20
"A Paris turística é demasiado padronizada aos gostos da cultura mediática e instagrammer. Mas Paris real, parece ser incrível. Fiquei num bairro qualquer na periferia de Paris, quando la fui, e amei a dinâmica daquelas comunidades e da forma como se organizam - mas aí está, isso foi o único vislumbre que tive de Paris para lá dos postais de visita"
Em Madri, falo espanhol
Em Paris, é o francês
Em Berlim, o alemão
Em Lisboa, português
No Brasil, vai depender
Se é Nordeste, vou dizer
A língua nordestinês
Deitado na cama visitei Cairo, Roma, Marraquexe, Budapeste e Paris. Andei pelos quatro cantos do mundo, escalei o Everest, surfei no Havaí, cacei rinocerontes nas savanas africanas, pesquei marlins no alto mar de Havana, separei-me de Audrey Hepburn e me casei com Mariinha, a menina mais bonita da sala de aula.
Quando me levantei da cama o quarto era o mesmo, a casa era a mesma e o mundo era apático, distante, fosco e indiferente. Estava atrasado, havia perdido o metrô das onze, apenas porque passei da hora, inerte no leito quieto, batendo as asas e planando no teto do quarto.
"Os sonhos são belos, mas quando se tornam realidade em Paris, experimentam um encanto inigualável, como se a cidade respirasse vida em cada esquina, revelando que é possível transformar os desejos mais profundos em momentos de pura magia e inspiração."
