Os Inocentes de uma Guerra
COMO DORMIR?
Aprendemos de pequenos a contar carneirinhos
Vinham inocentes enfileirados e branquinhos
O sono chegava imediatamente
Nem precisava contar novamente
Agora carneirinhos tem tarja preta
Só aparecem se lhes dermos receita
Não têm pressa de aparecer
O nosso sono não querem trazer
Chegam de madrugada motorizados
Fazendo um barulho danado
Aloprados valentes e dependentes
Causando terror em nossas mentes
Já não são os "carneirinhos" de antigamente...
mel - ((*_*))
Infelizmente vivemos rodeados de falsos inocentes, que só mostram na verdade, suas personalidades, quando assumem os lugares que almejam, chego a conclusão que nos dias de hoje, ÉTICA, RESPONSABILIDADE, SERIEDADE, HONESTIDADE e tantos outros antigos PREDICADOS, passaram a ser NOMES PRÓPRIOS, e/ou peças de Museus Dicionárias… Ou seja, só encontradas, quando necessárias para pesquisas sobre seus significados, ainda bem que temos os humoristas que as usam em suas piadas e assim não nos deixam esquecer que elas existem.
Gutemberg Landi
04.02.2016
Meu nome é...
Por: Aleff Lavoisier
Eu sou os atos erroneos,
a culpa dos inocentes.
A farpa cravada no peito,
a magoa escancarada na face.
Eu sou o tempo perdido,
a tristeza que ocupa teu ser,
a viagem sem volta,
os laços quebrados.
Eu sou a inimizade cultivada
e a semente do ódio no meio dos homens.
Sou a devastação da vida
o esquecimento dos sofridos,
a queda dos sonhos profundos.
Eu sou o fim do mundo,
a crise ambiental e financeira
O sorriso apagado
e a noticia ruim no jornal pela manhã.
Sou a discriminação,
o chicote nas costas
a ferida brava,
A guerra iniciada pela paz.
Eu sou a paz que não chega
a divisão da terra em blocos
como se não fosse a mesma casa.
Eu sou a desavença religiosa,
o homem matando em nome de Deus.
Sou a semente da dor
plantada e regada por todo homem.
Dizem por aí que
meu nome é Lucifer
mas costumo me apelidar de
Você, homem...
que não adere a culpa dos atos infames,
da dor que sente e causa,
da infelicidade que dá a quem te ama,
que é rispido e intolerante,
que não estende a mão
e não preserva a vida,
e por fim não sabe o significado
das consequências sobre o mundo em que pisa.
Então lembre-se
meu nome é Lucifer
mas meu apelido é
Você.
Na lei dos homens, todos são inocentes até que sejam considerados culpados; na lei de Deus todos são culpados até que Ele os faça inocentes.
A justiça dos homens ainda é muito falha e incompleta...frequentemente se vê inocentes punidos e culpados absolvidos. Mas cada um responderá, perante a justiça Divina tudo que fez, ou deixou de fazer, ao próximo e a si mesmo.
Cresci em meio a omissões. Algumas inocentes, outras um pouco necessárias. Desde que nasci aprendi que de certa forma devemos esconder os problemas da sociedade, trancados e guardados dentro da alma. E que ignorância daqueles que me ensinaram isso, mal sabem que ao trancafiar e deixar o nó na garganta, e dentro da alma, o tumor da angústia só crescia.
Então eu cresci em meio à omissões. E me acostumei a esconder e me esconder dentro do quarto, apenas desabafando coisas da alma numa folha digital, onde meus dedos ficam dormentes de tanto que há aqui dentro. Ninguém sabe dos meus medos, anseios, angústias e tristezas que carrego aqui no peito. Ninguém sabe a rotina dura que engole a minha alma. Ninguém sabe da minha vida. Se não Deus! Mas também pouco importa. As pessoas também tem lá seus problemas, e eu respeito. Até tento ajudar, confesso. Guardo meus fantasmas pra tentar aliviar a dor alheia. Tenho essa mania de me importar e sofrer demais. Mas tem dia que é difícil oferecer o ombro amigo, pois sinto que o meu já se encontra dolorido demais de tanto carregar essa minha dor nas costas. O fardo anda pesado, e eu não posso reclamar.
Certo dia permitir-me chorar, deitar ao chão frio e tomar uma dose daqueles remédios pra adormecer a dor da alma. No escuro ninguém me veria. O peito doeu. Dói. Assusta. Adormeci. Acordei com a sensação de ter sido esquecida. Lavei o rosto e saí pela rua. Topei com um conhecido, e ele por educação perguntou: “Olá, tudo bem?” E eu com um sorriso que já tanto ensaiei em frente ao espelho, respondi: “Tudo sim, e com você?”
O elogio dos falsos é uma perigosa armadilha para os inocentes. A crítica dos sinceros é uma das formas de detectar quem são os seus verdadeiros amigos.
Somos: Inocentes enquanto criança, rebeldes na pré-adolescência, sonhadores na adolescência, poderosos na maturidade; na velhice... a referência.
Somos Todos Inocentes, Pois Não Somos Nós Que Escolhemos a Cor da Pela, Dos Olhos, Altura, Por Quem Se Apaixonar, Etc. Ninguém É o Que É Porque Quer, Apenas Somos Assim...
Nossos erros mais perversos e inocentes são a oportunidade de enxergar a bondade interior que nos espera propagar.
Um dia acordamos e percebemos o qto da vida já perdemos, qto fomos inocentes e pior não dá pra voltar lá atrás e mudar, entendemos que passamos uma vida acreditando em quem não merece, e nos afastando de quem liga tanto pra nós, que prova de amor não existe, prova de amor é todos os dias e que a unica prova de amor de verdade foi a que Jesus deu por nós na cruz, que nem sempre estamos no lugar certo com as pessoas certas e fazendo a coisa certa. Enfim não podemos mudar nosso passado, mas podemos tentar impedir que as mesmas coisas aconteçam no nosso futuro.....
Ás vezes somos tão inocentes...quando estamos felizes achamos que é para sempre. Depois de um certo tempo descobrimos que o pra sempre não existe.
