Padrões
Os falsos padrões
Os padrões...
Sento para pensar; poderia fazê-lo deitada...
De joelhos, seria uma boa sugestão para não repetir os mesmos erros.
Poderia pensar durante o banho, ou penteando os cabelos, quem irá dizer qual o modo ideal para pensar?
Fecho os olhos para beijar... Quem disse que se tivesse de olhos abertos, não beijaria igual? Posso beijar com os olhos piscando, fazendo caretas... Beijar debaixo d'água, lavaria os pecados... Beijar no meio da rua, em cima do telhado... Poderia estar mais perto do céu...
Posso ir a uma festa descalça... Por que não? Livraria os pés dos sapatos granfinos e desconfortáveis, dançaria a noite toda e praticaria a humildade... Poderia ir descalça à igreja, ao dentista; ao meu casamento; em minha audiência... Quem poderia dizer que não posso? Que não devo? Quem?
Poderia usar chapéu, blusa verde abacate; unhas púrpuras, saia roxa e óculos amarelos... Quem poderia impedir? O bom senso? A ditadura da moda? A sociedade hipócrita? A Constituição Federal? O Presidente da República? Quem poderia impedir?
Poderia tomar sorvete com calda de morango acompanhado com trufas de chocolate e churros de doce de leite - vou engordar? Vou desagradar? Vou ser infeliz? Quem poderia dizer que isso me torna feia? Quem? A televisão? A tecnologia de ponta? Os críticos severos de si mesmos? Quem?
Onde está o padrão? Na bíblia? Na novela? Na mentira?
O que é um padrão? O paradigma? O chato a ser perseguido por uma multidão sem criatividade?
Quem sou hoje?
O que quero ser, ou o que obrigam a ser?
Busco aceitação? Aprovação? Busco companhia?
Ah! Prefiro me acomodar na falta de limites de minha imaginação, a entregar-me para os rótulos tão bem bolados, feitos especialmente para quem desistiu de viver.
Não tenho medo de seguir padrões e de obedecer conceitos que todos, erroneamente, julgam como normais. Cumprir e querer tudo o que um grupo faz, por receio ou por querer ser aceito é uma falta absurda de personalidade.
A proporção era sempre a mesma, 1 para 1618 repetidamente. Padrões se escondem bem debaixo de nossos olhos, só é preciso saber onde procurar. Coisas que a maioria das pessoas veem como caos, na verdade seguem sutis leis de comportamento. Galáxias, plantas, conchas marinhas, os padrões nunca mentem. Mas só alguns de nós conseguem ver como as peças se encaixam. 7 bilhões, 80 milhões e 360 mil de nós vivem neste planetinha. Esta é a história de algumas dessas pessoas. Há um antigo mito chinês sobre o Fio Vermelho do Destino. Diz que os deuses prendem um fio vermelho no tornozelo de cada um de nós e o conectam a todas as pessoas cujas vidas estamos destinados a tocar. Esse fio pode esticar ou emaranhar-se, mas nunca irá se partir. Foi tudo predeterminado pela probabilidade matemática. E é meu trabalho ficar de olho nesses números. Fazer as conexões para aqueles que precisam se encontrar. Aqueles cujas vidas precisam se tocar. Eu nasci há 4161 dias. Em 26 de outubro de 2000. Estou vivo há 11 anos, 4 meses, 21 dias e 14 horas. E durante todo esse tempo... Eu nunca disse uma única palavra.
Com Scarlett O'Hara,
no filme O Vento Levou,
aprendi que é possível quebrar padrões.
Os tropeços são paraobjetivar e não desistir!
Se a vida exige que caminhe pelo inferno,
ande como se fosse a dona do lugar!
Herdamos padrões emocionais e sistêmicos dos nossos antepassados, mas não somos vítimas disso. Escolhemos nossa família com base nos desafios que precisamos transcender. Ao revivermos essas histórias, temos a chance de compreendê-las e superá-las.
O caminho para a libertação está na consciência: ao invés de repetir padrões inconscientes, podemos transformá-los e criar um futuro mais livre e autêntico.
