Paixões
Há amores que não se esquecem, paixões assolapadas
há dias inesquecíveis que não têm explicação
Parece que foi ontem...
Sinto-o como se tivesse acontecido há instantes...
Recordo como se fosse presente, hoje...
Mas, na verdade já aconteceu há muito tempo!
E eu ainda conto os dias, os meses, os anos...
da nosso primeiro encontro, do primeiro beijo...
Ao início fazia-o para recordar, para não esquecer
pois era uma lembrança muito boa desse dia
Depois passei a fazê-lo porque assim ...
consigo lembrar, que existia um tempo palpável,
para puder recordar e amar.!
Estouram paixões sempre aludidas, cantam canções, danças nas chuvas. No certo e no cerco um céu de saídas, arte que inspira expurgando áureas turvas.
Paixões passageiras… Algumas são, mas, se for, aproveite essa viagem. Quem sabe acaba virando amor ou não, mas aproveite, ame, se divirta ao máximo.
CALOR DE PAIXÕES
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (23/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
O mar tornou-se ainda pesado
E solidificou-se
Os membros estão amortecidos portanto
Conquanto carne à prova de fogo
Um dalit de castidade intocável
Liberdade das ansiedades da carne
Conquanto espiritual life
É essência divina amor
Mesmo aquele sem calor / De paixões
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/06/calor-de-paixoes.html
Chora o poeta que goza
Suas paixões em forma de prosa
E então esmagam-se as horas
Entre os olhares e as rosas
Conheci tantos garotos, tantas paixões. Todos tão diferentes... Tão apaixonáveis... Tão arrebatadores!
Eram meros desconhecidos que tinham suas respectivas vidas. Dentro delas paixões antigas, casos mal resolvidos, conversas deixadas pra depois, angustias guardadas e inúmeros conflitos. Mais claro, com baladas, bebidas, beijos, amigos e conversa fiada. Mas que nunca se imaginaram juntos, ora, nem se falavam, não frequentavam os mesmos lugares e quem dirá amigos em comum.
E mesmo assim se encontraram, num dia importante pra ela que só queria estravazar e um dia qualquer pra ele que pretendia só sair de casa. E com intenções meio contraditórias ali meio perdidos se enxergaram. Ninguém sabe onde isso tudo começou, mas se deram bem (pelo o que se lembram).
Não pense que foi um amor a primeira vista, de jeito nenhum. Pra garota, foi apenas um desses caras que se faziam de legais pra conquistar e não ficar tão sozinho na balada. Pro cara, foi alguém que não valeria a pena manter contato e pro seguir.
Achou estranho e sem nexo? Engano seu, aqui se encaixa perfeitamente aquele ditado que não gostamos muito de ouvir: ''Tudo vem a seu tempo'’. E digo que por um bom tempo acabou ficando assim. Acho que por isso muita gente prefere animais, que parecem mais racionais e sentimentais do que vários seres humanos por ai.
Acabaram se reencontrando (quem diria) mais uma peça do destino, e que não se daria se não estivesse raiva na mente dela e alcool no corpo dele. Foi rápido e sem sentido. E com uma gafe bem grande.. Ninguém imaginava que por uma mancada acabariam se falando meses depois.
Acabou rendendo longas conversas, muitas risadas, boas indiretas e um leve sentimento de posse. Não sabem muito bem quando foi isso, mais sentiram uma necessidade de ficarem mais proximos em todos os sentidos. Mais não foi tudo simples assim, houveram discussões, raiva, estresses e mancadas (pra variar), que acabaram fortalecendo mais esses dois e foram ‘’virando a página’’ como ele gosta de dizer.
E criaram um forte elo. Mesmo com as ‘’viagens’’dela e as neuras dele, os dramas da moça e os estresses do rapaz. Com todas as diferenças que vão de gostos musicais a cor de esmalte. Mas que abrem mão (as vezes) de tudo pra ficarem bem novamente.
Enquanto ele quer tudo certinho, ela só quer ele. Sejam os dois com suas aspas, chatices, distancias e indiferenças, resolveram ir adiante! Não sabem se é pelo carinho ou tormento. Mais ela sabe que uma parte dela sempre será dele, e que ele de alguma forma vai ser sempre dela.
Na fragilidade desta vida, na busca constante da morte dos nossos erros, das paixões indomáveis, da ignorância e de todos os vícios, um elemento sublime oculto nesse nosso caminhar sempre está nos espiando para que não ultrapassemos essa linha tênue entre o bem e o mal.
São ciladas da vida... As vezes dá-se amor a colecionadores de paixões. Isto fere os pés na caminhada, magoa e machuca o coração...
Permita-me entregar-me às minhas paixões
Pois só assim sei o que é viver de verdade.
Se me inibes, me podas, me cortas
Fere-me em fragmentos
Morro um pouco de cada vez.
Lua. Oh, lua... Quantos poemas fizeram por ti, quantas paixões perdidas sem rumo, ao chocar-se nas rochas, o amor intenso, os corpos dentro da água flanando feito tochas.
Esperança.
Toda – ou parte – busca humana resume-se na angústia da espera. Sonhos, paixões, lutas e conquistas alavancadas pela coragem: a nossa principal ferramenta do lapidar da vida, compartilham os espaços onde se dá a labuta do homem à procura do inusitado. Os caminhos se entrelaçam, surgem novos dados e subsídios para a história e o viver vai se formando em torno do que há por vir. O sentimento da expectativa chega a despontar em todos os aspectos: a vinda de um salvador, o filho que vai nascer, um novo trabalho, um novo amor, uma nova viagem e, porque não um novo recomeço? Afinal, quem não espera a chegada do novo emoldurando a esperança de tudo melhorar?
“Amores Roubados”
Amores roubados, perdidos, trocados. Paixões mal resolvidas, as vezes traídas.
Mais tudo é amor, sentir o calor do beijo gostoso, do amor prazeroso.
Desejos calientes, do corpo da gente trassando em segundos, delírios profundos.
Mas bastou um segundo voltei pro meu mundo, lembrei que’ra sonho, nossos beijos suponho.
Delírios desejos, de apenas um beijo da cor do pecado, tu fostes roubado.
Na verdade razão era apenas uma ilusão, que tu fosses um dia, a minha paixão!
