Opção
Não é a mentira que me incomoda, é o fato de ela se tornar a única opção para as pessoas, mesmo elas sabendo da verdade.
Mais educação e mais qualificação.
O desenvolvimento dos pais confronta-nos com uma opção clara e inadiável: a oposta na qualificação da população portuguesa. A importância central da qualificação para o crescimento económico e para a promoção da coesão social está hoje amplamente demonstrada por diversos indicadores publicados por várias organizações internacionais. Não podemos continuar ignorá-los. Precisamos de encarar de frente na realidade e o desafio. O atraso que nos separa dos países mais desenvolvidos radica, em grande medida, no insuficiente nível de qualificação da população portuguesa. Esta é a questão central que temos de enfrentar. A solidez do processo de modernização do pais depende essencialmente de vencermos a batalha da qualificação. É aqui que temos que vencer.
seguir na contramão não é mais uma opção, é necessidade, tenho meus traços tóxicos que se expressa de maneira exacerbada, não sei, eu só estou cansada das pessoas, de ter sofrido por tanto tempo, por um alguém que....cansada de viver sobre a casca do que fui um dia, eu tenho essa vontade louca de evoluir, não espero me relacionar com outras pessoas, quero seguir, fazendo o que sempre quis.
A opção pela ignorância é
uma forma que o homem
encontra de aceitar a sua
incapacidade diante do
inexplicável, pois assim ele
consegue continuar vivendo
evitando as consequências
da frustação das dúvidas quanto
ao seu verdadeiro fim.
Em um mundo capitalista é hipocrisia dizer que o estar feliz é uma questão de opção, pois como imaginar a felicidade em um ambiente onde suas necessidades básicas não são atendidas? Como encontrar prazer em um mundo de privações? O discurso dos insensíveis a essa realidade é que a felicidade está atrelada ao aceitar a sua situação, como se o fato de se acomodar com as suas limitações fosse a solução para a sua vida desprovida de prazeres.
É preciso sempre prosseguir
não existe essa opção
de desistir da caminhada
Tem dias em que a luz do Sol
parece brilhar menos
Há noites sem sorrisos, nem acenos
Madrugadas sem sono ou sonhos
e é estranho
Não saber o que fazer com tantos planos
Que nem chegavam a caber
No tamanho dos dias
E não podiam ser contidos
No final a gente fica triste
Chega aquela sensação
Que a vida desistiu da gente
No momento em que gente estava
Perdidamente apaixonado
Pela vida
Absorva-se então, essa aflição
Qual fosse uma brisa suave
Aceite-se que não se vive
Sem conhecer esses entraves
Inevitáveis como o pôr-do-Sol
Indomáveis como a madrugada
Porém tão previsíveis
Quanto o nascer de um novo dia
E mesmo que pareça
Que ele chegou sem alegria
e sem mais nada
Não existe essa opção de desistir
Talvez a vida possa parecer
Não querer mais a gente
É nesses momentos
Que é preciso insistir em viver
e quando se mostra pra essa vida
Qual de nós dois
Está definitivamente no comando
Edson Ricardo Paiva
Por cada porta
Creia
Existe ...sim, a opção
De deixar ou não
O melhor lugar que existe
Pra guardar a paz em segredo
Coração, que se leva
E medo também
Ninguém poderá jamais
Buscar noutro lugar
O oposto
Ao que existe em si mesmo
A paz ausente estava lá
E em nenhum lugar do mundo
Jamais achará
Se não tiver
As distâncias conflituosas
Uma dose de algo que foi de graça
Não há dinheiro
Que faça voltar agora
Chora o coração, sem paz
Se perdeu ao passar pela porta
O caminho era outro
Volta a escuridão da noite
Apesar da Lua e as estrelas
Muito além de tudo isso
De vez em quando e eternamente
Pense que jamais vai vê-la
Um traço tortuoso
Uma pedra lançada
Pedaço bonito
do tempo que passou
E se perdeu
Assim prossegue a vida.
Edson Ricardo Paiva.
Não consigo entender porque a opção da intelectualidade política com as guerras, se com a paz ela nos une gerando mais inteligência e conhecimento..