Negar a si mesmo envolve ser guiado não pelos padrões normais da sociedade, mas pelos valores das Escrituras Sagradas. Negar a si mesmo envolve tomar a nossa cruz e derrubar o nosso orgulho todos os dias. É destruir o jeito soberbo do nosso coração de querer reinar e dominar tudo ao redor. (Livro: Minuto de graça. Volume 5)
Quando uma pessoa se mostra feliz mesmo contrariando padrões de felicidade amplamente difundidos, o entendimento mais recorrente é de que ela estaria “mentindo para si mesma”. Vale refletir: não faz mais sentido que ela o creia e se harmonize com tal crença, em vez de se impingir o modelo que os demais defendem às custas de seu bem-estar?
O desalinhamento aos padrões éticos estabelecidos perturba a lucidez do indivíduo retido, que não violou seu modelo habitual e normativo.
A Dúvida
A verdade que todos procuram vão além do padrões que usamos para garimpar-las. Os instrumentos usados para encontrar a verdade são ainda grosseiros, mas adequado ao nosso atual estágio de evolução, onde tudo tem que ser visto, tem que ter um formato, tem que ser tocado, comprovado, submetido a um controle, a uma medida, a um espaço, Quando se lança uma dúvida sobre um objeto, que já foi definido por outros pensamentos, isso não que dizer que as definições estabelecidas estejam erradas, mas que foi visto algo a mais, além das teorias preconizada.
Você não percebem colegas escritores que até chegar a uma definição do que sabemos hoje, quantos pensamentos foram sobrepostos um sobre o outro até descobrir a real significância de algo que fora questionado por milhares de anos? E vai ser assim até que o homem encontre aquilo que é um em todos nós.
Nós amamos dentro da moralidade
Dentro dos padrões
De forma contida e tranquila
Sem arranhões
Sem dor
Não éramos escravos de nós mesmos
Nem solitários de nossa união
Não fomos amantes
Nem amores
Eu fui eu
Ela foi ela
E continuamos sendo
Sem pecado
Sem paixão
Mas com amor
Somos apenas amor
COMO OS PADRÕES DA SOCIEDADE MUDAM?
Existe uma perspectiva sociológica conhecida como teoria do domínio cultural na qual, segundo ela, os grupos dominantes na sociedade têm o poder de impor suas visões de mundo, valores e normas sobre a maioria. Eles utilizam instituições sociais, como a mídia, a educação e os sistemas de poder, para difundir suas ideias e influenciar a percepção e o comportamento das pessoas.
Essa imposição pode envolver a introdução de comportamentos ou filosofias que inicialmente chocam a sociedade e são considerados fora do convencional ou moralmente questionáveis. No entanto, quando essas ideias são repetidas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação e adotadas por figuras influentes, elas gradualmente se tornam mais aceitáveis e menos ofensivas aos olhos da sociedade. Esse processo pode ser facilitado pela normalização do comportamento por meio de estratégias de exposição constante e repetição, o que contribui para a sua gradual aceitação.
O diabo não é bobinho não....
Os padrões de beleza seculares são frequentemente moldados e influenciados por indivíduos que são totalmente suscetíveis à influência do diabo. Essas pessoas, muitas vezes, são enganadas pelos engodos do maligno, que distorce a verdadeira essência da beleza e promove ideais superficiais e ilusórios. É importante reconhecer que a busca por conformidade a esses padrões pode levar a uma insatisfação constante e a uma falta de aceitação pessoal. Em contrapartida, encontrar a verdadeira beleza em Deus e valorizar a singularidade de cada indivíduo nos liberta das amarras impostas pelo mundo e nos permite abraçar uma perspectiva de beleza autêntica e divinamente inspirada.
As mudanças nos padrões morais, sociais e culturais na era atual são observadas com perplexidade, sem percebermos que a sociedade atual também é resultado das transformações passadas, deixando nossos antepassados igualmente surpresos, assim como nos sentimos agora. A mensagem que era pregada naquela época foi modificada devido a essas transformações culturais, e da mesma maneira, daqui a alguns anos, nossos descendentes testemunharão um novo modelo de pregação que se adaptará à cultura estabelecida.
As mudanças de padrões que chocam as pessoas hoje são resultado de transformações que ocorreram no passado. Muitas dessas mudanças foram gradualmente absorvidas por essas mesmas pessoas, sem perceberem que estavam construindo as bases para as realidades atuais.
Quando a alma preserva sua configuração original de fábrica, ela age em harmonia com os padrões divinos, vivenciando uma serenidade profunda e experimentando alegria, além da sensação de completude em sua existência.
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