Orgulhoso Orgulho
Na Igreja de Laodicéia não faltava recursos financeiros e orgulho, mas faltava santidade e posicionamento - e isso normalmente é o problema das igrejas elitizadas.
O pior adversário da Graça é o orgulho humano, pois ele é capaz de gerar resistência ao convite de Deus para vida eterna.
Demônios se expulsa no nome de Jesus. Agora, as obras da carne, como o orgulho, a mentira, a inveja, o egoísmo, o ódio, etc... você tem que reconhecê-las e negá-las todos os dias até a glorificação final.
Todo o orgulho é idolatria; assim como o amor do mundo.
John Wesley
Sermão o Pecado Original (1854).
O maior inimigo do perdão é o orgulho. A palavra perdão é a junção de "perder e doar". Essas são duas coisas que orgulhoso não suporta.
“O que me resume”
por Sariel Oliveira
Guardo tudo.
Não por orgulho,
mas por costume.
Aprendi a ser abrigo do que não mostro,
voz do que não digo,
refúgio do que ninguém percebe.
Às vezes sumo.
Não por maldade,
mas por necessidade.
Silêncio me cura mais do que conselhos,
e a solidão, embora fria,
me entende melhor do que gente demais.
Gosto de ficar só.
Não porque não amo,
mas porque me encontro no vazio.
É no meu próprio mundo
que faço morada,
mesmo quando tudo lá dentro
parece desabar.
E pedir ajuda?
Não sei.
Talvez por medo de ser peso,
talvez por não saber como se faz.
Mas sigo — inteiro por fora,
remendado por dentro,
só eu e o silêncio que me resume.
SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.
Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.
A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.
Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.
Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.
Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.
O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL
O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.
O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.
Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.
O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.
Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.
VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO
A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.
Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.
O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.
A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.
DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE
As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.
O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.
O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.
ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR
O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.
Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.
A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.
Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.
Orgulho dos Leões
Eminente engodo é pensar que o orgulho não é a nossa principal fraqueza! Insidioso inimigo que, com sua vil peçonha, envenena as profundezas da alma dos incautos.
Conduz passos, articula reações, influencia na tomada de decisões, e deturpa o bom siso. Até no mais pretenso humilde reverbera o orgulho de não ser como os demais! Entre "ser ou não ser' a resposta para a egrégia questão é: "não seja!", pois somente um pode declarar, sem sombra de dúvidas, "Eu sou!".
Orgulho tolo, que não me leva a nada e me impede de ser feliz, orgulho que nunca quis, mas está dentro de mim, orgulho minha ruína, me deixa ser feliz.
O orgulho de certas pessoas, as impede de falar e fazer certas coisas que para a sua solução, seria necessário se inferiorizar!!
GAÚCHOS BONS DE ESTRADA
Me orgulho do Rio Grande
Pedacinho do Brasil
Com tantos homens ilustres
Pra história contribuiu
Entre eles o Quintana
Pra ele, até Deus sorriu.
Também teve o Veríssimo
Um gaúcho de valor
Encantou os brasileiros
Com poemas de amor
Pai do Luis Fernando
Cartunista e escritor.
Não esqueçam o Lupicínio
Magnífico senhor
Escreveu o hino do Grêmio
Merece grande louvor
Um eterno gaúcho
Cantor e compositor.
De lá de Santa Maria
Embora não ser artista
Merece todo o respeito
Por ser um grande jurista
Eros Roberto Grau
Das leis, um grande cientista.
Dentre tantos lugares
São Borja se fez presente
Terra do Getúlio Vargas
Nosso eterno presidente
Um sábio advogado
De sucesso evidente.
Vitor Mateus Teixeira
Foi casado com a Terezinha
Se pedisse boa música
Com certeza, ele vinha
Gaúcho de muita honra
Lembrai-vos do Teixeirinha.
E terminando os versos
Vou falar da capital
Terra do Gildo de Freitas
Na rima o maioral
Trovador e cantor gaúcho
Que amou a terra natal.
Eu só falei de alguns
Homens bons de estrada
Poderia citar mil
Que honraram a gauchada
Exaltaram o Brasil
Na difícil caminhada
E ficaram na história
Orgulho da pátria amada.
Você só percebe o significado da vida “depois que para um pouco de viver”, viver o orgulho de ter alcançado o que ostentou, viver a correria pra no final dizer que tinha que acontecer. Então, pare e pense?
Pense em quantas pessoas você já viu sofrer? E quantas vezes teve a capacidade de ajudar sem preconceitos, sem nojo, sem má índole. Sem avareza... Pobre homem que somos!Vivemos, mas na verdade vegetamos. A vida pra muitos não passa de uma alegria supérflua.
A sua vida não pode ser controlada por dogmáticas criadas com o passar do tempo, a sua vida deve ser controlada com amor estabelecido numa cruz, pois só o amor arranca os dogmas. Faça Alguém feliz e talvez terás razão para viver.
Porque tanto barulho
se dessa gente, o orgulho
morre ao passar das horas...
porque brindar assim um novo ano
se nos instigam ao raiar do dia
velhos enganos...
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