Os Inocentes de uma Guerra
É tempo de corações e não de guerras
Não entendo gente fazendo guerra
Se temos uma inteligência audaz
Agora é tempo de corações
Unindo todas as nações
Pois, há sempre alguém
com o anseio pela paz
De um outro mundo,
Com amor se faz
É triste ainda ver
A troca do ser pelo ter
Tudo o que puderes dizer...
Tem haver com o ser....
Por cada minuto
Que vai uma vida
Irmãos de uma vida
Doí essa partida
Vamos invocar a paz pela Terra
Pois é tempo de corações e não de guerra....
- Shana Pavarin
Violeta
Uma órfã avistou
seu quintal ao fim da guerra
e, chorando, acreditou
que a vida não se encerra,
pois, ali, o sol raiou,
o arco-íris se formou
e uma flor brotou na terra...
O homem ainda não aprendeu que a única guerra que há um vitorioso é aquela que luta contra si mesmo, alcançando assim os louros da vitória íntima.
A Resistência da Guerra
Tanques, tropas, militares
Invasão, míssil, bombadeio
Só humanos são tão capazes
"Animais ditos racionais" aniquilando sem freio
O ódio e a cegueira pelo poder
No domínio dos espíritos do mal
Monstros difíceis de conter
Sedentos de sangue e de controle imperial
Destruição, assassinato, separação
A meta cruel não se aloja numa boa alma
A mente vaidosa é atroz nos atos em prol da insana ambição
A arma que busca a vitória, sem dó, sob o alcance da palma
De um lado, de novo, no exercício da estupidez
Um desumano calculista, mercenário e frio
Do outro lado inocentes vítimas da insensatez
Fugindo ou resistindo ao comando bravio
Idosos, jovens, bebês, crianças
Cidadãos guerreiros. Filhos da terra
Sob ações violentas, obrigados à mudanças
Sem escolha nem desejo, enfrentam as consequências da guerra
Como pode, num planeta de natureza tão bela, haver tanta maldade
O Putin é apenas o bárbaro da vez
A vida sempre foi tratada com banalidade
Se atentarmos, no poder, poucos escondem a sua nudez
A alvura da Ucrânia servindo de alerta
Hoje a instabilidade do mundo
Não se limita ao oriente médio e a sua vasta oferta
Costume religioso não é o único pano de fundo
Como ter esperança na paz irrestrita
Se os registros literários vomitam a verdade humana milenar
O horror não poupa nenhuma geração. Ele faz visita
O algoz trajado de bom nem só em ação covarde é possível identificar
Iludida com a espécie humana, a civilização resiste
Sob adestramento, hipnose, alienação ou condicionamento
Vai absorvendo as modernas teorias místicas acreditando que está evoluindo para não ser definitivamente triste
Enquanto o tempo passa trazendo uma nova fornada de nascimento
Porém não é só, o que não é pouco sequer tolerável
A violência bélica dos agressores da guerra maldita
Estupros e sequestros. O nojo é inevitável
Atuam aliciadores e traficantes de gente sofrida
Curem- se, enquanto há tempo, desta doença chamada narcisismo
Ela não é só o ponto de partida das grandes desgraças. Do caos irreversível
No dia a dia, ela desequilibra o organismo
Ela te acorrenta às ilusões desfrutadas diante do inteligível
Ucrânia, ucranianos, Zelensky, liberdade
É urgente o cessar-fogo para a retomada do direito a paz
Nossos olhos e corações não suportam mais tanta ação covarde
A democracia não pode sair de cartaz
Irmãos pelo mundo à fora
Reféns da maldade inclusa no DNA de autoritários selvagens
Simpatizantes das atrocidades de outrora
Que nos envergonham. Que reiteram a certeza de que alma tem variadas roupagens
Acabai políticos com a GUERRA
Se quisessem acabar com tal guerra;
qualquer um de ambos, podia fazê-lo;
bastando em um dos tais, haver querê-lo;
bastando em mais ninguém, querer ver terra.
Se fossem tais a ser assassinados;
a mesma já teria terminado;
quando um por outro fosse assassinado,
dado que os tais são únicos culpados!
Que pena, ser sempre O POVO a pagar;
que pena, ser sempre O POVO a morrer;
que pena, ser sempre O POVO a chorar…
Tanto a, por culpa de AMBOS, sepultar;
tanto a, por culpa de AMBOS, tão sofrer;
tanto a, por culpa de AMBOS, tão matar.
Porque amanhã é dia do PAI, e ambos os sois, parai em homenagem a toda a nossa existência, com esse só vosso bárbaro ACTO POLÍTICO, hoje mesmo e resolvei as vossas quezílias; mas com O POVO, em PAZ!!!
Políticos da NOSSA Terra, após já quase uma mês de GUERRA, continuam a aplaudir zelensky de pé... mas porquê?!?
Andam parlamentares, desta Terra;
A aplaudir de pé, FRACO presidente;
Que não se importa com a dele GENTE;
Mas tão só com poleiro, e daí, GUERRA!
Andam esses políticos, palermas;
A alimentarem, tal continuar;
De um poleiro, com tal salvaguardar;
Que não vê O POVO, a MORRER pelas bermas!!!
Por ficarem escondidos a ver;
A TANTO POVO, a ser assassinado!!!
Aplaudem tais, de pé, esse animal…
Cuja terceira guerra mundial;
Que VIVO, deixaria, a pouco achado;
Sequer em tal, tem qualquer precaver!!!
Aplaudam, é quem pela PAZ, tão luta;
Aplaudam, é quem pela PAZ, labuta;
Aplaudam, é só quem, a PAZ disputa.
Com uma indescritível mágoa, desses políticos hipócritas, que só se preocupam com os deles, políticos poleiros; digo:
- Põe fim e esta GUERRA zé, pois só pela via da PAZ, alcançarás, agora já não uma victoria mas pelo menos; uma Ucrânia não totalmente destruída!
Por vezes/SEMPRE, e em nome da VIDA, é mais importante perdermos a razão que tão temos, do que perdermos a MESMA.
A guerra perdida.
Do que você morreu, perguntou um soldado ao outro.
Morri alvejado pelo inimigo.
Mas quem era seu inimigo?
Não faço ideia. Nem ao menos sei que guerra eu combatia?
Mas como você poderia estar em uma guerra e não saber qual era ela, ou quem era seu inimigo?
Foi assim: Eu não a comecei e nem ao menos percebi ela chegando, também não concordei com ela ou entendi as razões, eu não sabia porque aqueles que antes eu chamava de vizinhos se tornaram inimigos e tão pouco estava preparado para me virar contra eles.
Então, porque morreu nela?
Porque do mundo de onde venho, os fortes ainda decidem quem vive e quem morre ao invés de ampara-los.
Os poderosos ainda brigam pela razão e os líderes ainda agem como ditadores. Desse mundo de onde venho eu simplesmente não tinha nenhuma escolha.
Mas e quanto a você, morreu de que afinal?
Morri da mesma guerra que você, porém, eu padeci da falta de empatia, da falta de amor, da falta de respeito e da falta de carinho que um dia deram início a ela. Padeci dos frutos resultantes justamente das escolhas que fizeram por você.
Lamento muito ouvir isso. E a propósito, eu me chamo Inocência e você?
Eu me chamo Esperança.
Odilon dos Reis
Guerra por Saik
Tijolada na cara, desordem civil
Acostumado a terreno hostil
Tipo viatnã só que sem um fuzil
Cara fechada e a mente a mil
Cena pesada, visões de terror
Minha mente malvada disfarça minha dor
De alma lavada e de mal humor
Sou um constante atentado ao pudor
Violência constante, vida real
Nada é o bastante, anestesia geral
Vida sufocante, domínio do mal
Me sinto distante, destino fatal
Guerra – Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.
Às vezes, um sorriso no rosto e uma tristeza no coração ... Às vezes, uma guerra exterior mas por dentro aquela paz...Às vezes, nos sentimos sozinhos em meio a multidão... Às vezes um até logo quer dizer até nunca mais... Às vezes tudo; Às vezes nada... Às vezes ninguém passa pela mesma estrada que a gente, então sonhadores e mudos seguimos em frente... Às vezes pronto;mas indeciso. Às vezes forte; mas impreciso. Às vezes perdido; mas no caminho. Às vezes sangue... Às vezes vinho... Às vezes flores... Às vezes espinhos...
Fui vencido pela história que escutei!
Neste momento, mesmo triste, perdi a guerra, mas me libertei do combate emocional!
Com amor não se briga!
Percebi que deixar de ser GUERRA para se tornar PAZ, é a melhor arma para neutralizar os que te tratam com indiferença.
